Minha Lady, Minha Marinette
17 Final feliz
Notas iniciais
O albino jogou a minha bolsa em minha direção, por sorte eu segurei a tempo. Lucas o observou, de cabeça aos pés.
— …Onde está a sua gargantilha? – Perguntou Lucas, com um olhar de nojo. – Pensei que você morava em Marselha, Damien.
— Eu morava, oras. – O albino deu um sorriso. – Ele está com a minha irmã, você acha que vou andar por aí com uma gargantilha feminina? Aliás, eu tenho certeza que a Ladybug não vai resistir comigo.
— …Você é horrível. – Disse, quase amassando a minha bolsa.
— Vai com calma, Adrien.
— Adrien seu nome, huh? Não esperava que o Chat Noir seria o filho de Gabriel Agreste… – Ele deu o último sorriso, e então brotou gritos pela cidade. – Acho que temos um akuma, se quiserem esperarem eu, esperem. – Ele subiu as escadas, provavelmente para pegar de volta a gargantilha.
— Vamos vazar daqui, eu não suporto essa cópia barata do Sam. – Peguei o braço de Lucas e arrastei ele para fora.
Se transformamos e então andamos por Paris, o vilão era um coelho enorme, com uma cenoura com umas manchas roxas, na ponta da cenoura saía ovos de chocolate, que prendia as pessoas e que diminuía para a pessoa ser esmagada.
Ladybug e Papillon logo chegaram juntas.
— Onde está aquele lobo? – Perguntou Papillon.
— EU QUERO DISTÂNCIA DAQUELE LOBO QUE PARECE MAIS LEITE! – Respondi a Papillon, furioso.
— ….E eu só quero um chocolate daquela bolsa… – Disse Lion, com uma falsa expressão de tristeza.
— Opa, me chamaram~? – Apareceu Loup, e a minha raiva começou a transbordar.
— Ótimo, vamos logo acabar com aquele akuma! – Todos nós se aproximamos do grande coelho.
O coelho parecia de pelúcia, chorava para todos os cantos com uma cenoura na mão, ninguém sabia o motivo dele se akumizar como um coelho, mas Papillon acreditou que é uma criança que queria um ovo de chocolate que a sua mãe não podia comprar.
Ladybug tentava pegar a cenoura de brinquedo, mas ela desaparecia e depois voltava para a mão do grande coelho, estávamos completamente perdidos, e quando Ladybug tentou usar o Lucky Charm, ela foi presa por um ovo de chocolate.
— LADYBUG! – Gritei em direção ao ovo de chocolate, eu realmente não queria que a minha amada ficasse presa em um chocolate!
— F-Fique calmo Chat! Eu sairei daqui de alguma maneira…
— Seu coelho maldito, eu não perdoarei!
— EU NÃO PRECISO DE PERDÃO! VOCÊ É MAIS UM HERÓI INÚTIL COMPARADO A LADYBUG… VOCÊS NÃO PODEM FAZER N-A-D-A! SÓ ME ENTRAR O MIRACULOUS MESMO! – Disse o “Sad Rabbit”, alto o bastante para toda Paris ouvir. – SOMENTE OS VERDADEIROS COELHOS PODEM PEGAR A CENOURA!! E SÓ IREI ENTREGAR A VOCÊS QUANDO ME DEREM OS MIRACULOUS!! HAHAHAHA!! – Disse ele entre risadas, então um bumerangue de três pontas voou na mão que ele segurava a cenoura, e o brinquedo quase caiu em uma criança.
Bem, quase.
Um outro coelho pegou a cenoura, que não parecia ser pesada, então todos olharam para a coelha com uma expressão de surpresa.
— O quê? Por que estão olhando assim para mim? Pensei que precisavam de ajuda! – A “heroína” pegou o bumerangue de volta, e todos perceberam que no meio do objeto havia um coelho branco. – Já que só os verdadeiros coelhos podem pegar a cenoura, aliás… – Ela quebrou o brinquedo, e saiu o akuma. – ALÁ A BORBOLETA VOANDO!
Ela começou a apontar para o akuma, então Papillon purificou o akuma, pois Ladybug estava presa no ovo, mas logo depois saiu e tudo voltou ao normal.
— Salvou as nossas vidas, coelhinha! – Citou Lion, que parecia animado ao ver a coelha. – Qual o seu nome?
— M-Meu nome?! – Ela arregalou os olhos. – A-Ah… Eu ainda não tenho um nome de super-heroína! Ah… – Ela parecia nervosa com aquilo. – Huh… Lapien?
— Lapien está bom! – Disse Papillon.
— Onde está o seu miraculous? – Disse Ladybug, então Lapien amostrou a mão, que havia um anel em forma de coelho branco familiar. – Certo, bem-vinda!
— Obrigada~ – Disse Lapien, com um sorriso no rosto, então todos foram embora em caminhos diferentes.
Eu fui para casa junto com Papillon, e entramos no meu quarto, Catherine se destransforma e se joga na minha cama, muito cansada. Deixei minha bolsa ao lado da cadeira e saí do quarto e fui para a cozinha, eu tinha que alimentar Plagg, e eu estava sem queijo.
— Não acha que a Lapien é aquela menina brasileira? – Disse Plagg.
— Se eu acho? Eu tenho certeza! Ela disse que tem um miraculous, mas não disse nada sobre virar a “Lapien”…Bem, acho que ela queria esconder algo-
— EU SABIA! – Félix apareceu, ele estava apontando para Plagg, que logo depois se escondeu. – EU SEI QUE VOCÊ É O CHAT NOIR SEU SAFADO!
— É O QUÊ? FÉLIX VOCÊ TÁ LOUCO!
— VOCÊ ESTAVA CONVERSANDO COM O PLAGG QUE EU SEI!!
— SIM MAS… Espera o quê? – Olhei para o mais velho, confuso.
— Olha se é o Félix! – Plagg apareceu no meu ombro e voou até ele. – Adrien! O seu irmão é o antigo Chat Noir! Mas ele me alimenta melhor que você, Félix.
— ….Coisas inesperadas estão acontecendo e eu não estou entendendo. – Abri a geladeira e peguei um camembert, e joguei para Plagg, o queijo caiu em sua boca.
— Verdade… O meu irmão quase-gêmeo é o Chat Noir… Hahah… – Ele deu uma risada forçada e olhou para a janela. – Uh… Está chovendo.
— Uma boa hora para dormir, vamos Plagg. – Plagg se escondeu em meu casaco. – Boa noite Félix.
— Boa. – Disse as últimas palavras dele, então subi a escada, indo pro meu quarto.
Catherine já estava dormindo na minha cama, os dois kwamis dela também, então eu tirei meu casaco e meu celular tocou, era Lucas, me perguntei o porquê de Lucas me ligar essa hora. Peguei meu celular e atendi a chamada.
— É o Chat Noir? – A voz do telefone não era a voz de Lucas, e sim uma conhecida. – Eu não sei o seu nome!
— Ah… Rebecca?! Por que tá me ligando essa hora? E o meu nome é Adrien!
— Eu arrasei como Lapien, admita! – Ela deu algumas risadinhas.
— Suspeitei que era você… – Suspirei.
— Então, Adriano, você tem um irmão mais velho que se chama Félix Agreste?
— …Sim, algum problema? – Estranhei um pouco a pergunta. – E o meu nome é ADRIEN!
— Ok, ADRIEN, e sua prima estará disponível esse domingo ou sábado? Aliás, recomendo você ir para a casa da Marinette, não é um pedido, é uma ORDEM.
— Não sei… E por que? Está chovendo, não posso ir para casa da minha namorada sem permissão dos pais dela e essa hora.
— Tá chovendo muito, eu sei, mas estou na entrada da padaria dos senhores Cheng e o Damien está dando encima da Marinette… Bem, você conhece ele né? Espero.
— Como é correr em português?
— Meter carreira.
— ENTÃO VOU METER CARREIRA.— Desliguei o celular e me transformei em Chat Noir, sai do quarto pela janela e pulei pelos prédios, procurando a casa de Marinette.
E finalmente achei a padaria, o albino estava conversando com Marinette, então subi no telhado, tentando escutar a conversa. Rebecca estava certa, ele realmente estava dando encima dela, e minha raiva transbordava, eu estava me segurando para não bater nele.
— Ei, Noire. – Ouvi uma voz família, e então olhei para trás, ela a Lapien. – Sabia que coelhos podem ficar encima do telhado? Heh.
— Ha-ha-ha. – Dei uma risada falsa, e então Damien saiu dali.
— Acho que agora é a sua chance, rapaz, vai falar com ela.
— É isso que eu vou fazer, aliás, obrigado por me avisar. – Andei pelo telhado e fui na varanda de Marinette.
Bati na janela e Marinette logo apareceu no quarto, e então ela abriu a janela, caí naquela coisa que eu não sei se é sofá ou cama, e desci as escadas.
— Olá, princesa~
— Oi gatinho, algum problema?
— Podemos adiantar o nosso encontro para hoje~? – Dei um sorriso, e ela retribuiu.
— Tudo bem então, gatinho. – Ela se sentou na cama, ainda sorrindo.
— Então… Eu queria dizer que me sinto inseguro e… Sei lá, não me sinto muito bem vendo você perto do Loup e… Bem, eu vi um pouco da conversa que você teve com o Damien-
— Aquele rapaz é o Loup? Uh, já suspeitava… Ele realmente é um chato.. M-Mas não se preocupe! O Loup só é um idiota, o-ok?
— Certo… Mas… Sabe o que gatos gostam?
— De quê?
— Carinho! – O sorriso que estava no meu rosto aumentou.
— Ah, então venha cá! – Eu fiz o que ela pedi, e ela começou a fazer cafuné nos meus cabelos.
Ficamos um bom tempo conversando, trocando beijos e algumas coisas a mais, e então depois de algumas horas eu fui para casa, entrei pela janela do meu quarto e me arrumei para dormir. Catherine acordou primeiro que eu, e então fomos para escola, como sempre.
Era o de sempre, sessão de fotos, aulas de esgrima… Até que teve um dia que chegou um novato na escola. O Damien, irmão gêmeo da Sam, huh? Ele acabou indo para a minha sala, e minha raiva somente transbordava só ao ver a cara dele, mas muitas pessoas ficavam ao redor dele, perguntando sobre a vida e etc.
Lucas se aproximou de Damien, tentou fazer amizade com ele, mas Damien xingou ele de macaco por ser brasileiro, e ainda mandou voltar para as “árvores”, pois é onde macaco fica. Lucas ficou chateado, até conversou um pouco com a Alix sobre isso… Pobre Lucas.
Era hora do intervalo, e o albino apareceu na minha mesa.
— Ei Adrien, como vai o modelo de Paris? Tudo tranquilo? – Ele estava com um sorriso no rosto, ignorei ele e me levantei. – Ignorar não é algo legal, sabia?
— Por favor, saia da minha vida, você sabe que eu te odeio. – Sai da sala, o maldito ficou me perseguindo.
— Pfff, se é assim… Fico feliz em ver que todos me amam, principalmente a Alya que ficou bem interessada em mim! Aliás, onde está a sua prima?
— Eu imploro, me deixa em paz, por favor.
— Ok, então prefere que eu vá atrás da Marinette? – Ele encostou o cotovelo em meu ombro, mas apareceu a irmã mais nova de Lucas, que meteu a cabeça no braço do russo e envolveu os próprios braços no meu pescoço, e se pendurou em mim. – …Quê?
— O que foi? Você disse ao meu irmão que macacos tem que ficar em árvores. – Disse Rebecca, inexpressiva.
— ….
— Se macaco tem que ficar nas árvores, a branca de neve tem que está com os sete anões, não é? Ah… Também o arroz tem que ficar ao lado do feijão! – Ela deu uma risada, mas logo depois ficou inexpressiva. Damien saiu dali, e a brasileira se soltou de mim. – Esse cara além de ser bonito, é horrível.
— Damien é uma cópia barata da Sam, ugh. – Suspirei. – Precisa falar comigo?
— Sim, tem alguma coisa pro meu kwami comer? Estou sem cenoura e chocolate!
— Eu tenho só queijo… Espera, seu kwami come cenoura e chocolate ao mesmo tempo?!
— Por incrível que pareça, sim. Pyaar gosta de bolo de cenoura de chocolate… mas eu não sei fazer isso! E então ele sugeriu dar chocolate e cenoura… Acho que queijo serve!
— Ok. – Abro a bolsa e arranco o camembert que Plagg estava comendo. – É fedido, mas é bom eu acho…
— Ah… Certo então. – Ela pegou o queijo, e o anel em forma de coelho apitou, ele espirrou um kwami de coelho que parecia realmente cansado. O kwami de coelho planou até a mão dela, cheirou o queijo e fez uma expressão de nojo.
— Tinha outra coisa melhor não? – Perguntou o kwami para a brasileira, em uma língua diferente.
— Só come, eu não tenho mais nada Pyaar! – Respondeu a brasileira, em outra língua que não consegui identificar.
— Eles estão discutindo em português… Isso daqui a pouco passa. – Disse Plagg, que subiu em meu ombro.
Depois de algumas discussões em português, o kwami comeu o queijo e voltou pro anel, Rebecca limpou a mão que estava segurando o queijo no seu suéter. – Obrigada, Adrien… e desculpa te incomodar~ Tenho que ir. – Ela acenou para mim e eu retribui, então Rebecca saiu dali.
Fui para a praça de alimentação lanchar, depois disso o recreio acabou e todos foram para a sala de aula. Quando eu entrei na sala de aula, Damien tocou no meu ombro, mas logo tirei a mão dele dali e me sentei.
A aula começou, o tempo passou rápido demais, a aula acabou rápido e todos foram saíram da classe, ansiosos para irem pra casa. Falei um pouco com Marinette antes de entrar na limousine. Catherine estava ao meu lado como sempre, mas parecia preocupada com algo.
Não demorou nem muito para chegar em casa, mas antes de entrar em casa, Catherine me arrastou para dentro, indo até o meu quarto. Entramos no quarto e ela fechou a porta, trancando-a.
— Precisamos conversar. – Ela se sentou na cama, e os dois kwamis dela foram para o seu ombro. – Lembra da história do Gabriel gostar de tratores? – Ela dizia em um tom sério.
— Ah… Sim, algum problema?
— Era uma mentira, queria dizer uma coisa que vi no tio Agreste… Mas achei que você não estava preparado.
— Vamos, diga.
— Ok… Naquele dia, depois da luta em que Loup salvou a Sam, eu me destransformei e fui para casa, ninguém tava lá, estava um deserto… Eu comecei a passear pela grande mansão de tio Gabriel, e vi uma pintura da sua mãe… Não aquela amarela, era outra. Eu aproximei a mão e ela fez um barulho bem estranho, e na verdade era uma porta! Tipo, um elevador! Eu entrei no elevador e havia dois botões: Um de subir e outro de descer, e por que porras tem um elevador na mansão?
— Bem, é normal ter essas coisas em casa eu acho… Continue.
— Tá, aí o elevador subiu, e parou em uma porta, eu abri um pouco a porta e sabe quem eu vi? O Hawk Moth! – Arregalei os olhos quando ela disse aquilo. – E era o mesmo local em que eu fiquei dormindo lá! A janela e as borboletas… A janela depois se fechou e ouvi uma voz de um kwami.. Lokky e Lullu disseram que era alguém da família deles.. Ele então se destransformou e foi pela porta ai corri pra caralho pra o elevador ai vi Félix e…
— Calma! Eu já entendi… Ele é mesmo o Hawk Moth?
— SIM!
— …Ok, e agora?
— Agora a gente vai lá pro escritório dele e foder com a vida dele. – Ela pegou no meu braço e me arrastou para fora do quarto, andamos pelo corredor e fomos até o escritório do meu pai.
Catherine abriu a porta, sem bater nela, e meu pai estava sentado, parecia conversar com Nathalie, mas ele desligou a chamada, dizendo que foi interrompido pela sobrinha e pelo filho.
— O que vocês querem? – Perguntou o mais velho, a expressão dele e de Catherine estavam realmente sérias, e eu não entendia nem 1% do que acontecia.
— Queremos saber o seu segredo, Gabriel Agreste. – Catherine deu alguns passos, na direção de Gabriel. – Não queremos alguma briga ou algo do tipo…
— …Você sabe o meu segredo? – Perguntou Gabriel, com um tom sério.
— SIM! – Dissemos em um coro.
— …Ok, eu admito. – Ele respirou fundo, e voltou a encarar nós dois. – Eu sou um fã de tratores, eu gosto muito deles, até fiz um vestido inspirado em um trator que eu vi por aí na cidade… Eu sou uma péssima pessoa, com péssimos gostos.
Arregalei os olhos com a tal “confissão” dele, Catherine fez a mesma coisa, ficamos confusos com aquilo, já que a “mentira” da Catherine era uma verdade.
— ….Pai, eu sinceramente não vejo problema em gostar de tratores, mas o segredo não é isso… – Disse, enquanto encarava Gabriel.
— Verdade, aliás, sabemos que você é o Hawk Moth, entrega o miraculous agora querido. – Catherine cruzou os braços.
— ….Adrien, me dê o seu anel.
— Quê?! Claro que não!
— Adrien, eu sou o seu pai, você tem que me entregar o anel. AGORA. – Disse a última palavra em um tom mais alto, Catherine se estremeceu.
— É claro que não, você é o Hawk Moth!!
— ….Adrien, eu preciso dos miraculous para ter sua mãe de volta, você não entende? É para o bem de nós dois! Eu tenho quase certeza que você conhece a Ladybug. – Meu pai estava com os olhos semicerrados, não parava de me encarar e de falar com um tom alto.
— Pai, a mamãe não vai voltar… Por favor, entregue o Noru para a Cathy…
— …. – Ele permaneceu calado, com uma expressão triste.
— Sr. Gabriel, é bom entregar o Miraculous, ou irei te entregar a polícia. – Félix apareceu encostado na porta, com um gravador na mão. – Eu sei que é difícil aceitar uma perda de um parente querido, mas tenho certeza que os Miraculous do Chat Noir e da Ladybug não vão ajudar…
— …. – Ele colocou a mão debaixo da gravata, e tirou um tipo de broche, e entregou para Catherine. – Perdão…. – Ele em seguida, abraçou eu e Catherine por um certo tempo, Catherine chamou Félix para se juntar ao abraço, e Félix recusou, mas logo depois ela puxou ele pro abraço.
Depois disso? Continuei a ser Chat Noir e a Marinette a Ladybug, combatendo alguns maus que aparecia em Paris, tínhamos certeza que não era o meu pai desta vez. Nathanael se confessou para a Catherine só depois de anos depois, e eles começaram a namorar, e sobre o Félix… Eu sinceramente não sei, ele sumiu da mansão sem avisar nada, mas Lucas avisou que ele começou a morar do lado da casa de Lucas.
Por favor, não me pergunte o que houve entre Lucas e Félix, eu realmente não sei de nada.
Damien e Sam saíram de Paris, pois os pais precisavam deles em casa. Graças a Deus, estou sem o Damien no meu pé!
Alguns anos depois, eu e Marinette se casamos, o relacionamento do meu pai com os pais de Marinette é ótimo! Nunca vi meu pai tão feliz na vida… Aliás, Alya e Nino também se casaram, e Alya está grávida de uma menina agora, e Nino está bem orgulhoso.
Rebecca, Lucas e Félix sumiram de Paris, ninguém sabe o que houve com eles, Félix nem entrou em contato com meu pai direito.
E é isso, esse é o final, um final feliz.
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