Notas iniciais
Faz muito tempo que não posto, me desculpem pessoal, mas estou com problemas no celular e minhas histórias estão sem parágrafos, sinto muito, mas aproveitem!

Aya On:

Já era tarde, o sol estava se pondo pela janela da enfermaria. Depois daquele incidente na cobertura, eu desmaiei e fui parar na enfermaria. Fui tentar me levantar, mas ouvi passos e uma voz, a voz de Daiki:

— Então ela está bem? Tem certeza? — naquela hora fiquei meio doida, a única coisa que tinha na minha mente era " o que?! O garoto que eu sempre fui apaixonada fala sozinho?!" :

— Sim, ela deve acordar daqui a pouco, mas ela não deve se movimentar de mais, isso causará tontura e ela desmaiará novamente. — respondeu uma voz suave e adulta. Acredito que seja a enfermeira.

Quando ouvi os passos e as vozes chegando mais perto, cada vez mais alto, imediatamente sai correndo para me esconder sobre as cobertas. A porta foi aberta, eu acertei eram Daiki e a Professora da enfermaria:

— Bom... Se ela não acordar até às 18:00 por favor a acorde, se não, ficará muito tarde para uma garota voltar para casa sozinha.

— Não se preocupe... Nós somos vi. — quando foi terminar a palavra, excitou afinal, não sabia se poderia contar que dois alunos, moram um do lado do outro, mas confiava na enfermeira, já que nós estudávamos lá a anos — vizinha.

— Oh isso é ótimo Nakamura, então eu a deixo em suas mãos, tenho que voltar para a sala dos professores. Tudo bem?

— Claro, pode contar comigo sensei! — ele respondeu aquilo com um sorriso tão sincero, aquilo era o que eu mais amava nele:

— Bom, então vou indo, até mais!

— Até mais Shimizu sensei.

O silêncio voltou a reinar no quarto. Estava com medo que ele descobrisse que eu estava acordada me escondendo dele. Eu tinha tanta vergonha aquela hora, que escondi meu rosto no travesseiro, não conseguiria olhar ele cara a cara:

— Ahhh (suspiro de alívio), Aya, acho que você está doida, ou você quer me matar... O que eu faria se você não estivesse mais aqui meu deus... — nessa hora ele encostou na cama e segurou minha mão, Daiki! O que você pensa que está fazendo! — Eu acho que realmente gosto de você... — comecei a pirar, agora estava me sentindo meio tonta de novo, mas fiquei com tanta vergonha que fingi ter acordado só agora e fui correndo ao banheiro.

Daiki On:

Será que ela estava acordada esse tempo todo?! Ai meu deus... Aya, sua bobona.

Ela saiu correndo para o banheiro e ainda não voltou, o que será que está acontecendo com ela? Seria melhor eu ir checar? :

— Aya, você está bem? Posso entrar? — eu pedi batendo na porta.

Fiquei sem resposta por algum tempo, até que ela abriu a porta, e eu a vi encolhida, sentada em cima do vaso sanitário, com a cara mais vermelha que um pimentão.

— Você está bem Aya? — fiquei sem resposta de novo, acho que ela ouviu tudo aquilo, o que eu faria agora, será que arruinei nossa amizade? — Bom... Então vamos logo para casa, a puxei pelo braço, sem nem me importar com o que ela achava daquilo, o mais importante era que ela estivesse bem.

Descemos as escadas e eu a deixei na frente de seu armário. Porque o meu era no outro corredor. Fui para o meu, coloquei meu tenis e fiquei pensando sobre tudo o que eu pensei, será que eu realmente gostava dela?

Voltei para lá em seu armário, e lá estava ela, mas ela estava falando com um cara. Aquilo me deu extrema raiva. Aquele cara estava dando em cima dela. Mas como Aya era tão lenta. Aposto que nem percebeu :

— Vamos Aya. Agarrei seu pulso e a levei para fora.

Aya On:

Por que ele está tão bravo? Eu só estava conversando com aquele cara, sobre o que aconteceu hoje. Afinal... Esqueci seu nome, da próxima eu pergunto...

— Ei Daiki! Por que você está tão bravo?! Você está apertando meu pulso, e isso machuca, sabia?! — eu gritei soltando o meu braço do seu.

— Melhor agora? Feliz? — ele perguntou enquanto agora segurava a minha mão calmamente. Nossos dedos estavam entrelaçados.

Fiquei em silencio e abaixei a cabeça, não tinha como aquilo ser mais perfeito para mim. Nem conseguia olhar para a sua cara.

— Então vamos — ele disse enquanto segurava a minha mão, e andávamos pela calçada repleta pela luz ardente e brilhante do por do sol

Notas finais
Pessoal estou pensando em fazer algo mais hot. Mas como essa fic não combinava com isso, vou criar outra. Essa vai ter um amor mais juvenil e simples. Espero que gostem das duas, e depois me digam a preferida!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.