Minha Querida Francesa Anastasia

15 Cao 15 - (Des)controle


Notas iniciais
Olá galerinha! Como foi a semana de vocês? Chegando com mais um sábado sem metas concluídas, estou bem triste D: MAS não posso deixar de agradecer imensamente à Paloma Mota que recomendou a fic lindamente e que me deixou muito feliz no decorrer da semana, portanto MUITO OBRIGADA ♥ Fiquem com o novo capítulo e LEIAM AS NOTAS FINAIS! CRIAMOS UM GRUPO NO WHATSAPP PARA FALAR SOBRE A FIC, lá eu tenho liberado alguns SPOILERS e até uns trechinhos do CAPÍTULO antes de liberar! Então venham, é só amor! É só acessar o link que vocês caem direto no grupo: https://chat.whatsapp.com/HsLLhHr0xf7AhbqHM0FCll

POV Christian

— Anastasia é tua irmã, Christian. Tua e de Elliot... Tive um caso de muitos anos com Karla e Anastasia nasceu. Sempre lhe dei tudo do bom e do melhor, mas Karla se negava em receber qualquer coisa de mim depois que Anastasia ficou mais velha. Não sei se por culpa ou algo assim já que ela e Grace eram muito próximas. Por isso tenho em meu cofre uma quantia destinada a ela junto com uma parte da herança que é dela por direito. Vendi nossa casa de campo já que não usávamos e esse dinheiro é para Anastasia.

— Sobre a consulta com Flynn... Ele encontrou lacerações violentas dentro de Anastasia além de que seu hímen foi brutalmente arrancado, o que indica estupro... Foi Hyde. Tenho quase certeza. Fui atrás do maldito... Eu conversei com Anastasia, ela me fez prometer que não te contaria e me contou os detalhes do que aconteceu! Foi na noite do teu brandy de aniversário, ela facilitou a entrada e a saída de Hyde no porão além de pagar-lhe por isso... Verifiquei seu demandar e ele saiu ontem e não voltou. Fui até a casa dos Kavanagh e só estava Katherine lá, mas eu tenho certeza de que tinha mais alguém lá, Christian! Katherine não fuma e tinha muitos cigarros no cinzeiro, haviam dois pratos usados, duas taças de vinho, dois lugares na cama utilizados... Receio que sejam amantes, Christian!

— Estávamos vivendo dias tão bons que eu não queria estragar... Eu te amo, Christian... – e Anastasia se cai em prantos.

Palavras e palavras que não saem de minha cabeça durante toda a minha viagem para Lübbenau. Elliot vai com seu carro logo atrás de mim, guiando o comboio de buscas acionado por mim e Müeller.

Elliot lideraria as buscas aos arredores enquanto Müeller faria a busca inteligente por evidências e pistas.

E eu? Eu iria direto para a casa dos Kavanagh.

Chegando aos arredores de Lübbenau me separo de Elliot, tomando o rumo da casa de campo do meu sogro enquanto o comboio segue em direção à cidade e arredores.

Já são por volta das onze horas da noite e vejo luzes acesas na sala e ouço a radiola ligada.

Estaciono bruscamente e vou cegamente até a porta, batendo.

Katherine abre a porta e está com roupas de dormir coberta por seu roupão de pele já que está frio.

— Oh, meu amor! Você veio! – diz Katherine com seu sorriso envolto de seus lábios cheios de batom vermelho.

Katherine ameaça de beijar-me, mas empurro-a e vou entrando na casa transtornado.

— O que se passa, meu amor? – diz Katherine enquanto fecha a porta atrás dela.

— Pegue uma garrafa do melhor vinho, duas taças e me espere no quarto principal – digo enquanto vou me desfazendo de meu casaco e de meu quepe.

— Claro! Eu também estava com saudades! – diz Katherine reluzente, tomando seu rumo para fazer o que eu havia mandado.

Mal sabe ela o que a espera...

~*~

Subo as escadas lentamente enquanto abria os botões da manga de minha camisa, dobrando-as até deixar meu antebraço livre.

Ao chegar ao andar de cima, vejo Katherine me esperando com sua camisola vermelha esperando-me para toma-la para mim.

Não consigo segurar um riso irônico ao vê-la daquela forma tão oferecida.

Vou soltando meus suspensórios para ter mais movimentos enquanto olho para Katherine muito sério.

— Eu quero que você fique de quatro pra mim, Katherine – e vou dizendo isso enquanto começo a desafivelar meu cinto, puxando-o para desvincular-se das alças de minha calça.

Katherine sorri animada, ajeitando-se de quatro para mim, oferecendo-se a mim.

— Não quero ouvir um pio, não quero lágrimas e muito menos gritos. Mantenha-se firme em suas pernas, eu não quero perder meu tempo tendo que pensar na mira. Se você virar vai ser pior pra você. Entendeu? – digo com imponência.

— Entendi, meu amor – diz Katherine.

— Pra você é Senhor Grey. E quero ouvir você contar. – digo sério.

— Entendi, Senhor Grey, mas contar o que? – diz Katherine confusa, porém com uma voz animada. Julgo que está pensando que irei fodê-la.

— Você vai saber — dobro meu cinto de couro em minhas mãos, deixando a fivela do mesmo bem aparente.

Analiso suas costas, bunda, coxas, pernas e pé.

Ótimo, muito lugares para marcar.

Desfiro a primeira fivelada do meu cinto nas partes internas das coxas de Katherine. Com força e certeza.

— Ai, Christian! – grita Katherine com dor.

— Eu mandei você contar! – digo com firmeza.

— Um! – diz Katherine com a voz tremula e assustada.

Sorrio ao perceber que Katherine sentia dor, afivelando novamente no mesmo lugar, marcando sua pele.

— Dois! – diz Katherine com ainda mais dor.

Uma sensação de prazer e satisfação me enche. Ver Katherine sentir dor me satisfaz.

Acerto dessa vez a lateral da bunda de Katherine com uma força bruta.

— ... três! – diz Katherine mais demoradamente, processando a dor que eu lhe causava.

A partir daí eu não consigo me controlar. Meus olhos eram tomados pelo ódio e meu coração estava completamente congelado e apático. Só conseguia sentir um enorme prazer a cada cintada e afivelada que causava em Katherine.

Era uma cintada atrás da outra e eu já podia ver que em algumas áreas Katherine já sangrava.

Porra! Que sensação!

— Continua contando, porra! – digo com firmeza ouvindo Katherine tentando contar enquanto processava a dor tentando acompanhar a sequencia veloz de cada cintada que recebia.

Percebia que as pernas de Katherine tremiam e que ela não se aguentava mais naquela posição.

— Se você não firmar essas pernas vai ser pior pra você! – ameaço entre uma fivelada e outra.

Katherine tentava manter-se firme, mas de repente a vejo virar de frente pra mim aos prantos, ajoelhando-se em minha frente com os olhos desesperados.

— Por que está fazendo isso comigo, meu marido?! O que eu lhe fiz?!

— O que você me fez, o que fez com Anastasia! Você é uma vagabunda! – digo com raiva, tomando posse dos cabelos de Katherine, arrastando-a pelo quarto, fazendo-a ficar de pé.

Trago seu rosto bem perto do meu e digo pausadamente enquanto vejo desespero em seus olhos enquanto tentava manter-se firme em suas pernas ensanguentadas.

— Cadê o porra do Jack? O seu amantezinho de merda! – digo com muita certeza para arrancar tudo o que preciso de Katherine de uma vez só.

— Foi só uma vez Christian, eu juro! – diz Katherine em desespero, já mostrando-me seu verdadeiro eu: uma vadia.

— Eu não perguntei quantas vezes esse porra te fodeu, eu perguntei onde ele está! – digo com raiva, olhando dentro dos olhos desesperados de Katherine.

— Ele se foi! Eu não sei! – grita Katherine em prantos.

— Não quer falar? Não tem problema, eu vou te fazer falar! – no mesmo momento eu encurralo Katherine em um dos cantos do quarto, rasgando sua camisola e sua calcinha, desferindo ainda mais cintadas em seu corpo. Suas pernas e braços eram meus principais alvos.

Atingia Katherine sem dó enquanto ela tentava se proteger, ficando de costas para mim.

Passava então a atingir suas costas com muita agressividade.

Respingos de sangue que vinham da pele de Katherine para o couro do meu cinto já marcavam as paredes daquele canto do quarto, manchando o papel de parede azul de vermelho.

Katherine tentava segurar o choro e os gritos, mas ela não o conseguia mais, assim como não conseguia manter-se em pé.

Não posso negar que eu sentia um tesão incontrolável ao ver aquilo. Trazia-me uma paz intensa e serenidade.

Ao perceber que Katherine iria cair ao chão, seguro-a em meus braços e jogo-a na cama, manchando assim os lençóis brancos.

Katherine se encolhe nua e ensanguentada na cama e eu posso ver o terror em seus olhos.

Jogo o meu cinto ao seu lado na cama enquanto pego a garrafa de vinho, servindo uma das taças.

— Você vai limpar essa bagunça, arrume suas coisas e me espere. Às quatro horas da manhã eu venho busca-la e vamos para casa. E eu não quero ouvir uma reclamação sequer.

Dou uma boa golada no vinho e em seguida tiro minha camisa que estava com alguns respingos de sangue, jogando-a em cima de Katherine, que chorava baixo enquanto se encolhia ainda mais.

Não conseguia sentir nada a respeito disso.

Apenas satisfação.

Ando até o armário, pego outra camisa e outro cinto, vestindo-me adequadamente para voltar às buscas.

— Não esqueça, às quatro – digo sério enquanto já me encaminhava para o andar de baixo.

Coloco meu quepe e meu sobretudo oficial, saindo pela porta da frente em direção ao meu carro com um sorriso sádico estampado em meu rosto.

Agora só falta bastardo do Jack Hyde.

~*~

As buscas seguiram pela noite adentro, mas Jack não foi encontrado.

E o que eu sinto é raiva e frustração.

Fugiu como um rato na escuridão da noite.

As buscas foram encerradas e o comboio se prepara para retornar à Berlim sob meu comando para dar início à investigação aprofundada.

Ainda tenho esperanças de encontrar esse maldito.

— Nós vamos encontra-lo, Christian – diz Elliot confiante.

— Acho pouco provável devido às circunstâncias, mas se o encontrarmos, eu vou mata-lo e ressuscitá-lo pra matar novamente. Vamos voltar pra casa – digo um tanto frustrado andando em direção ao meu carro.

— Vai levar mesmo Katherine de volta? – pergunta Elliot apreensivo.

— Eu a coloquei no lugar dela. Dessa vez foi pra valer. E foi tão prazeroso pra mim que eu o faria novamente – digo com certeza, pois o faria.

— O que fizestes, Christian? – pergunta Elliot.

Ignoro a pergunta de Elliot, já entrando em meu carro, dirigindo em direção à casa dos Kavanagh.

~*~

Ao chegar na enorme casa de campo pontualmente as 4 horas da manhã vejo que a névoa se espalha pelo vale e o ar tornando-se extremamente seco.

Caminho em direção à entrada e a abro, deparando-me com Katherine sentada no sofá da enorme sala de estar encolhida no sofá com um sobretudo preto por cima de suas roupas e calças ao invés de saias.

Seu olhar triste e doloroso não incomoda-me nem um pouco.

— Vou conferir se você limpou toda a bagunça que tinha aqui – digo autoritário, revistando toda a casa e percebo que Katherine fez exatamente o que eu mandei fazer.

Volto para a sala, pego as malas de Katherine, afinal até me compadeço com sua dor e sou um cavalheiro.

Acompanho-a até meu carro, acomodo as malas no banco de trás e espero Katherine ajeitar-se no banco passageiro.

Tranco com cuidado a casa de campo dos Kavanagh e rapidamente estou novamente no carro, dirigindo de volta para Berlim.

Percorremos o trajeto em silêncio por longos minutos, e eu prefiro que seja assim.

Mas não demora muito até Katherine tirar-me de meu sossego.

— Christian... – diz Katherine com um tom de voz insuportavelmente manso.

— Sr. Grey... – digo com imponência.

— Sr. Grey... Eu estive sentindo alguns sintomas e eu suspeito que seja gravidez... – diz Katherine, dando-me assim outro baque para lidar.

Um filho.

Uma porra de um filho.

Um estorvo nesse momento fodido da minha vida.

— E? O que que eu tenho a ver com isso? – digo com desdém.

— É seu filho... Seu herdeiro... Futuro da nossa nação... – diz Katherine tentando comover-me.

— Lamento muito, ele não merece a mãe promíscua e sem escrúpulos que tem – digo com firmeza, concentrado na condução do veículo.

— E eu lamento muito dele ser filho de um falso moralista sádico – diz Katherine querendo provocar-me e o meu sangue ferve.

— Se quiseres outra surra, é só continuar me provocando. Faço você abordar essa criança sem nem sequer perceber. Fui claro? – digo com muita raiva.

Como posso ter tido uma noite completa de desastres.

Para terminar, Katherine está grávida.

Como eu pude deixar essa merda acontecer?!

~*~

Já eram cinco horas da manhã e já chegávamos em Berlim. Aproximando-nos de casa, já estacionava o carro e retirava as malas de Katherine, deixando que ela saia do carro sozinha.

Ao entrar pela porta da frente já sentia o cheiro do maravilhoso café de Anastasia e logo sentia meu coração aquecido.

Largo as malas de qualquer jeito na sala de estar e caminho apressadamente para a cozinha, deparando-me com minha pequena lidando com o café.

— Bom dia, minha menina – digo com carinho.

Anastasia vira seu rosto delicado para me olhar, mas seus olhos estão inchados e repletos de lágrimas.

Então caio em mim e lembro do que havia lhe dito antes de ir à Lübbenau.

— Não chores, minha pequena, perdoa-me? Estava nervoso e fora de mim... – digo aproximando-me de Anastasia, limpando seus olhos com meus dedos.

Então, da sala nós ouvimos algo cair ao chão.

Anastasia com medo, sai correndo para ver o que está acontecendo e depara-se com Katherine ao chão com o corpo trêmulo já sem seu sobretudo. Estava com um vestido de meias mangas, mas em seus antebraços minha pequena já podia ver as lacerações e os restos de sangue seco nos braços de minha esposa.

No mesmo instante Anastasia olha-me com uma profunda tristeza, então sinto meu mundo ruir. Sinto-me um homem mau. Um homem cruel. Um homem sádico.

Minha pequena ajoelha-se até Katherine e com seu corpo frágil, levanta minha mulher e a carrega pelos ombros em direção à escada.

Faça alguma coisa, homem!

Sem demora, pego Katherine em meus braços e carrego-a para o andar superior, deitando-a em nossa cama.

Anastasia vem atrás de mim e sem demora dirige-se ao banheiro enchendo a banheira.

Quando ela volta do banheiro ela me olha com seus olhos azuis inchados e tristes.

— Deixe-nos a sós... Vou cuidar da sua mulher... – diz com tranquilidade enquanto ajuda Katherine a despir-se.

— Não queres que eu fique aqui? Ela pode fazer algo contigo... – digo com preocupação.

— Não estás vendo a condição dela? Não consegue nem andar! – diz Anastasia com pesar na voz.

Opto então por deixar o quarto com um sentimento de repúdio.

Repúdio por ter deixado a ira tomar conta do meu corpo de tal maneira que fiquei cego.

Ver a reprovação nos olhos da pessoa que amo me faz entender que muitas vezes queremos a verdade, mas nem sempre ela é bem vinda.

Anastasia, a mulher por quem sou apaixonado é francesa, foi escondida do mundo, foi maltratada pela pessoa que está prestando assistência e foi magoada pelo homem o qual ela se entregou.

Mal sabe que é minha irmã e que tem passagem para fugir desse continente fadado ao caos.

Mal sabe que quero tomar decisões por ela, que quero queimar aquela carta e deixa-la aqui comigo.

Mas não seria justo com minha pequena. Ela tem o poder de tomar as próprias escolhas.

Depois do monstro que ela descobrir que sou, irá partir rapidamente.

Não estou preparado para deixa-la ir.

Mas se eu realmente a amo, tenho que entender o que for melhor para ela.

— Estávamos vivendo dias tão bons que eu não queria estragar... Eu te amo, Christian... – e Anastasia se cai em prantos.

Eu também te amo, minha querida francesa Anastasia.

Notas finais
E então? O que acharam? Katherine levou uma boa surra, mas será que aprendeu a lição? E Christian descobrindo seu sadismo? Será que é perigoso? Anastasia mostrou piedade à sua agressora, o que acharam disso? Lembrando que NÃO APOIO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, estou apenas retratando a realidade da época. Vamos connversar: A autoria que vos fala está se sentindo um tanto desmotivada com o retorno que está recebendo. Eu vejo os números da fic e fico surpresa com a quantidade de LEITORES FANTASMAS. Eu tenho 150 acessos na liberação do capítulo e só 30 pessoas comentando, recomendando, etc. Isso mesmo, você que tá aí lendo e fazendo volume nos acessos mas que não dá o ar da graça. Se você for um leitor fantasma e gosta da minha fic, crie uma conta e converse comigo! Me agrada saber a opinião de vocês e é algo que me faz bem! OUTRA COISA, leitores que comentam mas não recomendam: façam o favor de recomendar a fic se vocês desejam um bom andamento da história. Já estou até elaborando uma 2ª PARTE PARA A FIC, mas nada disso vai ser possível se eu não receber um retorno compatível aos números que recebo. Era isso. Beijinhos de luz e espero que tenham lido isso ♥