Meu doce desejo
1 Prologo
Prólogo
Estávamos tomando o café da manha, minha mãe pedia para que eu e Emma andássemos rápido, pois ela precisava chegar mais cedo hoje no serviço dela. Conversávamos sobre roupas e maquiagem ate sermos interrompida pela campanhia. Minha mãe se levantou para atender, pude escutar toda conversa que ocorreu assim:
Policial: Sr Johnson?
Mãe: Sim sou eu
Policial: Recebemos uma denuncia contra a senhora, podemos entrar?
Quase engasguei quando ouvir isso, como alguém tão ocupada como minha mãe teria tempo para cometer algum crime?
Emma sussurra: Esse policial só pode esta doido.
Eu: Também acho – respondi dando uma risada.
Era o que eu pensava ate ele pedir para revistar a bolsa da minha mãe claro que ela não o impediu e fez questão de entregar a bolsa em suas mãos. Precisei sair de casa para tomar ar, aquilo não podia ser verdade.
Eu: VAMOS LÁ LAYLA, ACORDE – ordenei para mim mesmo.
Mas eu estava bem acordada, voltei para dentro de casa e minha mãe, Emma e aquele policial ainda estavam lá.
Mãe: Emma, Layla – ela nos olhava implorando por misericórdia.
Eu: Mãe eu... – a frase fica solta no ar.
Emma: Mãe, como você pode? – Emma estava em choque.
Mãe: EU JURO QUE ISSO NÃO É MEU — ele gritava para nós duas.
Ignorei a todos que estavam ali e sair correndo para longe de minha casa, corri para onde eu costumava ir toda vez que algo acontecia comigo, para casa de Tobby, meu melhor amigo.
Eu: Ainda não consigo acreditar que isso seja real, mas... – e a frase fica solta no ar de novo
Tobby: Mas, tem provas não é? – ele perguntou.
Eu: Sim, mas não acredito que minha mãe seja capaz disso, alem do mais ela vive falando para mim e Emma nunca usarmos drogas. – falei para ele.
Tobby: então, Lay se você sabe que isso não é real fale para ela – ele me aconselha.
Eu: Não sei não, tenho medo – aperto o travesseiro contra meu joelho.
Tobby: Medo de que? – ele pergunta.
Eu: Medo de descobrir que tudo é real – suspiro. Mas enfim preciso ir Emma deve esta preocupada comigo.
Tobby: Quer que eu vá com você ate sua casa? – ele se oferece pra me levar.
Eu: Não obrigada, prefiro ir sozinha, você sabe preciso pensar um pouco – respondo.
Tobby: Claro vai lá – ele fala.
Para minha agonia agora não era apenas um policial eram vários, minha irmã agora estava segurando a mãe da minha mãe tentando conforta-la.
Mãe: Layla – ela parece fica surpresa quando me vir.
Eu: Mãe – respondo de um jeito incrédulo.
Mãe: Você sabe que isso não é meu – ela fala com toda certeza do mundo.
Eu: Então me diga como isso foi parar dentro da sua bolsa? –quase grito quando faço essa pergunta.
Mãe: Eu não sei – ela parece fica desesperada com a situação.
Emma: Mãe, eu acredito em você- ela fala apertando a sua mão contra a dela.
Mãe: Obrigada – ela responde parecendo esta mais calma.
O policial que tinha chegado antes volta a dirigir a palavra para nós, mas dessa vez ele parecia falar comigo e minha irmã.
Policial: Então meninas localizei o pai de vocês e decidimos que vocês terão que ir morar com ele ate tudo ser resolvido – ele fala
Nunca pensei em um ter que ir morar com meu pai, não tínhamos muito contato e eu também não sabia como seria uma vida com ele, mas eu não posso reagir mesmo eu sendo maior de idade ainda preciso de alguém que se responsabilize comigo, então claro, ele foi à única opção.
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