Minha Irmã Adotivavondy
159 Capítulo 159
Dul: Mas isso é muito vago.(jogou inconformadamente o papel que retinha em mãos sobre a mesa)
Alexandra: Mas é um começo minha querida.(um sorriso incentivador brotou nos lábios da mesma)
Dul: É.(se dispôs a si mesmo) Vou procura-la, nesse endereço hj mesmo.(concluiu retomando em sua mão o pequeno pedaço de papel)
Ucker: Eu vou com vc.(se predispôs)
Alexandra: Imagina(revirou os olhos) Eu mesmo me encarrego de dirigir Dulce ao local.(cruzou os braços pacientemente)
Ucker: Vc não vai a empresa?(indagou vitorioso)
Alexandra: Claro que vou, mas nada me impede de passear alguns minutos com a minha filha.(abraçou a citada de lado)
Ucker: (bufou) Qual é mãe?! Até quando vai continuar com isso, hein?! Não somos mais crianças.
Alexandra: Talvez não sejam crianças físicas, mas uma reeducação psicológica estaria por vim em boa hora a vc, senhor Christopher.(um frio olhar incalculado fora jorrado ao filho)
Christopher se sentiu de uma certa forma desprotegido , agora notara as consequências que Dulce lhe trazia a galope, e a primeira delas era as repreendimento por atos toscos.
Ucker: Eu posso pelo menos ir com vcs?(coçou a nuca)
Alexandra: Não vejo problema algum.(esticou sua mão para melhor visualização de suas unhas perfeitamente coloridas em um vermelho ardente) Dentro de alguns minutos saímos, ok?!(arqueou uma das sobrancelhas)
Não fora precisa nenhuma palavra a mais ser proliferada para que Dulce marchassem provavelmente rumo ao seu quarto. Uma sensação de difícil reprodução se instalava no corpo da ruiva, que se mantinha com um semblante sério, era preciso ser forte para tal fato, era preciso manter a linha, era preciso seguir à risca tudo que Alexandra lhe dispunha .
Com um movimento de seu pé empurrou a porta de seu quarto em apenas um estrondo , e se colocou de frente ao espelho. O que precisava ser mudado na mesma para tal encontro? Amaciou suas mechas ruivas, o uniforme do qual ainda residia em seu corpo, o leve lápis que percorria parte de seu olho, o traço de sua boca, os olhos amêndoas.. Como seria a “mulher que lhe concedeu a vida”? Por que fizera isso?
Ucker: Pensando em que?(sussurrou em seu ouvido se aproximando da mesma e a puxando pra si pela cintura)
Dul: Christopher(buscou o repreender sem sucesso, fechando seu olhos logo em seguida sentindo alguns selinhos deliciosamente quentes em sua boca) Sua mãe ta nos vigiando..
Ucker: E eu to ai pra isso?(prosseguiu os incessantes selinhos)Ta feliz?(indagou enquanto distanciava milímetros da mesma para que pudesse avistar aquele par de olhos reluzentes ao seu encontro)
Dul: Eu diria surpresa(o corrigiu) Não esperava reencontra-la tão perto, sabe?!(molhou seus lábios com a língua)
Ucker: Digamos que minha mãe facilitou tudo, néh?1(um sorriso sorrateiro adentrou nos lábios do mesmo)
Dul: O estranho é que sua mãe não queria que eu a conhece-se.(alegou)
Ucker: Talvez ela tenha mudado de opinião, néh?!(deu de ombros)
Dul: Eu..(mordeu seus lábios inferiores cogitando proliferar tal frase) Ér..ér.. Tem certeza que quer ir?(indagou um tanto acanhada)
Ucker: Vc só pode tá louca ao pensar que eu vo te deixar sozinha com a minha mãe pela cidade, néh?!(um sorriso divertido pairou no semblante do mesmo)
Alexandra deu uma partida desconfortavelmente brusca jugando o corpo da dupla de “irmãos” pra frete. Digamos que a mesma dominava várias áreas que feminilidade não se dispunha, mas quando o assunto era “trânsito x automóvel” , Alexandra era..era....era.. razoável.
Enquanto por ordem da mãe, Christopher se posicionava no banco do passageiro procurando cautelosamente orientar a mesma, em sua rota, Dulce apenas os fitava divertidamente, apenas como um entretenimento para seu celebro.
O vai e vem dos carros, a correria de algumas crianças sobre a calçada, alguns estudantes, alguns idosos, pessoas devidamente uniformizadas, passavam em um rabisco pela janela do do carro do qual a mesma estava acomodada. A vida era repleta de surpresas, pensara Dulce. Nunca pensara viver ao lado de uma família bem sucedida, estar preste a conhecer sua mãe a ainda por cima namorar seu irmão. Realmente o destino sabia lhe pregar peças..
Alexandra: É aqui.(abriu a porta do carro se retirando)
O casarão , para ser mais especifico uma devida tapera, logo na entrada já se podia perceber a ausência indispensável de um jardineiro, as folhas subiam como se procurassem o fim do céu. O ranger do salto com o contato com a velha madeira que compunha uma mínima varanda, fez que Dulce se estabilizasse, observando Christopher e Alexandra se aproximarem.
Ucker: Tá pronta?(indagou quase em um sussurro)
Dul: Vc vem comigo?(lhe estendeu a mão , quase em automático)
Naquele momento a ruiva pouco estava por se importar com Alexandra, seu celebro produzia uma palavra chamada “proteção” e somente Christopher sabia coloca-la em pratica diante de Dulce.
Fale com o autor