Meu professor é um vampiro.
27 Capitulo 4- Poderes escondidos parte 1
Acordei com um barulho, levantei as pressas, e fui ate a porta e tentei abri-la, puxei novamente, estava trancada, puxei novamente para confirmar, estava trancada. Alguém tinha trancado, forcei para abrir, gritei e gritei e ninguém abriu a porta, bati, gritei, olhei pela a janela, o carro de Christopher não estava mais lá, empurrei a porta com força, empurrei novamente, estava com raiva,sentir uma onda de ódio e raiva passou pelo meu sangue, meus olhos estavam queimando, me sentir possuída por algo desconhecido, empurrei a porta e ela caiu fazendo um estrondo perturbador quando se chocou contra o chão, sai correndo do quarto e fui ate a torre norte, empurrei as portas da sala do conselho com raiva e perguntei com voz grave:
–Onde eles estão?
–Quem, minha querida?-Aaron pergunta.
–Não tente me fazer de idiota-disse sentindo algo me possuir-Onde eles estão?
–Os olhos..-Uma mulher sussurrou.
–Eles foram embora!-Ele respondeu-Azalea cale-se!
–Esta mentindo!-Disse com raiva.
–Não, eles abandonaram você!-Ele diz rindo.
–O que?-Pergunto-Do que esta rindo?
–Do seu rosto!-Ele responde.
–Cale a boca, onde eles estão?-Grito.
–Foram embora!-Ele responde-Seus amiguinhos e seu namorado foram embora, e nunca mais vão voltar!
Corri da sala e fui em direção a porta de saída, dois homens forte estavam na frente e me seguraram quando tentei passar, soquei um e chutei o outro, mas eles continuaram me segurando.
–Me deixa sair!-Gritei.
–Soltem!-Aaron diz. Ele estica a mão em minha direção, sinto algo prender meu pescoço e me levantar, uma especie de poder que ele tinha, ele apertava a mão e meu pescoço estava sentindo aquilo.
–Me solta!-Tentei falar.
–Não!-Ele disse apertando mais.
–Eu mandei me soltar!-Gritei, uma coisa escura cobriu toda a minha visão, algo subiu no meu sangue, as minhas veias saltaram e eu o empurrei com uma força, mas sem toca-lo, algo simplesmente que eu imaginei e se realizou, era como se eu pudesse ver com outros olhos e pensar com um cérebro que não era meu, e sim de algo que estava vivo dentro de mim. Aaron bateu em uma pilastra, fazendo ela se quebrar em pedaços, ele se levantou. Uma mulher a quem ele chamou de Azalea, veio dizendo em tom de ordem:
–Parem, não briguem!
Sentir algo ser recuperado em mim, eu estava ali novamente, de volta ao meu normal.
–Levem a menina para o quarto, e Aaron temos que conversar!
Ele me olhou com olhos de ódio, e foi embora junto com Azalea. Os dois homens me levaram de volta para o quarto. Com uma maldita dor de cabeça, tentei pensar.
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