Meus Queridos Amiguinhos

1 Meus Queridos Amigunhos


Notas iniciais
Essa é a primeira história que posto no Nyah, por isso estou um pouco anciosa...
Por favor, me perdoem por qualquer erro e lembrem-se que sou apenas uma amadora!

Não se esqueçam de comentar, beijos e boa leitura!

Meus pais sempre foram muito ocupados com o trabalho, estavam sempre ausentes. Em compensação, me davam muitos presentes. Mas minhas únicas companhias eram animaizinhos de estimação. Meus doce amiguinhos.

O meu primeiro bichinho de estimação foi um peixinho dourado chamado Emülle. Ele era tão lindo, mas não tinha graça deixa-lo apenas dentro do aquário, afinal, que graça tem um animal com o qual não se pode brincar?

Certa vez, o tirei do aquário,mas Emülle era tão escorregadio que escapou das minhas mãos e foi de encontro ao chão. O peixinho se debatia e pulava, parecia sentir dor. Então acabei com seu sofrimento, pisei em Emülle.

Peguei o peixe morto e o joguei na privada, quando papai e mamãe chegaram em casa pedia a eles que comprassem um animal com o qual eu pudesse brincar.

Ganhei um passarinho, dei lhe o nome de Charlotte. Era linda,com penas amarelas e brancas. Porém, toda a vez que abria a sua gaiola, ela fugia, e era realmente difícil de pega-la. Mamão brigava comigo por causa disso.

Não gosto quando a mamães fica brava, não quero que ela brigue comigo. O fato de Lotte voar era o problema, por isso, arranquei suas asas.

No dia seguinte, quando minha mãe perguntou onde estava Charllote, respondi-lhe chorando: "A Lotte fugiu mamãe!".

Estava muito triste pela perda da minha querida Lotte, para consolar-me, papai comprou um gatinho,Sr. Bigodes, era seu nome.

Era Halloween, todos festejávamos. Minha tia foi nos visitar, para mim trouxe doces, e para Sr. Bigodes,que de fato parecia ser até mais carinhoso com ela do que comigo, trouxe asas de morcego.

Eram asas inúteis, na minha opinião, e tenho plena certeza que Sr. Bigodes pensava o mesmo, o gato jamis voaria com elas. Para alegrar o gatinho, o amarrei no ventilador do teto. Ele miava e se debatia no alto. Quando liguei o ventilador, o gato girou e girou com velocidade, acho que por não ter amarrado bem apertado a corda se soltou. Sr. Bigodes saiu voando pela janela do apartamento.

Infelizmente eu morava no vigésimo andar.

Ganhei um hamster da minha tia,a mesma que dera asas ao gato. Ela disse q seu nome era Fofucho, nome que por sinal odiei. Tentei chama-lo por outros nomes, mas esse era o único ao qual respondia.

Depois de ver um vídeo muito interessante, sobre órgãos e corpo humano, fiquei curioso, como seria por dentro de um animal?

Peguei Fofucho com uma das mãos e com a outra segurei uma faca de serra. Ele não parava de se mexer, por descuido, acabei o esfaqueando com violência, a faca atravessou o hamster e fez um corte em um dos meus dedos. Acabou saindo tudo errado e tive que simplesmente jogar o roedor fora.

Meus pai já estavam desconfiando dos estranhos desaparecimentos dos meus animais. Então lhes disse que Lúcia maltratava meus animais e que eu não devia contar nada, caso contrário seria eu a sofrer. Lúcia negou tudo e meus pais ficaram chocados, afinal com Lúcia, a melhor governanta que trabalhava em nossa casa a anos poderia ser tão cruel?

Ela me culpou, mas meus pais não acreditaram nela, ainda mais depois de terem encontrado um pedaço de pano todo ensanguentado onde estava enrolado o corpo de um hamster chamado Fofucho. Ela foi demitida e denunciada aos protetores dos animais.

Lamentando o ocorrido com Lúcia, papai e mamãe e presentearam com um coelho. Era um coelhinho tão bonitinho de pelo tão branquinho que lhe dei o nome de Bola de Neve.

Eu amava Bola de Neve, mas ele não parecia gostar muito de mim, sempre mordia o meu dedo. Isso estava se tornando irritante, então ordenei que parasse, mas ele não obedeceu. Papai sempre disse que garotos que não obedecem devem ser punidos. Então eu puni Bola de Neve.

Amarrei o coelhinho e com um alicate arranquei seus dentes. Ele morreu de susto. Havia muito sangue.

Logo ouvi a porta se abrir, meu pai estava chocado e minha mãe berrava. Sorri e lhes mostrei os dentes cobertos de sangue que segurava em minhas mãos.

Meus pais estavam amedrontados, começaram a me levar a médicos estranhos, dos quais não gosto nem um pouco, e nunca mais me deram qualquer animalzinho.

A culpa não é minha! Não é minha culpa se eles são tão frágeis!

Depois disso, minha vida foi solitária e triste.

Fiz uma amigo novo! Seu nome era Daniel.

Eu o convidei para vistar minha casa, como sempre, meus pais estavam trabalhando.

Já era tarde, não havia nada para fazer, então sugeri que brincássemos de médico. Ele riu e disse que eu era grandinho demais para isso, afinal, eu iria completar 16 anos. Mas no fim acabou concordando.

"Eu serei o médico e você meu paciente!", eu disse.

Mandei que Daniel se deitasse na cama, comecei a amarrar seu pés na cama. Ele então acariciou a minha bunda.

"O que você vai fazer, Jonathan?", perguntou-me com um olhar malicioso.

"Você verá", respondi enquanto amarrava suas mãos.

Comecei a tirar as roupas de Daniel, ele me encarava com uma expressão estranha.

Quando terminei de despi-lo,deixando-o apenas co a cueca,me afastei da cama e fui até o armário, peguei de dentro de uma das gavetas uma faca de caça.

Os olhos de Daniel se arregalaram ao ver o objeto pontudo.

"Bonita, não é? Comprei em uma loja aqui perto.", eu disse com um sorriso perverso.

"O que você vai fazer!?", agora ele não tinha mais aquele sorriso repugnante em seu rosto, estava assustado.

Sentei-me em cima dele, colocando minhas penas a cada lado de Daniel. Passei a pontas da faca levemente por seu pescoço e peito, mas sem perfuram de verdade, apenas traçando linhas invisíveis.

Quando permiti que a lamina fizesse um pequeno corte em sua garganta,o garoto começou a chorar e a implorar: "pare, por favo!"

Isso me deixava cada vez mais exitado. Foi quando ele gritou que soquei seu rosto. Choramingou, mas ficou quieto.

"Não chore Dan, está tudo bem, vai ser divertido então sorria!" ,dito isso tracei duas linhas, uma em cada canto de sua boca, desenhando assim,um sorriso.

Quando me cansei de torturá-lo fiz um corte que começava em seu pescoço e terminava no umbigo.

Logo a brincadeira acabou, ensaquei todos os órgãos, ossos e a pele que estavam espalhados pelo chão. Limpei o quarto. Coloquei os sacos de lixo no porta-malas do carro e dirigi até a praia. Já estava escuro, apenas alguns bêbados estavam ali.

Joguei os sacos na água e voltei para casa. Este dia foi realmente divertido.

Estou pensando em convidar meu amigo, Karl, para brincar comigo semana que vem.

Notas finais
Obrigada por lerem, adoraria que comentassem, afinal o que custa né? Quero muito saber a opinião dos leitores, sejam elas positivas ou negativas!
beijos
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!