Notas iniciais
Ae meu povo lindo do meu coração, estou de volta mais rápido que pensei huhuhu Aproveitei que a inspiração de Machado de Assis baixou na minha pessoa e escrevi... Sei que talvez muita gente quer me matar por causa do capítulo anterior, mas a única coisa que posso afirmar é que depois da tempestade vem a calmaria huhuhu Então chega de bla bla bla e vamos para a história! o/ Obrigada pelos comentários!

David e Ruby estavam desolados, eles haviam acabado de receber a notícia de que a pequena armada e Emma não haviam sobrevivido, apenas Daniel, e este estava de volta ao castelo, todo machucado.

— Foi isso que ele disse? – perguntou David ainda incrédulo.

— Pelo menos foi o que consegui escutar... – respondeu a morena – Depois que ele falou que Emma havia morrido, meu cérebro se recusou a ouvir o resto da história.

— E onde ele está agora? – questionou Ruby.

— Ele voltou para o quarto que estava antes, e está sendo atendido... – falou mais baixo agora, ainda não estava acreditando naquela história, algo dentro dela ainda acreditava que sua amada estava viva.

— Guarda! – chamou David ao se aproximar da porta e abri-la.

— Pois não, comandante Nolan!

— Quero dois guardas na porta da enfermaria, mais dois guardas na porta do quarto onde está Daniel, e um homem sendo a sombra dele. – ordenou David, que na ausência de Emma era o segundo em comando da armada. O guarda assentiu com a cabeça e se retirou.

— Você não acha que está exagerando? – perguntou Henry, que até então estava quieto na sala.

— Não! – respondeu o loiro direto – Não conversei com esse Daniel ainda, mas eu irei e tirarei essa história a limpo ainda! Emma não confiava nele, e eu não vou confiar também.

— Killian ainda não voltou?

Regina suspirou profundamente – Ainda não!... E temo que ele talvez demore, pois recebi notícias que ao norte grande tempestades estão assolando aquela região.

— Sem problemas por enquanto... – comentou David pensativo – Acho melhor mandar uma mensagem para Mulan e pedir para ela enviar um grupo de busca naquela região!

— Mas por que nós não mandamos? – perguntou Henry confuso – Nós temos os melhores homens e mulheres para isso.

— Sim, eu concordo com você garoto! – respondeu David – Não quero que Daniel fique sabendo.

— Por que?

— Nosso assuntos internos, ele não tem que ficar sabendo. – respondeu Ruby.

— Tudo bem... – concordou Regina – Então mande um mensageiro para averiguar essa história... – fez uma pausa, soltou um longo suspiro pesado – Eu não estou mais com cabeça para pensar nisso... Se vocês me dão licença, eu vou me retirar... Preciso deitar um pouco. – disse e nem esperou por uma resposta e saiu da sala e indo para seu quarto.

— Eu não sei vocês... – começou David assim que Regina saiu da sala – Mas eu irei ficar de olho nesse homem, e assim que ele puder irei falar com ele... Algo me diz que tem alguma coisa errada.

— Como algo assim pôde ter acontecido com o Loirão? – perguntou a morena de mechas vermelhas, triste. – Ela é... Era... Não, ela é simplesmente a melhor, não sucumbiria assim.

— Sim, ela é a melhor, mas mesmo você sendo a melhor em desvantagem numérica fica difícil.

— Devíamos ter ido com ela. – disse Ruby com uma ponta de culpa por ter abandonado, praticamente, sua irmã.

— Não se sinta culpada Ruby... – consolou David – Eu também penso assim, mas ela mesma insistiu para ir sozinha... – fez uma pausa – O desgraçado escolheu o pior momento para pedir ajuda...

Antes que pudessem continuar conversando um guarda bateu a porta ofegante – Comandantes, desculpa interromper, mas trago notícias para a comandante Luccas.

— O que houve? – perguntou ela se levantando.

— Seu sogro... – recuperou o fôlego – Sua esposa pede sua presença imediatamente, pois seu sogro acabou de falecer.

Como um raio Ruby saiu correndo para sua casa, depois que receberam a notícia que seu sogro não tinha muito tempo de vida, ela acabou saindo da ala da armada do castelo e fora morar em uma casa com Belle e seu pai.

-SQ-

Já haviam se passado vários dias desde a morte e enterro do sogro de Ruby. David havia mandado uma mensagem a Mulan com a notícia da morte de Emma, e também se ela poderia mandar um grupo de busca para averiguar a situação. E logo recebeu a mensagem de volta dizendo que um grupo havia sido mandado e que eles aguardariam por notícias e que assim que ela pudesse voltaria ao castelo para saber melhor dessa situação.

Vários dias que Regina não era mais a mesma, ela vivia perambulando pelo castelo a esmo, quase não dormia direito a noite. Muitos pensamentos e sentimentos a invadiam, ela tinha certeza que Emma não havia morrido, ou pelo menos era isso que ela queria acreditar, mas algo bem lá no fundo de seu coração gritava para ela não perder as esperanças. Apesar disso, ela não deixava seus afazeres de lado, mesmo tendo a ajuda de sua mãe e Henry, assim como de David e Ruby.

Ela estava em seu escritório, estava debruçada sobre os papéis de acordo de comércio, por mais que ela tentasse não conseguia se concentrar nas linhas, as noites mal dormidas estavam começando a afetar seus afazeres, então resolveu tirar um cochilo ali na sala mesmo, pois no seu quarto era impossível, pois o quarto a trazia muitas lembranças de sua loira e não conseguia dormir. Deitou-se em um sofá e fechou brevemente os olhos para logo ser sucumbida pelo sono.

Elas cavalgavam lentamente apreciando a paisagem e conversando tranquilamente. Emma e Regina estavam oficialmente namorando agora, depois que Cora havia as surpreendido, elas acabaram conversando com a mulher mais velha, e desde daquele dia resolveram contar a todos que importavam. Falaram para seus amigos que brincaram falando que demoraram para enxergarem o que uma sentia pela outra, falaram para Gepeto que havia ficado feliz por Emma finalmente encontrar um pouco de paz em seu coração. Pararam seus cavalos a beira de um rio para deixar os animais descansarem, Emma já era dona de Guardião e Regina tinha Imperatriz.

— O que você está fazendo? – perguntou a morena ao ver sua namorada se despir.

— Vou entrar no rio... – disse Emma casualmente e terminou de tirar suas roupas ficando somente de roupas íntimas – Estou com calor e vou me refrescar.

— Assim? Praticamente nua? – disse Regina exasperada.

— Relaxa! – comentou a loira ao se aproximar de um barranco – Acho que você também deveria entrar.

— Você só pode estar ficando louca que vou me juntar a você nessa água que provavelmente deva estar muito fria.

— Ai minha morena, deixe de frescura e vamos entrar! – disse Emma ao se preparar para dar um mergulho na beira do barranco.

— Você não vai pular! – exclamou a morena incrédula.

— Claro que vou! – respondeu e logo em seguida pulou na água.

Regina ficou observando a água para ver se sua namorada subisse, alguns segundos se passaram e nada de Emma sair da água e aquilo estava começando a deixar a morena nervosa. – Emma! — mais alguns segundos e nada – Emma! Não tem graça! – podia-se sentir o desespero em sua fala, Regina se despiu, ficando também apenas de trajes íntimos e pulou na água atrás da loira. Ela nadou para onde Emma havia pulado e olhou ao redor e nada de ver a loira – Emma! – gritou novamente pela loira – Vamos Emma, isso não tem graça, apareça! — afundou algumas vezes e nada também – EMMA! – gritou e o pânico estava estampado em seu rosto e quando foi chamar pela loira novamente, sentiu algo segurando suas pernas e a puxando para baixo. Seu desespero aumentou e quando estava pronta para brigar, sentiu que o que estava segurando suas pernas, subiu para sua cintura e então sentiu lábios nos seus. Ela reconheceu de quem eram os lábios e correspondeu ao beijo.

Segundos depois elas estavam de volta a superfície, Regina foi a primeira a sair e logo depois foi Emma que sorria marotamente – Sua... – foi a primeira coisa que Regina ao estapear a loira nos ombros – Sua... – tentou novamente, mas nada veio a sua mente – Nunca mais faça isso comigo. – então abraçou Emma fortemente – Você não sabe o quanto me deixou preocupada. – disse ao ouvido da loira.

— Eu não quis deixá-la preocupada... – disse a loira abraçando fortemente a morena – Eu apenas queria trazê-la para a água... – soltou um pouco a sua namorada e a olhou marota – Esse era o único jeito. – riu.

— Ora sua... – Regina fora impedida de continuar ao ser beijada pela loira. Ao término do beijo a morena sorriu amavelmente – Então eu sou sua morena?

Emma apenas a olhava hipnotizada e afirmou com a cabeça – Minha e de mais ninguém. – se inclinou para mais leve beijo.

— E você é minha! – disse Regina aprofundando o beijo de forma possessiva. Logo o beijo ganhou grandes proporções e quando Regina se deu conta estavam deitadas em uma grande pedra com Emma sobre si – Aqui não Emma... – sussurrou assim que a loira começou a beijar seu pescoço – Alguém pode nos ver... – conseguiu falar com muito custo.

— Deixa eu te amar, minha morena! – pediu Emma ofegante, e depois desse pedido que Regina não tinha como negar, mandou tudo para o espaço e apenas concordou com a cabeça e se beijaram mais uma vez, um beijo cheio de paixão, luxúria, amor.

Regina sentou-se rapidamente no sofá, sua respiração estava rápida. Seu coração parecia que iria sair do peito de tão forte que batia. Uma lágrima escorreu por sua bochecha, ela estava devastada, sentia muita falta de sua loira. Mesmo quando estavam amaldiçoadas, sempre tinham uma a outra, mas agora Emma não estava ali para abraça-la.

Olhou para sua aliança na mão esquerda, fechou os dedos e trouxe essa mão ao coração – Eu sinto tanto sua falta... – sussurrou – Por favor, volte para mim...

—SQ-

— O que? – perguntou Cora.

— Eu não quero um funeral! – exclamou Regina exaltada — Emma ainda está viva! Ela apenas não pode estar morta... – fez uma pausa e soltou uma longa respiração tentando voltar a ficar calma – Ela prometeu que voltaria para mim e eu irei esperar por ela...

— Mas Regina, minha filha... – Cora tentou argumentar – Já faz muitos dias desde que Daniel voltou e nos disse que ela está morta.

— Não importa! – Regina voltou a se exaltar – Eu irei esperá-la nem que demore mais uma semana, um mês, um ano ou um século... – respirou profundamente tentando se acalmar novamente – Ela ainda está viva... Eu sinto... Se ela tivesse morrido, eu sentiria como se metade da minha pessoa estivesse morta, mas ela não está... Eu não sei como explicar, apenas sinto que ela não está morta... Mesmo que a mensagem de Mulan tenha nos dito que realmente houve uma batalha no local indicado, não há nenhuma palavra de que o corpo de Emma fora encontrado, e se não há corpo não há morte.

— Regina... – David quem tentou argumentar agora – Eu também quero acreditar que Emma não está morta... Mas já se passaram muitos dias.

— Não adianta! – contra-argumentou a morena – Emma ainda está viva e eu não vou enterrar a memória dela assim tão rápido. – secou uma lágrima que desceu por sua bochecha.

— Eu também não quero aceitar essa ideia, Regina... – falou David depois de dar uma longa respiração – Mas depois que eu conversei com Daniel e mais as informações da mensagem de Mulan, não tenho mais provas para pensar o contrário. – terminou triste o loiro, se lembrando da conversa que teve com Daniel.

— Entre! – falou Daniel assim que escutou batidas a porta e viu David entrando – Olá, como vai?

— Olá! – cumprimentou o loiro de volta – Eu sou David Nolan, segundo em comando na ausência de Emma. – se apresentou o homem.

— Eu sou Daniel, soberano do reino de Cavalos Galopantes.

— Eu sei... – cortou David – E talvez você já saiba o motivo da minha visita.

— Talvez tenha uma ideia.

— Como você está? – perguntou David.

— Estou bem melhor. – respondeu o moreno se ajeitando melhor na cama – Eu agradeço a preocupação.

— Não é preocupação... – disse direto – Eu apenas perguntei porque quero saber se você está bem o suficiente para me contar tudo o que aconteceu naquela batalha e responder as minhas perguntas.

— Mesmo se eu não estivesse bem você estaria aqui do mesmo jeito. – falou cinicamente o homem na cama.

— Muito pelo contrário, só estaria aqui quando você estivesse melhor.

— Então o que quer saber?

— Conte-me tudo que aconteceu naquela batalha. – pediu David por fim.

— Acho que você já deva saber que meu reino fora atacado e que consegui chegar aqui por um milagre. – começou Daniel e David assentiu – Então pedi ajuda a Emma que relutou em nos ajudar, mas que por fim acabou nos ajudando. Ela separou uma pequena armada e disse que vocês por estarem enfrentando problemas pessoais não iriam, apenas ela. – fez uma pausa e pegou o copo de água na mesinha do lado da cama e deu um gole – Quando chegamos no local, a batalha estava meio que equilibrada, Emma dividiu sua armada para pegarmos o reino de Arendelle de surpresa, e estava tudo indo muito bem, até que quem foi surpreendido fomos nós... – fez outra pausa e mais um gole na água – Quando percebemos, ela havia perdido todos seus homens, muitos homens meus estavam caídos no chão sem vida, e então tudo não passou de um borrão, vi um grupo de homens rodear Emma e a atacarem ao mesmo tempo e quando dei por mim estava fugindo daquela batalha quando vi Emma ser morta diante de meus olhos... – fez uma pausa mais longa e David esperou calmamente o homem continuar seu relato – Eu até pensei em voltar para ajudá-la... Mas fui incapaz... Eram muitos homens de Arendelle, e os poucos homens que conseguiram fugir comigo acabaram não conseguindo sobreviver para chegar aqui.

— E por que Arendelle invadiu seu reino?

— Eles querem aumentar suas terras e viram meu reino como seu principal alvo.

— Entendo... – respirou profundamente David – Bom, seguinte... Quando você já estiver melhor e podendo andar, poderá sair do quarto, mas sempre será acompanhado por um guarda para onde você for... – o loiro levantou a mão antes que Daniel pudesse falar algo – São apenas medidas de prevenção, espero que você entenda... Assim como também terá guardas aqui na porta e na porta da enfermaria... Se você precisar conversar sobre essa parte de guerras me procure.

— Tudo bem... Seu reino, suas leis...

— Pense como quiser. Agora vou deixá-lo descansar... – dito isso David saiu sem esperar por uma resposta do homem acamado.

— E você acreditou nele? – perguntou ela inconformada – Eu sinto que ela está viva aqui dentro. – apontou para o próprio coração, e depois cruzou os braços sobre o peito.

A morena mais velha andou de um lado a outro – O que vamos dizer ao povo? – fez uma pausa – As pessoas estão comentando que Daniel voltou, mas Emma não, e estão querendo saber o que aconteceu... Eles precisam de uma notícia.

— Eu não sei o que fazer... – confessou a morena mais nova, limpando mais uma lágrima ao se sentar na cadeira – Eu realmente não sei o que fazer... Queria Emma aqui do meu lado, para acabar com tudo isso... Queria ela aqui para falar uma piada sem graça... – e mais lágrimas desciam por seu rosto – Eu simplesmente não sei o que fazer sem ela ao meu lado.

Cora suspirou longamente e olhou para sua filha, apesar de ser uma mulher feita, ela parecia pequena como uma criança, ela precisava da loira ao seu lado, Emma dava forças a Regina e vice-versa, elas precisavam uma da outra, e isso não tinha como negar... A mulher mais velha piscou contendo uma lágrima que quis descer por sua bochecha.

— O que eu vou fazer sem ela? – perguntou Regina fechando seus olhos e balançando sua cabeça para um lado a outro tentando limpar seus pensamentos – Eu não quero nem imaginar minha vida sem ela... – suspirou demoradamente – Porque que eu tinha que falar para ela ir para aquela estúpida batalha? Agora ela estaria aqui ao meu lado... – sussurrou e uma trêmula mão cobriu sua boca, ela não poderia aceitar o fato que agora ela estaria sozinha... Suas noites seriam as mais frias de agora em diante – Emma...

— Oh Regina... – disse Cora ao se aproximar de sua filha e a abraçou fortemente – Não é sua culpa... Nada disso que aconteceu, ou está acontecendo, nada disso é sua culpa.

— Perdoe-me majestade... – disse Daniel assim que adentrou a sala do trono. Ele ainda estava bem machucado, mas já estava bem melhor e conseguindo sair da cama e perambular pelo castelo. Cora automaticamente se levantou e escondeu Regina atrás de si, não querendo que Daniel visse a Rainha naquela situação, David se aproximou das duas mulheres, e Ruby que estava quieta o tempo todo instintivamente levou sua mão a sua espada na cintura, até Henry que não é de briga ficou de prontidão para pular em cima do homem – Será que posso ter uma palavra com a rainha Regina? – perguntou silencioso.

Cora olhou para sua filha que concordou com a cabeça, já limpando as lágrimas que haviam descido por seu rosto – Sem problema... – a mulher mais velha começou a andar na direção do homem e passou por ele não sem antes de fuzilá-lo com o olhar. Daniel franziu a testa, mas Cora não se importou e continuou seu caminho para fora da sala. Sem dizer nada, o restante dos ocupantes também foram saindo, e cada uma olhar torto para o homem. Ele achou estranho e até de certo modo divertido, mas seus pensamentos sumiram assim que ele viu o estado que Regina se encontrava. O homem correu sua mão pelo seu curto cabelo e deu alguns passos a frente na tentativa de se aproximar da morena, que instintivamente virou o rosto para o outro lado tentando esconder seus olhos vermelhos e inchados devido ao choro.

— O que gostaria de falar? – perguntou a morena já mais recomposta.

— Majestade... – ele começou olhando para a mulher – Sei que sou a última pessoa que gostaria de ver neste momento... E sei também que deva estar me odiando... – ele suspirou – Eu sinto muito... Quando fui ajudá-la... – baixou seu olhar para o chão – Comandante Swan era uma mulher forte, e eu nunca pensei que ela iria precisar da minha ajuda... Então eu a deixei... – ele disse ao passar a mão por seu cabelo novamente e para no pescoço e começou a esfregá-lo – Eu sinceramente não sei o que falar... Eu apenas... Sabe, se vossa majestade precisar de qualquer coisa, eu estarei aqui. – fez uma pausa e Regina continuava sem olhá-lo – O que peço é que me perdoe e me dê algum tempo para ficar aqui... E ajudá-la. – soltou uma respiração profunda vendo que a morena não lhe dava nenhum sinal – Perder um amor assim é uma situação que você deva passar sozinha... Por favor, pense em mim como um amigo e que só quer seu bem. – ela continuava sem olhá-lo, mas ele a viu acenar levemente e ele também acenou mesmo sabendo que ela não veria – Bom, eu irei descansar mais um pouco agora, se vossa majestade me dá licença. – ele fez uma reverência e saiu da sala com um leve sorriso malicioso no rosto.

Assim que Regina escutou a porta se fechar ela olhou agora para a sala completamente vazia – Emma... – sussurrou, soltou um soluço e lágrimas voltaram a descer por seu rosto livremente – Emma...

Notas finais
Daniel começando seus planos para conquistar Regina, mas sabemos que essa morena é dura na queda! huhuhu O próximo capitulo está meio caminho andado, ou seja, logo teremos outra postagem o/ E para ajudar daqui a uma semana e meia entro de férias do trabalho, e terei mais tempo para poder me dedicar mais ainda a história para a nossa alegria. Até o próximo capítulo! o/