- Eu não sei, mas é provável que sim, se eu namorava com essa pessoa é porque obviamente eu gostava dele e eu poderia gostar de novo... E você tem namorada? — eu perguntei.

- Ãh... Eu não sei, nós... tivemos que dar um tempo. — Ele disse.

- Ahh, isso é bem chato. Amanhã já tenho que ir pra aula, não sei se gosto.

- Pelo menos o seu primeiro dia você vai gostar, vai ver a maioria dos seus colegas, vai ser bem paparicada. Acho que vai gostar.

- A Marie disse que... Eu caí na escola, como isso aconteceu? — Eu perguntei.

- A gente não sabe, o Chaz te sujou de refrigerante e você foi lavar as mãos e... Aconteceu. — O Justin disse.

- Ow, você me sujou de refrigerante? Então você é o mentor de tudo isso. A causa dos meus problemas... — Eu falei séria.

- Ah, não... Me desculpa.- Ele disse.

- Não, sem problemas, eu estou brincando, eu fui a desastrada que caiu... Mas, você me sujou, né? Então, nada mais justo do que te pagar na mesma moeda... — Eu peguei a colher e coloquei bastante sorvete, estava pronto pra jogar na cara dele. E foi o que fiz, mas acho que ele não é tão bobo quanto aparenta, porqque ele puxou o Justin e eu acabei sujando a cara dele.

— Ow, você não fez isso. — O Justin disse.

— Desculpa... Não era pra ser em você! — Eu falei.

Ele pegou a colher e jogou no Chaz ao invés de jogar em mim, mas era o certo. Levantei e fui tentar limpar o rosto dele.

- Vem cá.... Deixa eu limpar isso. — O puxei e tentei tirar aquele sorvete do seu rosto.

- Não se preocupa, você também vai ficar suja...- E do nada ele me acertou sorvete no cabelo.

- Ah, é assim, então toma... — Enfiei a mão no pote e esfreguei no seu cabelo.

- Gente, para, a casa vai ficar toda suja. — A Monique disse.

- Cala a boca, minha casa, minhas regras... — Joguei sorvete na cara dela também.

- Ryan, você tá muito quieto. — O Chaz disse e jogou sorvete nele também.

Em menos de dois minutos, todos estávamos lambuzados de sorvete. O chão da varanda estava todo melecado, e eu cheguei até escorregar, mas o Justin me segurou.

- Agora como a gente vai pra casa? — A Monique perguntou.

- Eu moro do lado, então pra mim não tem o mínimo problema.

- Aqui tem uma piscina? — Eu perguntei.

— Tem... — o Ryan disse.

- Bom, hoje é domingo então... Por que a gente não vai pra piscina? — eu perguntei.

- é... Boa ideia. — A Monique concordou.

- Então vamos! — eu disse saindo da varanda com cuidado pra não delsizar e cair.

- Ir assim? — O Chaz perguntou.

- É... Lá deve ter um chuveiro, a gente tira o sorvete do corpo e cai na piscina! — eu sorri.

- Ah, vamos logo... — O Justin disse me acompanhando.

Ouvi a porta abrindo e todos ficaram parados, era a Marie e eu estava esperando uma bronca assim que ela notasse o estado que nós estávamos.

— O que ocorreu aqui? — Ela me olhou.

- Uma... guerra de sorvete... — eu respondi.

- Meu Deus, te deixo sozinha por 2 horas e acaba havendo a 3° guerra mundial na minha casa...

- Desculpa, foi ideia minha. — O Justin tomou a culpa.

- Não... — Ela riu. — Eu não tô zangada, só... Surpresa. Mas você se divertiu? — Ela perguntou.

- É sim... Foi lambuzado e... doce! — Eu respondi.

- Que bom! Mas agora acho que tá na hora de você ir tomar um banho e eu vou tentar limpar isso. — Ela disse.

- Na verdade, eu estava indo pra piscina agora.

- Agora? — É... Só terminar essa tarde de domingo, posso? — Eu perguntei.

- Tudo bem, Justin você pode ficar de olho nela, não faz dois dias que ela tirou os pontos! — Ela pediu a ele.

— Não tem problemas... — Ele sorriu.

- Se você não se importar, eu gostaria que eu pudesse limpar quando voltar.

- Tem certeza? — Eu limpo.

- Eu dei a última palavra.

Fomos pra tal piscina, que na verdade só tinha uns muleques mas ía dar pra zoar bastante. Nos jogamos na água e começou outra guerra, mas nessa todo mundo ia ficar limpinho. O Justin sempre parava e checava se eu tava bem, tava agindo feito um pai.

As brincadeiras da Nick e do Chaz de algum modo sempre acabavam em beijos, ainda tínhamos o Ryan pra que ficássemos os três, fora daquele climinha de romance, mas ele não aguentou, acabou ligando pra Brena.

Em menos de meia hora ela apareceu e ele saiu da piscina. Ficamos apenas eu e o Justin brigando ainda.Depois de eu cansar de tentar bater nele ou afogá-lo, o que me parecia impossível, já que apenas como uma mão ele me dominava, eu sentei na beira da piscina e ele sentou do lado.

- Não sabia que você gostava tanto de água... — Ele disse.

- Bom, eu gosto... Eu não gostava antes?- eu perguntei.

- Você nunca veio a piscina e as poucas vezes que te vi perto de uma você estava pegando Sol e só. — Ele sorriu.

- Mas é bom te ver toda molhada pra variar...

- Sua namorada não ficaria com raiva de nos ver assim, molhados, juntos... cheios de sorrisinhos? — Eu perguntei.

Ele tirou o sorriso do rosto e pelo seu olhar percebi que o caso dele com a namorada era algo sério, ele ficava todo emocional e com o olhar distante.

- Tá tudo bem se não quiser falar dela...

- É, por enquanto eu prefiro assim.

O celular dele começa a tocar e ele corre pra pegar. Eu fico sozinha chutando a água, até que pela minha visão periférica percebo alguém me encarando.

Não olhei de primeira. Mas eu não resisti, olhei por 2 segundos e voltei a olhar pra água. Era um garoto, de pele bem clara, cabelos castanhos e os olhos puxadinhos, era fofinho, ele estava com uma revista na mão e com os fones no ouvido, mas estava me encarando descaradamente.

Eu olhei novamente em busca de mais algum detalhe e ele sorriu. Eu sorri de volta involutariamente, afinal, ele era bonito, não podia ser nada de mal.

Eu olho uma terceira vez e ele me chama. Puta que pariu, eu não devia ter olhado, o que eu vou fazer? Só me resta ir lá ou vou pagar de idiota! E por outro lado, se ele estava aqui, ele morava no prédio e se me olhava consequentemente pode me conhecer, e pode até saber do meu acidente, então nao há maldade.

Levantei com a roupa encharcada e tentei andar o mais civilizadamente possível até ele.

- Oi... — Eu disse.

- Oi... Não esperava ver você tomando banho aqui embaixo, nunca faz isso. — Ele tinha uma voz bem grossa e intimidadora.

- Se divertindo com seu namorado?

- Ah, me desculpa mas... Que namorado? — Eu o olhei confusa, ele inclinou o rosto e olhou pro Justin. No mesmo momento percebi. — Ah não, não, ele é lindo né? Mas tem namorada, ele disse que agora deu um tempo com ela, mas ainda vão voltar.

Ele riu abafado e eu não entendi o por quê.

- Sem querer parecer rude, mas... Quem é você mesmo?

- Então é verdade... — Ele sorriu de novo. Eu continuava não achando a mínima graça. — eu sou o Freddie e você eu sei exatamente quem é, a minha amiga de infância, posso te dar um abraço? — Ele se aproximou e estendeu os braços.

- Ãhn, eu estou molhada.

- Eu estou pedindo, sei das consequências. — Ele me puxou pelo braço e me abraçou.

Não o abraçei de volta, mas ele não se incomodou muito.

- Se você é meu melhor amigo de infância... Por que nunca foi me visitar?

- Eu não achei que fosse verdade que você tivesse perdido a memória, e se eu apareçesse lá com a sua memória intacta, você me mataria...

- Então, eu estou zangada com você?

- Basicamente sim, mas é tudo por causa do seu novo amiguinho, Justin. Ele não aceita que você seja amiga de duas pessoas, só pode ser... Dele. — Ele completou o olhando.

- Isso é estranho, por que ele não parece ser do tipo amigo ciumento e eu falo com o Ryan e o Chaz... Então, acho que não é bem esse motivo. — Eu disse.

- É sim, ele morre de ciúmes de mim. E do... Math, você vai ver. — Ele disse muito seguro de si.

- Então, por que você tá vestida e não só de ... bíquini?

- Meu amigo de infância tem uma queda por mim. — Eu sorri.

- O quê?

-Não se preocupa, não vou falar pra ninguém. Se é que eles não já sabem...

- E o que você acha de eu ter uma queda por você?

- Bom... — Fui interrompida, quando me agarraram pela cintura.

- Desculpa cara, é que ela não tá mais molhada, vou levar ela pra água. — O Justin disse e me levou com apenas uma mão.

- Justin, não! — Eu gritava e o batia.

Ele se preparou e pulou comigo, na piscina, já estava pronta pra fazer algum drama. Assim que voltamos a superfície levei a mão até o pescoço onde ficavam os pontos.

- Aw, acho que me machuquei. — Menti esperando sua reação.

E não foi das melhores, ele arregalou suas orbes e levou as mãos até o rostou, tampou e sussurrou.

- Ah meu Deus! O que eu fiz? — Em seguida veio pra perto de mim e começou a checar se eu atav bem.

Ele parecia desesperado, então acho que esse não era o tipo de brincsdeirs pra se tirar com ele.

- Calma, é brincadeira, não se preocupa.

Ele bufou e se virou, já se preparava pra sair da piscina mas eu corri até ele.

- Espera Justin, desculpa, eu só.. estava brincando. — eu disse.

- Não devia, sabe que eu me preocupo. Eu o alcançei e o segurei pelo braço, mas ele continuou andando tentando, sair da piscina.

O abraçei pelas costas e começei a pedir desculpas.

- Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa... Por favor. — Beijei seu ombro e percebi um sorriso em seu rosto. Ele se virou e me olhou sério.

— Não me faz rir, eu estou zangado. Com você. — Ele disse.

- Me desculpa, ok? — Eu fiz bico.

- Não faz isso... — Ele virou o rosto.

- Olha. — levei minhas mãos até o seu rosto e segurei. — Me desculpa tá?

- Okay. — Ele disse.

- Bom garoto... — Então olhei pra minha mão no seu rosto e notei que na minha mão direita faltava o meu anel, ele era super lindinho, em formato de coração e eu quase nunca tirava, desde que estava no hospital.

- O que foi agora? — Ele percebeu meu olhar.

- Eu perdi... — Eu disse.

Tirei as mãos do seu rosto e começei a olhar em todos os dedos, como se aquilo fosse fazer o anel voltar.

- Me diz o que perdeu? — Ele me olhou aflito.

- Eu tenho um anel, nesse dedo. — Eu o mostrei.

- Ele é em formato de coração, eu gosto muito dele, e eu estava com ele quando vim pra cá. Eu perdi... Eu perdi. — Eu disse aflita.

- Não calma, você não perdeu, ele pode tá aqui na piscina.

- Então eu nunca vou achar. — Disse desesperada.

- Fica calma tá, eu vou achar. — Ele disse.

Mergulhou na piscina e foi até o fundo, via ele procurando, procurando e nada. Foi nadando pra mais longe, mais exatamente pra onde a gente tinha pulado, fiquei olhando, até que ele subiu até a superfície.

- Eu não encontrei. — Ele disse de longe, pro meu total desespero e aflição.

Mergulhou novamente e veio até mim, subiu a superfície, balançou o cabelo molhando o meu rosto.

- Eu tava brincando, aqui seu anel. — Ele me entregou.

- Seu chato. — O bati e peguei o anel, colocando devolta no meu dedo.

- Você surtou por causa dele! — ele disse.

- É, é importante pra mim, significa muito. Não posso perdê-lo... — Admiti.

- Sério? Por que é tão importante pra você? — Ele sorriu.

- Sabe que eu não sei, mas ele significa muito pra mim. — Eu sorri.

- Argh, como eu sinto a sua falta. — Ele me abraçou forte.

Retribui o abraço e sorri ao sentir um cheiro leve, refrescante e sutil, vinha da sua pele macia e me deixou encatanda e extasiada, e agora não queria mais soltá-lo.

- Eu estou aqui, não precisa sentir minha falta. — Eu disse.

Ele me soltou e me olhou, pressionou os lábios e aos poucos soltou um sorriso.

— É. — Ele concordou.

- A gente já tá indo, vocês vem? — O Ryan perguntou.

- Claro, estou quase congelando! — Eu disse.

Saímos da piscina e seguíamos pro elevador. O Justin me olhou e sorriu.

- Quê?

- Não perca mais esse anel, eu quase perdi os pulmões o procurando. — Ele disse.

- Não se preocupa, ele nunca mais vai sair do meu dedo! — Eu sorri.

- Vem cá. — Ele me abraçou.

Depois que me soltou me deu um leve tapa na testa.

- Sua boba.

- Aw! — eu resmungei.

Cada um foi pro seu andar e o Justin, felizmente, digamos de passagem, morava no mesmo andar que o meu.

- Então, eu moro aqui. — Ele apontou pro seu apartamento.

- Não se surpreenda se eu aparecer pra te chatear.

- Eu adoraria. — Ele disse com uma voz rouca e muito, muito sexy mesmo.

- Meu Deus, essa sua voz deve ser uma delícia de ouvir ao pé do ouvido antes de dormir.

— Eu acabei de ouvir isso? — Ele me olhou cerrando as sobrancelhas.

- Sim, você ouviu. É a verdade. — Eu o encarei.

- Eu não acredito que você disse isso.

- Pode acreditar e com essa sua voz sexy, você vai ouvir mais e mais vezes... tenho que ir vizinho. — Mandei um beijo pra ele e pisquei. ***

Acordei cedo, com todo esse lance de ir pra aula e tal. Estava ansiosa, nem sei bem o por quê! Tá que eu ia rever uns amigos, mas não são lá amigos se você nem tem ideia de quem sejam. Tomei um banho, me preparei toda e tomei café da manhã, a Marie disse que ela ia na escola também, então hoje eu poderia ir de carro com ela. Ao que parece geralmente eu ia numa espécie de van, que ridículo.

- Vamos, vamos... Hoje eu tenho que ir pro trabalho, infelizmente. — Ela disse pegando a bolsa e abrindo a porta.

- Ah, que horas você volta?

- Hoje eu volto mais cedo, lá pelas 15 horas!

- Eu vou ficar sozinha em casa?

- Tem a Clarice, ok? Ela já vai tá aqui quando você chegar! Ok?

- Tá, vamos.. — Eu peguei a bolsa e saímos.

- Tem problema se você for lá na garagem e eu ficar te esperando lá fora?

- Não, nenhum.

- Ok.

Pegamos o elevador e ela foi pra garagem, eu fui pra entrada do prédio. Os meninos estavam lá e todos me deram bom dia.

— A van chega em alguns minutos, pronta para o seu "primeiro dia de aula"? — A Monique perguntou.

- Bom, acho que estou mas eu não vou de... Van. Vou com a Marie de carro. — Eu disse.

- Ah não, vai! Vem com a gente, vai ser melhor do que você chegar lá e não "conhecer" ninguém! Vai por mim, se você for com a gente vai ser bem menos complicado. — A Monique disse.

O carro da minha mãe businou, eu fiquei indecisa, realmente o que a Monique falou fazia todo o sentido, eu ia ficar sozinha e deslocada até encontrar um deles e acho que não é lá das melhores ideias.

— Espera. — Eu disse.

Corri até a Marie e perguntei o que ela achava, ela não se impôs então acabei ficando pra ir com os meninos. A van não demorou muito e todos entramos, o Justin sentou ao meu lado, sorri assim que ele começou a ficar inquieto e brincar com a sua língua, passando-a pelos seus lábios.

- Para com isso. — Eu bati na sua perna.

- Quê? — Ele falou engraçado porque agora ele tocava seu lábio superior com a língua.

- Seu idiota.

- Ontem eu não era idiota com a minha voz sexy. — Ele sorriu malicioso.

- É, não era. — Eu disse.

- Quer ouvir minha voz sexy no seu ouvido? — Ele perguntou.

- Seria um belo jeito de começar a minha manhã.

- Tá... — Ele inclinou seu rosto de modo que ficava bem perto da minha orelha.

Senti sua respiração quente no meu pescoço e logo sua voz, rouca ecoava nos meus ouvidos.

- Chocolate, pizza, macarronada... — Eram coisas engraçadas e minha vontade era de cair na risada.

- Tá com fome? — Eu o perguntei.

- Não, só queria falar coisas que eu gosto. — Ele disse e sorriu.

- Agora vou falar coisas que desejo muito agora, posso?

- Vai em frente.

Mais uma vez ele tocou em mim, tirando meus cabelos daquela região me fazendo arrepiar.

- Video game, sua memória de volta e... video game. — Ele sorriu.

- Para, seu chato... — Eu o empurrei.

- Pelo menos posso ter o video game agora. — Ele abriu a bolsa e tirou um PSP.

Todo folgado deitou no meu colo e começou a jogar.

Não demorou muito e chegamos na escola. Uma entrada bem grande, em um bairro bem calmo. Descemos e entramos na escola. Encontrei minha mãe lá e ela me explicou que tinha vindo falar com a diretora sobre o incidente e não era nada demais.O sinal tocou e fomos pra sala.

Por sorte o Ryan e a Monique eram da minha sala. Pra minha "sorte" eram três aulas e só então o intervalo.

Notei todos na sala me olhando diferente, como se eu tivesse uma doença bem contagiosa. As fofocas rolavam solta e acho que eles faziam questão de que eu soubesse que era sobre mim. Decidi não ficar calada e subi em cima da cadeira pra falar algumas coisas e quem sabe fazer esses olhares estranhos parassem.

- Oi. — Falei bem alto e todos me olharam.

- Então, eu só quero esclarecer que eu não tenho nada contagioso e que vocês não precisam me olhar com pena, eu tô bem e agradeceria se vocês parassem de me olhar ou fofocar sobre mim e o que aconteceu. Obrigado.- Sentei novamente e todos viraram a cara.

Assistimos as aulas tranquilamente, tudo estava bem normal até agora. Finalmente o sino para o intervalo tocou e tivemos que sair, graças a Deus. Eu segui a Monique e o Ryan que iam para um refeitório, caminharam direto até uma mesa.

Sentamos por lá e eu fiquei olhando para os lados tentando me acostumar com o ambiente. E rapidamente pude captar no ar um cheiro doce e delicioso, um cheiro que me trazia um sentimento de lembrança. Ainda não podia relacionar ao quê, mas sabia que não ia demorar muito até eu descobrir.

Notas finais
Oii babies *.*
Como prometido, hoje postei mais cedo e também postei a semana inteira (:
Maaaaaaaaaaas, eu tinha essa semana mais livre mas essa agora eu não tenho tanto tempo.
Então talvez eu não poste todos os dias, não vou deixar de postar, vou postar sempre que puder!
Espero que entendam!
JBeijos :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.