Onde foi que eu parei na historia a sim estava chovendo e bla, bla, bla.

Eu estava em frente à janela quando batem na minha porta digo pra entra era uma mulher vestida de calça jeans com botas preta e uma blusa branca com um, sobretudo. Ela sorria e trazia um envelope branco ela se senta na cadeira próxima a minha mesa e espera.

–Eu já te disse mil vezes que não precisa bater que você pode entra direto. Disse me dirigindo para a mesa.

–Eu não vai que numa dessas eu encontro você as beijos com a verônica. Disse ela rindo Pego o envelope de suas mãos, e o abro só tem umas fotos e um nome rei Castilho.

–Quem e esse sujeito? Pergunto desinteressado

–Rei Castilho ele e procurado no México e em Porto Rico umas câmera pegaram ele desembarcando em um aeroporto aqui do Brasil. Disse um pouco mais interessada do que eu

–Ele é procurado pelo que? Digo curioso, afinal era a segunda vez que isso acontecia e da primeira não acabou muito bem.

–Roubo, assassinatos e trafico, muita gente quer ele preso. Disse se interessando por minha curiosidade.

–Já se sabe o por que de ele ter vindo para o Brasil ? Pergunto olhando para a foto

–Não, mas coisa boa não pode ser lembra do ultimo Mexicano. Responde suspirando

–Lembro, ele matou cinco agentes e sete civis, antes de ser preso.

Ela se levanta e vai à direção da porta, se vira e olha pra mim

–Você acha a verônica bonita? Pergunta irônica

–Acho, mas você nunca vai me encontra aos beijos com ela. Digo com desdém

–Diz isso agora com seis meses de casamento quero ver depois de seis anos . Disse sarcástica

–Você e tão engraçadinha, a piadista. Digo irônico

–E por isso se casou comigo. Disse sorrindo e me mandando um beijo.

–Daqui a pouco eu vou embora pra casa, você vai ficar ate mais tarde né. Digo curioso

–Sim, o Carlos me deixou de castigo por causa de uma besteira. Disse desanimada

–Besteira você estava a quatrocentos em uma pista de sessenta, me surpreende ele não ter tirado a sua carteira de motorista.

–Besteira eu sou uma excelente motorista tipo piloto de fulga.

–Mais ate excelentes motoristas tem que tomar cuidado e diminuir a velocidade.

Vejo que ela revira os olhos, e coloca umas das mão na cintura enquanto que a outra segura a porta

–Ta bom, me da um motivo pra eu diminuir a velocidade.

–Bem tem um, que há essa hora deve esta chegando da creche.

Eu sei que ela odeia quando faço isso, mas eu sou o marido dela e apesar de também ser chefe e agente e saber que o perigo sempre existe não posso deixar de me preocupar mesmo ela sendo responsável quando quer.

–Quer alguma coisa do mercado? Mudo de assunto ao perceber seu desconforto

–Sorvete, sorvete de passas ao rum. Disse sorrindo como uma criança no natal.

–Esta chovendo você quer tomar sorvete com essa chuva ? Pergunto duvidoso

–Ora por isso mesmo lá em casa deve esta abafada e um sorvetinho sempre e bom.

–Esta bem eu compro o seu sorvete.

Ela sai da minha sala e vai para a sala dela e eu começo a rir de como ela consegue passar de uma mulher adulta responsável e respeitada a uma criança travessa, a uma criança levando bronca, a uma criança no natal em questão de minutos.

Isso nela sempre me surpreendeu, ela sempre foi tão autentica, tão criança, sem medo de ser quem ela era, sem se preocupar com o que os outros pensam, eu queria ser mais como ela sempre quis mesmo quando nem a conhecia.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.