Meu Querido Emo

22 Capítulo 22


Notas iniciais
MORRAM COM ELE! kkkkk' Adorei esse cap em especial, só que eu acho que depois dele irei morrer ¬¬ sinceramente! Cadê os leitores que não comentam mais? Leitores fantasmas.. Vocês não são tão invisíveis ok? Manda um comentário ~chorando.

(Andy ^^)


– Eu seduzi você, Samantha? – ela estava de pé, de costas para a porta. Perto de uma saída. Eu sabia muito bem que em uma braçada eu a pegaria – Diga isso novamente... Me ama?
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– Pensei que você ouvisse bem. Sim, você seduziu e agora eu te amo. Satisfeito? – Sammy se virou rapidamente para ir embora e com o braço direito lhe girei, tendo a baixinha entre meu peito e a porta – O que mais você quer seu viado?
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– Você!! – grunhi. Como um animal faminto, a mão deslizou pela sua cintura em direção ao queixo de Sammy. Segurei-lhe firme entre os dedos enquanto a outra mão trilhava um caminho carinhosamente por baixo de sua blusa – Posso?

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A pequena fechou os olhos soltando um longo suspiro com o carinho, sorri. Levar como um sim era fácil!! O que me surpreendeu foi sentir suas mãos em volta de meu pescoço trazendo meu rosto para baixo e propositalmente para sua boca, o beijo que veio em seguida foi intenso. Talvez mais do que qualquer outro e dessa vez sem o gosto do álcool costumeiro. Foi demais pra minha sanidade saber que ali estava ela a possivelmente dona do meu coração. Entregue...

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Minhas mãos desceram por sua cintura e quadril, fazendo o contorno de sua bunda para as coxas assim erguendo-a para o meu colo. As pernas de Samantha subiram em volta de minha cintura, impressão minha ou esquentou demais? Sorri contra seus lábios percebendo a aflição de suas mãos em minha nuca e costas. Não era da minha cabeça, ela realmente estava tentando arrancar minha camisa desesperadamente, então o fiz afastei o peito de seu tronco deixando as mãos tremulas abrirem cada botão da camisa quadriculada azul e em seguida empurrar até que o tecido caísse no chão.

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Então senti a porta ser levemente empurrada fazendo Samantha descer do meu colo e pegar minha camisa, eu a vesti rapidamente, mas isso não impediu que minha mãe. A empata foda da história entendesse o que estávamos fazendo. (C/A: Particularmente estou odiando a mãe do Bryan ¬¬)
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– De novo? – arregalei os olhos pegando a mão de Sammy – Vocês vivem numa primavera em coelhos?
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– Mãe, por favor... – atrás dela vinham meu pai e tio. Certo. A confusão esta armada...
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– Bryan filho... Está namorando e não conta nada pro seu velho? – sim, estou oficialmente corado e querendo enfiar tesouras em minha garganta – O que foi rapaz?
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– Não é minha namorada, é a Samantha! Lembram? – murmurei sentindo que ela me abraçava escondendo-se timidamente.
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– Claro, lembro muito bem dela... – minha mãe. Cynthia... Linguaruda! Ou da língua grande... Comentou maliciosamente – Agora deixe-a acomodada no quarto e me ajude com as malas!
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– Não, obrigada... Tenho que ir! – Ok. Eu podia estar mais vermelho que gringo no verão. Mas eu não deixaria Sammy sair daqui tão cedo... Não antes de terminar o que começamos... (66”
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– Fica, a gente conversa rápido. Deixe só ajudar minha mãe! – sussurrei me virando para Samantha que estava atrás de mim, encarando seus olhos intensamente e deslizando a mão pelo seu rosto. HAHAHA eu vi alguém se derreter u.u
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– Ok. Eu espero no seu quarto, licença... – a pequena correu para o meu quarto. Assim já fica pronta? Ou não p.p
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Ajudei minha mãe, ouvindo que deveria usar camisinha, anticoncepcionais e blábláblá... Que estava feliz em saber que eu estava com uma menina e não um rapaz, que ela sabia que essa doença gay um dia iria passar. Que era moda... Eu suspirei pesadamente a cada palavra dita por ela, por fim caminhei até o quarto. OK... Admito que estava com uma camisinha no bolso, mas porque meu pai me obrigou a aceitar.

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– Demorou... – ouvi um sussurro da cama, espera... A luz estava apagada?
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– Me desculpe... Aconteceu algo? – a porta atrás de mim foi fechada. Qual é?
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– Não... Não aconteceu, apenas irá acontecer!

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Certo, eu estava pensando que só eu tinha vontade de fazer isso. A luz fraca o abajur me ajudava MUITO a enxergar... O nada! Senti as mãos macias retirarem novamente minha camisa, tentei agarra-la, mas não deu certo. Agora podia sentir minha calça sendo aberta lentamente, não tentei toca-la. Samantha queria se sentir no poder então eu lhe deixaria. Ótimo, estava ficando sem roupas mais rápido do que podia pensar...
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Passei os dedos pela porta trancando-a dessa vez, já chega da empata foda entrar de surpresa! Senti um leve puxar na minha cueca, ótimo... Não podia ver o quão sexy ela realmente estava sendo nesse momento. Sem nem me dar conta já estava sentado na minha cama, espera... Cadê minha calça?!
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– Samantha... Acenda a luz? – pedi carinhosamente, engasgando com a saliva quando senti a pequena sobre meu colo.
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– Para quê? Você não precisa de luz para o que eu quero... – OK... CHEGA DESSA PORRA!!!! Cadê a Samantha Yancey, envergonhada e virgem?

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– Não, eu preciso de luz para outra coisa... – o outro abajur ao lado da cama foi aceso, enquanto meu pescoço era fortemente mordido e beijado. Um arrepio subiu minha coluna tão forte quanto agarrei sua cintura nos virando – Seja uma boa garota Sammy...
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– Nyah...
Com certeza!! – Para tudo. Ela miou pra mim? Ergui a sobrancelha encarando seu rosto, a garota deslizava a língua entre os lábios. Apoiada nas mãos no meio da cama, realmente parecendo uma felina.