Meu Sonho dessa noite
1 Capítulo 1
Nesse sonho, estranhamente, eu estava numa família diferente, era uma família americana, com um pai alto, de barba escura e óculos, uma mãe amável, e duas irmãs pequenas correndo pela casa, que obviamente, era em estilo colonial. Quando fui colocar o pé para fora de casa, cai num abismo escuro e me percebi numa floresta, com vozes dizendo “procure aquele ferreiro com uma estrela em seu machado e grande como um armário”.
Eu procurei, e o encontrei, mas ele era apenas largo e grande, e o machado mais parecia uma vara de condão gigante com uma estrela cruelmente afiada, e ele era de um tom azul claro com apenas um olho no rosto. Fomos para casa e daí ele começo a trabalhar, e nisso me veio uma mensagem estranha no celular dizendo “você não vai me escapar usando uma espada”; assustado, tentei apagar a mensagem, mas, ela não saia, então decidi deixar de lado; os dias passavam e mais mensagens chegavam como “uma espada não vai te salvar da minha faca,” ele não pode ajudar”, “eu estou chegando perto demais de você, e nada pode te esconder, nem mesmo seu cobertor”. Conforme o tempo passava, cabelo do ferreiro ciclope ficava frisado ao invés de liso e a pele tomava um tom de moreno; mas quando tudo estava perdido e as mensagens se tornavam incessantes, resolvi investigar a fundo. Quando me dei conta, já estava procurando fotos de facas, uma mesma faca sempre aparecia em fotos de diferentes famílias na mesma casa, cortando bolo, peixe, madeira, coisas assim, sempre na mesma casa, e dentro do sonho, me lembrei que quando mudamos para essa casa, a mesma faca fora achada num armário abandonado na cozinha. Decidi lutar e comecei a responder as mensagens do celular em voz alta, desafiando o tal assassino; mas conforme eu gritava, tudo escurecia e o ferreiro ficava com medo, como uma criança grande e boba, e que agora já tinha 2 olhos, sabe-se lá como; foi quando percebi que a FACA era o núcleo de tudo; eu a peguei e levei até uma outra floresta, com chão de pedra e um riacho ao longo dela; eu quebrei a faca e a joguei no riacho,e logo em seguida, uma nova mensagem no celular dizendo “você apenas adiou seu julgamento, eu ainda vou continuar matando até chegar a você”, com raiva, joguei o celular junto na água.
Fim.
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