Todos estão indo

Enquanto eu me findo

Estou estagnado no tempo

Parado no vento

Jogado às cinzas

Fuzilado

Exilado de minha terra

No meio de estranhos meu coração berra

A razão se cala quando a insanidade fala

A punição é morte aos viventes

A punição é morte aos viventes

Morte!

Morte!

Morte!

Jogue ao alto sua sorte

Pilhas de corpos putrefados

Espalham o cheiro da morte aos exilados

O arco foi quebrado, a lança foi cortada

Agora não há mais niguém que resistirá à sua espada

Quando o sol se pôr e a noite chegar

Não haverá mais nada para cantar

Há um tempo para viver e há um tempo para morrer

O que é o tempo para mim senão algo a se tecer ?

O sentimendo aflito vem à tona

Penso se um dia conhecerei a honra

Com o sangue avermelhado

Que da vida ao meu legado

Na segurança de suas casas

Ninguém estará a salvo

Quando a madrugada chegar

Com seus demônios à cavalgar

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!