Meus Poemas
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Isso mesmo meu caros leitores e amigos, eu Apolo Blans Lima, o senhor das palavras, aventureiro incansável, poderoso guerreiro, conhecido viajante, grande sacerdote de Pã e outras baboseiras do tipo, não morri. Eu só me ausentei por uns tempos porque tava me mudando e entrei no Millenium, o que significa estudar bagaray
Então, podem sair do luto, parar de chorar e tirar as roupas pretas que eu ainda estou entre os vivos!!!
Anyway, dois poemas pra vocês =D
PS: Publiquem para os amigos, eu quero ver isso aqui lotado de review
O vaso é uma casca
E o corpo também
Uma casca para a alma
Que por sua vez
É uma casca para nosso ser
E nosso ser
É uma casca para nossos sentimentos
E nossos sentimentos,
São nossa essência.
Eu não digo tudo que penso
Mas penso em tudo que digo
Eu não faço tudo que quero
E não quero fazer tudo que faço
Eu não falo tudo que sinto
Mas sinto tudo que falo
Eu não posso controlar tudo
Mas controlo tudo que posso
Nem todos se importam comigo
Mas eu me importo com todos
Eu não preciso de tudo que tenho
E não tenho tudo de que preciso
Eu posso deixar de dizer sim
Mas não consigo dizer não
Eu não sou tão feliz quanto antes
Mas não tão triste quanto já fui
E finalmente
Meu nome é Apolo Blans Lima
Mas esse não é quem eu sou
Pois existe uma grande diferença
Entre sua identidade
E seu ser.
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