- Dá pra você parar? — Ele se irritou.

- Parar o quê? — O encarei séria. — De ser honesta com você?

- Não foi bem assim. A minha mãe queria mostrar a cidade a ela e resolveu que isso ia ser um passeio em "família", não sei bem como mas acabou que no final as duas queriam fazer compras. Esquecido como sempre, deixei meu celular em casa, foi uma tarde de tédio, confesso que teve alguns momentos que eu aprontei mas foi só pra tirar eu mesmo do tédio. Afinal que mal tem se divertir com a sua mãe e com a... sua "prima". Eu acho que você tá exagerando. — Ele concluiu.

- É, talvez eu esteja, mas eu não pude deixar de pensar que você não se importava e que tava se divertindo enquanto eu tava mentindo pra minha mãe sobre quase tudo.

— Eu sei, eu sinto muito mesmo. Me desculpa. — Ele me abraçou e beijou minha testa.

— Tudo bem. — Eu disse.

- Me perdôa? — Ele insistiu.

- Não preciso te perdoar, tá tudo bem. — Eu insisti.

- Não tá mais brava comigo? — Ele perguntou com um sorriso torto no rosto.

- É... — Eu disse baixinho.

Ele levantou meu rosto e deu um selinho.- E agora? — O J perguntou.

- Talvez.

Ele segurou meu rosto e me deu um beijo mais profundo, sua língua se entrelaçava na minha e suas mãos tinham um toque suave no meu rosto. Ele mordeu meu lábio inferior e ambos sorrimos com aquilo.

- Acho que agora não tô mais... — Ele não esperou resposta e colou nossos lábios de novo, suas mãos desceram até a minha cintura e ele foi deitando seu corpo por cima de mim, o beijo ficava mais envolvente e eu não queria que ele parasse, levei minha mão até sua nuca e o puxei pra mais perto. Ele se encaixou melhor entre minhas pernas e sua língua ainda enroscava na minha, eu desci minha mão pelas suas costas, ele se arrepiou e partiu o beijo.

Nós dois sorrimos e ele deitou ao meu lado, ficou brincando com o meu cabelo e eu estava feliz. Nada melhor do que quando tudo acaba bem.

- Não quero ir pra casa. — Ele sussurrou.

- Também não quero que vá.

- Mas não quero quebrar a confiança da sua mãe, ela deixou eu entrar no seu quarto e sei como é difícil, melhor eu ir. — Ele disse triste.

Levantou e eu ajoelhei na cama o puxei e o beijei novamente, suas mãos desceram até a minha bunda e ele acariciou aquela região, subiu até a minha cintura e foi me puxando, conseguiu me tirar da cama e fomos andando até a porta, sem partir o beijo, sua línguava brincava com a minha e eu queria algo a mais.

Desci minha mão pela sua barriga, e levei até sua perna, aos poucos subi até a sua virilha enquanto ele continuava apertando minha bunda. Mordi seu lábibo inferior e o seu olhar me pedia por mais, o empurrei na parede e me aproximei, levei minha mão direto ao seu membro, que já estava rigído. Ele ficou ofegante, mas não durou muito, acho que minha mãe ouviu algum barulho.

- Vocês dois já conversaram? — Ela gritou do quarto.

O Justin bufou e eu entendia o porque da frustração. — Sim... Já estou indo. — Ele respondeu.

- Ok. — Ela respondeu.

Lhe dei vários selinhos e ele dava dois passos a frente, mas voltava.

- Droga, me bate, assim fica mais fácil de eu ir embora.- Ele disse.

- Ok.

Eu o puxei pela blusa e lhe dei um tapa na bunda.

- Aw... — Ele sorriu. — Tá, não funcionou, agora eu quero mais. — Ele me agarrou pela cintura e me beijou.

Fui o puxando até chegarmos na minha cama, ele passava uma mão pelo meu corpo enquanto a outra acariciava meu seio. Desci novamente minha mão até seu membro e acariciei por cima da calça, ele gemeu baixinho e começou a dar chupões no meu pescoço. Levei minha mão até suas costas e arranhei com força, ele mordeu forte meu pescoço em resposta, eu tentei gemer baixinho pra não chamar mais atenção da minha mãe, levei minha mão até a barra da sua calça e ia enfiar minha mão dentro da sua boxer, mas o seu celular tocou.

- Merda. — Ele se afastou. Pegou o telefone e atendeu rapidamente. — Fala. Por que? Por que? Não, ah... merda. Tá tô indo. — Ele desligou.

- Vem shawty. — Ele segurou minha mão e me puxou. Saímos do quarto e fomos até a porta da sala.

- Quem era?

- Minha mãe... — Ele revirou os olhos.

- Ela não devia estar no trabalho?

- Não hoje e ela não vai estar mais lá com tanta frequência. E quando ela está em casa, tenho horário, por causa da escola. — Ele fez bico.

- Ok. Te vejo amanhã. — Lhe dei um último selinho.

- Vou passar por aqui mas... A Beka vem comigo. — Ele cerrou as sobrancelhas.

- Argh... Contanto que ela não aja feito uma idiota, por mim tudo bem. — Eu disse.

- Ela não vai. agora tenho que ir.

Abri a porta e ele se foi, suspirei e abaixei a cabeça, amanhã iam ser longas horas na mesma escola que essa insuportável. Fechei a porta e desliguei todas as luzes, fui pro meu quarto e tentei dormir. Meu celular tocou novamente, achei que era o J, mas percebi que era do Math.

- Oi de novo. — ele disse.

- Oi...

- Como tá agora? Só liguei pra saber se vocês se resolveram se está tudo bem...

- Obrigada Math, tá tudo bem agora. Seus amigos ainda estão aí?

- Estão, mas estou prestes a expulsá-los, faz pouco tempo que eles chegaram e a casa tá uma bagunça.

- Sua mãe não falou nada?

- Ela foi dormir na casa da minha vó.

- Sei, tenta deixar tudo em ordem pra quando ela voltar.

- E você trate de dormir e parar de paranoia.

- Eu não sou paranoica. Sempre... E você também tem que ir dormir... Não beba, ok?

- Tá mãe. — ele gargalhou.

- Boa noite. Beijos.

- Beijos.

Notas finais
Oiiiiiiii babies *.*
Como vocês estão? Eu estou pirandoooooo! Minha vida não tem mais sossego, nunca fiquei tão doida assim. Ai ai Justin, você ainda me causa um enfarte!
Vi que algumas garotas vão! Boa sorte!
A maioria pra SP, como já esperava, vou pra POA porque é mais calmo e a cidade é menos perigosa, como vou sozinha, num é seguro pra mim ficar andando em SP :/
Enfim, o que acharam do cap?
JBeijos :*