Midnight
Os Volturi sempre desejaram ter Alice para si, poder controlar o seu poder e dobrá-lo à sua vontade.. E esse desejo está prestes a ser realizado. A única coisa que eles não sabem é que pode ser através de outra pessoa, uma humana...
Mas existem outras forças em jogo que podem trazer consequências impensáveis.
"- Vem. Vem querida, não tenhas medo - Ela ouviu a voz doce sussurrar. Não vou magoar-te Podes confiar em mim, pequena - Voltou a encorajar.
E de repente não era só uma voz. Tinha uma mão estendida. Uma mão terrivelmente branca, mas pequena, e apelativa Ela devia ou não segurar aquela mão?... Estava à espera de algo, mas seria aquilo?
Segura. Pega-a, e não largues. Sentiu estas palavras mais do que as ouviu. Na sua mente. Ela tinha que pegar aquela mão tão tentadora. Porque ela precisava disso. Era inevitável que o fizesse. Mesmo que a agarrando tudo mudasse
E assim o fez. Pegou timidamente a mão e sentiu como estava gelada. Não do frio, mas de algo mais Algo bom. Era macia, e reconfortante.
- Deixa-me aconchegar-te, estás gelada - O dono da voz disse. E após breves segundos sentiu-se ser envolvida por uns braços finos. Finos, mas fortes ela percebeu. Tão fortes que pensou que não poderia livrar-se deles se quisesse. Mas ela não queria. Estava cansada, tão cansada. E com frio, e com fome, e desolada, triste Sozinha.
Levantou a cabeça para olhar a quem pertencia aquela bela voz, mas tudo o que conseguiu distinguir foram uns belos olhos dourados, como ouro. Uns olhos profundos, que demonstravam carinho. Olhos que a fizeram confiar. Deixou-se abraçar por aquela mulher. (Sim, não percebeu porque, mas sabia que era uma mulher.) Encostou a face no seu ombro e deixou-se levar pela suave melodia que a outra cantava para a embalar. Fechou os olhos.
E quando os abriu novamente estava sozinha. Sozinha, no escuro. E sentia medo. Um medo terrível, horripilante. Um medo que a impedia de sair do mesmo lugar, embora quisesse correr, fugir. Tentou perceber onde estava, e onde tinha ido aquela mulher. Mas não via nada. Não conseguia enxergar nada para além da escuridão que a envolvia.
Foge! ouviu a ordem, mas não era capaz. Os pés não lhe obedeciam. Algo a estava a prender ao chão, não permitindo que saísse dali
Ouviu um barulho atrás de si, e virou-se rapidamente. A última coisa que viu foi um brilho vermelho aterrador. E depois gritou"
Mas existem outras forças em jogo que podem trazer consequências impensáveis.
"- Vem. Vem querida, não tenhas medo - Ela ouviu a voz doce sussurrar. Não vou magoar-te Podes confiar em mim, pequena - Voltou a encorajar.
E de repente não era só uma voz. Tinha uma mão estendida. Uma mão terrivelmente branca, mas pequena, e apelativa Ela devia ou não segurar aquela mão?... Estava à espera de algo, mas seria aquilo?
Segura. Pega-a, e não largues. Sentiu estas palavras mais do que as ouviu. Na sua mente. Ela tinha que pegar aquela mão tão tentadora. Porque ela precisava disso. Era inevitável que o fizesse. Mesmo que a agarrando tudo mudasse
E assim o fez. Pegou timidamente a mão e sentiu como estava gelada. Não do frio, mas de algo mais Algo bom. Era macia, e reconfortante.
- Deixa-me aconchegar-te, estás gelada - O dono da voz disse. E após breves segundos sentiu-se ser envolvida por uns braços finos. Finos, mas fortes ela percebeu. Tão fortes que pensou que não poderia livrar-se deles se quisesse. Mas ela não queria. Estava cansada, tão cansada. E com frio, e com fome, e desolada, triste Sozinha.
Levantou a cabeça para olhar a quem pertencia aquela bela voz, mas tudo o que conseguiu distinguir foram uns belos olhos dourados, como ouro. Uns olhos profundos, que demonstravam carinho. Olhos que a fizeram confiar. Deixou-se abraçar por aquela mulher. (Sim, não percebeu porque, mas sabia que era uma mulher.) Encostou a face no seu ombro e deixou-se levar pela suave melodia que a outra cantava para a embalar. Fechou os olhos.
E quando os abriu novamente estava sozinha. Sozinha, no escuro. E sentia medo. Um medo terrível, horripilante. Um medo que a impedia de sair do mesmo lugar, embora quisesse correr, fugir. Tentou perceber onde estava, e onde tinha ido aquela mulher. Mas não via nada. Não conseguia enxergar nada para além da escuridão que a envolvia.
Foge! ouviu a ordem, mas não era capaz. Os pés não lhe obedeciam. Algo a estava a prender ao chão, não permitindo que saísse dali
Ouviu um barulho atrás de si, e virou-se rapidamente. A última coisa que viu foi um brilho vermelho aterrador. E depois gritou"
RandomNote
Sinopse
Os Volturi sempre desejaram ter Alice para si, poder controlar o seu poder e dobrá-lo à sua vontade.. E esse desejo está prestes a ser realizado. A única coisa que eles não sabem é que pode ser através de outra pessoa, uma humana...
Mas existem outras forças em jogo que podem trazer consequências impensáveis.
"- Vem. Vem querida, não tenhas medo - Ela ouviu a voz doce sussurrar. Não vou magoar-te Podes confiar em mim, pequena - Voltou a encorajar.
E de repente não era só uma voz. Tinha uma mão estendida. Uma mão terrivelmente branca, mas pequena, e apelativa Ela devia ou não segurar aquela mão?... Estava à espera de algo, mas seria aquilo?
Segura. Pega-a, e não largues. Sentiu estas palavras mais do que as ouviu. Na sua mente. Ela tinha que pegar aquela mão tão tentadora. Porque ela precisava disso. Era inevitável que o fizesse. Mesmo que a agarrando tudo mudasse
E assim o fez. Pegou timidamente a mão e sentiu como estava gelada. Não do frio, mas de algo mais Algo bom. Era macia, e reconfortante.
- Deixa-me aconchegar-te, estás gelada - O dono da voz disse. E após breves segundos sentiu-se ser envolvida por uns braços finos. Finos, mas fortes ela percebeu. Tão fortes que pensou que não poderia livrar-se deles se quisesse. Mas ela não queria. Estava cansada, tão cansada. E com frio, e com fome, e desolada, triste Sozinha.
Levantou a cabeça para olhar a quem pertencia aquela bela voz, mas tudo o que conseguiu distinguir foram uns belos olhos dourados, como ouro. Uns olhos profundos, que demonstravam carinho. Olhos que a fizeram confiar. Deixou-se abraçar por aquela mulher. (Sim, não percebeu porque, mas sabia que era uma mulher.) Encostou a face no seu ombro e deixou-se levar pela suave melodia que a outra cantava para a embalar. Fechou os olhos.
E quando os abriu novamente estava sozinha. Sozinha, no escuro. E sentia medo. Um medo terrível, horripilante. Um medo que a impedia de sair do mesmo lugar, embora quisesse correr, fugir. Tentou perceber onde estava, e onde tinha ido aquela mulher. Mas não via nada. Não conseguia enxergar nada para além da escuridão que a envolvia.
Foge! ouviu a ordem, mas não era capaz. Os pés não lhe obedeciam. Algo a estava a prender ao chão, não permitindo que saísse dali
Ouviu um barulho atrás de si, e virou-se rapidamente. A última coisa que viu foi um brilho vermelho aterrador. E depois gritou"
Mas existem outras forças em jogo que podem trazer consequências impensáveis.
"- Vem. Vem querida, não tenhas medo - Ela ouviu a voz doce sussurrar. Não vou magoar-te Podes confiar em mim, pequena - Voltou a encorajar.
E de repente não era só uma voz. Tinha uma mão estendida. Uma mão terrivelmente branca, mas pequena, e apelativa Ela devia ou não segurar aquela mão?... Estava à espera de algo, mas seria aquilo?
Segura. Pega-a, e não largues. Sentiu estas palavras mais do que as ouviu. Na sua mente. Ela tinha que pegar aquela mão tão tentadora. Porque ela precisava disso. Era inevitável que o fizesse. Mesmo que a agarrando tudo mudasse
E assim o fez. Pegou timidamente a mão e sentiu como estava gelada. Não do frio, mas de algo mais Algo bom. Era macia, e reconfortante.
- Deixa-me aconchegar-te, estás gelada - O dono da voz disse. E após breves segundos sentiu-se ser envolvida por uns braços finos. Finos, mas fortes ela percebeu. Tão fortes que pensou que não poderia livrar-se deles se quisesse. Mas ela não queria. Estava cansada, tão cansada. E com frio, e com fome, e desolada, triste Sozinha.
Levantou a cabeça para olhar a quem pertencia aquela bela voz, mas tudo o que conseguiu distinguir foram uns belos olhos dourados, como ouro. Uns olhos profundos, que demonstravam carinho. Olhos que a fizeram confiar. Deixou-se abraçar por aquela mulher. (Sim, não percebeu porque, mas sabia que era uma mulher.) Encostou a face no seu ombro e deixou-se levar pela suave melodia que a outra cantava para a embalar. Fechou os olhos.
E quando os abriu novamente estava sozinha. Sozinha, no escuro. E sentia medo. Um medo terrível, horripilante. Um medo que a impedia de sair do mesmo lugar, embora quisesse correr, fugir. Tentou perceber onde estava, e onde tinha ido aquela mulher. Mas não via nada. Não conseguia enxergar nada para além da escuridão que a envolvia.
Foge! ouviu a ordem, mas não era capaz. Os pés não lhe obedeciam. Algo a estava a prender ao chão, não permitindo que saísse dali
Ouviu um barulho atrás de si, e virou-se rapidamente. A última coisa que viu foi um brilho vermelho aterrador. E depois gritou"
Notas adicionais
A maioria das personagens pertence a Stephenie Meyer, excepto a Emma, o Coll, a Matilde e talvez mais alguns, que são da minha autoria.
Esta é a minha primeira história por isso dêem-me um desconto :) Após tantas leituras resolvi experimentar.
Vou escrever em Português de Portugal porque é a minha língua materna, espero que não incomode muito...
Hope you enjoy!
Esta é a minha primeira história por isso dêem-me um desconto :) Após tantas leituras resolvi experimentar.
Vou escrever em Português de Portugal porque é a minha língua materna, espero que não incomode muito...
Hope you enjoy!
Escrito por
RandomNote
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 11 de nov. de 2012, 14:02
Atualizado em 11 de nov. de 2012, 14:17
16051 palavras
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Notas adicionais
A maioria das personagens pertence a Stephenie Meyer, excepto a Emma, o Coll, a Matilde e talvez mais alguns, que são da minha autoria.
Esta é a minha primeira história por isso dêem-me um desconto :) Após tantas leituras resolvi experimentar.
Vou escrever em Português de Portugal porque é a minha língua materna, espero que não incomode muito...
Hope you enjoy!
Esta é a minha primeira história por isso dêem-me um desconto :) Após tantas leituras resolvi experimentar.
Vou escrever em Português de Portugal porque é a minha língua materna, espero que não incomode muito...
Hope you enjoy!
Autor
RandomNote
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 11 de nov. de 2012, 14:02
Atualizado em 11 de nov. de 2012, 14:17
16051 palavras