Meu namorado (im)perfeito
11 11 – Verdade x mentira, amor x traição
Notas iniciais
Gostaria de mandar um grande beijo para a minha beta Carmen, que mesmo eu mandando o capítulo em cima da hora, ainda sim, betou. (:
Obrigada minha querida ♥
E obrigada também à Sayure, que recomendou MNI ♥

11
Lucy colocou os pés na banheira assim que a água esquentou. Só gostava de banhos aquecidos. Sentou e ficou observando, com um rosto corado pela temperatura, a água subir à medida que seu corpo submergiu. Pegou o sabonete ao lado e começou a esfregar o corpo. Brincou com as bolhas de sabão que se formavam. Parecia uma criatura praticamente adulta brincando de ser criança e... Esperando uma criança.
Passou as mãos pelo vértice entre suas pernas na região íntima, para se lavar, e sentiu dor. Ainda estava bastante machucada pelo que Natsu tinha feito a ela. Pensava se ele tinha feito mal ao bebê também, mas concluiu que não, porque a dor não vinha do baixo ventre. Ele apenas machucou seus lábios vaginais. Bruto!
Fechou os olhos e pensou um pouco. Pensou no garoto que sentara com ela no banco daquela praça há uma hora.
— Você sempre sai para observar as estrelas? — Lucy riu. — Não é coisa que um garoto da sua idade faça. Garotos da sua idade querem curtir a vida loucamente... E olhar as estrelas à noite me parece algo tão... Sonhador.
— Para você apenas as mulheres é que sonham? — Ele riu também. — Eu também tenho sonhos.
— Desculpe.
— Você parece com aquela estrela ali. — Ele apontou para aquela que seria a mais brilhante do céu. — É estranho. Nunca vi garota alguma que se parecesse com uma estrela.
— Essa provavelmente foi a coisa mais doce que um garoto já me disse. — Sorriu.
Ele era tão encantador.
Certamente iria querer ir observar as estrelas à noite mais vezes.
Certamente gostaria de vê-lo outras vezes observando as estrelas.
Lucy se secou quando acabou de tomar banho e foi verificar a correspondência. Estava em casa e queria ver se tinha chegado algo para ela. Folheou as cartas, uma a uma, e achou estranha uma carta que era direcionada à sua irmã gêmea, Ashley. Ashley não estava em casa porque trabalhava em um fast-food à noite, e pelo modo como se encontrava a carta, ela ainda não tinha lido. Lucy mordeu os lábios e conteve os dedos para não abrir a carta, mas conhecia aquela letra. Aquela letra era de sua mãe. Mas por que só se dirigia a Ashley?
A sua indecisão foi cortada quando o telefone tocou. — Alô — atendeu.
— Levy, você não sabe o que aquele filho da puta me fez! — Erza começou a falar furiosa no outro lado da linha, soltando labaredas de fogo por tudo que era orifício.
— Erza — Lucy sorriu —, aqui é a Lucy.
— Ah, Lucy, serve você mesmo! — Disse a ruiva. — Tudo começou quando...
[...]
Na casa de Levy, alguns copos dispostos no armário da cozinha tremiam e balançavam de acordo com a sintonia e batida de Single Ladies. A pequena de cabelos azuis batia palmas e fazia caras e bocas dramatizando com a letra da música. Estava se divertindo. Foi até o seu quarto e encontrou uma saia da mãe que estava guardada em uma das gavetas desde o último final de semana em que ela foi passar com Levy. Certamente, para Gajeel, ficaria parecendo uma minissaia. Ela estendeu a peça de roupa sobre a mesa e ficou esperando que ele vestisse. Deixou bem claro que ele teria que tirar a calça e apontou para o banheiro, mas ele deixou bem claro que não estava disposto a ceder tão simplesmente aos caprichos de Levy.
— I will kill you.
— Ok.
— I’ll cut you in half.
— Ok.
— You are a bitch!
— Ok.
— I know to speak English. No need to do that.
— Really? — Levy riu. — Você só sabe porque consegui te irritar. Me agradeça. Sou um gênio e meus planos funcionam.
— Gênio? — Ele a pegou pela gola da camisa, como de costume. Talvez ela devesse usar com mais frequência blusa de alça fina. Por onde ele a levantaria? Onde pegaria? — Se fosse um gênio como diz, não implicaria com alguém que tem o dobro do seu tamanho. Um dia eu vou te dobrar e colocar no meu bolso.
— Olha, Gajeel — ela olhou nos seus olhos, do alto —, o tempo está se passando. Faça logo o que pedi e me coloque no chão, sim?
— Vadia! — Ele a soltou com um baque. Pegou a blusa com raiva, disse que não demorava e foi até o banheiro se vestir.
Gajeel abriu a porta do banheiro com uma força subumana e a fechou com um estrondo. Estava irritado e fogo escapava por todos os poros do seu corpo. Como uma menina de tão pouco tamanho e significância conseguia irritá-lo daquele jeito? Arrancou a calça em questão de segundos e vestiu a saia estranhando o que viu no espelho.
Cara, Gajeel tinha pernas cabeludas... A imagem dele refletida no espelho com uma saia que se tornou mini era assustadora. Parecia a mulher barbada do circo. Ficou mais irritado ainda, esse segurou duas vezes para não quebrar o espelho com um soco e fazer estilhaços. Como sairia do banheiro assim? Aquela menina ia rir dele como nunca. E pior! Ela iria gravar e teria uma prova do crime para encurralá-lo sempre que quisesse. Poderia até mesmo fazer chacota. Aquela gravação seria uma potente ameaça em suas mãos, mais perigosa que uma bomba nuclear.
Pensou antes de deixar o banheiro e fez bem. Bateu na porta como se quisesse derrubá-la para que Levy pudesse ouvir. Ela pausou a música.
— O que está fazendo, Gajeel? — Ela perguntou se aproximando. — Quer derrubar a minha casa?
— Eu saio daqui com uma única condição. E se você burlar com ela, eu irei te perseguir até no inferno. Isso eu te juro! — Levy não podia ver, mas ele estava cerrando os punhos com a raiva que não conseguir conter dentro de si. Estava com vontade de socar alguém até a morte.
— Que condição seria essa? — Ela quis saber.
— Que não grave. Eu não sou tão idiota. Sei que você quer a porra dessa gravação pra poder me ameaçar depois.
Levy começou a rir. — Seu idiota, eu não estava falando sério em relação a isso. Eu sou pobre. Não tenho dinheiro pra comprar uma câmera — mentiu, uma vez que a câmera já estava posta escondida fielmente por trás de um retrato na sala.
— Sua tampinha, se você estiver ment-
— Sai logo daí! — Ela revirou os olhos e apertou no botão do controle que fazia a música continuar de onde estava pausada.
Gajeel colocou a mão na maçaneta da porta com muita força, tremendo de raiva. Se a intuição de Levy estivesse cientificamente certa, aquela noite seria a que mais ele absorveria conhecimento. Estava irritadíssimo! E uma vez que ele só aprendia quando estava nesse estado de humor, ia comer o livro de inglês como uma pequena maça. Ia comer a alma de Levy também, quando soubesse que ela realmente gravaria aquela cena vergonhosa e cômica. Abriu a porta e saiu de lá.
Levy conteve uma gargalhada e aumentou o volume. — Vamos, querida... — Ela disse feminizando a voz como faziam os gays.
[...]
No apartamento de Jellal a festa ainda rolava quando ele entrou sorrindo em seu lar. Estava com um estúpido sorriso no rosto e Gray, que chegou à festa minutos antes de ele voltar, estranhou o seu estado de ânimo. Jellal passou muito tempo lá fora tentando fazer a dor de seu órgão genital passar. Foi até um o último andar, que tinha uma piscina, e foi se refrescar. Só voltou quando sentiu o frescor da água gelada apagar a dor, mas que, no entanto, não apagou o maldito sorriso da cara lisa.
— Com quem é que você estava? — Gray sorriso e lhe entregou uma cerveja. — Esse seu sorriso me cheira a mulher. E esse seu cabelo molhado te denuncia.
— Tem piscina aqui, cara! Estava aproveitando.
— Sozinho? Duvido muito.
Jellal passou um braço no ombro de Gray e eles foram juntos até à cozinha.
— Estou a fim de uma gata selvagem. Estou vendo um jeito de domar a fera — estendeu as pernas sobre a mesa e confessou ao amigo.
— Um brinde a isso! — Gray fez o mesmo e brindou. — Estamos os dos com sorte. Acabo de encontrar a menina mais linda que já vi na vida.
— Wow! — Jellal bebeu. — E quanto à Juvia?
Gray negou com a cabeça. — Passatempo.
— Do que estão falando? — Natsu chegou completamente dopado de álcool e puxou uma cadeira também, estendendo os pés em cima da mesa como fizera os outros dois.
— Mulheres. — Gray riu.
— Esse assunto é sempre bom. — Natsu propôs um brinde aos dois, que aceitaram e bateram as latas de cerveja uma na outra. — Aliás, está na hora de mandar uma mensagem para aquela cadela. Eu quero dormir com ela hoje. — Natsu pegou o celular do bolso e ficou procurando o nome da “cadela” na lista de contatos.
— Quem é a felizarda? — Gray perguntou negando com a cabeça, divertido com o modo que Natsu tratava a namorada. Soube logo que era a oficial, porque tinha o número dela gravado no celular pessoal, com quem se comunicava com os mais íntimos.
— Minha namorada, a mais gata do colégio — ele gemeu bêbado. — Lucy Heartfilia.
O sorriso de Gray morreu em seu rosto.
[...]
— Eu acho que você gosta dele e não gosta de gostar dele — Lucy falou sendo sincera.
— Mas que merda você está falando, Lucy? — Erza que já estava irritada no outro lado da linha ficou ainda mais. — Eu não gosto dele. Eu odeio ele!
— Ok, ok. — Lucy revirou os olhos, insatisfeita com a resposta da amiga. Um apaixonado sempre reconhece o outro. Nesse momento, a irmã mais velha de Lucy chegou em casa e colocou algumas sacolas de compras no chão. — Erza, eu tenho que desligar agora. Tudo bem? Depois a gente se fala.
— Lucy, esper-
Desligou.
Desligou e encarou Ashley com olhos de culpada. — Ashley...
— Lucy.
— Eu...
— O que está fazendo aqui? — Questionou fria, com um rosto impassível. — Ah, você resolveu voltar pra casa. É sempre assim, não é? Você passa dias foras na casa do seu namoradinho e depois volta pra casa com essa cara de bunda. O diretor ligou pra mamãe e disse que está preocupado com você. Suas notas decaíram muito!
— Eu posso explicar — disse, com a angústia de ver sua mãe se decepcionando com ela mais uma vez remexendo em seu ser.
— Claro que pode. Mas é sempre a mesma desculpa. — Ashley pegou as sacolas e as levou para a cozinha. — Volte para onde veio. Você não é bem vinda aqui.
A irmã de Lucy começou a guardar os mantimentos que comprou e não disse mais uma só palavra. Lucy, que já não continha as lágrimas, disse que estava de saída e deixou as cartas em cima do ombro do sofá. Mas aquela que era dirigida à Ashley e escrita por sua mãe ela guardou dentro do bolso. O que poderia ter escrito ali que ela não poderia falar por telefone? Dessa vez a curiosidade de Lucy falou mais alto.
Ela caminhou de volta pelas mesmas calçadas e observou quanto tempo faltava até que Levy e Gajeel acabassem com a sessão de estudos. Teria que dormir outra vez em sua casa e, interiormente, estava agradecida, porque ali se sentia bem vinda e amada.
Ela passou a vagar novamente as ruas da cidade, mas agora estava um pouco mais tarde e ficou com medo. Caminhou até a porta da casa de Levy e sentou nos pequenos degraus que davam acesso ao portão. Ficou esperando a hora passar ali mesmo. Embora fosse uma casa afastada do centro da cidade, o bairro onde Levy morava era considerado tranquilo e pacífico pelos moradores.
Lucy aproveitou o momento para ler a carta.
Ashley, querida, como está?
Seu pai e eu estamos orgulhosos de você e aposto que vai ter uma surpresa muito grande quando lê a carta. Pensamos que seria melhor do que um telefonema. Imagino como deve ser a emoção de pegar com as próprias mãos, de surpresa, uma passagem para o futuro. Seu pai e eu te desejamos toda a felicidade do mundo, minha filha. Você é o nosso orgulho!
Com amor;
Mamãe.
Sim. Ashley era o orgulho dos dois. E a prova disso acompanhava aquela carta. A passagem do futuro, do qual sua mãe falava, era uma carta de recomendação para a melhor universidade do mundo: Harvard. Estava sempre se dedicando nos estudos e terminou o colegial antes mesmo de Lucy. Não que Lucy estivesse atrasada, era Ashley quem estava adiantada. Entrou no jardim de infância quando tinha apenas dois anos e já sabia ler e escrever algumas palavras na época. Agora estava ali mais um prêmio pela sua genialidade.
O barulho que vinha da casa de Levy parecia não a incomodar. Nem houvera prestado atenção no aparelho que estava ligado àquela hora da noite. Ela só queria saber de chorar, chorar e chorar. Chorar pela pessoa que era. Chorar pelo namorado que tinha. Chorar por ter perdido lugar no coração de seus pais. “Você é o nosso orgulho!” foi o que sua mãe disse a Ashley. Ela não disse “Você e sua irmã são o nosso orgulho!”. Sentia profundamente por isso.
Enquanto isso, lá dentro Gajeel soltava a franga.
[...]
— Que droga.
— O que foi, Natsu? — Jellal perguntou o motivo do aborrecimento de seu capitão.
— Aquela vadia simplesmente desligou o telefone. As minhas mensagens não estão sendo entregues. — Jogou o celular na mesa.
— Não é a operadora? — Tentou acalmá-lo.
— Não. — Ele se levantou da mesa e pegou o celular. — Vou até a casa dela.
— Boa sorte... — Jellal murmurou, mas Natsu já estava longe demais para ouvi-lo. — Escuta, Gray, por que é que você ficou tão calado de repente? — Jellal ficou desconfiado.
— Eu?! — Gray riu amarelo. — Não foi nada.
— Como era mesmo o nome da menina mais linda que você já viu?
Gray engoliu em seco e encarou o rapaz da tatuagem tribal com seriedade. — Lucy Heartfilia — disse sem rodeios.
— Merda... — Jellal passou a mão pelo cabelo e fez uma careta.
Natsu abriu a porta de seu carro com uma força e raiva concreta. Estava levemente com o álcool entorpecendo seus neurônios e o efeito não estava saindo muito bom. Os pedestres de Tóquio agradeceram o horário, porque certamente Natsu atropelaria qualquer um deles e no outro dia seu pai estaria pagando a fiança. Um acidente de trânsito poderia custar a vida, mas se apenas deixasse pequenas escoriações, seria um lucro e tanto ser atropelado por Natsu Dragneel. O “felizardo” ficaria rico com o dinheiro ganho para permanecer de bico calado.
Mas graças aos céus, isso não aconteceu. Natsu estava, mesmo com uma velocidade absurda e ultrapassando sinais, driblando qualquer obstáculo com muita facilidade. Quem o via juraria que ele fazia isso todos os dias, como se trabalhasse para o FBI e precisasse fazer constantemente perseguições de foragidos da polícia.
Natsu estacionou derrapando o carro em frente ao prédio onde as irmãs Heartfilia moravam. Ele deu cinco dólares — Dólares! Não a moeda nacional japonesa! — para o porteiro, que manejou o seu carro para dentro da garagem. Estava impaciente e com muita raiva da loira, iria descontar tudo. Ela estava enganada se pensasse que poderia não atender as ligações de Natsu.
Ele subiu as escadas, porque estava muito impaciente para esperar tranquilo que um elevador o levasse para o andar onde moravam as irmãs, caminhou pelo corredor e deu de cara com a porta almejada. Natsu bateu fortemente, não preocupado em tocar a campainha e falar quem era no interfone quando sua irmã atendeu. Ashley, cansada de perguntar e não obter uma resposta, decidiu abrir mesmo assim, porque o prédio tinha um esquema de segurança muito eficiente, que não deixava entrar no prédio pessoas suspeitas. Então, não seria um ladrão. Entretanto, seria um psicopata. Um criminoso conhecido por poucas pessoas.
— Você? — Ela fez uma cara de nojo. — O que está fazendo aqui?
Natsu levantou um olhar minucioso das pernas desnudas de Ashley até seus seios redondos e firmes por detrás do fino tecido da roupa de dormir. Estava linda e sexy assim. E ainda mais perfeita! Tinha a aparência exata da irmã mais nova. As gêmeas eram univitelinas. Exatamente iguais na aparência! A diferença era que Ashley era mais inteligente, não tinha hematomas pelo corpo e não estava grávida. Além do que, não era ingênua e não caia em papos furados como a irmã, embora a o atrito entre elas seja culpa em parcela de Natsu. Ashley amava Natsu, mas não aceitava que o cara era um canalha. Natsu gostava de Ashley, e foi em cima dela que ele deu primeiro, mas resolveu partir pra irmã mais nova, que tinha título de miss e era mais fácil.
— Ashley Heartfilia. — Ele sorriu malicioso e ela se arrepiou inteira quando ouviu seu nome sair da boca dele. — Como consegue ficar ainda mais linda a cada dia que passa?
— Como você consegue ficar ainda mais cara de pau a cada dia que passa? — Ela retrucou sem medo, mas com as pernas bambas. — O que quer aqui? Minha irmã não está em casa!
Ashley recuou dois passos e tentou fechar a porta, mas foi impedida pelo pulso firme do seu amado. — Não importa. Você está.
— É. — Ashley riu. — Mas eu não quero mais nada com você. Eu nunca quis!
Ela tentou mais uma vez fechar a porta, mas Natsu foi mais rápido e se colocou dentro do apartamento com ela, fechando a porta com o seu próprio pé, e segurando Ashley para que não fugisse. Ele a beijou como a garota desejou por todo o tempo. Vasculhou cada canto da sua boca como só ela quis mostrar a ele um dia aquele território perigoso. E não demorou muito para que ela cedesse e se agarrasse ao cabelo dele, puxando e intensificando o beijo que foi, desde o início, selvagem.
Não demorou muito para eles ficarem ainda mais à vontade. Natsu agarrou Ashley e a prensou na parede, enrolando suas pernas torneadas em sua pelve firme, puxando sua blusa para cima e deixando à mostra os seios e seus com bicos duros esperando pela sua língua. Foi insano o prazer que Ashley sentiu quando ele começou a acariciá-los com a língua em chamas. Era estranha a contradição. Porque ela jurou que ele seria seu bombeiro pelo modo como estava deixando-a molhada lá embaixo.
Pouco tempo depois, os dois se encontravam em sua cama, nus, com os corpos colados e transando como a loira mais velha sempre sonhou. O vai e vem desenfreado do encaixe perfeito dos corpos fez os dois chegarem ao mais alto escalão de prazer, gozando ao mesmo tempo e fazendo com que Ashley ficasse ainda mais apaixonada pelo vilão.
— Minha irmã não pode descobrir que a gente... — Natsu calou Ashley com o dedo. A moça estava suada, ofegante e desejosa para uma nova rodada de prazer.
— Fique tranquila. — Natsu mordeu seu queixo e beijou singelamente os seus lábios. — Ela não vai.
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