Meus Poemas

8 A Hora das Estrelas


A hora das estrelas nunca foi minha predileta.

A lua vinha, resoluta,

Com seu exército brilhante.

Era hora de repousar,

De esperar o próximo dia em um torpor negro.

Fechava os olhos e adormecia.

Mas, depois de conhecer-te,

A hora das estrelas é mágica.

Com seus olhos belos e enigmáticos,

Com seus gestos esbanjadores e seu jeito inusitado.

Mas é tudo ilusão.

Na hora do mergulho profundo,

Sinto seu toque,

Sinto seu jeito,

Sinto seu olhar.

Sinto um vazio por não ter você.

Mas fico feliz por ainda poder sonhar.

Minha alegria é incompleta,

Cada jesto, insignificante.

Eu deveria ficar feliz por você estar feliz,

Mas meu egoísmo prova-se imponente.

Mas um desejo ainda me anima,

Como a brasa que ilumina a escuridão.

Em meus braços acalentar,

O seu olhar fechado adimirar.

Durma bem, passarinho,

Envolvendo o sonhar,

Na casa do amor, e meu abraço vos fazer ninar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.