Notas iniciais
Oiêêê! =3 Mais um capitulo para vocês! Foi mal pela demora para postar, eu não ando tendo muito tempo... mas enfim, boa leitura! X3

Bom, vou resumir tudo pra você: Annabeth resolveu voltar para a aula, já que ela adora geometria... Eu tentei meio que manter distancia dela, tipo, o clima estava tenso entre nós. Ah! E graças aos deuses não tinha dever de casa.

Quando estávamos saindo da aula, 13:05, resolvi falar com ela, ver se eu acerto as coisas...

-Annabeth. – Chamei sua atenção, ela olhou pra mim, de uma forma ameaçadora.

-O que foi lerdo? – Ela disse com rigidez.

-Eu... Eu... – Minha voz falhou por um momento – Eu queria me desculpar... Pelo ocorrido...

-Você não precisa se desculpar. A culpa não foi sua.

-Mas você ainda está meio triste né?

-Sim...

Por um momento, pensei em uma coisa bem arriscada. Mas tinha que tentar, não queria ver Annabeth assim.

-Sabidinha. – Eu disse me afastando de Grover e diminuindo o passo, assim ele foi para frente. — Eu sei de uma coisa que pode te animar.

Ela percebeu que estávamos nos afastando de Grover, então eu condei todo o plano no ouvindo dela, que concordou com a cabeça e com um sorriso malvado no rosto. Depois eu disse:

-Ei Grover, — Ele se virou para nós – Eu e a Cara de Coruja vamos passear pela floresta. Tchau.

-Eu não posso deixa-los sozinhos – Começou Grover, depois ficou com um sorriso besta no rosto. – Querem namorar escondidos, é? Quero ver vocês adultos, casados!

-Eca Grover! – Annabeth disse com uma careta no rosto – Eu já disse que somos só amigos.

-E além do mais. Quem disse que você manda na gente? – Eu disso cutucando-o, que depois se assustou com a expressão no meu rosto. Annabeth se segurava para não rir.

-Ah não... Vocês não...

-Agora! – Gritei.

Eu e a Cara de Coruja, o apelido que não caiu bem nela, pegamos Grover pelo braço e saímos correndo pela floresta, até chegarmos em um grande riacho.

-Pronta? – Perguntei.

-Com certeza!

-Não!! – Grover gritou.

Eu e Annabeth empurramos Grover no riacho, onde a correnteza ela muito forte. Um pouco antes que ele caísse, eu usei toda a minha força para mandar uma onda de água doce levar Grover para... Algum lugar por aí.

Quando ele saiu de vista. Eu e Annabeth começamos a rir feito psicopatas que matou o mundo inteiro.

-Tenho que admitir Cabeça de Algas. – Ela falou entre os risos – Isso foi de mais!

-Pois é... – Antes que eu terminasse de falar, nossos olhares se encontraram.

-Percy... – Annabeth desviou a cabeça – Onde estamos mesmo?

-Érr... – Eu tinha esquecido desse pequeno detalhe. – Eu... Sei lá...

-Tinha que ser o cabeça de algas mesmo! – Ela reclamou e começou a andar para alguma direção.

-Ei! – Gritei – Eu não fui o único a empurrar Grover na água!

-Mas eu não fui o idiota que teve essa ideia!

Dessa vez eu não me controlei, começamos uma briga alheia de quem é mais idiota. E eu sem pensar duas vezes, saquei Contracorrendo do bolso e a destampei, ela tremeluziu a luz do sol.

-Ah! Você não ousaria... – Ela mostrou sua adaga.

-Eu sou bem mais forte que você! Nem tente... – Mesmo antes de eu terminar de falar, eu já estava caído no chão com cortes pelo corpo todo, e Annabeth me segurando.

-Mais forte né? Franguinho...

-Para uma filha de Atena, você é muito burra! – Ela rosnou para mim e cortou minha bochecha, aproveitei para chutar suas pernas e faze-la perder o equilíbrio.

Passamos horas lutando e xingando um ao outro, quando eram umas... 6 da tarde, eu acho.

-Já chega! – Annabeth pegou sua mochila, guardou a adaga e se foi.

-Annabeth! Espere!

-Não. – Foi a ultima coisa que ela disse antes de sumir na mata, um simples: Não.

Droga! Eu tinha que ser tão burro assim? Perdi minha melhor amiga e meu melhor amigo, agora estava sozinho, no meio da mata.

Não sei ao certo, mas acho que fiquei até umas 20:00 pensando na vida, em cima de uma árvore alta no meio do nada.

Estava bem distraído, olhando a lua e pensando nos momentos da minha ultima missão. Se eu não tivesse saído de meus pensamentos por um segundo, uma adaga de bronze celestial teria acertado em cheio minha cabeça.

Eu reconhecia aquela adaga. Era de Annabeth. Ouvi passos abaixo de mim. Como sou curioso, dei uma espiada.

Minha melhor amiga estava desesperada, procurando sua adaga. Vi alguém a derrubando por trás... Era um tipo de monstro... Era uma fúria...

-Annabeth! – Gritei lá de cima.

-Percy! – Ela respondeu esperançosa. Escorria um pouco de sangue se sua boca e ela tinha muitos cortes pelo rosto e pelos braços, um pouco nas pernas.

Por instinto, pulei na tal fúria que eu não reconheci e rezando para não ser a sra. Dodds.

No ar mesmo, destampei contracorrente e fiz um corte na perna da tal fúria enquanto caia no chão.

Ela se virou para mim.

-Ora! Se não é Percy Jackson... O ladrão de raios! – Quando a fúria se virou, infelizmente a reconheci. Era a sra. Dodds...

-Saia de perto dela! – Gritei, tentando não sair correndo.

Como eu disse, ela se afastou de Annabeth, ainda gemendo de dor, e fiz outro corte no ombro dela.

-Só isso que sabe fazer, herói?

Em um piscar de olhos, ela abriu as asas de morcego e me derrubou, me choquei contra a árvore.

-Percy, não! – Gritou Annabeth enquanto eu pegava minha espada no chão.

-Já era... – Eu disse .

Quando a fúria estava bem perto, levantei Anaklusmos em direção ao tórax dela. A contracorrente fez um bom trabalho, atravessou a fúria rapidamente. Enquando ela virava pó, fui socorrer Annabeth.

-Sabidinha! Você está bem? – Perguntei dando a mão para ela.

-N-não... – Ela segurou minha mão com a sua esquerda, ela parecia perder muito sangue, foi que notei um corte IMENSO no braço direito dela – Meu braço está... Você saber. Tem néctar e ambrosia?

-Vou ver. – Sentei Annabeth em uma árvore e comecei a vasculhar minha mochila. Infelizmente, não tinha nada lá, além de livros e materiais escolares.

-Você trouxe néctar ou ambrosia? –Perguntei, sem jeito.

-Eu não, eu pensava que você já tinha trago.

-Mas eu pensava que você trouxe...

Nós trocamos olhares.

-Você tem mesmo uma cabeça cheia de algas.

-Ei! Não vamos começar a brigar de novo não, tá?

-Tá...

Fui buscar alguma coisa por perto, voltei apenas com algumas folha que pareciam ajudar.

Fui colocar uma folha escura no machucado de Annabeth, mas ela derrubou a folha da minha mão gritando:

-Isso é venenoso Percy!

-Você acha que eu sou filho de Atena pra reconhecer folhas só por olha-las?

-Então não faça nada!

-Então... Mudando de assunto... Voltamos pro acampamento hoje mesmo ou esperamos amanhecer?

-Amanhã de manhã tem aula, o correto seria voltar agora.

Apenas assenti.

Caminhamos em um silêncio desconfortável. Dava pra perceber que Annabeth tentava não demonstrar dor. Ai que eu tive uma ideia, lembrei que tinha trago um casaco em minha mochila. Desci minha mochila das costas e vasculhei-a até encontrar um casaco. Annabeth, parou, confusa, me olhando sem entender o que eu queria fazer.

-O que você está fazendo? – Ela perguntou.

-Apenas tire sua mochila. – Ela me obedeceu e se sentou ao meu lado, eu peguei seu braço cortado e amarrei meu casaco nele. Como um curativo. Ela me olhou um pouco mais feliz e disse:

-Obrigada, está bem melhor. – Mas seu olhar dizia: “Parece que você finalmente tirou algumas algas da sua cabeça...”

-De nada.

Annabeth ia carregar sua mochila de volta, mas eu levi para ela. Por causa de seu braço... Realmente a coisa estava meio séria.

Passamos umas 3 horas caminhando até avistarmos um grande pinheiro. O pinheiro de Thalia. Eu e a Cara de coruja saímos correndo para lá, tinha uma luzes acesas.

Tentamos entrar no acampamento sem sermos percebidos. Mas Quíron logo segurou nossos braços, e claro, o braço não machucado de Annabeth.

-Onde vocês pensam que foram? –Ele perguntou, muito bravo – Grover conseguiu chegar até aqui e nos contou tudo. Eu não devia deixa-los sair do acampamento assim.. – Ele fez uma careta e nos arrastou para a casa grande. Pelo jeito, estávamos ferrados.

Continua...

Notas finais
Se tiver algum erro gramatical me avisem, vou concerta-lo.