Minha Felicidade.

28 Capitulo 28.


Notas iniciais
Ola meninas olha eu aqui outra vez com mais um capitulo, pra vocês adorei todos os comentários e quero agradecer a Susana Silva pela linda recomendação.

Anastácia Grey

Hoje completava dois meses desde que eu fui internada por causa de Jack, Christian muito a contra gosto havia me contado sobre a visita e toda a conversa que eles tiveram, eu não pude ficar mais chocado com tudo o que ouvi.

Aquele homem que sempre encontrava comigo e me deixava com uma sensação estranha era meu meio irmão e para piorar tudo ele tinha ódio de mim por causa da morte da nossa mãe ou da dele, eu não sei por mais que Carla tenha sido uma péssima mãe para mim era dela que eu lembro toda vez que falava esse nome.

Christian havia ido viajar a negócios ele não queria, pois disse que não queria me deixar sozinha, mas eu insisti que ele fosse por isso ele decidiu levar Noah, Mia e Ethan com ele.

Agora eu estava com Thomas dando a sua papinha enquanto ele batia palminhas para mim estava tão concentrada que assim que o escutei falando me assustei.

–PAPA, PAPA. –Ele dizia e batia palminhas para mim com um sorriso largo.

–Ana ele falou, ele falou e Christian não está aqui pra ouvir o que ele disse. –Kate disse sentando ao meu lado toda sorridente.

–Fala meu amor fala papai de novo.

–PAPA. –Ele gritava rindo e Kate sacou o seu celular e começou a gravar, assim que ele parou ela me enviou me dizendo para mandar para Christian.

“Saudades de você escute o nosso filho”

Anexei o vídeo e mandei para ele, que não me respondeu deveria estar em uma de suas reuniões.

Estava só com Thomas você já que Christian resolveu levar Noah com ele, Kate havia ficado comigo ela já estava com nove meses e seu bebe nasceria amanha em um parto agendado ela preferiu não a riscar um passeio assim faltando tão pouco tempo.

Assim como Kate eu parecia estar de nove meses, mas estava só com sete, doutora Greene disse que pelo visto os meninos não nasceriam de sete meses como acontece com frequência quando a gravidez é de gêmeos.

–Quando vocês iram se mudar Ana a casa já esta pronta e os meninos estão quase nascendo?

–Daqui alguns dias desde as ameaças de Jack, Christian ficou paranoico e disse que precisávamos reforçar a segurança.

–Como você reagiu a isso ele querendo ou não é seu irmão? –Eu suspirei cansada.

–Ele pode ser o meu irmão de sangue, mas não tenho nenhum contato com ele, e sem contar que ele quis machucar a mim e aos meninos eu não poderia chegar perto dele nunca. –Ela assentiu.

Minha conversa com Kate estava sendo calma e eu gostava disse estávamos nós chão com Tomtom para ele engatinhasse quando Grace saiu do elevador com lagrimas nós olhos, eu me assustei assim que há vi.

–O que está acontecendo Grace? –Falei pegando Thomas no colo.

–O avião Ana ele sumiu do radar não estamos encontrando os meus filhos. –Ela soltou em um só baque me fazendo cambalear.

–Como assim.... eles.. não Grace. –Kate gaguejou ao falar já eu não conseguia pensar direito.

–Eles deveriam ter voltado hoje, mas Christian nós disse que precisava ficar por mais algumas horas e quando fomos ligar no aeroporto para saber quando eles chegavam eles nós avisaram que o avião deles havia sumido do radar chegando a Vancouver. –Carrick explicava, mas tudo o que eu conseguia fazer era apertar Thomas mais a mim.

–Eles meu marido... eu Noah. –Eu senti um baque dentro de mim que me fez ficar bamba.

Elliot e Carrick correram para me ajudar para que eu não caísse com Thomas e não bate-se minha barriga, tudo o que vinha a minha cabeça era que não podia perde-los.

Horas haviam se passado e nenhuma informação sobre o que havia acontecido com meu marido e meu filho, eu me sentia morta por dentro, nem mesmo os meus meninos mexendo dentro de mim me faziam feliz hoje, eu precisava dele, precisava do seu amor, seu carinho, da sua cara de bravo eu precisava de Christian comigo.

–Querida coma algo você não comeu nada. –Grace coloca uma tigela com que parece uma sopa, mas eu não consigo comer.

Enquanto eu olhava para o meu bebe que dormia tranquilamente nós meus braços eu podia me lembrar de cada jura de amor, de cada carinho de cada briga, eu sabia perfeitamente cada traço daquele homem.

Eu estava tão envolvida em meu sofrimento que me assustei ao escutar um grito vindo de Kate, assim que olhei para ela sua roupa estava totalmente molhada e foi ai que percebemos que Ava não esperaria até amanha ela nasceria hoje dentro de todo esse caus.

–Amor calma eu vou te levar para hospital não se preocupe com nada... –Kate gritou com ele pedindo que ele se acalma-se para que ela também não pudesse ficar nervosa.

Não pude ir com minha amiga para o hospital eu queria ficar aqui esperar ele voltar mesmo sabendo que isso podia não acontecer, mas eu precisava estar onde eu o vi pela ultima vez antes de ele ir embora, O NOSSO QUARTO.

Levei Tomtom para o quarto dele e passei pela porta do quarto de Noah e um soluço alto saiu da minha garganta o eu menino, meu pequeno bebe que conquistou a todos eu o queria ao meu lado assim como queria Christian.

Fui para o meu quarto e deitei na nossa cama onde havíamos feito amor duas noites atrás antes de ele ir viajar assim que me aconcheguei em seu lugar na cama uma coisa me veio á cabeça, a conversa que ele havia tido com Jack.

“Diga á ela que ela vai perder a pessoa que ela mais ama, assim como eu perdi.”

Um soluço saiu da minha garganta eu não podia perde-los Noah era meu filho, o meu bebe lindo e gentil e Christian era o homem que eu amo, e meu primeiro e único homem, aquele que me conquistou como nenhum outro conseguiu eu precisava deles nós teríamos mais dois filhos eu não podia perde-los.

De repente senti um algo molhar as minhas roupas não isso não podia estar acontecendo eu ainda estava com sete meses e Christian não estava comigo eu não podia dar a luz agora.

–GRACE, GRACE. –Eu gritei para a minha sogra que entrou correndo com os olhos vermelhos. –Eles vão nascer Grace eu preciso dele.

Ela me olhou espantada, mas logo gritou Carrick que veio me ajudar a descer as escadas enquanto ela levava minha bolça com todos os documentos, assim que estramos no elevador e de lá para o carro a única coisa que eu pensava e que eu não podia ter os meu bebes sozinha.

–Christian eu preciso dele, ache ele Grace, eu quero o meu marido comigo, eu não posso sozinha, sozinha eu não consigo. –Eu chorava por estar indo para o hospital sem ele, por não saber do meu marido e filho e por ter deixado Tomtom sem mim.

Assim que chegamos ao hospital doutra Greene já esperava por mim, assim que me examinou ela disse que eu não poderia ter um parto normal mesmo que a bolça tenha estourado eu teria que fazer uma cesariana.

Enquanto eu era preparada para a cirurgia Grace me disse que entraria comigo, mas eu não quis esse era um momento meu e de Christian se eu não podia tê-lo comigo eu não deixaria mas ninguém entrar.

Após receber a injeção e enfermeira me pediu para esperar que logo eu iria ser encaminhada para a sala de cirurgia.

Eu estava com ódio o meu avião havia sido sabotado e por pouco eu e minha família não tínhamos morrido, eu tinha que agradecer muito ao meu piloto pelo pouso espetacular que ele havia feito em uma pista clandestina, se não agora estaríamos todos mortos.

Eu só queria chegar em casa e encontrar minha mulher e meus outros três filhos, Noah que estava comigo parecia cansado, mas disse que não pararia ate chegar em casa e ver a mamãe, com muito custo todos nós conseguimos uma carona de volta para casa Mia, Ethan, Noah e eu fomos para o escala já que eu sabia que meu pais estaria lá esperando por mim.

Assim que passei pelas portas do elevado e Gail olhou para mim ela parecia estar vendo um fantasma.

–Senhor Grey? –Ela disse como se não acredita-se que eu estava ali mesmo.

–Onde estão todos Gail quero ver minha mulher? –Ela me lançou um olhar tenso.

–Todos pensaram que algo havia acontecido a menina Kate ficou muito nervosa e acabou sendo levada para dar a luz a pequena Ava, já Ana estava devastada e sentiu contrações e logo a bolça estourou ela também foi levada senhor Grey. –Assim que ela disse isso meu mundo cai meus filhos iriam nascer e eu não estava lá eu havia prometido que iria cuida dela, que estaria segurando a sua mão.

–Cuide de Noah, estou indo atrás da minha mulher agora mesmo. –Não esperei pelos gritos de Mia e sai que nem um louco assim que cheguei a garagem Taylor já me esperava com a chave do carro em mãos.

O caminho até o hospital pareceu uma eternidade, assim que cheguei a recepção vi que todas as pessoas olhavam para mim foi quando vi minha foto na televisão dizendo que o avião da minha companhia havia caído e que nenhum de nós havia sido resgatado.

–Quero ver á minha mulher Anastácia Grey rápido ela esta tendo os meus filhos agora.

Digo para ela que assente e procura pelo nome de Ana, assim que ela me diz que a cirurgia esta quase começando eu corro para o andar indicado e assim que passo pela sala de espera escuto um grito vindo da minha Mãe.

–Christian. –Ela corre ate mim e me abraça como nunca havia feito antes em toda a minha vida. –Filho você está aqui, sua irmã como ela está.

–Estamos todos bem, mas não posso falar agora mãe tenho que entrar eu não posso deixar Ana ter os bebes sozinha.

Ela assente e deixa o meu pai me dar um abraço para logo correr para a sala onde minha mulher será operada, assim que chego lá uma enfermeira me diz que não posso entrar, mas assim que explico á ela que aquela mulher dentro da sala e minha mulher ela autoriza e me manda trocar de roupa.

Assim que faço tudo o que ela me pede eu entro e a vejo ali deitada posso ver os médicos em volta dela que tem lagrimas nós olhos, chego mais perto e pego a sua mão quente.

–Eu estou aqui meu amor, eu vim por vocês. –Ela olha pra mim e deixa todas ás lagrimas caírem livres por todo o seu rosto.

–Eu amo você. –Ela me disse com um sussurro, e logo um chorinho invada a sala e eu sou chamado para corta o cordão umbilical.

Pego e vejo que meu menino está aqui chorando alto, eu o levo até Ana que olha para ele com tanto amor e carinho que lagrimas me veem aos olhos.

Logo tenho que entregar ele para enfermeira e assim que faço isso escuto outro chorinho e dessa vez ele é calma e ate mesmo controlado, volto e corto o cordão e a pego no colo, minha bonequinha, minha menininha, a levei para Ana que olha para nossa filha assim com fez com o nosso menino.

Quando entrego minha menininha para a enfermeira eu escuto a movimentação na sala e todo vão em volta da minha mulher eu quero volta para o seu lado mas um enfermeiro me faz sair de lá, assim que chego ao corredor minha lagrimas caem junto com meu corpo que bate no chão eu não posso ter me salvado de um maldito acidente aéreo para perder a minha mulher em uma mesa de parto.

Eu não seu quanto tempo chorei só sei que senti dois braços me amparando e cuidando de mim.

–Ela é forte vai voltar para nós Christian não se preocupe ela vai voltar. –Minha mãe sussurrava em meu ouvido na todo momento essas mesmas palavras.

Fiquei ali parado no mesmo lugar sendo consolado por minha mãe ate escutar a voz de Ray.

–Como minha filha está? –Assim que ele disse eu levantei a minha cabeça e vi a doutora Greene olhando para nós com um pequeno sorriso.

–Ana teve uma variação na preção por isso tivemos que fazer a cesariana e também por isso teve aquele pico depois do parto mas agora tudo está bem ela foi para o quarto e poderá receber visitas.

–Meus filhos doutora. –Ela tinha um sorriso amplo assim que perguntei.

–Eles nasceram perfeitos com o peso ideal e não irão precisar de incubadora, logo eles estarão no quarto também.

Christian se levantou e foi para o quarto indicado pela doutora assim que abriu a porta ele há viu deitada, estava um pouco pálida, mas mesmo assim continuava linda para ele.

–Eu amo você. –Ele sussurrou em seu ouvido e foi capas de ouvir um suspiro vindo dela antes de escutar sua voz.

–EU amo você. –Ela disse pegando a minha mão e me dando um beijo ali.

–Você me assustou baby nunca mais faça isso eu achei que tinha perdido você. –Beijei os seus lábios com calma e pude sentir um sorriso nós seus lábios.

–Eu não consegui os ver direito estava meio grogue eu os quero aqui Christian.

–Ela vão estar mais temos que esperar um pouquinho tudo bem? –Ela assentiu e se recostou de novo para descansar.

Não demorou muito para que minha família entra-se junto com o pai de Ana assim que ele a vê corre para abraça-la e ela retribui, assim que eles se separaram uma batida na porta nos chamou a atenção, assim que olhamos duas enfermeiras entraram com dois embrulhinhos em seus braços.

–Olha quem veio conhecer a mamãe. –Uma delas disse e entrou meu filho para Ana e a outra entregou minha menininha para mim.

–Eles são a sua cara Christian. –Minha mãe disse arrancando risos de todos nós.

–Eles são lindos. –Ana assim que me sentei ao seu lado da cama para que visemos os dois ao mesmo tempo.

–Já escolheram os nomes? –Ray perguntou e antes que respondêssemos uma batida na porta nos chamou atenção assim que olhei e vi meu irmão ali com olhos brilhantes e um pacotinho rosa em seus braços.

–Olha aqui nossa pequena Ava Kavanagh Grey. –Meu irmão estava todo orgulhoso.

Ele veio ate nós mostrando minha sobrinha e olhou para os meninos e como poderia ser fez uma piadinha.

–Pois é mano eles são a sua cara não podemos negar isso como e o nome dessas belezinhas.

Olhei para Ana que encarava o rostinho do meu filho com bastante atenção e um sorriso surgiu nos seus lábios.

Theodore Raymond Steele Grey. –Ela disse com um sorriso grande. – Você gosta? –Ela me perguntou preocupada.

–É lindo e como vamos chamar a nossa princesa? –Perguntei para ela.

–Você escolhe. –Ela me disse e eu olhei para minha filha que estava linda em sua mantinha rosa.

Phoebe Rose Steele Grey. –Assim que disse ela sorriu para mim e confirmou nossos familiares adoraram, mas não demoraram muito eles queria ir ver Kate também, assim que eles saíram nossos bebes resolveram abrir os olhos e foi ai que vimos.

Theodore tem olhos azuis como o de Ana, mas Phoebe tem os meus olhos.

–Eles são lindos obrigado por me dar eles. –Dei um beijo em seus lábios e me acomodei ao seu lado.

–Obrigado você por me dar eles senhor Grey. –Ela colocou a cabeça em meu ombro.

Ficamos assim por um longo tempo os bebes dormiam tranquilamente e eu podia sentir minha mulher ao meu lado depois do dia que tivemos tudo melhoraria quando focemos para casa e ficássemos com meus outros dois meninos.

Assim que olhei para Ana vi que ela dormia tranquilamente levante coloquei minha menininha no bercinho que tinha ao lado e depois fui ate meu menino o peguei e coloquei ao lado da irmã e quando ia me sentar na cadeira para Ana poder descansar ela me chamou.

–Durma comigo preciso sentir você comigo Christian. –Eu não podia negar isso a ela.

Fui ate o lado onde não havia agulhas e me deitei com cuidado a puxando para mim, e assim dormimos eu não podia estar mais feliz.

Notas finais
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