Ele pegou o celular e discou algum número.

- Hey, é, sim sou eu... Isso mesmo, em 10 minutos? Tudo bem,perfeito. — Ele desligou.

- Quem era? — Eu perguntei.

- Um taxista, ele é amigo da minha mãe, tinha ligado pra ele mais cedo avisando que talvez precisasse dele. Vou ligar pro Ryan, assim ele trás todos pra cá. — Ele disse e discou o número do Ryan.

- Hey calma, é ela tá bem... Vou bater nela mais tarde quem sabe. — Ele disse e e me deu um beijo na testa.- Cara, para de falar merda e trás todo mundo pra fora, a gente já vai. O táxi tá aqui. — Ele mentiu. — Aparecam aqui em 5 minutos ou vamos sem vocês. — Ele não esperou resposta e desligou o celular.

Guardou o celular e eu o abraçei, deitei minha cabeça sobre seu ombro e fiquei sentindo o cheiro do seu pescoço. Fechei os olhos e eu podia relaxar nos seus braços sem problemas.

- Cansada? — Ele perguntou.

- Muito. — Sentia meus olhos pesarem e era uma luta pra deixar eles abertos nem que fosse por apenas mais 2 minutos.

- Logo a gente vai tá em casa e você vai poder dormir. — Ele passou seu braço pela minha cintura e me puxou contra ele.

Fechei os olhos por 2 segundos e o táxi já tinha chegado.

- Shawty, vem. — Ele me levantou.

Me apoiei nele e entramos no táxi, sentei no colo dele e o agarrei novamente. Durante todo o caminho de volta eu dormi, era bem fácil, seus braços eram o aconchego perfeito e seu cheiro cativante me fazia relaxar.

- Amor, chegamos... Acorda. — Ele disse.

— Já? — Abri os olhos e mal podia ver um palmo a minha frente.

Sai do táxi e esperei o Justin pagar. Ele veio na minha direção pegou minha mão e entramos no condomínio, o Chaz e a Nick estavam um tanto bêbados, mas o Ryan e a B estavam um pouco sóbrios.

Entramos no elevador e eu só pensava em me deitar na cama e dormir.

- Você tá drogada? — A Monique perguntou rindo.

- Sim e você também. — Eu afirmei.

- Chaz... Minha mãe vai brigar comigo, não posso usar drogas. — Ela disse.

Eu ri baixinho e o Justin também.

- Bebê, nós estamos bem. Fica calma... — O Chaz disse.

- Num posso Chaz. — Ela disse quase chorando.

- Larga de idiotice. — A Brena disse.

O elevador abriu e todos correram pra porta do J, ele abriu e todo mundo se jogou lá dentro. Eu fui bem mais direta, passei pela sala e fui direto pro quarto dele.

Tentei abrir a porta mas tava trancada. — J... — Eu gritei.

- Espera. — Ele gritou da sala.

Depois de alguns minutos ele apareceu. Foi direto a porta e a destrancou. Entrei sentei na cama, tirei o salto, o cordão, a pulseira e os brincos. Levantei fui até a parte do guarda-roupa que ele tinha deixado pra mim, joguei tudo lá dentro e voltei pra cama dele.

Me deitei na cama e me agarrei ao seu travesseiro, sorri espontaneamente ao perceber que tinha o seu cheiro. Fechei os olhos e relaxei, só queria dormir.

Depois de um rempo deitada ali, não sei exatamente quanto, o Justin entra no quarto e senta na cama.

- Tá dormindo? — Ele perguntou e depositou um beijo na minha cabeça.

- Tentando...

- Já venho... — Ele disse e se afastou.

Me aconcheguei mais na cama e me enfiei debaixo do seu edredom, estava com sono, muito sono, mas meu corpo não ia conseguir descansar até eu tê-lo do meu lado.

Percebi que ele tinha entrado no banheiro, resolvi tomar um banho também, porque eu num ia conseguir dormir sem ele mesmo. Tirei o short, a blusa, o cardigan e meu sutiã. Joguei tudo no chão e me direcionei até o banheiro apenas de calçinha.

A porta estava aberta e ele estava dentro do box, vi seu corpo nu e sorri automaticamente. Ele estava de olhos fechados apenas aproveitando enquanto a água descia pelo seu corpo perfeitamente esculpido. Fechei a porta com força pra que ele me percebesse ali, ele se assustou e virou, logo que me percebeu passou as mãos nos olhos e tentou olhar melhor. Acho que ele não estava acreditando que eu estava ali apenas de calçinha o admirando.

Automaticamente deu um sorriso torto e eu fui até ele, talvez eu realmente estivesse bêbada que nem todos estavam falando, porque essa era a única explicação pra eu não estar envergonhada. Abri o box e ele mordeu os lábios me olhando de cima a baixo.

— Vem cá. — Ele me puxou pela cintura.Entrei junto com ele debaixo do chuveiro, a água quente estava fazendo com que eu não sentisse nenhum sono.

- Estava pensando se você podia me ajudar a tomar banho. — Eu disse.

- Eu ajudo, mas você ainda está meio vestida. — Ele disse e encostou nossos corpos. Sua mão desceu até minha bunda e ele deu um tapa naquela região.

- Tira essa calçinha vai. — Ele sussurrou no meu ouvido.

- Por que não me ajuda? — Eu disse e mordi seu ombro.

Ambos já estávamos excitados, ele desligou o chuveiro. Suas mãos voltaram pro meu corpo e ele foi descendo até chegar na barra da minha calçinha, foi tirando e se abaixando distribuindo beijos pela minha barriga, chegou na minha intimidade e tirou o resto da minha calçinha. Jogou ela no canto e começou a distribuir beijos pela minha virilha, até chegar bem no meio da minha intimidade. Sua língua ágil logo começou a me deixar louca, ele dava chupões, mordiscava me fazendo gemer baixinho. Levei minha mão até sua cabeça e começei a acariciar seus cabelos, ele sugava cada vez mais forte e eu estava ficando louca, senti meu corpo amolecer e sabia que ia gozar.

Ele percebeu e parou, não me surpreendi, ele tinha aprendido direitinho como me torturar, foi subindo e distribuiu beijos pelo meus pescoço enquanto uma de suas mãos acariciava meus seios. Minha respiração estava irregular e ele estava calmo, parecia estar gostando de me usar, desci minhas mãos pelo seu abdômen e cheguei até a base do seu membro, não me surpreendi em perceber que ele já estava duro e pronto pra me satisfazer, não pensei duas vezes o puxei contra mim, seu membro roçou na minha intimidade e ele mordeu os lábios com força.

Rapidamente me virou de costas e segurou meu cabelo, suas mãos passaram pela minha cintura e desceram até minha intimidade, ele começou a me estimular novamente. Apoiei meus braços na parede e empinei o bumbum pra ele.

- Minha delícia. — Ele disse beijando as minhas costas.

- J, eu quero ser só sua. — Eu disse.

Ele segurou seu pênis pela base e começou a roçar a cabeça na minha intimidade, a água que tinha no meu corpo já dava lugar ao suor e minha excitação me fazia ofegar.

Ele enfiava apenas um pouquinho e tirava, eu fechava os olhos e estava prestes a lhe implorar pra que ele estocasse tudo de uma vez. Ele foi colocando, mais e mais e eu gemia a cada centímetro a mais que eu sentia dentro de mim, ele segurou meu bumbum com força e começou a se movimentar lentamente, suas mãos foram subindo até os meus seios e ele apertou, seus movimentos aceleravam e eu gemia alto, ele gostava e acelerava mais ainda. Uma de suas mãos veio até meus cabelos e segurou forte, aquilo me deu um tesão e eu começei a gemer o mais alto que pude, ele estocava cada vez mais forte e mais fundo.Uma onda de prazer invadiu meu corpo e já podia sentir que ia gozar, ele estocava mais e mais depressa e distribuia beijos na minhas costas me fazendo arrepiar.

- Vai J, vai... — Eu falava entre gemidos.

O olhei nos olhos e ele tinha um sorriso no rosto. Deu mais algumas estocadas e eu gozei, ele continuou estocando e desceu a mão pro meu bumbum, apertou e se inclinou nas minhas costas mordendo o meu pescoço. Ele estava ofegante e sua respiração se chocava com a minha pele. Ele estocou algumas vezes e senti ele gozar dentro de mim, nos separamos e eu me virei colando nossos lábios.

Sua língua se movimentava calmamente e ele parou um beijo com um sorriso.

— Posso te ter pra sempre? — Ele perguntou.

- Sempre.

Liguei o chuveiro e terminamos de tomar banho. Ele me deu sua toalha e saiu do banheiro, pelado. Que surpresa. Eu me enrolei e saí do banheiro, ele já estava vestindo a sua boxer. Abri o seu guarda-roupa e procurei uma blusa, que fosse grande o bastante. Achei uma cinza com gola V.

- Posso vestir essa? — eu perguntei.

- São todas suas, vista a que achar melhor. — Ele disse e foi até o computador.

Vesti a blusa, mas percebi que agora não teria mais nenhuma calçinha pra vestir.

- J, a minha calçinha tá molhada vou ficar pelada? — Eu perguntei fazendo bico.

- Seria uma boa ideia. — Ele sorriu e voltou a mecher no computador.

- Sério. — Eu disse.

- Tá, minha mãe comprou umas boxers novas, ainda não usei, estão na segunda gaveta da direita. — Ele disse.

Fui até a gaveta e peguei uma delas, vesti e pra minha surpresa serviam perfeitamente. Fui até o banheiro e coloquei a toalha lá, peguei a calçinha do chão e joguei no cesto de roupas sujas, voltei até lá. Ele continuava vidrado no computador.

- O que tá fazendo? — Perguntei.

- Tava checando meu e-mail... Mas já acabei. — Ele disse.

- Como tô? — Eu dei uma voltinha.

- Minhas boxers ficam bem melhores em você. — ele disse.

Eu sorri e me aproximei.

Passei uma perna pela cadeira e sentei de frente pra ele, no seu colo.

- É claro, você fica bem melhor sem elas. — Eu disse e colei nossos lábios.

Suas mãos foram pra minhas pernas e eu passei os dedos pelo seu cabelo, ainda molhado. Ele pediu passagem pra língua e logo estávamos envolvidos em um beijos calmo, senti suas mãos irem aos poucos pra minha bunda. Então resolvi partir o beijo.

- O que você tem hoje? — Ele disse tomando o fôlego.

- O que foi? — Eu perguntei.

- Pela primeira vez, não sou eu que tenho que te convencer de nada, você que tá tentando me seduzir... — ele disse com uma voz rouca.

Beijei seu rosto e fui distribuindo beijos pelo seu pescoço, mordisquei sua orelha e perguntei:

- Tá funcionando?

- Perfeitamente. — ele segurou minhas pernas e se levantou.Me levou até a cama dele e me jogou lá, estava com um sorriso malicioso no rosto. Veio por cima de mim e me deu um selinho. Enrosquei minhas pernas na sua cintura fazendo com que nossos corpos ficassem colados. Ele me olhou nos olhos e tinha um olhar sério.

- Eu falei sério quando disse que você tá, digamos que de castigo. — Ele disse.

- Uhum. — eu sorri sarcástica.

- Hoje você passou dos limites e isso não vai acontecer mais, tá? — Ele me deu outro selinho.

- Me desculpa?

- Tudo bem. — Ele se deitou do meu lado e começou a brincar com os meus cabelos.

— Hoje, mais cedo, na festa, você parecia conhecer a Marcela há muito tempo... — Ele falou tímido.

- Conheco ela há tanto tempo quanto você. — Eu disse.

- Desde... ? — Ele questionou.

- O cruzeiro. — Eu disse.

- Você viu ela dando em cima de mim na academia, certo? Por isso toda aquela agressividade.- Ele riu da minha cara.

- Muito engraçado. — Eu falei séria.

Ele me agarrou e me apertou e começou a me morder.

- J, aw... Para. — Eu esperneava, mais ele era mais forte.

Batia nele forte, mas ele continuava me mordendo. Desci minha mão pela sua barriga e começei a beliscá-lo.

- ai, ai, parei, parei... — Ele disse.

- Bem melhor assim. — Eu sorri. — Onde estão os meninos?

- Joguei todos no quarto de hóspedes, o Ryan e a Bê não reclamaram, mas a Nick e o Chaz odiaram... — Ele disse.

- Eu sei porque...

- Todo mundo sabe. — Ele disse e apertou meu nariz.

- O sono está voltando... — Eu disse.

- Então dorme, ainda nem tá muito tarde, acho que a gente ainda tem umas 4 horas pra dormir. — Ele disse.

Me virei e ele virou junto comigo, passou a mão pela minha cintura e me puxou contra seu corpo. Íamos dormir agarradinhos e eu sentia falta do calor do seu corpo me aquecendo. Ele segurou uma das minhas mãos e começou a acariciar. Enquanto distribuia beijos no meu pescoço e ombro. Acabei dormindo em menos de 5 minutos, mas ele não sei.

Notas finais
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI BABIES *.* ESPERO QUE NÃO TENHAM ME ABANDONADO >< COMO VOCÊS ESTÃO? O QUE ACHARÃO DO CAPÍTULO? ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. ESSE CAPÍTULO FOI DEDICADO PRA misimesa Muuuuito obrigada pela recomendação (: JBeijos :*