Michelle Dracul: caçadora de monstros!
3 Fase 1- capitulo 2
Notas iniciais
Alana escutava tudo atentamente.
–Desde a primeira vez que o vi ele foi arrogante. — Michelle fala sorrindo.
–Mais porque ele quis, os juramentos de sangue são para sempre, não pode se quebrar. Alana fala para si mesma.
–Vampiros têm uma espécie de oitavo sentido para sentir as coisas, sentimentos e etc. no caso meu e de Kol, somos almas gêmeas, por isso desde a primeira vez que me viu ele sentiu uma atração forte. É como se o universo tramasse contra mim. Eu era uma pessoa inocente naquela época, escolhi viajar o mundo com meu filho; levando Henrik comigo, mais Kol foi um pai para ele, ele cumpriu seu juramento até o fim.- ela fala bebendo um gole de café deixando Alana compreender o significado de suas palavras.
–Almas gêmeas?- ela pede.
–Sim, Kol descobriu isso antes de mim, na verdade ele descobriu no segundo que entrou na minha casa. Na verdade foi eu tocar nele que ele sentiu sua humanidade voltar.- ela fala sorrindo.
–Me conta.
–Sim...
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Kol seguiu a caçadora para a casa, ele passou sem problemas. Ele a seguiu para dentro vendo que existia muitas armas e verbana espalhado pela sala. Ele nota a mulher se aproximar e indicar o sofá, ele se senta em uma poltrona e ela fica no sofá, se sentando com uma dama. Ele a observa atentamente, a empregada chega e deixa uma bandeja de chá encima da mesa os servindo e saindo de fininho foi Michelle que começa a conversa:
–Me diga Mikaelson, você nem sabia quem eu era, porque um acordo comigo?- ela pede seria, a muito tempo seu coração tinha endurecido.
–Eu conheço sua reputação, um vampiro me disse que a famosa Hell estava na cidade, e eu vi o que você fez hoje, impressionante, principalmente com uma criança no colo. Sua reputação é conhecida por todos, até a mim e meus irmãos.
–Você sabe como funciona o equilíbrio.- ela fala tomando um gole de chá. Kol não podia deixar de sorrir.
–Foi uma surpresa você ser uma Draculeia, sabe os romenos são muitos vigorantes, nos caçam muito bem. Seu filho, aonde esta o pai?- Kol pede, isso ele gostaria de saber.
–Sou viúva, por isso ele esta comigo- ela fala apática. – Você conhece o Lord Draco?- ela pede.
–Não pessoalmente, só sei que ele é um vampiro poderoso em Londres, ele comanda quase a todos aqui, por quê?
–Bom, você me disse que ia me ajudar a matar eles, o primeiro é Lord Draco, recebemos uma carta dizendo que ele esta matando crianças, bebendo seu sangue.- ela fala.
–Isso será divertido- ele fala sorrindo – e eu gosto de diversão.
–Eu sei, sua reputação o precede Milkaelson, sabe massacres na Europa oriental, na áfrica nem se fala- ela diz seria.
–É, a sede de sangue as vezes é imprevisível, transformei muitos, mais se não fizesse isso você não teria trabalho- ele fala presunçoso sorrindo irônico para ela.
–É isso é verdade, mais alguns merecem morrer, isso eu posso concordar com você- ela fala.
–Que bom, assim fica mais fácil. – ele fala.
–Eu preciso que você venha amanhã de manhã aqui, preciso colocar um feitiço de localização sobre você, assim poderemos nos achar em Londres, mais ele só dura uma semana, Lord Draco vão dar um baile daqui a duas noites, eu fui convidada, gostaria de ir comigo ?- ela pede.
–Seria uma honra Senhorita Dracul- ele fala hipnotizado por ela.
–eu preciso descobrir o que ele esta aprontando, quatro bruxas foram mortas sem suas magias, deve ser algo muito grande.- ela fala fria.
–Tudo bem, tudo o que você quiser- ele fala sorrindo, o sorriso que deixaria qualquer mulher caindo de joelhos, menos ela. E ele queria saber o porquê.
–Meu filho tem quatro anos, então nada de falar que você é vampiro para ele, nada de se alimentar da minha governanta. – ela fala.
–Você não disse humanos?- ele pede curioso.
–Do que adianta te falar, você ira matar eles de qualquer maneira, eu sei das suas noites nos bordeis Mikaelson, é o primeiro lugar que eu procuro pistas, inclusive sobre seu pai- ela fala.
–Bordeis, serio você vai lá?- ele pede, só sua irmã já tinha entrado em um bordel, mais ela era tão delicada para ir em um lugar tão fedorento.
–Compulsões são mais fáceis de quebra quando as mulheres são mais manipuláveis- ela fala sorrindo debochada pela primeira vez e ele gostou disso.
–Me diga Michelle, posso te chamar assim não é?- ele falou e ela levantou a sobrancelha. – Como uma bruxa como você pode ser tão poderosa?- ele pede.
–Sou da mesma linhagem de bruxa da sua mãe Ester, sabe no meu povo ela é uma mártir,- ela diz e Kol arregala os olhos o que a faz sorrir.- Ela é odiada mais eu sempre admirei seu egoísmo, sabe se amaldiçoar para salvar os filhos, foi por isso que Mikael estava me procurando, meu sangue é mais forte, sou uma caçadora nata, nasci pra caçar e com a linhagem de sua mãe..- ela fala encarando Kol.
–Você é a melhor caçadora do mundo para matar originais, mais porque você não enfeitiçou eu no lugar do meu pai?- ele pede.
–Gratidão, meu filho é tudo que tenho- ela fala.
–Porque?- Kol não entendia isso, gratidão.
–Fiquei viúva cedo, dois meses depois que meu filho nasceu, tive que assumir os negócios da família, meu pai me chamou de meretriz, me expulsou de casa junto com meu filho, eu o carrego pelo mundo, só porque eu me apaixonei por um criado- ela fala.
Kol a olha fixamente, ele não entendia isso. Ele nem sabia o que era isso.
–Com o valor do meu dote e a fortuna do meu falecido marido eu consigo me manter bem, e caçar vampiros em cidades pequenas me dá muito dinheiro.- ela fala. – Por isso eu fui expulsa.
–Você cobra para matar vampiros?- ele pede e ela sorri de verdade, o sorriso que fez Kol se derreter.
–Eu quas
e me mato a cada caçada, meu filho precisa estar preparado quando a hora chegar, eu nem sei se vou viver até amanhã. Mais quaze sempre eu faço porque eu gosto.- ela fala seria novamente.
–Você caça vampiros por esporte?- ele pede sorrindo.
–Sim, eu gosto do que eu faço, apesar de ter a fortuna Dracul e do meu falecido, eu preciso me manter- ela fala.
–Eu procurei a bruxa certa então- ele fala sorrindo. – temos algo em comum gostamos de matar – ele fala sorrindo arrogantemente.
–pode ser, mais é hora de você ir, eu preciso dormir, venha de manhã- ela fala se levantando.
–Claro Milady- ele fala pegando sua mão o que o faz ligar algo dentro dele, e ele a olha conseguindo farejar sentimentos, ele entra em sua mente e vê, havia receio ali, mais ela levaria o acordo até o fim, ela só amava a governanta e o filho. Ao pegar sua mão ele sentiu o calor dela e teve que se concentra para não deixar seu mostro a solta. Ele só tinha ouvido isso de alguns vampiros, e Finn era um deles. Ele a olha em seu olhar e perde a linha de raciocínio. Ela dá um sorriso mínimo, e kol fica feliz. – Até amanhã.
–Até Mikaelson- ela fala, mais ele fica segurando a sua mão a encarando e a solta desaparecendo de sua frente.
Michelle suspira e olha para a porta aberta indo a fechar, o que foi isso era o que ela pensava, o vampiro maldito era bonito e ela não pode deixar de sentir atração, sua parte bruxa gritava para ela se jogar nos braços dele mais seu lado caçadora dizia para ela se afastar. Ela subiu as escadas e olhou Henrik dormindo em seu quarto. Ela sorriu.
–Tudo por você filho- ela fala feliz, pelo menos um original teria que proteger sua linhagem.
Ela entra no quarto onde Madá já estava pronta para a ajudar se despir, ela olha para a banheira e fala o feitiço de fogo, para esquentar a água. Madá começa a tirar o corpete e a falar:
–Ele é um vampiro – ela fala parando para fazer um sinal contra mal olhado.
–Que pode proteger meu filho, minha linhagem, ele não pode ser morto- ela fala.
–Um original Michelle serio mesmo? Você esta maluca, não se apaixone no processo, ele é charmoso demais para seu próprio bem e ego- ela fala seria.
–Eu fiz um acordo, eu ajudo a matar Mikael enquanto ele protege minha linhagem, você sabe o que eu estou passando Madá, ele pode me ajudar- ela fala derrotada.
–Eu sei criança, eu sei, nas circunstancias isso pode ser bom, piorar não vai –ela fala rindo da sua piada, mada era africana, Michelle a tirou da escravidão, ela recebia salário e cuidava de Henrik, e ela viajava o mundo.
–Eu sei, entende agora?- ela fala.
–Entendo, vai tomar banho criança e dormir.- ela fala sorrindo.
Kol saiu da casa e ficou parado por 20 minutos tentando raciocinar direito. Mais a descoberta foi surpreendente, ele estava sentindo de novo, sua humanidade voltou e ela era sua alma gêmea. Kol riu com a ironia do destino e fala debochado.
–Serio mãe, uma Dracul, Uma bruxa de sua linhagem- ele gargalhou mais seguiu o caminho para o bordel, ele estava com fome.
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