Notas iniciais
Demorei, mas cheguei.
Tres dias escrevendo um capitulo.
Boa leitura conversamos lá em baixo.

Nossa briga foi uma baixaria só. No fim ele saiu e foi embora para casa dele. Me ameaçou e disse que eu tinha vencido a batalha, mas não a guerra. Idiota de calça de lycra, isso sim.

Eu fui para escola e para minha vida infernal. Meu pai já estava fora de casa vazia uma semana. Eu como filha preocupada que era nem liguei. Eu gostava da paz e do silencio. Desde que minha mãe foi para África o silencio reinava na casa. Parecia que só eu morava na casa.

Minha vida era bem fácil. Escola, casa. Casa e escola. Ah! Tá bom faltava emoção. Mas eu não ia sair por aí para procurar emoção. Ela vinha ate mim. E se chamava vizinho. Uma vergonha eu admito, mas eu não sabia o nome dele.

Mas era só o nome que não sabia. Sabia que ele tinha vindo para essa cidade a fim de descanso. Ele era um bêbado. Usava cuecas bem excêntricas. (Vallie — Caverna com vista para casa dele). Consumia altas doses de Jack Daniels. Fazia vários encontros com mulheres suspeitas. E bom adorava rock.

Rock ate que era um ritmo musical muito bacana, mas eu era aficionada pela musica clássica. O quarto do lazer aqui em casa era o paraíso da musica clássica. Meu pai era um caretão. Uns dos motivos para minha mãe ter ‘largado’ dele.

Era uma droga de sexta feira para mim, mas para os que tinham vida social. Como a puta da minha vizinha era um dia agitado. Devia ser o dia que ela mais... deixa pra lá. Eu estava em casa de boaça e de repente a luz da casa acabou.

- FILHO DE UMA PUTA VELHA E GORDA! – Eu gritei. Eram seis da tarde, o sol já estava se despedindo lentamente. E bom eu estava em uma casa de três andares e sozinha. Tipo para sempre sozinha.

Eu fui correndo ate a rua, quando me lembrei que eu estava com um short que parecia um cinto. E que não poderia perguntar aos vizinhos se eles tinham luz porque eu era uma antipática.

- Merda agora corri a toa! – Resmunguei para mim mesma. Eu não tinha visto o vizinho maluco lá na calçada.

- Alem de brigona, você ainda é maluca. – Ele me media da cabeça aos pés. Mas ele tinha achado algo interessante nas minhas pernas. Quando eu fui perguntar se ele tinha perdido alguma coisa ali, ele foi mais rápido. – Ate que de boca fechada, shorts curtos e meio descabelada você fica um tanto gata. Tem luz na sua casa? – Ele era um maluco imprevisível. Muito rápido e bastante intenso.

- Não. – Eu estava um tanto atordoada e meio tonta. Descer três andares correndo era só para os fortes.

- Uma bosta de bairro granfino, uma droga de aluguel caro e sem luz nessa porra. – Ele ia entrando para sua mansão. – Vai ficar parada aí na rua? – Ele tinha parado para me olhar.

- Menos assustador ficar na rua do que em casa. – Eu não sei o que aqueles olhos verdes tinham, mas eu tinha certeza que estava hipnotizada.

- Se você me der uma trégua, hoje deixo você ficar aqui em casa ate a luz voltar. – Ele era maluco. Definitivamente louco. Sua pior inimiga entrando na sua casa.

E eu era uma dissimulada porque aceitei o convite dele. Muita merda pela frente? Não sei talvez.

Notas finais
E o q vcs acharam do capitulo?
Estava pensando em colocar uma tensao sexual entre o vizinho ruivão e vizinha esquentadinha o q vcs acham?
Nao se preocupem tem muita agua para rolar.
Pedido de sempre né gente: Review. Só para nao perder o habito.
;*