Midnight
3 Chapter III
Notas iniciais
Quando já era mais ou menos no meio da madrugada a princesa parou seu cavalo na floresta para descansar um pouco (dormir), já que viajava durante um bom tempo. Desceram do cavalo e encostaram-se a uma árvore para dormir.
O príncipe já não aguentava mais essa viagem que parecia uma eternidade, em uma última conversa antes dos sonhos os consumir a princesa lhe disse que a viagem parece longa, mas é apenas um piscar de olhos e você chega lá.
Algumas horas depois de desancados prosseguiram vigem. Já estava claro quando chegaram ao reino de Avaloon, o comércio acabava de se abrir e os camponeses viraram a cabeça enquanto eles passavam por lá sem pressa para pedir informação.
Já no palácio o Rei, a Rainha, o Duque e a Duquesa de Hamelin estavam novamente em discussão sobre como resgatariam suas crianças, afinal o Rei estava ficando velho e precisava de seu herdeiro. A sala em que estavam era como uma sala de reuniões em qualquer lugar porém no palácio( era a única diferença).
–E novamente um plano falha- disse o rei relaxado na cadeira com a mão na cabeça, quando se está nervoso não se existe coroa e a rainha apena o abraça por trás e beija sua cabeça.
– Vamos dar um jeito querido- ela se senta em sua cadeira.
– Vinte anos e nada.
–Acalme-se majestade- disse a Duquesa-daremos um jeito de encontra-los!
– Se é que ainda tem jeito
–Nós vamos encontra-los- disse o Duque dando um soco na mesa- e iremos declarar guerra ao reino se não devolverem nossos tesouros.
– O problema não é esse meu caro Duque- o rei se levanta da cadeira e vai até a janela- Um novo rei já deveria ter sido declarado á dois anos. Estou ficando velho não estarei aqui para sempre.
– Vossa Majestade- a Duquesa anda até ele- Não diga uma coisa dessas. Pensar em morte só piora as coisas.
–Duquesa- disse a rainha- Tive uma ideia se você concordar é claro.
–Diga.
–Vocês tem outro filho certo?
–Sim. Hugo. Por que pergunta Majestade?
– Ele poderia ser um regente já que a preocupação de meu marido é essa.
– Claro Majestade. Andei pensando sobre isso, mas não queria ser oferecida, então a ignorei- a rainha acena com a cabeça e vai para o lado do marido
–Querido- eles dão as mãos- é a nossa última chance se eles não o acharem.
O rei encara a janela e vê um cavalo nego com duas pessoas em cima, uma loira e uma ruiva, se aproximando do palácio. Ele corre até a mesa pega sua coroa, à coloca e sai da sala acompanhado da esposa, do Duque e da Duquesa.
O salão principal estava com poucas pessoas. Tinham alguns guardas segurando dois jovens pelos braços que pareciam desconfortáveis e algumas empregadas limpando-o.
–Quem são eles?- disse o rei ao vê-los no salão acompanhado pelos guardas.
– Majestade – disse o capitão- Eles dizem que são filhos dos senhores.
O Rei se aproxima de Scorpius e o olha de cima a baixo. Parando em seus olhos e os encarando. Eram os olhos de sua esposa, azuis como o mar Cáspio e ferozes como os seus. Poderia encara-los até abraça-lo deixando lágrimas escorrem de seus olhos. O príncipe retribuiu o abraço e sua mãe também se uniu a eles.
Enquanto isso o Duque e a Duquesa abraçavam a garota que estava ao lado de Scorpius. Rose chorou quando isso aconteceu, mas apenas abraçou seus pais que também se emocionaram com a filha perdida.
Quando acabou a seção de abraços reencontros familiar o rei os conduziu até um quarto onde desancariam até o dia seguinte. Que seria a coroação do príncipe como rei de Avaloon.
Scorpius e Rose dormiram no mesmo quarto e abraçados, pois queriam aproveitar esse momento juntos a sós. Finalmente seus corações estavam calmos e em segurança.
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