Minha Amiga, Não Tão Esquecida...
4 Capítulo 4 - Triste Realidade
Nossa, não acredito que depois de seis anos há encontrei... e ainda por cima no Estados Unidos, quanta chance tem para encontrar uma amiga de ifância aqui, tão longe de casa?
– Angel, oque faz aqui... tão longe do Brasil? — Perguntou-me Moom, me retirando dos meus pesames
– Consegui uma bolsa em Havard... e estou aqui — Disse brincando com a minha toca favorita de panda, favorita porque tenho muitas tocas de pandas — E você?
– Pelo mesmo motivo, só que consegui uma bolsa em Stanford
– Isso é ótimo! — Disse segurando as pequenas mãos da minha " irmã" e pulando feito uma doida
– Onde tem ótimo nisso?
– Ué? — Olhei para a mesma esperando que ela soubesse do que falava. Mas a mesma fez uma cara de desentendida — Ah, você não sabe mesmo?... Havard e Stanford ficam praticamente grudadas, somos vizinhas de faculdade — Disse pulando mais ainda
– Não creio? — Riu — Angel, quer conhecer meu apartamento?
– Claro!
[...]
Estavamos andando até o apartamento, avistei meu namorado saindo de Havard. Provavelmente indo para o apartamento que comprara hoje.
– Leonard! — Gritei e o mesmo olhou — Vem cá! — Gritei fazendo o mesmo vir ao nosso encontro
– Oi amor! — Disse Leonard me dando um beijo no rosto, ele não gostava de beijar nos lábios. Por que? Nem eu sei...
– Leonard? Angel, esse daí é o Bryan, meu namorado.
– Não Moom, ele é o Leonard, o garoto perfeitinho que eu disse que estava namorndo. Lembra? — Perguntei confusa
– Não Angel, ele é o meu namorado. — Falou Moom da maneira doce que sempre fala, porém, um pouco autoritária — Desculpe Bryan, ela é muito ruim em lembrar de pessoas — Cuchichou Moom no ouvido de Leonard, de uma maneira que eu podia ouvir
– Moom! Eu não sou tão ruim assim... e além do mais, eu lembraria do rosto do meu namorado, não acha? — Disse um pouco triste com a mesma
– Sim, mas... como ele pode ser o meu namorado e... o seu namorado?... Só se... — Moom colocou suas mãos em sua boca e começaram a descer lágrimas, mas eu ainda não entendia o por que disso
– Por que está chorando? — Perguntei colocando a mão em seu ombro
– Po-porque, ele es-tá nós tra-traí-traíndo — Disse ela chorando cada vez mais
– Seu imbecil! Você estava nos traíndo? — Disse sentindo uma pequena lágrima escorrer por meu rosto — Como pode?! Além de nos trair, conseguiu me fazer chorar e me fez ver uma das pessoas que eu prometi proteger quando ela foi espancada na minha frente! Como ousa seu... — Estava chegando perto dele com o rosto totalmente vermelho de tanta raiva. Quando alguém me puxa pela blusa
– Angel... não fassa isso... — Disse Moom secando as lágrimas
– Mas... — Cortou-me
– Aqui você pode ser presa, ou até mesmo morta dependendo do tanto que você bate em uma pessoa. Vamos! — Disse Moom se virando e andando rumo a um prédio alto
– Mas... — Cortou-me mais uma vez, só que desta vez apenas com o olhar — Ok, parei, parei... — Disse estendendo as mãos em sinal que me rendia
[...]
Moom estava muito triste, acho que ela não aquentava o fato de ter sido traída por uma pessoa que ama, e pelo visto muito.
– Moom, eu vou embora... presciso achar um trabalho para poder comprar algumas coisas — Disse andando para longe do prédio em que estavámos indo em direção
– Eu vou junto com você... Afinal também presciso de dinheiro. E de algo para esquece-lo.
– Não esquente Moom, ficará tudo bem! — Disse a abraçando
– Como você consegue?
– Consigo oque?
– Ficar normal depois disso...
– Ei garota, você sabe muito bem como foi minha infância... e ainda pergunta? — Suspirei retirando o sorriso que sempre ficava em meu rosto — Já passei por muitas coisas piores do que isso...
♥ Continua... ♥
Notas finais
E se mais alguém estiver lendo agora esse capítulo, o que estão achando??
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Beijos!!
Manú san
e
Maria F.
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