Meu primeiro amor gay
2 Festas
Notas iniciais
A ajuda de minhas amigas, veio rápido, Jade e Laura pararam de estudar por um momento e foram me consolar. Naquele dia na escola o assunto era meus sentimentos sobre o Nicolas (Aqui entre nós, eu estava adorando porque amo ser o centro das atenções), sentados na mesa na hora do recreio, as meninas me perguntavam muitas coisas, e eu fazia muitas perguntas à elas, e foi assim até acabar o recreio.
Não sabia como agir, o que pensar, foi tão rápido e tão forte, eu já amo ele, OMG, o que ele pensa de mim? Será que estou bonito? Será que ele é o cara certo? Definitivamente nunca saberei responder isso, até porque não estou na cabeça dele.
Em uma de nossas conversas ele me disse:
ª Eu e meu irmão fizemos uma promessa para meu pai, é que eu não posso fazer tatuagem e “decepcionar” ele, enquanto ele estiver vivo, sendo gay isso iria decepciona-lo.ª
Por mais gritante e ofensivo que isso tenha soado para mim, eu não podia fazer nada estava “IN LOVE” com ele, e isso me fez querer matar o pai dele e fugir para Las Vegas – Honey- , porém isso foi só uma fala qualquer, nada de muito relevante.
Dando sequência, a escola às vezes nos obriga a fica à tarde e então ele perguntou se queria almoçar na vó dele e eu disse que sim, e então lá ele disse uma frase que eu nunca vou esquecer e que novamente por mais gritante e ofensivo que isso soou, eu não podia fazer nada eu o amo, a frase é a seguinte:
— Eu não aceito os gays, você é o único que eu aceito.
Nicolas tem uma fixação muito grande por sua religião e isso faz com que ele leve tudo o que é dito por padres, pregadores e religiosos, ele pega para si e leva como verdade absoluta, ele é muito cabeça dura. Logo, ele vai a um encontro toda terça-feira, ele me chama pra ir nesse encontro desde que nos reencontramos esse ano na mesma sala, e um dia eu fui, não voltei lá por algum tempo, mas de fato a religião atrapalhou muito, ele por ser uma pessoa muito religiosa não iria nunca aceitar ficar comigo.
Vou pular alguns dramas meus, e vou contar sobre o que acontece nas festas, quando estamos juntos na mesma festa, acontece o seguinte, ele não olha para mim, não fala comigo e quase nem me cumprimenta, e então teve uma festa que eu cansei.
Já havia se passado um ou dois meses, eu não lembro, mas a festa eu lembro, aconteceu tudo o que tinha para acontecer, não ficamos, não nos olhamos, não nos falamos, nem o cumprimentei, e então no final da noite, ele sentou longe de todos e foi rezar, sim REZAR, sacou o terço do bolso e começou a rezar, e então fui perto dele e simplesmente desabei a chorar, dizia:
— Nicolas, nunca vai acontecer nada? Porque dói tanto? Você não faz ideia o quanto dói.
E ele não fazia nada e então eu continuei:
— Nicolas, eu tentei tirar você da minha cabeça, eu tentei de tudo, eu pedi pra Deus, não me trate assim.
Ele me ignorou até que minha tia chegou para me buscar, e o momento eu parei de chorar, limpei meu rosto e fui para casa, eu queria esquecer tudo.
Nicolas não me trata mal, ele é meu amigo e é meu melhor amigo. Na outra festa que fomos ele veio para minha casa para irmos juntos, eu estava sem internet então não podíamos jogar, fomos deitar na cama da minha mãe e estava com AR e Telecine, esperamos até a hora de ir, pouco tempo antes de irmos pra festa, deitamos na cama, eu me aproximava do rosto dele várias vezes, ele se afastou então eu disse:
— Que foi, ta com medo de alguma coisa?
Então ele levantou, segurou meu rosto como se fosse me beijar e do nada ele morde meu nariz, descontando do que havia acontecido mais cedo, na escola. Que ódio, eu sentia muita raiva e então fui tomar banho e deixei ele lá.
Fomos para a festa, e chegando lá mesmo esquema, sem contato visual, e no final da noite, fomos para dormir na festa e então eu dormi com as meninas e ele com os meninos, quando eu estava dormindo, entrou no quarto um amigo meu e perguntou:
—Posso dormir aqui com você?
E então eu disse:
—Claro, deita ai.
Eu estava bêbado, e ele também, e a carência bateu, e então acabamos se pegando, beijos e mãos para todos os lados, ele se esfregava em mim, muito e claro eu fiquei com muita vontade de fazer sexo, o que não era possível pois tinha muitas pessoas no quarto. Meu amigo foi pra outra cama e pegou a menina que estava lá, e assim terminou a noite.
Cadê o Nicolas? Pela manhã fomos embora, para casa dele, e então chegando lá, comemos e dormimos, e conversamos mais uma vez sobre nós, quando o assunto chegou ao tamanho de pênis,
Eu disse:
— Nicolas, você já mediu o tamanho do seu pinto?
Ele disse:
— Ainda não, mas porque pergunta isso?
Respondi:
—Porque estava lembrando da conversa que tivemos com os meninos na sala.
Então dormimos um pouco e logo quando acordamos ele foi ao banheiro, era em volta 6 horas e ele demorou muito lá, quando ele saiu, ele me disse:
— Eu medi meu pinto, tenho 16,5 cm.
Eu fiquei impressionado pois parecia grande, ele me disse que tirou uma foto com a régua, então eu perguntei:
—Posso ver a foto?
Ele disse:
—Pode ué
Peguei o celular e desbloqueio (eu já sabia a senha) e procuro, e não acho nada. E então a mãe dele liga:
“Filho, se troca vamos em churrasco”
Isso era 19:30 da noite de um domingo, mas ele foi tomar banho, e ai vem a surpresa, ele diz:
—Vou tomar banho, quer ver?
Eu disse:
—Claro.
Peguei meu celular e fiquei na porta, e SHOCK, ele deixou a porta aberta, apreciando ele tirar o short e depois tirar a cueca, foi tudo tão devagar, eu via toda aquela cena e tudo em câmera lenta, eu estava perdido com meus pensamentos pervertidos, quando eu escuto:
—Antony, Antony, HEY!
E então ele pediu para que fosse pegar um shampoo no seu quarto, peguei, ele terminou e logo a mãe dele chegou e logo após ela chegar, me levou até o onde me mãe me esperava.
Já estava em casa quando recebo uma mensagem dele dizendo......
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