Notas iniciais
Olá pessoas.
Quase um mês depois e cá estou eu, vivinha da silva. Ainda bem né, já estava recebendo juras de morte kkk
PENÚLTIMO CAPITULO da fic... Choros?
Espero que gostem.

POV Megan Slender

Preocupação. Sentimento ingrato que me consumiu a madrugada toda.

Desde de que Dean havia me deixado em casa e partido em direção ao hospital onde o Sr. Wilson estava internado, eu não consegui parar de pensar no que teria acontecido com ele. Dean amava seu tio, mais que seu próprio pai, não posso imaginar se algo de ruim acontecesse com o Sr. Wilson o que Dean faria.

Bem ele não ficaria... nem mesmo eu. Tudo bem que eu e o Sr. Wilson não nos damos muito bem, mas não digo isso sobre a relação entre eu e meu professor titular de educação física, mas sim do tio do cara que estou apaixonada.

Após tomar mais um banho, me jogo na cama e encaro meu laptop na minha escrivaninha. Fazia tempo que não acessava a internet, na verdade, não sou muito dessas, mas de vez em quando era bom saber o que esta acontecendo.

Alcancei o aparelho me pondo sentada na cama e o ligo.

Postagens ridículas, pessoas sem noção, montagens estranhas e fotos de April arrumada para sair, esse era o resumo da minha pagina no site de relacionamento. Mas, uma coisa me chamou a atenção: Uma foto recente, postada a menos de dez minutos, de Tyler e Lisa juntinhos. Senti meu coração disparar. Como ele pode? Tyler é livre, eu deixei claro isso, mas Lisa? Porque justo com essa vadia?

Desisto. Internet não é para mim.

Me deitei em minha cama e ao fechar os olhos a preocupação voltou a toda. O que tinha acontecido? E Dean, por que não liga? Ele tinha dito que me ligaria, mas até agora nada. Por que ele faz isso?

Peguei no sono tentando imaginar o que, de fato, tinha acontecido com o Sr. Wilson. Mentalizei coisas boas, claro, mas não consegui me convencer de que poderia elas ser verdade até que cai no sono.

Senti seus baços me envolverem pela cintura, fortes, ágeis e decididos. Sua respiração em meu pescoço fazendo arrepiar cada pelo meu e com que um calor me consumisse.

Adorava ser tocada daquele jeito... Adorava saber quem estava me tocando.

Eu me encontrava em um lugar desconhecido e imaginável. O clima era quente, parecido com o de Malibu, porém mais seco. Era calmo, só era possível ouvir os pássaros cantando e a minha respiração acelerada e a de Dean também.

Estávamos em uma cama macia, forrada de lençóis brancos e ali havia algumas flores brancas no meio de nossos corpos suados e consumidos de prazer.

Mais uma vez pude sentir os lábios de Dean tocarem os meus e, de uma forma decidida e sem muito cuidado, fui coberta de beijos e mordidas por todo meu corpo me fazendo delirar ao chegar no meu sexo. Ah... somente Dean sabia o que fazer para me tocar daquela forma.

Mas nós não eramos os mesmos. Não tínhamos os mesmos traços. Talvez algum tempo tivesse se passado. Talvez estivéssemos tanto tempo juntos que nos conhecemos o bastante para nos levarmos a loucura com apenas toques.

Tudo estava calmo, sereno. Eu me contorcia em baixo do corpo de Dean sentindo-o me preencher por completo, mas uma voz inesperada nos chamou a atenção.

Ao olhar para um dos lados da cama, encontrei a mulher de Dean de pé chorando. Ao descer o olhar até suas mãos, vejo gotas vermelhas deslisarem sobre sua pele e tocarem no chão branco.

Me vi assustada ao ver aquela cena, mas ao dirigir meu olhar para Dean, me surpreendi mais ainda. Ele a encarava com um sorriso largo e medonho. Parecia que ele estava tendo prazer só de ver Carmem sangrando.

Aquilo tudo não era real. A cama macia, os lençóis brancos, os pássaros cantando, Carmem sangrando e até mesmo os lábios de Dean nos meus...

O sol atravessava a janela e tomava todo o quarto, me despertando de um sonho perplexo. Abri meus olhos pesados e, encarando a parede branca ao lado da minha cama, fui encaixando as imagens que tinha sonhado.

Não sei como explicar mas um aperto no coração surgiu assim que lembrei da sensação de estar sendo sufocada. Parecia que eu era engolida por uma tristeza e solidão enorme.

Meu telefone começou a tocar de uma forma irritantemente alta e eu sabia que se não atendesse, a pessoas que estava me ligando não desistiria.

- Alô... — disse ainda com minha voz carregada de sono

- Meg! Aleluia você atendeu! Já te liguei umas mil vezes hoje! - Stacy e seu exagero.

- Desculpe... eu estava dormindo. O que foi? - perguntei me sentando na cama ainda tentando me acostumar com a claridade.

- Como você sabe, esse é meu ultimo fim de semana em Malibú, e quero muito passar com você.

- O que tem em mente?

- Bom, por em quanto, só um almoço básico na praia. Topa? — perguntou ela com descaso.

- Que horas?

- Uma hora. No quiosque de frutos do mar.

- Combinado. Te vejo lá.

- Até! - disse ela animada antes de deligar o telefone.

Eu não estava muito afim de sair. Eu queria muito era ficar em casa descansando da semana cheia que tive. Mas a realidade era que eu queria muito era ter noticias de Dean, talvez até encontra-lo esta tarde. Tudo bem, é quase impossível mas, ei só queria saber se ele estava bem.

Me levantei ainda com meu corpo mole e com meus olhos ardendo pelo sol forte de Malibú, e segui ao banheiro tomar um banho. Só assim eu iria acordar de verdade.

- Vai sair?

Minha mãe vestida com um terninho e salto, como de costume, surgiu na porta assim que coloquei leite no meu copo para tomar café.

- Vou... Vou encontrar com a Stacy na praia. É o último fim de semana dela aqui então eu vou passar a tarde com ela.

- Intendi... — respondeu ela se pondo a mesa – Você tem falado com seu pai? — perguntou ela com descaso.

- Tenho sim... porque?

Era estranho minha mãe perguntar sobre meu pai, ainda mais com tanta calma.

- Por nada... — respondeu ela dando de ombros. Se esticou para pegar o bule de café e, despejando o liquido preto em sua xícara, continuou no mesmo tom – Soube que a mulher dele esta grávida.

- Soube é? — mais uma coisa estranha: mamãe soube algo do papai sem ter sido eu que contei.

- É.. eu andei conversando com sua avó.

- Pois é... o papai vai ter outro filho.

Ao dizer isso, percebi que minha mãe ficou meio cabisbaixa e calada, foi ai que eu percebi o porque dela odiar o meu pai ainda mais depois da separação: Meu pai viajou, se apaixonou de novo, se casou e agora vai ser pai de novo. Em quanto minha mãe só faz é trabalhar para manter a casa e todos os outros bens. Minha mãe nunca se envolveu com outra pessoa, pelo menos não que eu saiba. Agora intendo o porque de tanta rabugice quando o assunto é meu pai.

- Mãe, a senhora não pensa em ser mãe novamente? — perguntei dando de ombro

- Como é?

- Sei lá... a senhora nunca se envolveu com nenhuma pessoa depois do papai, nem nada do tipo. Não tem vontade de se apaixonar de novo?

- Apaixonar? Que papo é esse, Meg?

- Qual é, mãe? A senhora é bem sucedida, madura e sem falar que é bem bonita. A senhora nunca se envolveu com nenhum carinha?

- “Carinha”? É assim que as coisas estão nessa altura do campeonato? — perguntou ela com um sorriso tímido.

- É forma de dizer, mãe... Mas e ai... nenhuma vezinha?

- Não. — respondeu ela curta. Podia apostar que suas bochechas estava rosando.

- Ah, ta... fala sério. A senhora tem que achar alguem. O papai já até casou e já vai ter um filho.

- O seu pai é um irresponsável que não tem nenhuma empresa para dirigir ou uma filha adolescente que depende diretamente dele.

- Esta dizendo que a culpa da senhora não ter achado ninguém é minha?

Tudo bem, eu tinha pegado pesado nessa história de ele não estar com ninguém, mas eu não tenho uma pontinha de culpa nisso. O meu pai tem sim uma casa pra sustentar e agora um bebe a caminho.

- Eu não quis dizer isso. Só que seu pai tem mais tempo pra si mesmo. Eu tenho a empresa. Sem ela tudo o que nos temos desmorona.

- Ok, mãe. Talvez se eu tivesse escolhido morar com o papai, você não precisasse ter se anulado tanto. — disse irritada me levantando da mesa.

Pude ouvir minha mãe me chamar algumas vezes, dizendo que não era o que eu tinha dito. Então era o que então? Como ela pode dizer que ela não havia se relacionado com ninguém por não ter tempo por causa do emprego pra poder me sustentar e o motivo não seria eu?

Talvez seja por isso que Carmem não quer ter um filho. Por não querer se anular e colocar outra pessoa a cima de si mesma. Mas é isso que um filho é, um pedacinho de você, fora de você. Que precisa de alguem para se tornar alguem melhor que você.

Ok, estou viajando agora...

Fui andando até a praia com sempre e cheguei um pouco antes do combinado com Stacy. Me sentei no quiosque de frente para o mar e fiquei observando as pessoas na praia. Pareciam todas felizes, satisfeitas com suas vidas. Como se tivessem encontrado sua felicidade.

Entre essas pessoas havia um casal de velhinhos. O homem de camisa de botão branca, assim como sua calça, os sapatos de camurça em uma das mãos e um chapéu de palha pequeno na cabeça. Tinha um sorriso imenso e seus olhos brilhavam ao ver a mulher a sua frente. A mulher vestia um vestido branco, estampados com algumas flores vermelhas, esvoaçante com forme o vento batia na barra do mesmo. Eles caminhavam de mãos dadas pela beira do mar, com a agua batendo em seus pés.

Por um momento me imaginei no lugar daquela senhora. Feliz, e realizada com a pessoa ao lado, pelo menos era isso que eu via. Era isso que eu queria, envelhecer com alguem ao meu lado e queria mais ainda, que esse alguem fosse um homem de olhos verdes.

Eu ainda mergulhava em meus pensamentos quando Stacy chegou de mansinho me dando um susto ao dizer “oi” perto de meu ouvido.

- Hei! Não tem graça. — respondi ao vê-la gargalhando após o meu susto.

- É porque você não se viu. — continuou ela se sentando. — Pediu alguma coisa?

- Não... acabei de chegar.

- Tudo bem. Vamos pedir então.

O almoço estava correndo tudo muito bem, comemos tudo o que tínhamos vontade, rimos, fizemos comentários sobre as pessoas que passavam e jogamos conversa fora. Mas foi quando ela tocou no assunto “Tyler” que as coisas esquentaram.

- E você e Tyler? Por que não tem se falado?

- Digamos que nós conversamos e eu deixei bem claro que eu e ele não vamos passar de simples e amáveis amigos.

- COMO ASSIM!? — tornou Stacy quase cuspindo seu suco de laranja – Vocês não podem fazer isso! Vocês se gostam e formam um lindo casal!

- NÃO! — a interrompi – Você que gosta de nos ver juntos. VOCÊ nos acha um lindo casal. A realidade é que eu não sinto nada por ele alem de um ligeiro carinho entre amigos. E continuando, não eramos nem para termos ficado pela primeira vez. Nós não sentíamos nada um pelo outro além de um amor fraternal, mas você começou a colocar coisas na cabeça do seu irmão, e na minha também, e deu no que deu.

- Eu não forcei vocês a fazerem nada.

- Ah, mas você manipulou. Manipulou tanto que até a minha primeira vez foi com ele. É serio, você não colocou uma arma na nossas cabeças e disse “OK, agora se beijem!”, mas fez muito pior! Fez ter sentimento na onde não tinha e não era pra ter nada. Tanto é que agora ele esta com outra.

- Com outra? Que outra?

- Lisa.

- LISA!? — gritou ela – Não mesmo. Eles não estão juntos.

- Estão sim. Vivem postando fotos juntinhos. E todos estão sabendo que é pra valer.

- Ah não. Vou ter que ter uma conversinha com Tyler quando chegar.

- Esta vendo? Essa sua atitude? Esta querendo manipula-lo de novo.

- Não estou não.

- Esta sim. Tyler já é grandinho, Stacy. Ele sabe o que é certo ou não. Por que, ao invés de falar quem seu irmão deve ficar ou não, você não procura um pra você? Talvez assim você para de palpitar na vida dos outros. — disse me levantando e a deixei falando sozinha.

Posso ter pegado pesado nas minhas palavras, mas eu disse tudo que pensava e que estava entalado na minha garganta.

Gosto muito da Stacy mas ela tem essa mania de querer controlar tudo ao seu redor, isso irrita. Ela tem que perceber que nem tudo é do jeito dela e que o mundo gira em torno so sol e não de Stacy.

Eu ia caminhando em direção a minha casa ainda pensando na conversa que tive com Stacy. Talvez a gente nem volte a se falar mais, o que seria muito ruim, mas pelo menos ela não iria mais colocar coisas na minha cabeça e muito menos palpitar na minha vida. Eu faço o que bem intendo, e não vai ser uma garota que vai apontar o meu futuro marido.

Eu dobrava a esquina de casa quando senti meus celular vibrar e, como um mecanismo automático, logo me veio a mente Dean. Ao olhar na tela do meu celular, um alivio e a famosa preocupação bateu sobre mim.

- Alô – disse assim que atendi meu celular.

- Oi Meg! — finalmente ouvia a voz de quem tanto almejava, Dean.

- Dean! Esta tudo bem? — perguntei ao sentir o peso em seu tom de voz.

- Não muito. Podemos nos encontrar? — tornou ele. - Preciso conversar com você.

- Claro!

Não sei o que pensar naquele momento, mas um pressentimento ruim tomou conta de todo o meu ser. Um calafrio na espinha começou forte em quanto eu caminhava no sentindo contrário. O que tiver que ser, será.

Ao entrar na lanchonete perto da escola, aquele em que sempre me encontrava com Dean, logo avistei o mesmo sentando em uma das mesas encostadas no canto e cabisbaixo, encarando sua xícara de café.

- Dean. — o chamei assim que cheguei ao seu lado. — Você esta bem?

- Meg, senta. — disse ele com o mesmo pesar na voz apontando a cadeira da frente.

- O que houve? Seu tio esta bem? — perguntei me sentando e colocando minha bolça ao meu lado, vi que Dean ainda encarava sua xícara – Dean, o que aconteceu?

- Meu tio. Ele piorou muito.

- Muito como?

- Ele esta em como induzido, respirando por aparelhos e tomando remédios fortíssimos. E o que mais me deixa triste é que eu não posso fazer nada por ele.

- Dean, não fica assim! — disse trocando de lugar com minha bolça, me colocando ao lado dele.

Ele estava muito mal. Havia olheiras, olhos fundos e avermelhado, com certeza ele chorou, cabelo desgrenhados e a barba aparecendo.

- Você dormiu hoje?

- A última coisa que pensei nessa madrugada era em dormir. — tornou ele bebelicando de sua xícara. — Se pelo menos eu pudesse fazer algo.

- O que você gostaria de fazer, Dean? Você não é médico.

- Bem que eu queria ser. — ele respondeu.

- Diz isso por não ter terminado a faculdade de medicina? — chutei e ele assentiu – Oras, Dean. Você teve um motivo de força maior para não ter terminado.

- Eu sei. E ficou aliviado por ter ajudado minha mãe. Mas eu queria tanto aquilo. E depois? O que eu fiz? Me desviei completamente do caminho. Só faltava mais um semestre e eu desisti.

- Por que você desistiu? — perguntei tocando em seus cabelos.

- Eu não sei... Medo, talvez.

- Medo? Do que?

- Me diz você. O que você faria depois de ver sua mãe quase a beira da morte depois de um erro no precedimento médico? — disse ele me encarando com mais dor em seus olhos, que agora não eram vividos, e sim muxos e sem brilho. — E se eu errasse também? Outra família iria passar pela mesma coisa que passei, outro filho com medo de perder sua mãe.

- Todos erram, Dean. — disse após um silencio tomar conta da mesa – É normal. Médicos não são criaturas de outro mundo. São humanos. Humanos erram.

Ele ainda ficou em silencio, desviou o olhar o colocando em cima de sua xícara novamente.

Era de cortar o coração ver Dean daquela forma. Meu desejo era abraça-lo forte, tomar conta dele, protege-lo com todas as minhas forças. DROGA! Eu queria tomar sua dor para mim. Vê-lo nesse estado, se segurando para não chorar, e eu sem poder fazer nada. Podia até sentir o mesmo que ele. Ficar de mãos atadas enquanto alguem que amamos sofre não é legal.

- É seu sonho, Dean? — perguntei chamando sua atenção – Ser médico? — ele assentiu – Então porque vai ser barrado por um medo que é natural? Medo de errar todo mundo tem, mas nem por isso as pessoas desistem.

- Eu sou fraco, Megan.

- Não! Não diga isso. — disse tocando em seu rosto o forçando a me encarar – Você não é fraco. Me diz, uma pessoa fraca aquentaria ver sua mãe no estava em que você viu a sua e não ceder? Ou um ente querido mal e não poder fazer nada?

- Olha o estado em que eu estou. Eu parece bem pra você?

- Algumas pessoas se trancariam em um quarto escuro e deixaria a morte o levar. Então, você é forte. Mais forte do que você pensa. Se é seu sonho, não deixe o medo te impedir de alcança-lo.

Um sorris tímido surgiu nos lábios sem cor de Dean, seus olhos ainda não brilhavam como antes, mas pude ver que a esperança voltava para dentro dele.

- Obrigado, Meg. — disse ele sussurrando, quase encostando nossos lábios. — Era por isso que eu queria falar com você. Para assim eu ter um pouco mais de esperança.

Eu me sentia ótima. Finalmente fiz algo certo, ajudei a pessoa que amo.

Nossos lábios se encontraram e um beijo calmo começou. Seus lábios macios faziam um carinho gostoso nos meus, e nossas línguas ainda não havia despertado. Era um beijo delicado, como se fossemos feitos de porcelana e o gosto de nossas bocas de tornaram somente um.

- DEAN!!! EU SABIA!

Nosso beijo foi interrompido por um grito vindo de longe. Dean arregalou os olhos ao ver a dona daquela voz.

Virei meu rosto para a direção em que Dean olhava fixamente e me vi tomada pelo mesmo sentimento de antes. Sufocada, com um calafrio e a mesma sensação inexplicável do meu sonho me rodeavam ao ver a face de Carmem a poucos metros da minha.

Carmem havia descoberto a traição de Dean.

Notas finais
UUUHHHU!!
Prontos para ver o que vai acontecer?
Será que vai rolar quebra pau?
Chegou a hora de Dean escolher com quem ele vai ficar. QUEM SERÁ?
E o fim da fic, vai ter um gancho para uma segunda temporada?
NÃO PERCAM O ÚLTIMO CAPITULO DE:::::::::: MEU PROFESSOR SUBSTITUTO!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.