Samanta entra correndo em casa ofegante, olha para o avô sentado. E abrindo as cortinas fala com sorriso aberto.

– Bom dia vovô!... o dia está lindo e o sol nos brinda com seus raios luminosos.

– Bom dia querida! Não sei se brindo o sol La fora ou sol que me beija...

– Vovô o senhor me deixa tão emocionada com seus elogios , mas, eu vim bem cedo para que o senhor me conte toda história dessa tabuleta eu o senhor tem em cima da lareira.

– Há sobre a tabuleta, é uma história longa e talvez um pouco sinistra pra você...

– Vovô você prometeu! .... e eu não vou esperar ouvi – lá, tudo que vem de você eu gosto, mesmo que seja sinistra.

– Está bem meu amor. Sente-se aqui perto do vovô e segure minha mão, eu vou contar...

Aconteceu no começo do verão do ano de 1960, num dia de sol fraco, quando as árvores estão floridas. Eu era um estudante de jornalismo, minhas pretensões eram de se um grande repórter policial e ai no meu carro m direção a uma cena que desconhecia, ma que precisava ver. Era meu primeiro trabalho. Uma mulher, segundo tinha informado pelo rádio o supervisor do jornal para os casos de policia, dera fim a sua vida por motivos desconhecidos. Era um caso comum do cotidiano nas grandes capitais.

Quando estacionei entre os carros da policia e as viaturas das equipes de televisão, vi os peritos entrando na pequena casa lilás. Penetrei logo na casa à procura de alguém que me pudesse fornecer uma foto recente da mulher. Mais tarde, já com todos os detalhes no meu livro de notas e sem a foto, dirigi-me para o quarto onde a policia dissera que estava o cadáver. Entrei e deparei com esta cena:

– Sobre o leito um pouco em desordem, sobre a pouca luz do sol que estava pela janela entreaberta, jazia o corpo envolto num lençol branco.

Notas finais
Já, já o próximo capitulo...