Minha versão da história.-Camellot.

1 Capítulo 1: A verdadeira Guinevere.


P.O.V. Guinevere.

Me foi oferecido um trabalho, com um ótimo salário.

Serei a criada pessoal de Lady Morgana a protegida do Rei Uther Pendragon.

Despedi-me de meus amigos e de meu pai e parti para o palácio.

—Que coisa linda.

—Acho que posso dizer o mesmo de ti milady.

—Como? Estás a falar comigo?

—Sim milady.

—Eu não sou nenhuma Lady, Sir.

—E quem es tu?

—Guinevere Garden a seu dispor.

—Arthur.

—É um prazer conhecê-lo.

—Igualmente.

Corri pra dentro. Afinal, não quero deixar a realeza esperando.

P.O.V. Arthur.

Como sempre estava tudo muito parado no castelo, então decidi me vestir com uma das roupas do Merlin e dar uma volta pela cidade.

No caminho de volta encontrei a mais bela entre as belas.

—Que coisa linda.

Depois de uma rápida apresentação ela correu pra dentro do castelo e eu corri atrás dela.

—Você é Guinevere?

—Sim milady.

—Ótimo, vou te mostrar onde vai dormir.

P.O.V. Guinevere.

Era tudo tão grande, tão brilhante e chique.

—Ouvi muito falarem de vós.

—O que foi que falaram?

—Que sois de todas a mais bela.

—Duvido, bem sei que tenho admiradores no vilarejo. Eles me mandavam flores e cartas com coisas bonitas escritas.

—Que bonitinho, eles fazem isso pra mim, mas eu sei que é só por interesse.

—Alguns eu não duvido milady, mas sois tão bela que sinto me um nada em sua presença.

—Oh! Que coisa mais bonitinha.

—Precisa de alguma coisa?

—Um banho e roupas limpas.

—É pra já.

Trouxe as roupas que ela escolheu e depois fui até o poço onde o mesmo rapaz de antes veio falar comigo, mas suas roupas eram todas enfeitadas.

—Será que sabe qual é a punição para servos que se vestem a cima de sua posição?

—Sei.

—Então como tem coragem de se vestir assim no meio de todos esses nobres?

—Simples, porque eu sou o Príncipe.

—Se sois mesmo o Príncipe porque se vestiria de servente?

—Pra me passar por um.

—Com todo o respeito alteza, mas o senhor tem sérios problemas mentais. Se es um nobre e pode ter tudo o que desejar num estalar de dedos pra que se fantasiar de servo?

—Pra ser tratado como um.

—É minha mãe tinha razão como sempre.

—Em que?

—Em dizer que a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa.

—Claro. É uma lei universal.

—Agora adeus.

P.O.V. Arthur.

Encontrei-a novamente em frente ao poço, puxando o balde.

Como da primeira vez nosso diálogo foi breve,mas como sabia que ela teria que retornar mais algumas vezes fiquei esperando e trocamos mais algumas palavras.

—Onde você morava?

—No vilarejo.

—Como é sua mãe?

—Ela era linda, gentil e carinhosa. Bastava colocar os olhos nela para amá-la.

—Assim como você.

—Obrigado, mas pode tirar o cavalinho da chuva alteza ou ele vai ficar com pneumonia e morrer.

—O que isso quer dizer?

—Que eu não vou esquentar a sua cama, meu Príncipe!

Gritou ela.

—Nossa! Ela me rejeitou.