Millenium - Fic Interativa
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Notas iniciais
Esperamos que gostem e comentem ok?
~Boa leitura
- George? Quem é ela? — Perguntou Mary, com uma sobrancelha arqueada. Ela não sentia muita confiança na mulher na sua frente, na verdade não sentia confiança alguma.
- Olá — Lucy foi até Mary e estendeu a mão a ela, com um sorriso simpático — Meu nome é Lucy Smith, sou... — Olhou rapidamente para o George, que ficou constrangido — amiga do George.
- Hm, oi. Sou Mary... Parceira do George, mil desculpas atrapalhar o reencontro romântico e meloso de vocês mas George... Eu preciso falar com você, AGORA — Disse Mary, praticamente ignorando a presença da outra mulher. Lucy respirou fundo, irritada.
- Mary! — George a repreendeu, vermelho de vergonha. Puxou as duas pelo braço até o jardim da mansão, um lugar em que o mordomo não ficasse em cima dos três, monitorando a conversa. — Agora, Mary... e Lucy, entendam, nesse lugar todo cuidado é pouco. Vamos sair daqui.
- GEORGE! Presta um pouco de atenção em mim por favor? — Girtou Mary, assustando os outros dois — Eu descobri uma coisa muito importa... Lucy, você poderia dar licença? — Perguntou Mary, em um falso tom doce. Ela estava se irritando com toda a situação.
- Bem, na verdade, eu também preciso muito falar com você, George. — Lucy disse, com seu tom carinhoso para George, ignorando totalmente a presença de Mary.
- Não, ele vai falar comigo. É sério George, é a coisa mais importante do mundo! — Disse Mary, friamente. Estava quase colocando a mão no bolso e puxando o canivete.
- George — O sorriso simpático de Lucy havia dado lugar a uma expressão séria, furiosa. Aquela baixinha de cabelos coloridos estava a irritando profundamente — Você vai mesmo me ignorar agora? Depois de tanto tempo sem me ver?
- Exatamente, ele já te ignorou tanto tempo que você pode esperar mais um pouco — Disse Mary, sarcástica — George, você vai falar comigo agora ou vai acordar com a garganta cortada amanhã
- Garota, é melhor não se meter em problemas dos outros, ok? — Lucy respondeu para Mary, com indiferença. — George... Quer saber, aqui está o endereço do hotel onde estou. É importante, então apareça logo para conversarmos em paz, longe dessa... Garota. Eu não teria procurado você novamente, depois de tudo, se não fosse importante.
- Não, quer saber. Pode ficar — Disse Mary, segurando o braço de Lucy — Mas eu estou te avisando Kennedy, quando você for morto ou qualquer coisa do tipo... Eu vou rir, ou pior você perder sua grande honra como detetive por se distrair com... Uma mulher. O Natan, provavelmente vai conseguir me ajudar. Você pelo visto é só mais um detetivizinho — Disse Mary, com um sorriso de escárnio no rosto. Ela se virou e começou a andar para longe dos dois.
George nunca havia passado por uma situação dessas antes. Precisava falar com Mary, de todo o jeito, mas como ele nunca mais esperava ver Lucy novamente, e ela dizia que era importante... Ele simplesmente não sabia quem atender primeiro. Lucy observava Mary se distanciar dos dois com um sorriso irônico.
- Essa é, então, a garota que vai te manter vivo nessa casa? Esquentadinha assim, por nada? — Lucy riu ainda mais, e George não pode evitar de sorrir também — Estarei no hotel essa noite. Te espero. — Lucy se despediu de George com um beijo no rosto e saiu. George foi imediatamente atrás de Mary, saber do que, afinal, era a coisa mais importante do mundo.
- Jason, o que você está olhando? — Perguntou Maggie, ao ver que Jason olhava fixamente para um ponto do café. Ela se virou e qual não sua surpresa ao ver Jen e Natan ali, conversando. Eles formavam um belo casal na sua opinião, decidiu falar com os dois e puxou Jason, que não ofereceu resistência alguma.
- Ei, Jen! — Maggie foi até a amiga e a cumprimentou com um abraço, e Natan com um sorriso — Que coincidência!
- Pois é! Você e Jason? Nunca teria imaginado — Disse Jen, para a amiga. A última parte em um sussurro, os homens já estavam entretidos em uma conversa amigável.
- Não, a gente... Isso não é um encontro, tá bom? — Maggie disse, vermelha, Jen começou a rir — Ao contrário de vocês, pelo jeito, o Natan está bem a fim de você. E você dele.
- Eu admito que tenho uma quedinha por ele. Mas é só primeiro encontro — Disse Jen, com uma coloração rosa no rosto. — Mas como assim, não é um encontro? — Perguntou, com a sobrancelha arqueada.
- Não, eu só chamei ele para tomar alguma coisa. Estava com um tempo livre e... Você sabe que eu não quero me meter em relacionamento nenhum agora. A minha última tentativa já foi traumática o suficiente.
- Hm, pois é. Mas escuta, eu e Natan já estávamos de saída. Eu tenho que acordar cedo amanhã, para finalizar o trabalho. E outra, tenho que me encontrar com Louis e Isabelle também — Disse Jen, com um sorriso sem graça no rosto.
- Claro, tudo bem. Depois a gente se fala, então. Precisamos ver com George o resultado da análise que fizemos em Juliet, e rápido. — Maggie sorriu para a amiga — Mas vai curtir o seu encontro!
- Ok, até depois Maggie — Disse Jen, dando um beijo na bochecha da amiga e saindo junto com Natan.
- Posso te acompanhar até em casa, Jen? — Perguntou Natan, com um sorriso. Ele segurou a mão de Jen, meio inseguro no começo.
Natan recebeu uma mensagem de Mary, e ela parecia estar muito irritada com George. Disse que precisava vê-lo o mais rápido possível ou ela acabaria matando aquele detetivezinho. Assim que se despediu de Jen– logo marcando um outro encontro, mal podia esperar para vê-la novamente, dessa vez, sem a interrupção de ninguém — foi até a mansão Van Hamberd conversar com a garota.
- Natan? O que você está fazendo aqui? — Pergutnou George, com uma sobrancelha arqueada.
- Eu gostaria de falar com a Mary... Ela está? — Natan respondeu, sério. George parecia... estranho, pensativo, como se estivesse perturbado com alguma coisa.
- Não, ela saiu irritada daqui faz uns 50 minutos — Disse George, dando de ombros. — Se quer tanto ver ela, ela está em um parque se não me engano — Disse, calmamente.
- George... Aconteceu alguma coisa? Está se sentindo bem? — Natan perguntou, um pouco preocupado.
- Não aconteceu nada, pode ir embora — Disse George, sério. Ele se levantou e sumiu da vista de Natan.
- Saia da minha frente. AGORA! — Mary gritou com um homem que resolvera aparecer em sua frente, tentando dar em cima dela — Se você não sair, você terá uma faca atravessada em seu coração, é o que quer? — perguntou, irritada. O homem rapidadmente se afastou e Mary revirou os olhos — Idiota — Sussurrou e se sentou de frente para uma árvore.
- O que quer, Mary? — Natan se aproximou e sentou-se ao lado de Mary — Deixe-me adivinhar... Brigou com George? Por isso ele está todo estranho?
- Sabe porque eu estou nesse caso? Porque se ele puder retirar todas as acusações contra mim eu poderia ter uma família de novo, minha mãe não me odiaria tanto. Eu poderia circular por aí sem sentir a culpa de ter matado meu pai. Não veria mais os olhares de nojo do resto da minha família — Mary disse, com a voz fraca. Natan se surpreendeu ao perceber que ela chorava — Eu estou cansada! Se ele não se focar no que está acontecendo, eu sempre serei Mary, a delinquente.
Natan suspirou fundo. Era péssimo em dar conselhos... Era isso mesmo que ela queria? Um conselho?
- Eu não quero um conselho seu, só queria desabafar com alguém. E você é a pessoa mais próxima de mim — Disse Mary, olhando para ele — Agora ao trabalho... Descobri algumas coisas interessantes — Disse ela, com um sorriso de canto.
- Manda. — Natan sorriu, aliviado por Mary não precisar de nada.
- Tenho uma possível localização do diário e descobri algumas coisas novas sobre as vítimas, incluse as prostitutas — Disse Mary, subindo na moto e estendendo um capacete para Natan — Eu não precisaria de um conselho seu Natan... Até porque, eles são horríveis — Ela riu, enquanto ligava a moto.
- Vamos averiguar essa localização agora? Já disse ao George? — Natan perguntou, confuso. Se George soubesse, teria dito a ele antes, aliás, a Louis e Isabelle também.
- Claro que vamos. Eu estava tentando falar isso para George, mas ele decidiu não ouvir — Disse Mary, irritada. Deu a partida na moto e logo estava andando em alta velocidade.
Notas finais
Até o/
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