Capitulo 2.

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Lembram-se da bomba de fumaça do Naruto, pois bem eu não iria participar na brincadeirinha, eu tinha que estudar e evitar parar na diretoria pela vigésima quarta vez, e não é a vigésima quarta vez no ano não, é a vigésima quarta vez em três meses, é nasci ferrada.Mas como eu nasci de cabelos rosas, porque toda pessoa de cabelo rosa é azarado, meio que deu errado o plano maligno dele, e como ele é boca grande me dedurou sem querer querendo como disse a anta( lêia-se Naruto).



E como e sou eu, porque se não fosse eu não seria eu... , eu meio que também sem querer querendo dedurei o Sasukito também. As professoras não acreditaram lógico já que aquele cabrito era o orgulho de todo professor, mas como ninguém tinha como provar o contrario... Eis que levamos suspensão de três dias até mesmo o cabrito do Sasuke.



Minha mãe lógico ficou furiosa, disse que eu não tinha mais solução.



Cara nem a minha velha tem mais fé em min.



Magoei.



Mas concerteza o pior foi o Naruto, os pais dele o mandaram para o interior morar com o avô Jirôia... Jirânda um nome lá que eu esqueci ai. Coitado ninguém merece morar no meio do nada, fazendo nada, bem mas vai mais ele do que eu, né.



Além de três dias de suspensão, vou ficar três dias mofando dentro de casa, sem internet e sobremesa. Minha mãe ta assistindo muito a “super nani”.



Eu até acho bom porque assim o Sasuke não vai ter a oportunidade de me pegar, e não é no sentido de pegar geral não, é mais no sentido de pegar na porrada.



O menino ficou tão bravo mais tão bravo que ele me jurou de morte. Então para evitar uma morte trágica em algum acidente onde eu possivelmente serei a vitima, fico aqui no meu cantinho do castigo sem reclamar.



Estava na minha cama, sem fazer nada no tédio total; Já havia terminado de ler o 1º manga quando bateu aquela fome. Perceberam que até pra ler um livro onde tem desenhos eu sou lenta né?.



Levantei na velocidade de uma tartaruga e desci pra ver o que tinha de comestível na cozinha.



Achei pão de forma uns presuntinhos do café da manhã de dois dias atrás e queijo, montei meu sanduiche e fui pra mesa. Quando ia dar a primeira mordida o telefone toca... mas que caranbua,nem pra comer em paz eu posso mais.



- Quem incomoda, aqui não tem pão duro não. – Atendi irritada.



Se tem duas coisas que eu fico possessa é quando mexem com o meu sono e com minha comida.



- QUE EDUCAÇÃO É ESSA HARUNO SAKURAAAAA!!. – Falou... ou melhor berrou o ser do outro lado da linha, conhecida por outras pessoas como Haruno Mebuki, e por mim é conhecida como mãe.



- Desculpa mãezinha, pensei que fosse outra pessoa. – Nossa sou tão inteligente que nem pra inventar desculpas eu presto... que decadência.



- VOCÊ, defenitivamente não sabe inventar desculpas. – Não disse.



- Desculpa mamis!



-Tá, tá, quando eu chegar em casa conversamos.- Tradução: eu e ela não vamos conversar, quem vai conversar é o chinelo dela com meu bumbum!



- Deixei uma lista de compras encima da geladeira, pegue-a e vá no supermercado.



- Mas você disse que eu não podia sair de casa, oras!!



- Te perguntei alguma coisa minha filha?



- Mas...



- Te coloquei no mundo e posso muito bem tira-la Haruno Sakura então me obedeça.- É ela não me deixou terminar.



Então tá né!!



- Sim senhora.- Disse toda educada. De vez em quando tenho que mostrar que tenho educação, só não gosto de mostrar pra qualquer um pó ai.



- Bom mesmo... O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AI QUE AINDA NÃO FOIIIIIIII!!!!!!!!!!



É... acho que os vizinhos estranharam ao me verem correndo que nem doida pela rua com o cabelo todo despenteado, com a nota de compras na mão e na outra o telefone e de quebra usando um pijama de ursinho.



Eu nasci ferrada mesmo...



Estava no mercado com a lista de coisas que minha mãe pediu para comprar. Lógico que voltei em casa e coloquei uma calça e uma blusa. Eu era doida mas nem tanto.



Poxa, só tinha legumes e verduras na lista.



Minha mãe esta levando este castigo sério de mais cara!



Ao virar um dos corredores e pratileiras do mercado, eis que me esbarro em alguém. As poucas coisas que estavam em meus braços foram ao chão.



– Caralho, não olha por onde anda não é?



Gritei.



Me abaixei e fui recolhendo as latas de ervilhas que havia derrubado.



– Ora, ora... se não é Haruno Sakura.



Meu acho que esse castigo todo esta afetando meu últimos neuroneos, estou escutando vozes que não deveria escultar.


– Não vai me cumprimentar Haruno?- Disse a voz dos infernos.



Olhei para cima, e o vi, cabelos negros olhos tão negros quanto pele branca e alguns musculos que estava sendo definidos por aquela camisa branca que ele usava. O mesmo ainda continua a olhava pra mim sem nenhuma expresão de humor na face, alias seu rosto esta bem sério.



Bem... pra quem acertou, sim era ele o ser que a qualquer momento poderia estar me jogando em frente de um ônibus.



O gostosão, gato e todo poderoso na opinião de algumas mulheres sem semancol, Sasuke Uchiha. E só para resaltar na minha opinião ele é um bostinha



Minha primeira opção era me virar finger ser outra pessoa de cabelos cor de rosa e sair andando ou... me virar e sair corredo. É prefiro a segunda opção, já que aparentemente sou o único ser de cabelos rosas por aqui.


Quando eu ia dar o primeiro passo, eis que o infeliz segura meu braço.



– Onde pensa que vai. – Ele me perguntou todo serio.



Carario, vou ser assacinada, e vou ter meu corpitcho ser jogado dentro de um buero... eca! Mas nem pra ter uma morte digna de uma diva eu posso ter.



– Oi Sasukito não sabia que era você!.


Tentei me passar de inocente. Mas não adiantou muito principalmente depois de tê-lo chamado pelo apelido carinhoso que a mãe dele costuma chama-lo. E como eu sei disso, bem, eu tenho meus contatos... tá é mentira, é que uma vez no começo do ano mais uma vez chegava atrasada na escola e eu vi o carro da mãe do Sasuke na rua, e ela estava dentro e os dois estava se despendindo, quando a mãe dele gritou alto “Sasukito, estuda direito tá meu pinpolhinho”, e desde então com essa informação eu as vezes o atormento.



– Não me chama assim. – Ele disse bravo.


– Tá então você prefere que eu lhe chame de pinpolhinho. – Sério cara as vezes eu pedia pra morrer.



Quando ele ia dar um passo em minha direção e eu automaticamente fecho os olhos esperando a pancadaria, esperei mais um pouquinho e nada, quando eu abro os olhos sinto algo gelado cair sobre meus cabelos, olho pra cima e o filho de uma pota estava com uma latinha de refrigerante acima da minha cabeça.



– Seu... seu... olha o que você fez.- gritei.


– Isso foi por você ter me colocado na sua confusão, sua anã de cabelo rosa. – ele disse super calmo com a mesma cara de bunda que ele tem.


Olhei pra ele me espumando de raiva e também de refrigerante, peguei minha coisas dei meia volta e fui para o caixa, mas virei só um pouqinho minha cabeça para olha-lo nos olhos.


– O que é seu ta guardado Uchiha.



Fatality.



Continua...



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.