Minha Doce Loucura
14 Quem Tem Medo de Brincar de Amor? - Parte 1
Notas iniciais
Tudo bem com vocês?!
Finalmente sábado não é?
Enfim, nesse capítulo temos de tudo: romance, melação, o esperado hentai, e até uma briga :3
Aliás, eu nunca escrevi hentai, então me digam se está bom assim ok?
E nessa medida está bom? Tipo, exagerei demais ou faltou mais... MAIS SACANAGEM? kkkkkkkk
Esse capítulo é dedicado à Roli Cruz - fazemos 6 meses de namoro hoje!
6 MESES, dá pra acreditar? :D :D :D
Boa leitura!!!
— É... Tem bastante gente aqui não? – Claire disse, assim que entramos na casa.
— Sim sim!
Passamos pela sala em que vários adolescentes ainda dançavam, pela sala de jantar, onde um idiota assobiou para Claire e enfim chegamos na cozinha, que estava um tanto mais tranquila. Paul ainda estava lá, conversando com Hillary, e até que conseguia fazer ela rir as vezes. As vezes.
Claire logo pegou uma bebida da geladeira. Não consegui ler o que estava escrito, mas devia ser... Vodka? Whisky? Conhaque?
— Você já bebeu? – ela perguntou, tentando abrir a garrafa.
— Claro que sim – eu disse, tirando a garrafa da mão dela, e abrindo.
— Eu quis dizer hoje, agora, na festa – ela olhou pra mim rindo.
— Ah, hoje ainda não.
Ela tirou a garrafa da minha mão e tomou um bom gole da bebida. Ah... E se ela ficasse bêbada? O que faria? É, eu preferia não pensar nisso. Pelo menos, ainda não. “Tome!” ela disse, me oferecendo a garrafa. Sinceramente, eu não estava afim de ficar bêbado; mas um pouquinho só não faria mal logicamente. Tomei um gole e a bebida desceu ardendo pela minha garganta. Ardia mesmo, mas logo veio uma sensação boa.
— Você não é de beber neh? – ela perguntou.
— Só um pouco. Ás vezes. Não preciso tomar coisas pra sair fazendo loucuras por aí – haha, como sou engraçado.
— É, percebi isso – ela falou, se preparando para mais um gole.
E espera. Aquilo foi um olhar malicioso? Dela pra mim? Foi rápido. E eu percebi que... Claire era de beber! Pelo jeito já estava acostumada com festas do tipo, com bebidas e tudo mais.
— Fred, quem é essa? – alguém do meu lado perguntou. Eu virei e ah não. Era aquela garota de 18 anos, a tal Gabrielly. Ela se referia à Claire.
— Ah, essa? Essa é... A minha namorada – falei, forçando um sorriso e pegando Claire pela cintura. Fiz isso bem quando ela estava tomando um gole, e ela se afogou.
— Namorada? – as duas perguntaram juntas.
— Sim, faz uns... Umas 2 semanas que estamos juntos – falei, puxando Claire para mais perto e sorrindo para Gabrielly.
Ficamos os três em silêncio por um tempo. Percebi que Gabrielly não iria sair de perto da gente, então eu disse:
— Nossa, que cheiro é esse? – falei, fingindo estar sentindo alguma coisa – deve ser lá da sala de jantar, vamos Claire!
E levei Claire para lá. Graças aos céus, Gabrielly ficou na cozinha, sem saber o que fazer. Na sala de jantar, haviam um monte de caixas de pizza fechadas. Quentinhas. Abri uma e peguei dois pedaços. Ficamos por ali comendo a pizza.
— Sua mãe sabe que você vem à festinhas assim? – perguntei.
— Minha mãe não sabe de muitas coisas – ela falou, levantando a garrafa de bebida.
— E tem algo que eu deveria saber? – falei, e ela pensou um pouco.
— Que eu fico tonta fácil? – rimos juntos – se eu cair, me segure.
— Pode deixar...
— E que história era aquela de namorada?
Fiquei meio confuso e não, não sabia o que falar.
— Bem... Hum... Só falei pra aquela menina sair de perto da gente sabe, ela é chata!
— Mas gosta de você – Claire disse, olhando com desanimo sua pizza.
— Mas eu não gosto dela. E pronto – falei, dando um sorrisinho tosco.
Claire se animou novamente, e continuamos conversando, e ouvindo aquela música insuportável.
— Gosta desse tipo de música? – perguntei.
— Nem um pouco, acho praticamente um lixo. – ela respondeu, e eu fiquei mudo por um tempo.
— Sério?!
— Sim sim.
Me ajoelhei na frente dela e fingi ter alguma coisa na mão.
— Casa comigo? – falei, e nós dois demos risada. Levantei e me “recompus”.
Eu já tinha pensado nisso um monte de vezes, e continuava pensando: Claire estava uma gata, mesmo. Estava tão linda, tão exuberante, tão... Perfeitamente perfeita! E porque será que desde aquele dia, ela não havia mencionado o nosso... Beijo? Será que não tinha gostado do jeito que beijei? Será que não queria nada sério comigo? E se... Ela tivesse namorado já?
Não, se tivesse namorado não estaria numa festa dessas comigo.
— FRED! – escutei alguém gritando, na porta da sala de jantar.
Me virei para ver quem era e era... Uma garota. Ela tinha cabelos castanhos com mechas loiras, era um tanto baixinha e tinha uma franja. Estava com uma blusinha branca e calça jeans. Depois de algum tempo, vi que a não ser pelos cabelos, ela era MUITO parecida com Claire. As duas tinham a mesma altura, o mesmo... “formato” por assim dizer, corpo parecido, etc.
— É... Oi – falei sem jeito. Ela se aproximou e me deu um abraço super-apertado. Ela me conhecia, mas eu não lembrava quem ela era de jeito nenhum.
— Você não lembra de mim? – ela perguntou, me segurando pelos braços.
— Sinceramente, não – respondi, com medo do que ela faria depois.
— É, achei que você não lembraria mesmo. Mano, nós estudamos na 2ª e na 3ª série juntos! – fiquei em silêncio, não lembrando ainda – lembra de quando colocamos fogo no jaleco da professora?
Só assim eu lembrei. Lembrei que tinha uma amiguinha na escola, com quem aprontava um monte de coisas. Lembrei das vezes em que colocamos fogo no jaleco da professora, da vez em que soltamos 3 ratos brancos dentro da sala, quando assustávamos os alunos menores com lendas da Loira-Do-Banheiro, e muitas outras “aventuras”. De repente, fiquei mal por não ter lembrado dela.
— Agora lembrei de você! Quanto tempo! – falei, e dei mais um abraço apertado na garota. Ela, como sempre, abraçava forte.
— Não sabia que você conhecia o Fred, Alice – Claire falou, assim que larguei da garota.
— Conheço ele sim – a garota falou, dando um beijo na bochecha de Claire. Pelo jeito, as duas eram amigas também.
— 2ª e 3ª série é? – Claire falou para nós dois.
— Sim, a gente aprontava um monte – Alice falou. Ia continuar falando, mas logo parou e ficou olhando eu e Claire — ... Vocês... Tão namorando é?
— Nós? Hã? Não – falei, rindo – por quê?
— Sei lá, tavam ai sozinhos conversando... E formam um belo par hein.
De repente, Alice e Claire começaram a trocar... Olhares estranhos. Eu não sabia por quê. Estavam se comunicando, sei lá, algo assim. Decidi por um fim naquilo.
— Vocês são amigas? – perguntei.
— Sim, a algum tempinho já – Claire falou.
— Eu nunca conheci uma pessoa tão maluca quanto a Claire! – Alice falou.
— Eu? Maluca? Se enxerga mulher! – Claire respondeu, e as duas riram.
— Fred – Claire falou – vai lá... Pegar mais uma garrafa pra gente?
— Claro.
Ela tinha deixado BEM claro que queria falar a sós com Alice. Mas o que queria falar com ela, que eu não podia saber? Não que eu não gostasse de Alice, mas queria ficar sozinho com Claire de novo, só nós dois.
Fui na cozinha e peguei uma garrafa de não-sei-o-que na geladeira. Aquela garota Gabrielly estava por lá, bebendo e bebendo cada vez mais. Paul tinha se soltado com Hillary, e os dois estavam rindo feito loucos.
Voltei junto com as duas garotas e entreguei a garrafa já aberta para Claire. Ela tomou um gole e em seguida entregou para Alice, e depois veio a garrafa de volta para mim. Tomei só um pouco.
— Bem, eu não quero ficar segurando vela aqui ok? – Alice disse – foi bom reencontrar você Fred!
Ela ia me dar um abraço, mas antes que pudesse encostar em mim, alguém me puxou com muita força para o lado e me tascou um beijo na boca.
A menina me beijava com a língua mas eu não estava gostando, por ser tão forçado e rápido assim, e por ela estar fedendo à álcool. Tentei me soltar, mas a garota me segurava forte pelas costas. Eu sabia que era uma garota por que... Bem, pelos cabelos longos que senti no meu rosto.
Logo, alguém me puxou por trás e me soltou da menina. Claire era quem tinha me puxado para trás, com muita força também. Só então vi quem havia me beijado a força: aquela garota, Gabrielly.
— O que você fez menina?! – gritei para ela, meio tonto.
— Fredzinho, eu sei que você me quer – ela disse, vindo na minha direção altamente alterada.
— Ele não te quer não, vai atrapalhar outro casal guria! – Alice entrou na frente dela e a empurrou.
— O Fred me quer sim, ele disse pra mim antes dessa puta chegar – ela tentou apontar para Claire.
E... COMO ASSIM chamou Claire de puta? Não sei o que foi aquilo, mas pela primeira vez na minha vida senti vontade de bater em uma mulher. Felizmente, alguém fez isso antes de mim. Alice deu um tapa na cara de Gabrielly, que a fez cair para trás.
— Não chame minha amiga de puta! – ela gritou excepcionalmente alto.
— Chamo sim, porque – nesse momento, Gabrielly tentou se levantar, mas caiu. Depois de muito sacrifício conseguiu ficar de pé – porque ela é mesmo, uma bela de uma vadiazinha!
— E você é muito certa e perfeita pra falar dos outros não é?! – Alice gritou, se aproximando da outra.
Naquele momento, percebi que uma roda de pessoas havia se formado em volta da gente. Alguns já estavam começando a gritar “Briga!”.
— Pelo menos, sou melhor do que você; melhor do que você e sua colega de trabalho.
Nesse ponto, Alice explodiu de raiva. Pegou a primeira garrafa de bebida que viu e quebrou na cabeça da outra. Gabrielly gritou de dor, e pulou para cima de Alice e começou a arranhá-la. Alice não se intimidou e meteu um belo soco na cara da bêbada.
O resto da briga não consegui ver direito. As duas começaram a rolar no chão, e só Alice é quem conseguia acertar os golpes, talvez por estar lúcida. Alice não era do tipo de menininha que só dava tapas e puxava o cabelo da adversária. Ela batia mesmo, pra machucar.
Vários outros adolescentes passaram na nossa frente, para ver a briga, e eu e Claire nos afastamos dali. Ouvi barulho de mais vidros quebrando e uma bêbada gritando; parece que quem estava ganhando a briga era Alice afinal.
Fomos até a sala onde não havia praticamente ninguém (só dois garotos dormindo juntos no sofá) e falei para Claire:
— Desculpa – e a abracei bem forte.
— Desculpa? Pelo que? – ela perguntou.
— Por... Ter beijado aquela menina, sei lá.
— Mas ela te forçou não forçou?
— Forçou. Mas mesmo assim, peço desculpas.
Continuei abraçando-a. Ela tinha um perfume tão bom...
— Fred – Claire disse. Estávamos abraçados ali, quietinhos, sem ninguém nos incomodar. Estava tão bom...
— O que?
— Você é um fofo sabia? – ela falou, e me apertou mais.
Me soltei dela, mas continuei segurando-a pela cintura.
— Não sou não – falei, dando um sorrisinho.
— É sim!
Ela falou e nos beijamos. O beijo dela era tão doce, tão incrível, com um gosto tão bom de mel... Infelizmente o beijo só durou um pouquinho, e logo nos soltamos. Ela pegou (mais) uma garrafa de bebida, tomou um gole e disse:
— Vamos lá fora tomar um ar?
— Claro.
Peguei ela pela cintura e fomos para a parte de trás da casa. A briga continuava na sala de jantar, mas não conseguimos ver quem estava ganhando.
No quintal da casa, tinha uma piscina enorme onde vários adolescentes pulavam, nadavam e se beijavam. Claire tomava goles e mais goles daquela bebida, e as vezes me oferecia um pouco. Eu tomava só uns golinhos e devolvia a garrafa à ela.
Depois de algum tempo, sentamos na grama e ficamos calados, observando tudo e qualquer coisa. De repente, Claire deitou e me convidou para deitar também, na grama. Deitei com ela, e ela se apoiou em meu peito. Parecia que ela não se preocupava com que os outros iam pensar.
— Aquele é o Cruzeiro-do-Sul. Eu acho – apontei para o céu, mostrando a constelação para ela.
— Eu não sei nenhuma constelação, mesmo. Não faço ideia de quais são quais.
— Eu também, só conheço o Cruzeiro-do-Sul que é o mais fácil – falei, e rimos.
— Eu to tão tonta – Claire falou, me abraçando.
— Porque será? – falei, rindo.
— Você é muito perfeito sabia Fred?
— Não fala essas coisas, não sou não.
Ela levantou de repente, meio que cambaleou e ofereceu a mão para me ajudar a levantar também. Achei meio errado se apoiar numa garota praticamente bêbada, mas aceitei a ajuda.
— Vamos lá pra cima? – ela falou, apontando para o segundo andar da casa, provavelmente onde ficavam os quartos.
— Lá pra cima?
— Já fomos em todos os lugares da casa, menos lá em cima...
— Hey cara – alguém me chamou. Olhei para o lado e vi que era um garoto, que eu não conhecia – pode levar essas caixas lá pra dentro pra mim?
Ele apontou algumas caixas que estavam no jardim. Eram meio grandes, mas não pareciam tão pesadas. E credo, que cara quebra-clima.
— Por que você mesmo não leva? – perguntei, enquanto Claire já me puxava de volta para dentro da casa.
— Estou meio tonto sabe, então não dá muito certo eu levar as caixas para dentro.
Eu não ia perder o braço se levasse as caixas lá dentro, então disse para Claire esperar cinco minutos, e comecei a puxar as caixas para dentro. Eram seis no total. O garoto-quebra-clima disse pra eu colocar cada uma em um lugar: uma na cozinha, outra na sala, etc. Agora virei empregado discerto?
Depois de uns 5 minutos mesmo, terminei de carregar as caixas. Elas ficaram mesmo espalhadas pela casa e tudo mais. Claire tinha ficado sentada num banco ali por perto, e então chamei ela pra dentro.
Ela cambaleava, estava bêbada, mas nem tanto – graças aos Céus. Subimos as escadas depressa e vimos um corredor com várias portas. Não sabíamos em qual entrar. Por isso tentamos uma por uma.
Em uma já estava um casal “aproveitando”. Outra era o banheiro, e tinha uma garota vomitando lá. Num outro quarto haviam dois casais, “aproveitando” também. Só encontramos um bom quarto vazio no final do corredor.
Claire entrou correndo e se jogou na cama. Entrei logo após ela e fechei a porta devagar. Virei para Claire e ela estava sentada na cama, tomando mais um gole.
— Você é virgem Fred? – ela perguntou.
— Hum... Meio a meio – falei, o que era uma verdade.
— Que interessante hein – falou ela.
Claire levantou e veio até mim. Nos beijamos por um bom tempo, ela passeava com as mãos dela em minhas costas, e eu nas costas dela. Logo ela tirou minha blusa e com uma força que eu não sabia que ela tinha, me jogou na cama. Ela tirou a própria blusa, jogou em qualquer lugar e pulou em cima de mim.
Continuamos beijando muito forte. Abri os olhos um momento, e vi que eu já estava sem camiseta. Estranho, pois não tinha sentido ninguém tirar minha camiseta. Mas foda-se, eu ia tirar uma hora ou outra.
Ela estava mesmo maluquinha. Estava me beijando como se fosse a ultima coisa que faria na vida. E eu senti o cheiro forte dela, aquele perfume... Então era esse o cheiro de mulher, que os homens tanto falavam?
Claire fez eu me encostar na cabeceira da cama. Fiquei meio deitado meio sentado. Ela foi mais pra trás, estava de joelhos na cama. Ela olhava fundo pra mim, e colocou a mão nos seios. Ela ia... Fazer um strip?
Devagar ela foi tirando sua camiseta, e cara, ela era sensual DEMAIS. Fazia movimentos que estavam me deixando... Bem, me deixando bem animado, por assim dizer.
Logo ela tirou a camiseta e o sutiã dela era... lindo. E um tanto estranho. Quer dizer, não que eu tenha visto muitos sutiãs pra dizer quais são estranhos ou não, mas enfim.
Era vermelho, muito vermelho. Mas no peito direito tinha um coração branco, totalmente diferente do resto do sutiã. Mas eu não ligava pra aquilo, devia ser do sutiã mesmo e eu queria vê-la sem aquela peça.
Ela “brincou” mais um pouco, e logo tirou o sutiã. Os peitos dela eram grandes. Não que eu tivesse reparado nisso só agora, mas enfim. Não me aguentei e quando vi, já tinha ido pra cima dela e a agarrado. Fiquei por cima dela e a enchi de beijos em todos os lugares (teoricamente, não foi em todos os lugares, mas na região do corpo que ela havia exibido).
Tirei minhas calças e desci mais os beijos, pela barriga dela até a calcinha. Parei aí, e olhei para Claire. Ela fez um sinal de sim com a cabeça, e eu fiz o que devia fazer.
***
Depois daquelas pré-eliminares, fiquei por cima dela e eu estava muito excitado. Quando vi, já estava aumentando a velocidade das estocadas.
Ela gemia baixinho e puxava o lençol da cama. Puxava mesmo, aquilo logo logo iria rasgar. E Claire era muito boa na cama, eu queria ficar a noite inteira ali com ela, fazendo aquilo. Eu estava tão feliz e sentindo tanto prazer, podia escutar os fogos de artifício estourando ao redor da gente e na casa toda.
Aquilo não era uma loucura, e realmente, haviam fogos de artifício explodindo aquela casa inteira. Provavelmente, eram daquelas caixas que puxei pra dentro da casa.
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