Notas iniciais
Oii gente,bem essa e a minha primeira fic,e espero realmente que vcs gostem,então comentem,me contem se gostaram,etc...e por favor esqueçam meus terríveis erros gramaticas!
Boa Leitura!

Minha vida nunca teve sentido, eu sempre quis morrer, sempre quis me matar, muitas vezes me fuzilei, me cortei, mas não por que eu queria, e sim por que mataram o resto da minha felicidade. Meu pai pra mim nunca foi um "pai", ele batia diariamente em mim e em minha mãe, eu tinha apenas sete anos quando ele assassinou minha mãe, ele fiz isso na minha frente e ainda por cima disse que ela mereceu, só pelo simples fato dela querer trabalhar fora de casa, por um motivo tão comum, mas que causou a pior tragédia da minha vida.

Flash Back on

Eu estava sentada no chão da sala de estar colorindo alguns dinossauros em um papel, papai estava sentado do outro lado da mesa tomando uma garrafa de cerveja e assistindo à um jogo de futebol, como fazia quase todos os fins de semanas.

-Querido preciso falar com você — disse mamãe entrando na sala. Sua voz estava um tanto trêmula, ela parecia estar com medo.

- O que foi Elena?– disse papai rústico, curto e grosso como sempre.

-É q-que e-eu — ela já estava bem mais nervosa que antes

- VOCÊ O QUE MULHER?! — Eu quero trabalhar fora de casa, é isso! – ela falou rapidamente, aguardando a já esperada reação do papai

-Você está de brincadeira com a minha cara não é? – ele falou como se fosse algo inadmissível

- Damen, isso é uma bobagem, por favor, é em um salão muito pertinho daqui... – mamãe falou tropeçando em algumas palavras talvez tenha sido pelo nervosismo.

-Você não vai a lugar algum, vai ficar aqui cuidando da sua filha, quem nem se quer isso você faz direito — nesse momento ele já estava com a faca na mão, provavelmente o efeito do álcool já havia lhe dominado.

- Por favor, Damen, eu não aguento mais ficar como uma submissa dentro dessa casa – mamãe mal conseguia secar as lágrima

. — Você não vai fazer porra nenhuma Elena! – ele gritou, agarrando o braço de minha mãe brutalmente. Nesse momento minha mãe se revoltou.

-Quer saber? Eu cansei de receber ordens de um imbecil como você – ele a olhava indignado

-Perdeu o amor à vida ou que? – ele disse passando levemente a faca no rosto dela.

-EU CANSEI SIM! CANSEI DE SER ESCRAVA DE UM FILHO DA PUTA COMO VOCÊ! – ela gritou e no exato momento meu pai começou a dar várias facadas em minha mãe.

Fiquei assustada e com medo ao ver a cena, meu pai com a faca e a camisa sujas de sangue, minha mãe caída no chão com um sangramento enorme em sua barriga. Corri até minha mãe e me ajoelhei perto dela, olhei para seu corpo caído e sem vida na minha frente deixando as lágrimas caírem livremente por meus olhos.

- Papai, porque você fez isso? – perguntei chorando compulsivamente diante do corpo da minha mãe.

-Ela mereceu!

Flash Back off

Alguns dias depois da morte de minha mãe, nós nos mudamos para uma mansão enorme em um lugar chamado Atlanta, eu não entendia direito como ele conseguia tanto DINHEIRO. Então o tempo foi passando, e eu comecei a entender, meu pai era um grande traficante de drogas e tinha uma facção muito bem armada nos EUA, demorei um bom tempo para descobrir isso. No começo foi bem difícil saber que meu pai era traficante, mas era de se esperar. Ele continuava a me bater, mas com o tempo ele foi parando, tenho certeza que não porque ele não queria mais, e sim por falta de tempo, ele não parava 1 segundo se querdentro de casa, só voltava para dormir com as vagabundas dele, era bem raro ele ficar em casa. Eu não tenho muitos amigos, só a Kate que era minha "babá", eu acho que só tive amigos de verdade nos meus 14 anos (meu pai não deixava me envolver com certos tipos de amizade que ele define como "amizades enganosas",por medo de que elas descubram a verdade e o denuncie a polícia, que já estava na cola dele), mas mesmo sim eram poucas, só a Esther, Riley e Natalie que eram como irmãs para mim.

Essa sou eu, Emily Louise Lancaster e essa é a minha infeliz e miserável vida.

Notas finais
Gostaram amores?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.