Notas iniciais
como eu estava esperando minha amiga postar também eu decidi escrever e ela posto eu ja tava com o 4 pronto então ta

–oi mãe- digo entrando em casa, ja quero subir as escadas mas ela me chama

–Querida, chegou tarde, oque houve?

–pai ta em casa?

–Sim, esta na cozinha me ajudando a fazer o jantar- ta explicado porque estava sendo tão bondosa com migo, me chamado de querida.

–Eu vim a pé-digo

–sozinha?-perguntou

–Sim, mãe, eu vim sozinha.

–Não deveria vir para casa sozinha uma hora dessa- disse balançando a cabeça- Você parece estar cansada, suba, deixa sua mochila e chame seus irmãos

Eu tenho dois irmãos Andre de 15 e Lana de 11. Casais da abnegação não podem ter mais de dois filhos, mas meus pais tem Lana, uma das únicas coisas que me faria ficar na abnegação. Lana um anjinho, nunca fez nada de errado, sempre obedeceu as regras, ajudava a todos, o máximo possível. Laninha apenas esta aqui porque meu pai é membro do conselho. Ou seja, meu pai quebrou as regras. E Andre é... O Andre, eu não tenho nada para falar dele, ele so é um irmão idiota.

Lana esta na cama do lado da minha, como so havia 3 quartos e deveria haver 4 quartos, então ate eu sai, ou fazer 18 ( se eu ficar) Lana fica com migo no meu quarto e eu posso dizer eu prefiro ter ela do que ficar sozinha com meus pesadelos. Eu posso ficar com ela conversando, pensando, pra ela eu posso falar tudo.

–Oie Laninha.

–Oi Margarete.

–Para. Eu vo começar a te chamar de Eleanor, é isso que você quer?- falo jogando minha bolsa na cama, pego o travesseiro e jogo nela.

–Parei-disse ela atirando o travesseiro em mim- Margarete

–Fala de novo- dessa vez pego o travesseiro e bato nela ate ela cair no chão- Fala, fala,fala.- ela não conseguia falar de tanto dar risada.Lana (ou Eleanor chame como quiser) tinha cabelos preto e olhos verdes, so a pele mais clara que a minha , mas não a uma unica pessoa que diga "vocês não são irmãs"

–Mary-risadas- eu quis dizer Mary me desculpe.

–É bom ouvir isso, a mãe ta chamando- antes de sair de perto dou outra travesseirada nela.

Vou ate o corredor bato duas vezes na porta da frente.

–Toc Toc- falo

–Fala- ele diz

– A mãe ta chamando.
As luzes se apagam, quando da oito horas as luzes da abnegação apagam e temos que comer a luz de velas.

–Droga — digo em voz baixa. Quando vou continuar a andar no corredor sinto uma coisa me empurrando contra a parede e depois ouço uma risada- Lana, eu vo te bate — e tento achar ela no escuro — Lana não corre, a gente ta no corredor escuro e se você correr cai da escada e quem vai ser a culapad..

– é você- ela disse

–Bom que você sabe- ouço os pesinhos delicados dela descendo a escada fazendo o mínimo de barulho possível. Desso as escada também delicadamente. Quando chego na sala tropeço no sofa e bato numa coisa que eu não sei o nome e caio no chão.

–Meu Deus- digo

–Você ta bem? -a voz de Lana

–Você enxerga no escuro?

–Não so ouvi você se quebrando no chão.

–Meninas -A voz da minha mãe- venham . Onde esta o seu irmão?

–Ta descendo- falo com uma voz diferente

–Mocinha...

–Oi pai

– Ola Querida- meu pai Roger, ele sempre me chama de querida, não é como a minha mãe que só me chama de querida quando meu pai esta.. Ele não ve como ele é chata com migo, com qualquer coisa

Meu irmão chega e nos começamos a comer.Meu pai, minha mãe e meu irmão conversam, enquanto eu e Lana nos encaramos . Quando eles estavam distraídos, fazíamos brincadeiras como, encaramento, brincadeiras com a comida ou fazendo caretas. Eu percebo que quando estou com a Lana não tinha 16 , tinha 11, volto a ser criança e se ela pedir para ficar EU FICO.

–Então , Mary , Você tem uma grade decisão para amanha- diz minha mãe- Você ja se decidiu ?- todos olham para mim, sendo que eu estava brincando com a Lana, e eu estou com uma careta, e agora esse momento se tornou estranho e constrangedor, e todos devem estar se perguntando oque eu estou fazendo.

–Mais ou menos, acho que vou decidir quando chegar la.

–você não pode fazer isso, ja deveria ter escolhido-ela diz

–Você não vai mandar em mim, eu não vou escolher oque a senhora quer, se depender de mim saiu da abnegação so para te irritar

–Esta bem chega- minha mãe disse -va para o seu quarto

–Ta bom oque eu fiz agora? falei a verdade.

– A maneira como você me responde me deixa tão irritada-ela diz tentando se acalma.

–Lucy, ela tem razão, a decisão é dela.

–Você não vê a maneira que ela me trata? Essa menina vai nos lagar e me trata assim.

–Mãe você nunca percebeu como me trata? você tira a minha diversão para sua diversão, porque você me trata assim?- isso é uma coisa que gostamos de chamar de raiva pela mãe que na verdade amamos- Desculpa, perdi a fome.

Não vou para o meu quarto vou ate a cozinha e saio pelos fundos ( mas antes é claro, tropecei no fogão ), aqui fora esta escuro, não muito por causa da luz da lua .Me distancio um pouco de casa e começo a chorar. Eu amo a minha mãe, eu amo minha família mas eu não aguem mais minha mãe fazendo isso com migo. Não quero deixa Lana, Andre, meu pai , não quero deixar as partes boas da minha mãe, que já me protegeu, me ajudou... mas a sempre um "mas"

Meu pai saiu pelos fundos e sentou do meu lado

–Querida, oque houve?

– Sabe... -digo com uma voz chorosa- a mãe sempre me tratou assim e eu me cansei disso, eu quero ir embora, mas e não quero deixa Lana, nem você, nem Andre, mesmo ele sendo um idiota.

–Querida, eu não posso fazer nada nesse caso .- O silencio permanece por uns minutos — Minha mãe veio da Audácia, e ela trouce uma coisa com ela, oque ela teve que esconder muito bem- meu pai tira alguma coisa do bolso , um colar preto com um pingente prata, quando o pego dentro do pingente o simbolo da audácia.

–você esta dando isso para mim?

–Minha mãe deu isso a mim, eu queria joga-lo fora, mas não tive coragem, quero que fique com ele, como prova de a decisão é sua, não minha, não da sua mãe, sua.

–pai eu não quero deixar você- digo chorando mais ainda.

–Vamos estrar, peça desculpas a sua mãe.

Guardo o colar no meu bolso quando entramos na cozinha.

–Ai estã...- dou um abraço na nela

–Mãe desculpa-digo. quando olho por cima do ombro dela Andre nem Lana estão la, acho que mandou eles subirem ou coisa do tipo- desculpa, mas eu tenho que ir.

Subo as escadas e quando entro no meu quarto Lana esta na minha cama, caminho em direção a minha cama mas eu bato em minha cabeceira.

–Mary, você é cega por um acaso? a vela ta acesa oque mais você quer.

Mas não ligo para dor nem as palavras dela, abraço .

–escuta, Lana se eu não voltar, saiba que eu te amo muito.

–Você vai embora?

–Sabe.. você vai se sair muito bem sem mim, mas eu sem você aqui sem chance. Escuta, digamos, se eu eu escolher a erudição, não quero que você escolha a erudição porque eu escolhi. A escolha é sua não minha. E não escute a mamãe, ela faz um tipo de lavagem cerebral em você que te faz escolher a abnegação. Esta bem?- ela da uma risada, e faz que sim com a cabeça- Que bom.

–Você vai me largar ou eu vou ter que dormir com você?

–Pode ir, seu chata-digo e ela pula para baixo dos cobertores

Durmo com a mão no bolso, segurando o colar.Acho que isso não é conhecidencia. Nasci para ser corajosa. Mesmo que isso me mate.

Notas finais
mano eu sei que eu postei o 3 faz 20 segundos mas, como disse carolina quanto mais treta Melhor kkkkkk
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.