Notas iniciais
YO! ESTOU COM UM CALOR MINNA. E NÃO É PELO SOL... FIQUEM FELIZES PERVERTIDOS, TEM HENTAI NA PARADA Õ/

Dei meu último gole no suco de uva ao mesmo momento que Natsu terminou de me contar sobre o que tinha acontecido. Eu tinha entendido apenas que Minerva era uma vaca e que quase me matou.

– Mas — Falei após um momento. – Quem é o tal de Makarov?

– Ele é o nosso verdadeiro diretor. Minerva queria detonar ele e ficar com a escola...

– Nossa, não sei o porquê de tanto interesse...

– Luce, pensa. Só tem alunos ricos lá... Tem noção de como o diretor deve ganhar bem?

Pensei por um segundo e fazia sentido. Suspirei fundo.

– Obrigado por estar sempre comigo... – Eu sorri e me debrucei na mesa para alcançá-lo. Natsu me retribuiu com um beijo.

– Oi casal... – Erza entrou em cena sorrindo toda feliz com Jellal ao lado, sério como sempre.

– Oi, casal! – Disse repetindo o mesmo, fazendo Erza corar.

– Estúpida... Aqui... – Ela me entregou uma sacola. – Comprei isso pra você.

– O que é? – Perguntei.

– É um hidratante íntimo... – Eu fiz cara de confusa. – É bem simples. A enfermeira me disse que seu corpo sugou muito gás de não sei o que e sua pele vai ficar super ressecada por dias. Então eu lhe trouxe isso. É como se fosse uma calcinha e um sutiã de plástico. Vem com o creme, você passa no conteúdo e depois deixa sobre os seios e... E lá!

– Hã... – Eu tirei o conteúdo de dentro da sacola e Natsu arregalou os olhos. – Que foi Natsu?

– Nada... – Ele piscou para Erza duas vezes seguidas. – Eu quero mais refrigerante.

– Eu também. – Gritou Erza. Assim os dois foram comprar mais, me deixando na mesa com Jellal.

~~~~~~~~~~~~~~ Silêncio absoluto.

Esqueci-me de mencionar que estávamos em um shopping. Era sábado.

Fiquei por pelo menos dez minutos torturantes e silenciosos com Jellal na mesa, até Erza e Natsu voltarem e quebrarem o clima.

~*~

Quando voltamos para a escola, entregamos os braceletes que levávamos que tinha um GPS para saber onde estávamos quando saíamos.

Natsu e eu subimos juntos para o meu quarto e ele me deixou na porta, dando um beijo muito quente e saindo para o quarto dele.

Eu entrei e olhei em volta, coloquei a sacola de Erza na cama e resolvi tomar um banho. Peguei minha bolsa e subi para o banheiro, demorando muito tempo lá. Quando terminei desci de toalha mesmo de volta para o quarto.

Sentei na cama e encarei o presente de Erza. Olhei no espelho, minha pele realmente estava péssima. Não seria uma má ideia passar o que ela havia me dado.

Abri a sacola e peguei o creme e as roupas íntimas de plástico. Tinham um cheiro delicioso de chocolate. Nem parei pra ler nada e abri. Passei bastante nos meus seios e coloquei o sutiã. Esquentou um pouco e logo ficou gostoso. Depois fiz o mesmo com a calcinha e deitei.

Quando estava para pegar no sono, Natsu me chamou.

– Nossa, Luce.

– Oi Natsu. – Eu levantei rápido. – NATSU?!

– Yo! – Ele sorriu sarcástico. Subiu em cima de mim e segurou meus braços a cima da minha cabeça. – Caraca, você caiu direitinho!

– Oi?

– Erza te enganou direitinho. – Ele dizia isso olhando faminto pros meus seios. – Cara, eu amo – Ele lambeu meu sutiã cheio de creme – Chocolate.

– Éca. Você está comendo creme, nojento.

– Luce, ingênua... – Ele sorriu. – Isso é roupa íntima comestível.

– Isso... – Eu arregalei os olhos. – O que isso significa?

– Significa que hoje eu definitivamente vou te comer. – Ele disse isso numa voz tão rouca e sexy, me deixou louca.

– Natsu...

– Erza também me deu presente... – Ele abaixou ao lado da cama sem soltar minhas mãos e alcançou alguma coisa.

– OI? VOCÊ ESTÁ BRINCANDO!

– Jamais! – Natsu prendeu meus braços com algemas de ferro, duas, uma em casa pulso e o outro lado na cabeceira da cama.

– Natsu... – Eu estava estranhamente amando aquilo.

– Vamos comer isso, certo.

Natsu começou a passar a língua por toda a extremidade dos meus seios. Ele sugava forte, a gelatina que agora se formava do creme mais o conteúdo se desmanchava na boca dele.

Que inveja!

Ele cuidou para que não ficasse eu nenhum lugar com o sutiã. Depois desceu para o meio das minhas pernas e eu fui o acompanhando com os olhos. Natsu me olhou do meio das minhas pernas e me deu um sorriso extremamente delicioso, me fazendo ficar mais louca ainda, lançando a cabeça para cima.

Nesse momento ele atacou minha intimidade com lambidas e chupões. A calcinha teve o mesmo destino, a boca dele. Eu gemia que nem louca, jogava a cintura para cima e Natsu segurava minha bunda com força.

Eu queria tê-lo logo.

– Natsu, por favor...

– Sabe o que seria bom, loirinha? – Ele perguntou parando de me chupar. — Você gozar, primeiro, no meu dedo.

Falando isso ele voltou a me chupar loucamente, eu estava latejando por ele dentro de mim logo. Percebendo minha inquietação, Natsu me deu um dedo dele para lamber e logo em seguida o enfiou em mim, devagar, fazendo com que eu gemesse a cada centímetro que entrava mais alto.

Quando entrou tudo, Natsu começou aquele louco movimento de vai e vem com a mão, sem parar um minuto de me chupar. Eu gemia alto e estava começando a ficar ofegante. Eu gozaria a qualquer momento.

– Natsu! – Eu suspirei. – Eu vou gozar...

Dito isso ele parou.

– Pensando bem... Não, você só vai gozar quando eu deixar. – Natsu se afastou e me olhou. Ele veio nas algemas e apertou um botão do lado que permitia me girar em 360º. Sendo assim ele me colocou de quatro.

– Natsu. – Ele roçou sem membro enorme em mim.

– Lucy, descobri um fato interessante pela nossa primeira transa... Você é masoquista.

– Eu? – Era verdade, mas eu morria de vergonha. – Claro que – Natsu me deu um enorme tapa forte na bunda e puxou meu cabelo para trás. Eu gemi alto, mas um gemido de puro prazer.

– O que você estava falando? – Ele segurava minha cabeça para trás com as mãos em meus cabelos. Meu rosto estava tão inclinado que me permitiu um selinho nele. Natsu tapou minha boca. – Aé, você não falou nada.

Sendo assim ele penetrou forte em mim, como se tivesse me rasgando.

– Se quiser gozar hoje vai ter que me pedir. – Ele parou e me bombou denovo. – Implorar, na verdade.

– Natsu... – Eu gemi em protesto.

– Eu disse que você pode falar? Você só pode gemer e gritar... Gemendo. – Ele bateu na minha bunda e começou um movimento super selvagem.

Eu só gemia enquanto ele me batia e puxava o meu cabelo. Ele estava muito rápido e ofegante também, mas ainda mantinha a pinta de “chefe”.

– Nossa, adoro como a Luce é molhada e apertadinha.

Eu gemi e arrepiei ao ouvi-lo descrever como era me penetrar.

Eu estava quase gozando e já fazia os movimentos quase sozinhos, desesperados. Movia o quadril para frente a para trás e Natsu parou parqa me assistir louca tentando gozar logo.

– Eu disse que teria que pedir para gozar. Não disse? – Natsu segurou minha bunda forte e foi sessando meus movimentos.

– Por favor, me deixa gozar. Por favor, Natsu-san. – Entrei na brincadeira também.

– O que você quer, fala alto. – Meus movimentos quase tinham parado. Natsu apertou minha bunda forte. Ele fez com que eu fechasse minhas pernas, deixando as deles aberta e a minha fechada, me fazendo ficar mais apertadinha e senti-lo mais ainda.

– Me deixe gozar, por favor. – Natsu tirou a mão da minha bunda e segurou minha cintura, porém, eu conseguia fazer os movimentos mesmo com a força brutal dele.

– Nossa, desse jeito Luce fica ainda mais apertada, que vontade de rasgar você no meio, com esses peitos – Ele deitou em cima das minhas costas e apertou meus seios com força, passando a mão pela minha cintura voltando para minha bunda. – Essas curvas.

Natsu bombou tão fundo que eu gritei.

Com certo jeito, fui chegando ao meu limite, Natsu estava me segurando, mas eu fui forte e gozei em cima dele, dando um grito satisfatório junto.

– Natsu... – Gritei o nome dele como se estivesse avisando, e fui parando meus movimentos. Nesse momento ele segurou forte na minha cintura, continuando muito rápido, indo super fundo.

Aquela era minha segunda vez, eu ainda não havia me acostumado e cansava muito rápido. O fato de eu ter gozado e sentir Natsu rápido dentro de mim fez com que eu me contorcesse e acabasse gozando de novo, junto com ele.

– Porra, Luce. – Ele disse parando os movimentos pouco a pouco.

– O que... – Eu estava sem forças.

– Você teve orgasmos múltiplos. – Ele disse ofegante.

– Orgasmos... Múltiplos... – Eu havia gostado daquilo.

– Sou muito foda.

Quando olhei Natsu percebi que ele ainda estava excitado, mas eu não estava dando conta de mais nada.

– Pode me soltar? – Perguntei. Natsu veio em minha direção e soltou meus braços.

Eu desci para o chão e parei em meio às pernas dele, começando a chupá-lo... Do jeito que eu achava que era.

Passei minha língua pela lateral para umedecer, Levy me disse certa vez que se estiver seco, machuco eles.

Logo depois do membro de Natsu estar devidamente delicioso eu comecei a enfiá-lo na boca, sem usar dentes claro. Ia até onde dava, e ele parecia gostar, ficava me olhando com uma cara de tesão puro. Eu resolvi brincar também. Coloquei a língua para fora passei ela por toda extensão do membro rígido dele, olhando-o fixamente nos olhos.

– Luce. – Ele suspirou e eu não parei.

Passei a língua pelas bolas dele e subi para a cabeça. Depois engolia. Tudo que eu podia fazer eu fiz com a língua e o membro de Natsu, devo ter ficado nisso durante vários minutos.

Quando Natsu ameaçou gozar eu vi que estava recuperada e me sentei em cima dele. Encaixei-o em mim e comecei bem lentamente a subir e descer.

Esfregava meus seios propositalmente na cara dele e amava aquilo. Ele tentava lamber enquanto eu descia e subia. Eu queria fazê-lo gozar, então aumentei o ritmo e comecei a gemer alto. Quando vi que ele lançou a cabeça para trás e fechou os olhos, sem perder tempo, arranhei o peitoral dele e disse com uma voz super manhosa.

– Goza para mim também, Natsu-san.

Ele soltou um ruído da garganta e segurou meus seios com força, gozando direto dentro de mim, e eu, com essa última ação gozei junto também.

Desabamos na cama um ao lado do outro.

Notas finais
Gostaram?