Minha Querida Francesa Anastasia

8 Cap 8 - O Verdadeiro Christian Grey


Notas iniciais
Olá leitoras! No último capítulo, vi que muitas de vocês ficaram insatisfeitas com o fato de que Anastasia não dedurou Katherine. Peço encarecidamente que vocês confiem na minha história, pois isso aconteceu por um motivo que vocês vão descobrir durante a fic. Dedico esse capítulo a Clary Alcântara e sua recomendação maravilhosa e a Raquel Grey e seu comentário super sincero ♥ Deixo vocês com o capítulo sem mais delongas: CRIAMOS UM GRUPO NO WHATSAPP PARA FALAR SOBRE A FIC, lá eu tenho liberado alguns SPOILERS e até uns trechinhos do CAPÍTULO antes de liberar! Então venham, é só amor! É só acessar o link que vocês caem direto no grupo: https://chat.whatsapp.com/HsLLhHr0xf7AhbqHM0FCll

POV CHRISTIAN

Deixei minha pequena em casa com febre. Meu pensamento é todo nela, mas não podia fazer nada já que tinha que vir para a SS. Estamos em decisões finais para a invasão da Polônia e acordo com Stalin. Mas a pauta hoje é sobre o problema dos judeus na Europa.

A deportação e a criação dos guetos não estavam mais sendo eficazes. Precisávamos de uma outra alternativa que desse conta desse infeliz problema social do nosso país.

Estávamos todos reunidos na Sala Mor do nosso Füher e após o Heil e os saúdos de parabéns de Hitler direcionados a mim pelo meu aniversário (já que ele não compareceu ao brandy), já discutíamos o que seria feito.

Enquanto discutíamos sobre a invasão da Polônia, decidindo por invadir sem aviso prévio assim como fizemos na Áustria e na Tchecoslováquia, vejo Kavanagh entrar pela porta e olhar para mim, chamando-me.

— Com licença Mein Füher... – digo me direcionando à Hitler enquanto levanto-me elegante da cadeira de madeira maciça e caminho em direção ao meu sogro.

— Heil Mein Oberstgruppenführer! – saúdo Kavanagh.

— Heil Gruppenführer. Primeiramente, feliz aniversário.

— Vielen Dank, Mein Oberstgruppenführer! – agradeço. Tenho muito respeito por meu sogro. Um homem com um currículo militar invejável e conduta implacável.

— Segundamente, minha filha me pediu hoje as chaves de nossa casa de campo em Lübbenau. Aconteceu alguma coisa? – diz ele preocupado e curioso.

— Ela vai para lá? Ela decidiu isso agora? Não sei o que dizer Mein Oberstgruppenführer. Nada ocorreu para ela tomar essa atitude... Talvez queira descansar. Sair dessa confusão de Berlim... – vou soltando hipóteses no ar, mas realmente não entendo o motivo de sua ida repentina à Lübbenau.

— É... Quem sabe... – diz meu sogro um tanto pensativo. – Tenho muito o que fazer. É um dia importante. Vamos invadir a Polônia em breve e não posso ficar perdendo tempo com essas baboseiras.

— Concordo, senhor. Há muito a ser feito. Diga à Katherine que se cuide e que me mande notícias. – digo mais para mostrar interesse, mas na verdade tudo o que eu quero é terminar as reuniões e poder voltar para casa e ver como minha pequena está.

~*~

Após a reunião, Füher me encaminhou para o gueto para recolher a lista de nomes dos judeus que estavam lá e os que foram deportados para termos os números exatos e assim colocarmos em prática nossa decisão.

Ao chegar lá acompanhado de Oberstgruppenführer Kavanagh, Obersturmführer Trevylan (já que eu já era Grey, Elliot ficou com o sobrenome da nossa mãe) e Oberfüher Müller (meu braço direito) e vou até Oberst Standar Hyde para me atualizar do que se passava.

Me aproximo de Hyde e ele me olha daquela forma bossal enquanto mascava seu palito de dentes nojento com os braços cruzados.

Fico aguardando seu grub dirigido a mim já que sou seu superior e nada.

— Seu Gruppenführer chegou, Coronel! – diz Oberstgruppenführer Kavanagh para Hyde enquanto eu o encaro friamente de cima a baixo.

— Heil Gruppenführer Grey – diz cuspindo, não demonstrando nenhum respeito.

— Se eu fosse você não testava minha paciência, Jack – digo friamente o encarando com muito mais imponência.

— Que seja. O que veio fazer desse lado da cidade? Tá sempre engomadinho lá do lado do Füher... – diz Hyde como se estivesse tirando sarro do que dizia.

Este homem não sabe do que eu sou capaz.

— Na próxima respostinha infeliz que você me der, eu te mando para o fronte. O que você acha? – digo com um sorriso perverso no rosto. Hyde se acha muito, mas não passa de um bosta. Não tem coragem suficiente para enfrentar um combate diretivo.

E como eu esperava, após a minha ameaça, ele muda de atitude.

— No que posso ser útil, Mein Gruppenführer?

— Muito bem! Eu quero a lista atualizada do gueto.

— Sim, senhor – e Hyde se retira enquanto espero juntamente com Elliot enquanto Kavanagh se atualizava das ocorrências.

— Esse Jack é um imbecil. Já saí na porrada com esse cara zilhões de vezes quando nossas gangues se encontravam...

— Quando você era anti-nazi, Elliot? Ele fez bem em te dar umas porradas então... – e começo a rir baixo com humor. Elliot era ridículo com essa palhaçada de anti-nazi. Merecia umas porradas mesmo. Pelo menos Hyde fez algo de útil.

— Cala boca, Christian! – diz Elliot incomodado com o que eu tinha dito e fica sério.

Entendo que deve ser difícil para Elliot lutar por uma causa que é oposta da que ele acredita. Mas ele precisa entender que a salvação de nossa pátria é o nosso Füher e seu governo nazista.

Não sei como Elliot vai lidar com a nova decisão de Hitler de construir campos de concentração para afastar essa gentalha daqui.

— Aqui está a lista atualizada – diz Hyde entregando-me uma enorme ficha contendo diversas folhas anexadas.

Apanho o arquivo e apenas caminho em direção ao nosso carro, deixando Hyde sem nenhum obrigado, já que me obedecer é sua obrigação.

~*~

Após deixar Elliot na mansão venho dirigindo meu Hebmüller Cabriolet até em casa. Já é noite e me sinto mal por só conseguir chegar agora.

Assim que chego, vejo as luzes todas acesas e ouço música. Suspiro um pouco mais aliviado, pois só com esses indícios eu sei que Ana está bem e provavelmente melhorou.

Estaciono meu carro e vou em direção à porta da frente. Destranco a porta e entro.

Assim que passo pelo hall e entro na sala de estar, vejo a sala completamente iluminada e muito cheirosa. Vejo tudo arrumado e um clima muito leve pairando pelo ar da casa.

Só minha menina e suas mãos de fada conseguiriam transformar aquele antro carregado completamente bagunçado e fedido em uma sala de estar tranquila e aconchegante.

Além disso, sentia um cheiro delicioso vir da cozinha e logo identifico: Geheirote (batatas e bolinhos de farinha servido com um molho cremoso e bacon) acompanhada de Frankfurter (linguiça defumada feita a partir de carne de porco e ervas finas).

Vou tirando meus casacos e desabotoo minha camisa, deixando-a para fora da calça, desço meus suspensórios e fico com minha regata de baixo a mostra enquanto caminho em direção à cozinha.

— Está inspirada hoje, pequena? – e sorrio ao confirmar que pelo cheiro da comida eu estava certo. Ana tinha caprichado.

— Fiz pra você, Christian. Sei o quanto gosta de Geheirote! – e ela sorri pra mim com toda a meiguice do mundo.

O sorriso de Ana poderia me iluminar a milhas de distância. Só de pensar nesse sorriso eu me sinto bem, imagina a paz que eu sinto só em olhar.

— Sou culpado! – e levanto minhas mãos em redenção. Ana sabe absolutamente tudo sobre mim.

Enquanto Ana finaliza nosso jantar eu a analiso.

Cabelos soltos, saia preta na altura das canelas, camisa branca de pregas com as mangas balonê e sapatos pretos estilo boneca.

Amo Ana dessa maneira. Essa é minha pequena. Não aquela garota de vestidos pesados e cabelos presos como Katherine delimita.

— Você está linda, Ana – digo já que é a única coisa que consigo pensar nesse momento.

— Obrigada, Christian – diz Ana com as bochechas levemente coradas dando-me aquele sorriso novamente.

Suspiro profundamente, pois não sei lidar com esse sorriso.

— Minha comida preferida, minhas músicas favoritas, esses cabelos soltos e essa roupa... Está tentando chamar minha atenção, Anastasia?! – digo em um tom de análise.

— Bem observado, Grey – diz Anastasia enquanto serve a mesa da cozinha para jantarmos.

Sou pego de surpresa com a resposta de Ana. Ela realmente quer chamar minha atenção!

Porra, Ana...

Suspiro profundamente, tentando manter a situação sob controle e sento-me para jantar.

Ana serve meu prato enquanto se inclina todinha pra mim ali na mesa e eu não consigo parar de olhar seu busto e sua bunda.

Caralho, Ana!

— Você quer me seduzir, Anastasia Steele? – digo com firmeza olhando diretamente para ela sentindo-me completamente envolvido naquele jogo de sedução que eu não conseguia identificar se era proposital ou extremamente casual.

Ao ouvir minha pergunta, Ana morde seu lábio inferior e olha para o chão. Sempre que Ana morde o lábio, ela mostra que está gostando de algo.

— Pois você conseguiu. – E sem demora, seguro Ana pela cintura e a puxo para o meu colo de frente para mim enquanto a encarava dentro dos olhos, demonstrando desejo.

Anastasia me olhava nos olhos cheia de expectativa, e eu que não iria deixar de alimentar isso. Aproximo meu rosto do dela e mordo seu lábio inferior, puxando pra mim e solto em seguida.

— Não morde esse lábio pra mim... – digo imponente, olhando em seus olhos.

— Por que não? – pergunta Ana com seu olhar inocente e sua voz extremamente doce que é música para meus ouvidos.

— Porque isso me deixa excitado – digo firmemente lançando um olhar intenso em sua direção.

Anastasia ri enquanto envolve meu pescoço com seus braços, se ajeita em meu colo e morde o seu lábio de forma proposital.

— Eu falei pra não morder! – advirto Anastasia e desfiro um tapa bem estalado em sua bunda.

Anastasia ri e parece não se importar com minhas advertências.

— Você quer me deixar louco? É isso que você quer? – exclamo em perguntas. Já sentia uma ereção se formar em minhas calças mas mantinha o controle da situação.

— Não sei, só sei que estou gostando disso, Christian – e mordia novamente os lábios.

— Porra, Ana! – Seguro em seus cabelos, enrolo-os em minha mão e puxo seu rosto contra o meu, beijando-lhe a boca com toda a intensidade que existe em mim. Faminto e insaciável.

Anastasia corresponde a minha investida, beijando-me de volta de forma quente e deixando que eu invadisse sua boca com minha língua persistente enquanto suas mãos passeavam pela minha nuca, alisando meus cabelos com suas unhas.

Com minha outra mão, seguro firmemente uma de suas coxas apertando com vontade, amando a sensação que é alisá-la. Sua pele macia contra minha mão grande que explora cada espaço de sua coxa até sua bunda, onde seguro com força e já levanto facilmente com Ana em meu colo.

Coloco-a sentada na bancada da cozinha enquanto me acomodo entre suas pernas, segurando seus cabelos firmemente enquanto minha língua é implacável em sua boquinha delicada.

Segurando-a pela bunda com minha outra mão, puxo-a contra mim, firmando nosso contato, grudando Ana contra meu peito e eu já podia pressionar meu volume entre suas pernas.

Sentia Ana como nunca havia sentido antes, e essa sensação me embebeda, me vicia, me leva e não me deixa parar.

Vou descendo meus lábios para seu pescoço, onde o seu cheiro inebria-me e, faminto do jeito que estou, passo a beijar incansavelmente sua pele macia.

Anastasia se contorce e começa a suspirar para mim. Tê-la completamente entregue a mim era incrível. Uma sensação única que eu nunca havia experimentado. Uma sensação que vai além do desejo, além do tesão. Pois acima de desejar Anastasia, eu a quero proteger, a quero manter salvo, quero ela só pra mim por inteiro.

Sem pensar duas vezes, seguro Anastasia em meu colo novamente, atravessando a dispensa e guiando-a para seu porão.

Jogo-a deitada em sua cama e com muita facilidade, já me desfazia de minha camisa que já estava desabotoada, puxo com uma mão minha regata branca por cima da minha cabeça e me deito sob ela.

Anastasia me observa a todo o momento lançando-me olhares de completo desejo e êxtase. Podia perceber que ela queria aquilo e já estava entregue a mim.

Com minhas mãos ágeis já seguro os botões da camisa de Ana e vou desabotoando um por um enquanto observo seus seios irem aparecendo pouco e pouco para mim.

Ao terminar de desfazer o último botão, já tinha uma visão incrível de seus seios protegidos de seu sutiã. Com uma certa habilidade, desfaço o fecho de trás e já a exibia para mim.

Fico hipnotizado com a beleza do corpo de Anastasia. Ela era linda, sua pele parecia porcelana. Era tão linda que não parecia ser real.

— Você é linda, Anastasia! – digo com muita veemência, pois era exatamente o que eu via. A coisa mais perfeita que eu já tinha visto em toda minha vida. A pessoa que eu podia ser eu mesmo. Com ela eu podia ser o verdadeiro eu que eu tanto moldava para me adequar ao que era imposto a mim.

Sem deixar que ela respondesse, minha boca ia faminta diretamente em seu seio direito, abocanhando-o com vontade e circulando seu mamilo perfeito com minha língua.

Anastasia era puro êxtase entregue a mim. Contorcia-se e já gemia completamente entregue a mim.

Deslizo minha mão pelo seu corpo enquanto minha boca era implacável em seu seio. Alcanço o zíper de sua saia e já vou me desfazendo do mesmo, descendo sua saia, deixando Anastasia com suas cintas liga, meias e calcinha.

Sem demora, minha mão curiosa adentra sua calcinha com destino a seu clitóris. Já sentia Anastasia completamente úmida e melada, o que indica que ela estava gostando do que eu estava fazendo, mas de repente ela se encolhe e diz:

— Espera! Espera!

Paro no mesmo momento e olho para Ana.

Seus olhos estão perdidos e vejo medo em seu olhar.

Não consigo entender.

Fiz algo errado?

Notas finais
O que acharam do Sr. Kavanagh? Acham que ele deixou pra lá ou que ele suspeita de algo? E a relação entre Grey e Hyde? E aconteceu o que vocês tanto esperavam, o momento hot entre Christian e Ana, mas com um imprevisto... O que será que vai acontecer? Volto com 2 recomendações e 20 comentários ♥ Portanto, recomendem, comentem, favoritem e acompanhem! A opinião de vocês é MUITO importante pra mim!