Notas iniciais
Voltei, com a melhor fanfic do Nyah que você respeita, kkkk. Acho que já comentei com vocês que vou postar sempre um capítulo por semana no sábado. Leiam, acompanhem, favoritem, deixem comentários, quero saber a opinião de vocês! Boa leitura!

Compramos os ingressos e fomos para a sala de exibição 3. O filme ainda não havia começado, e as pessoas continuaram entrando na sala por pelo menos quinze minutos. Alex insistiu para sentarmos na última fila, apesar de haver muitos outros lugares vagos. Assim que sentamos ele me rodeou com seu braço, como tinha feito mais cedo, e ficamos comendo pipoca esperando o filme começar. O filme que eu havia escolhido parecia uma típica comédia romântica. O nome era ‘Amor Imprevisível’, o que praticamente explicava toda história do filme. Duas pessoas que se odiavam acabavam se apaixonando e, bem, eles se casavam no fim. As cenas que deveriam ser engraçadas simplesmente não eram, e as românticas eram muito previsíveis.

“Oh, eu te amo Jane!”

“Oh, eu também te amo, Austin”

“Vamos ficar juntos pra sempre!”

No meio do filme eu já estava mais do que arrependida de tê-lo escolhido.

— Esse filme é uma droga! — falei pra Alex ao meu lado. Ele sorriu, apesar do filme ser uma chatice, não havia sido perda de tempo total. Alex estava com o braço ao meu redor, e eu havia deitado minha cabeça em seu ombro. Ele passou todo o tempo do filme enrolando meu cabelo em seu dedo, fazendo cachinho em uma única mecha repetidamente, como se fosse muito mais interessante que o filme, e provavelmente era.

— Que bom que também acha isso – disse ele, e então olhou pra tela. — O cara que escreveu essa história devia sentir vergonha de mostrar ela em público.

— Ele faria um favor a humanidade se pulasse de um precipício – comentei.

— Um precipício qualquer não, do topo do Everest.

— Boa! — falei e levantamos as mãos juntas em um high five. Baixamos nossas mãos ainda juntas, estávamos perto demais.

— Eu sei de uma coisa muito melhor pra fazer… — disse Alex, colocando sua outra mão lentamente no meu rosto e puxando-o pra perto. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Não resisti. Levei minha mão livre até sua nuca e puxei-o, tornando a distância entre nós nula. Num movimento suave nossos lábios se tocaram.

A boca de Alex tinha gosto dos caramelos que estávamos comendo durante o filme, e um pouco de hortelã. Foi um beijo longo e delicado. Quando nos afastamos sorrimos um para o outro, como cúmplices de um segredo, e então voltamos a nos beijar mais intensamente.

A mão esquerda de Alex estava firme em minha cintura e a direita acariciava meu rosto. Eu o segurava pela cintura fortemente, como se tivesse medo do que aconteceria se nos separássemos. Podiam ter se passado apenas segundos, ou talvez horas, quando as luzes na sala se acenderam e as pessoas começaram a se levantar de seus lugares.

— Temos que ir – falei relutante. Alex acariciava meus cabelos enquanto me encarava com o olhar brilhante. Todos já haviam saído da sala, mas os créditos continuavam a passar na tela.

— Ainda temos dez minutos de créditos e uma cena extra… — respondeu ele sorrindo, voltando a me beijar.

Se houve cena extra ou não nunca soubemos, pois não conseguíamos nos concentrar em nada que não fosse um no outro. Até que a equipe do cinema chegou para arrumar a sala para a próxima sessão e, infelizmente, nos pediu pra sair.

Notas finais
Não coloquei gif ainda porque a internet tá horrível agora, depois vou colocar. Até sábado que vem...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.