Minha vida com você

5 Acho que foi quase, ou talvez nem tanto


Notas iniciais
Quem está preparado para o 1º beijo de Percabeth? Ai socorro! Eu não estou. Boa leitura, Diamonds =3

Aproximava meus lábios dos de Annabeth quando podia confundir a respiração dela com a minha, ouvimos o som do carro se aproximando da garagem e o portão eletrônico da garagem se abrindo. Merda, nossos pais chegaram. Eu e Annabeth nos encaramos e corremos em direção ao hall de entrada ficamos observando o corredor do segundo andar que dava para ver daquela área do primeiro. Nossos amigos pareciam que sabiam o que estava havendo, pois dava para vê-los correndo cada um para um lado, eles estavam indo um para cada quarto, até Luke e Thalia saíram do banheiro que fica ao lado da escada, eles sorriram para mim e para Annabeth e subiram. O que aqueles sorrisinhos queriam dizer? Eles são tão bobos.

Eu e Annabeth subimos por último, a porta da garagem dava na lavanderia, e virando à direita ficava a cozinha, tínhamos um tempinho até. Pelo menos os meus amigos e as amigas de Annabeth fingem que são pessoas direitas e que não estavam quase fazendo sexo na casa quando os adultos responsáveis chegam.

Eu ia entrar no meu quarto e Annabeth no dela, ambas as portas dos nossos quartos estavam fechadas, olhamo-nos cada um com a mão sobre a maçaneta da porta do próprio quarto. Não dava para ignorar o que houve na cozinha, não estamos bêbados, então não foi uma coisa idiota do momento por causa da conveniência e da bebida, estávamos sóbrios e queríamos fazer aquilo. Eu acho que queríamos pelo menos, eu sentia que queria, era algo novo, parecia, sei lá, divertido.

Ao mesmo tempo, nós avançamos um na direção do outro nos encontrando no centro do corredor, ela segurou minha nuca e eu apertei a cintura dela. Ela passou a mão pelo meu cabelo e finalmente fizemos o que iríamos fazer na cozinha, unimos nossos lábios de modo afoito. Os lábios dela eram quentinhos e muito macios e tinham gosto de chantilly, era delicioso. Minha língua safada pediu passagem pelos lábios de Annabeth e ela permitiu, a boca dela tinha gosto de chantilly com chocolate, era melhor ainda. nossas línguas brigavam uma com a outra, tentando dominar o território, era tão erótico.

Ouvimos a porta da lavanderia ser aberta com força, isso fez a gente se separar. Estávamos arfantes, mas ainda estávamos perto um do outro, perto o suficiente para podermos nos agarrar novamente, acho que esse era o plano de ficarmos tão próximo. Acho que eu gostei do beijo tanto quanto ela.

– Atenção! – era a voz do meu pai, modificada por um megafone, eu não devia ter ensinado a esse velho a usar a internet, ele sai comprando essas idiotices agora – Nós chegamos, parem de se agarrar e finjam ser inocentes.

– Quando seu pai arrumou um megafone? – perguntou ela sussurrando para mim, o halito dela também estava cheirando a chocolate, estava delicioso.

Eu ri.

– Nem me pergunte. – suspirei – É melhor irmos.

Íamos nos separar novamente, para entrarmos nos nossos quartos, mas antes de irmos trocamos um selinho que rapidinho se tornou um outro beijo aprofundado. Meu pai avisou que estava andando devagar pela cozinha e estava chegando à escada e finalmente nos separamos e fomos cada um para o próprio quarto.

Meus amigos tinham disfarçado bem, tinham até ligado o vídeo game e estavam jogando. Luke me olhou rapidinho depois voltou a atenção para o jogo e sorriu.

– Você está com um pouco de batom na boca. – comentou ele.

Eu devia estar fazendo cara de “Me pegaram no flagra” porque Frank riu e eu comecei a limpar o batom na minha boca, mas era estranho, eu não sentia textura diferente nenhuma na boca. Luke olhou para mim e gargalhou.

– O que você fez lá fora, Percy? O que você fez que te fez achar que estava com batom na boca, estava mexendo nas coisas da mãe da Annabeth? – perguntou ele achando graça.

– Muito engraçado, Luke, eu não fiz nada, eu… – nem eu sei, nem inventar uma mentira descente eu conseguia.

A porta do meu quarto foi aberta e meu pai colocou a cabeça para dentro e sorriu, estava com o megafone na mão. Ele deu uma conversadinha com a gente e foi embora. Eu não prestei atenção no que ele disse, só pensava naquele beijo. Porque eu e Annabeth nos beijamos? Por quê? Porque eu gostei? Annabeth beijava muito bem, melhor do que eu podia imaginar. Não que eu passava muito tempo pensando nisso.

Mas, meu Deus, ela beijava bem, eu fiquei todo arrepiado e o gosto de chocolate na boca dela era de deixar qualquer um louco, nem sei como certas partes não acordaram. Acho que talvez foi por dois segundos que essas “partes” não acordaram e ficaram doidinhas para ganhar beijinhos também.

… NO DIA SEGUINTE …

Eu acordei antes que todos os meus amigos, mas não era tão cedo assim, era quase uma da tarde. Levantei meio atordoado e fui ao banheiro que tinha no meu quarto para lavar o rosto e escovar os dentes, aquele banheiro que a porta não presta só serve para tomar banho porque nem o meu banheiro nem o da Annabeth tem chuveiro, quem vez essa casa devia estar muito drogado. Mas de boa, isso me dá oportunidades infinitas de ver a nerd macumbada nua e isso era uma vantagem dessa casa bugada.

Desci para a cozinha para arrumar algo para comer e esperar os dementes acordarem. Quando cheguei lá, eu quase engasguei. A nerd estava inclinada procurando algo na última prateleira da geladeira. O short curto cheio de corujinhas deixava boa parte da coxa dela a mostra e isso era maravilhoso. Não gostar dela é uma verdade, mas fingir que eu não a achava bonita é a maior mentira do mundo.

Ela se virou para mim, ela sempre ficava meiga quando acordava, o rosto ficava levemente rosado e os olhinhos ficavam um pouco inchados, se ela abraçasse aquela coruja de pelúcia que ela tem e fizesse biquinho, ela ia parecer uma criancinha. Acho que eu faria qualquer coisa que essa nerd quisesse se ela se vestisse desse jeito.

– Bom dia, peixinho dourado. – disse ela sorrindo.

– Bom dia, nerd macumbada. – disse.

Aproximei-me e abracei a cintura dela, ela arqueou as sobrancelhas.

– O que você está fazendo? – perguntou ela me afastando. E indo para a mesa colocando a jarra de vidro com suco de laranja sobre a mesa.

Aproximei-me novamente, ela estava de costas para mim, posicionei-me bem perto dela, meu membro e a sua bunda estavam quase se encostando, se ela se afastasse um pouco aconteceria uma bela de uma encochada. Coloquei minhas mãos em volta do seu corpo, prendendo-a ali.

– Estou esperando meu beijo de bom dia. – sussurrei no ouvido dela – Eu ganhei um de boa noite, agora quero o de bom dia.

Annabeth se virou, ficando de frente para mim, deu um sorrisinho malicioso e tocou meu peito com ambas as mãos, ela aproximou os seus lábios dos meus, eu achei que ia ganhar o beijo, mas ela me afastou quando eu comecei a fechar os olhos, saindo de perto de mim, indo para a geladeira novamente. Ela pegou queijo e manteiga voltando para a mesa e colocando ambos sobre a mesma. Acho que ela estava preparando a mesa do café da manhã (- Você acha, senhor Percy? Eu acho que ela deve estar se preparando para fabricar papel.) (- Muito engraçado, senhor Percy! — Ironicamente falando caso você não tenha entendido, senhor Percy, você é meio lerdinho.).

– Você vai me ajudar ou vai ficar me olhando como um idiota? – perguntou ela.

Eu dei de ombros e comecei a ajudar. Peguei leite na geladeira e coloquei sobre a mesa enquanto a nerd ia pegar xícaras, colheres e facas. Fechei a porta da geladeira e me aproximei dela, Annabeth colocava as coisas sobre o balcão esperando que eu levasse aos poucos as coisas para a mesa. Ao perceber que eu estava parado, ela cruzou os braços e esperou eu fazer algo. E eu fiz algo. Esperei ela ficar de frente para mim, ela me olhou com uma cara “Você vai fazer algo, seu idiota?”. Eu sorri e agarrei a cintura dela, puxei-a para mim e dei-lhe um beijo. Agora o halito dela tinha gosto de menta. Annabeth não protestou, agarrou meus cabelos e deixou-se levar. Minha língua e a dela brincavam de um jeito muito travesso que me fez soltar um gemido. Só espero que ela não tenha notado.

Annabeth deixou ser beijada até que minha mão boba começou a se infiltrar sob a camisa do pijama dela, então me afastou e respirou com força. Os lábios dela eram tão deliciosos, não queria parar, eram mais tentadores quando ficavam vermelhos desse jeito.

– O que foi, nerdzinha? – perguntei sorrindo desafiador – Tem medo de acordar a sua mãe por causa dos seus gritos de prazer?

Ela riu. Meu sorrisinho desafiador desapareceu completamente.

– Tá. Vocês, homens, e suas promessas de orgasmos. Chega a ser hilário. – disse ela sorrindo como se fosse a melhor piada do mundo.

– Não sei de quem você está falando, mas não é de mim.

– Você não é um homem? – perguntou ela sorrindo – Olha, todos os homens com quem eu já transei, não foram muitos, mas foram alguns, eles nunca conseguiram me dar um orgasmo que realmente me satisfizesse.

– Eu sou um homem. Os caras que você deve ter transado deviam ser um bando de garotos… – eu pensei um pouquinho e tive que segurar o riso – Espera, e o Jason? Ele também…? – eu nem conseguia falar pela vontade de rir, pensar que o líder do time de basquete não dava a uma garota um orgasmo era hilário, as meninas ficavam atrás dele como se ele fosse o deus do sexo ou sei lá – Ele também não…?

– Olha, o Jason foi o meu primeiro, lógico que naquele dia foi mágico, foi uma explosão, só que agora…

A cara que ela fez de perdida e encolheu os ombros me fez rir com tanta vontade. Minhas mãos seguraram o seu quadril quando eu parei de rir e então eu a puxei, deixando-a com as costas no meu peito. Ela arfou pela surpresa. Inclinei só um pouco o tronco dela sobre o balcão, ela ficou um pouco na ponta dos pés para conseguir encostar a base da barriga no mesmo. Passei a mão pelos quadris dela e fui descendo até as coxas com força como se estivesse revistando-a. Annabeth soltou um gemidinho quando eu apertei e coxa dela com mais força passando meus dedos para o interior das mesmas indo por baixo do short do seu pijama.

– Percy, o que você está fazendo? – perguntou ela, um pouco espantada pela minha atitude.

– Estou preparando você para te provar que você só não achou o cara certo.

– Percy, para, me solta.

Beijei o pescoço dela. Se Annabeth não quisesse que eu fizesse aquilo ela já teria conseguido me afastar e teria começado a me bater. Ela queria. Claro que queria. Ela tinha me desafiado de propósito, queria saber como eu me saía, aquela carinha que ela faz de santa não me engana, pode enganar a mãe dela, mas não a mim.

– Você me desafiou. – murmurei contra o ouvido dela.

– Eu não… ah…

Ela gemeu quando meus dedos dedilharam a calcinha dela. Eu podia sentir que já estava úmida. Meus dedos entraram por aquele pano fininho e úmido, Annabeth segurou um gemido mordendo os lábios fechando os olhos. Eu sabia como ela se sentia, o medo de sermos pegos por todas as pessoas que estavam na casa era muito excitante, deixava tudo mais perigoso, mais prazeroso. Ela soltou um gemidinho delicioso.

– Geme baixinho porque senão nossos pais aparecem e o que sua mamãe vai pensar de você? – sussurrei no ouvido dela acariciando calmamente o sexo dela.

– Percy… – gemeu ela rebolando vagarosamente nos meus dedos.

Usei dos dedos para massagear gentilmente o clitóris, estava tão durinho e o sexo dela estava tão melado. Meu membro quase encostava na sua bunda o que só deixava as coisas mais sensuais. Annabeth mordeu os lábios quando dedilhei sua entrada e voltei a massagear seu clitóris. Ia começar a tocar seus seios e levar isso à diante para mostrar a ela o que era um orgasmo. Eu me deliciava com aqueles gemidinhos, meu membro estava endurecendo devagar. Porém acabou tudo, acabou a ereção, acabou a diversão (- Olhe, senhor Percy, você fez uma rima.) (- Que legal, senhor Percy, cala a boca e me deixa narrar.), porque ouvimos os passos no segundo andar.

– Meninos? – perguntou meu pai em tom baixo descendo a escada.

Me afastei de Annabeth, tirando meus dedos de dentro da sua calcinha e antes de me afastar, esperei ela me encarar e coloquei meus dedos melados do seu prazer na boca e chupei. O gosto dela era tão delicioso. Ela ficou corada rapidinho. Suspirando, ela agarrou suas xícaras e fingiu estar arrumando a mesa e não que tinha acabado de ser tocada por mim.

– Oh, bom dia, Annabeth. Bom dia, Percy. – disse meu pai sorrindo.

– Bom dia, pai. – disse.

– Bom dia, Poseidon. – disse Annabeth.

Cruzamo-nos no caminho, quando eu estava indo para a mesa deixar as facas e Annabeth ia em direção ao balcão pegar mais coisas, ela me lançou um olhar malicioso que se meu pai não estivesse presente, eu já teria jogado ela contra a parede e terminado o que tinha começado minutos antes. Meu pai foi buscar o jornal na frente da casa e antes de Annabeth passar por mim sem nem me olhar direito, segurei o braço dela e sussurrei no ouvido dela:

– Seu gosto é delicioso.

Pude notar que Annabeth ficou arrepiada, isso só me fez sorrir abertamente. Quando meu pai voltou, ele tinha um sorriso travesso nos lábios. Ele disse que tinha uma ideia. Eu e Annabeth subimos as escadas seguindo meu pai. Ele foi até o quarto dele onde Atena dormia serenamente sob as cobertas, estava tão tranquila, parecia a Annabeth naquela vez que eu peguei ela dormindo no sofá.

Meu pai me olhou feio.

– Para de encarar ela assim, essa lindona aqui é minha. – sussurrou ele para mim, ele parecia tão sério.

Ele foi quietinho até a poltrona preta do outro lado do quarto, onde o megafone novo dele descansava. Ele ligou o negócio e chegou perto de Atena. Com os olhos fechados, ela agarrou o megafone das mãos dele e escondeu sob as cobertas.

– Se você gritar comigo com esse megafone, eu te faço engolir essa porcaria. – disse Atena com os olhinhos fechados. Meu pai deu um sorriso forçado para nós, que riamos, e começou a implorar para Atena o megafone de volta.

– Eu vou usar nos amigos dos nossos filhos. – disse ele como última tentativa de receber o brinquedo de volta.

Atena suspirou um pouco nervosa e entregou o megafone pra criança que ela havia se casado.

– Some daqui. – ordenou ela.

– Eu não ganho nem um beijinho? – perguntou ele.

– Ganha um soco na cara e se dê por satisfeito. – respondeu ela.

Eu e Annabeth rimos.

– Eu me casei com o Rocky Balboa e não sabia. – meu pai saiu do quarto batendo os pés.

– E eu me casei com uma criança mimada e meio que sabia. – disse Atena, ela sorriu quando meu pai resmungou frustrado batendo o pé no chão.

Ele fechou a porta e suspirou e disse que mulheres eram difíceis. Então foi aí que a festa começou. Meu pai entrou no meu quarto e começou a gritar no ouvido dos garotos. Principalmente no de Leo que estava dormindo abraçado com a chave de fenda dele.

– Isso sim que é macho! Leo Valdez, estou surpreso com você ser o mais másculo de todos os garotos deste quarto incluindo meu filho! – lógico que eu parei de rir rapidinho e fiz cara de “Não achei graça” – Você está aí abraçado a uma chave de fenda isso é másculo demais, só seria mais másculo com uma loira em cima de um Ferrari parada atrás de você. – gritava dizia meu pai animado ao megafone.

Leo sorriu e levantou-se fazendo uma pose de Mister Mundo. Meu pai riu e foi para o quarto de Annabeth. Ele chegou para a Calypso e começou a gritar com ela pelo megafone, elogiando-a.

– Calypso, minha queria, você tem muita sorte de ter um garoto como o Leo que dorme abraçado a uma chave de fenda. Ele é tão másculo! – disse meu pai.

Calypso sentou-se e olhou para meu pai.

– Ou talvez não. Você já pensou que ele pode usar aquela chave de fenda para outra coisa? Ele me disse ontem que era pra precaução. Estou com muitas dúvidas do para que aquela coisa serve. – comentou ela nos fazendo rir da cara de tacho do Leo que estava sorrindo alegre até agora.

– Você está insinuando que eu sou homoafetivo? – perguntou Leo.

– Sim, pode-se dizer que sim. – respondeu ela encolhendo os ombros.

– Você me respeita, mulher! – exclamou Leo indo na direção de Calypso empurrando ela para o chão e sentou-se sobre o quadril da loirinha e segurou as mãos dela – Vou te mostrar quem é o macho por aqui.

– Não, não, não, isso foi longe demais. – meu pai olhou para Hazel que estava sentada no saco de dormir dela bem perto dele – Hazel, segure isso aqui para mim. – pediu ele entregando o megafone para Hazel.

Então, meu pai se aproximou mais de Leo e pegou ele pela barriga com as duas mãos, e tirou-o de cima de Calypso antes que ele a beijasse.

– Esse moleque tem fogo. Acho que temos que apagar esse fogo. Não temos extintores de incêndio então…

Meu pai deu um sorriso maléfico e todos nós que estávamos na porta entendemos o recado abrimos espaço para meu pai passar por ela carregando Leo. Meus amigos, eu, as amigas de Annabeth e ela fomos todos atrás do meu pai. Leo se debatia e pedia por ajuda. Meu pai desceu com Leo pelas escadas indo na direção da cozinha, ele pediu para a porta de vidro ser aberta. Frank abriu-a e fez uma reverencia para meu pai quando ele passou com Leo.

– EU VOU MATAR VOCÊ, FRANK! – gritou Leo enquanto se debatia.

Meu pai chegou à borda da piscina e jogou Leo para cima. O garoto elfo berrou e caiu como uma pedra dentro da piscina. Nós rimos do Leo saindo da piscina, ele parecia um gato molhado, até a cara de ódio mortal era como a de um gato.

– Isso é o que acontece com quem fica dando uma de assanhado na minha casa, acaba sendo jogado na piscina. – disse meu pai.

– Então é melhor já jogar o Percy e Annabeth. – comentou Luke para Thalia – Melhor agora do que quando já tiver acontecido.

– O que? – perguntou meu pai.

– Nada, nada. – disse Luke, ele e Thalia riam de se matar, dois imbecis. Se bem que eu fiz uma coisinha bem safada hoje. Mas eu gostei e sei que a Annabeth também.

Olhei para a loirinha e mandei um beijinho. Ela ficou um pouco rosa. Mas é provocadora mesmo. Eu teria que dar um jeitinho nela ainda. Ah, eu vou dar um jeitinho nela. E vai ser logo, logo.

Notas finais
HMMMMM Percy Safadênho, adogo demais. O que as minhas Diamonds acharam? Comentem minhas leitoras divosas com glitter. Se querem me falar o que vocês desejam, é só falar, eu vejo se encaixo na historinha. Beijinhos, Diamonds, amo vocês, até a próxima.