Notas iniciais
Olá pessoal!
Muitíssimo obrigada pelos reviews, estou muito feliz em saber que vocês estão aceitando bem o desenrolar da trama. E "uhhhu!! Ganhei mais uma recomendação!!" E a fic já passou dos 30 leitores *..* MUITO OBRIGADA A TODOS!!
Devo desculpas ao meu sumiço repentino, é que eu tive uma viagem de formatura com a turma da escola e, obviamente, não tive como acessar a internet. Mas, eu estou de volta e trago a você mais um capitulo. Uhhu!!
Bom, o titulo desse capitulo esta em Inglês porque ele faz uma referencia á uma música, que eu adoro, chamada "I Put a Spell on You" do Creedence, e para não sair do contexto e ficar mais legal, resolvi coloca-la em inglês mesmo. O titulo significa "Ela colocou um feitiço em mim"
Nos vemos lá em baixo.

*Dean Winchester narrando*


– Bom dia!


Uma voz feminina me chamou me fazendo abrir meus olhos e seguir aquela voz bastante conhecida, mas que há muito tempo não era tão doce e meiga.

O sol tinha acabado de nascer quando me vi no quarto de minha casa em Dallas, deitado nos velhos lençóis de seda branca e acompanhado da mulher que acabei de me casar.

Não era um sonho, era como se fosse uma lembrança gostosa do tempo em que eu era, de fato, feliz com minha vida de recém casado.


– Bom dia, meu amor! — respondi ao reconhecer a face da pessoa deitada ao meu lado.

– Tudo bem? — perguntou com um doce e sincero sorriso em seus lábios carnudos e rosados

– Sim... dormiu bem?

– Com você dormindo ao meu lado pela primeira vez, impossível não ter dormido como um anjinho.


Carmem, minha querida, há tanto tempo que não vejo esse seu sorriso sincero e escuto esse tom doce em sua voz.

Minha esposa estava linda, de bruços, enrolada no lençol de seda branca deixando parte de suas costas brancas expostas e com alguns fios de seu cabelo ondulado castanho mel caído em seus ombros.

A puxei para mim e, com bastante delicadeza, selei nossos lábios num beijo carinhoso. Suas mãos desciam pelo meu peitoral nu me causando arrepios por onde suas longas unhas arranhavam de leve.

Ahh.. seu beijo. Era como beijar uma pétala de rosa com todo o polem que as abelhas veneram. Com é bom ser essa abelha, Carmem, como sinto saudades...

Nosso beijo foi aprofundado quando seu corpo caiu sobre o meu e pude sentir o movimento de seu quadril ao tocar-lo com minhas mãos.

Apertando suas coxas, trocamos de posição me colocando no meio de suas pernas e acariciando todo seu corpo.

Mas seu beijo perdeu sua característica doce e carinhoso, nossas linguás passaram a guerrear uma com a outra e Carmem fincou suas unhas em minhas costas me fazendo gritar de dor.

Me levantei rapidamente e vi a fisionomia de Carmem mudar. Seus olhos castanhos deram lugar a olhos de um azul vivo e brilhante, seus cabelos ficaram negros e perderam os leves caxos que caiam como cascatas em seus ombros, ficando lisos e longos. Sua pele ficou mais branca e seu cheiro também mudou. Carmem não estava mais comigo, agora estava com outra mulher. Uma garota para ser mais especifico, Megan.

Seus olhos me fitavam e seus lábios avermelhados estavam entre abertos me fazendo sentir seu hálito refrescante tocarem minha pele.

Me levantei rápidamente tentando descobrir o que havia acontecido. onde Carmem estava?

Tentei chama-la mas um bolo em minha garganta se formou me fazendo ficar calado e pude sentir a pequenas mãos de Megan tocar minhas costas.


– Ela não esta mais aqui, Dean. — disse ele em meu ouvido — Ela se foi. Você é meu agora. Fica comigo.


Não pude controlar meu corpo, foi automático quando entrelacei minha mão em seus cabelos e a puxei com força para um beijo ardente.

Suas mãos desceram pelo meu peitoral fazendo suas unhas terem contato com minha pele e me arrepiar. Seus lábios se separam dos meus e foram para minha bochecham, meu maxilar e ao chegar em meu pescoço, pude sentir sua língua quente dar o ar da sua graça.

A fiz deitar na cama com calma, assim pude venerar suas belas curvas e tocar cada perímetro de sua pele com minha boca.

Nossos gemidos eram altos e carregados de prazer. Suas unhas fincavam em minhas costas e seus lábios beijavam meu pescoço.

Ahh Megan, como você consegue mexer tanto comigo?


♫♫"Cause its the heat of the moment

Telling me what your heart meant

Heat of the moment

shown in your eyes..."♪♪


Abri meus olhos ao ouvir meu despertador tocar e me tirar de um sonho bom, porém estranho, porque Carmem sumiu? Por que beijei Megan? Por que sonhei com Megan, por que?

Balancei minha cabeça no intuito de espantar meus pensamentos que insistiam em fazer me lembrar de Megan. Me levantei da cama e segui para o banheiro para fazer minha higiene matinal.

A água morna do chuveiro caia sobre minhas costas me fazendo acordar e novamente me fez lembrar de um par de olhos azuis.

Droga! Porque essa garota não sai da minha cabeça? A cada momento que fecho os olhos ou fico de bobeira eu lembro dela. Sua pele branca e macia, seus cabelos escuros... Argh! Tenho que tirar essa garota da cabeça. Mas com ela sendo minha aluna não vai ser fácil.


–0-

O sinal tinha acabado de tocar me dando entender que era hora do intervalo e eu estava incrivelmente entediado naquele dia. Ou eu estava decepcionado por não ver um certo par de olhos azuis em minha frente? Sinceramente, eu não posso mentir para mim mesmo. Megan mexe comigo, eu a quero e não consigo tira-la da minha cabeça. Mas onde ela esta?

Hoje eu não tenho aula com a turma dela, o que faz meus olhos não cruzarem com os dela. Iria ser impossível vê-la naquele dia... Antes fosse.


Eu seguia pelo enorme corredor onde tinha os armários dos alunos e o lugar estava abarrotado dos mesmos alunos. Mas um deles me chamou a atenção.

Lá estava ela mexendo em seu armário, com fones de ouvidos e movimentando seus lábios como se cantasse uma canção. Despreocupadamente, Megan fecha seu armário e ao se virar para seguir em frente ela me encara em meio a multidão.

Um sorriso leve brotou em seus lábios e, com uma das mãos, tirou o fone de seu ouvido. Ela esta se aproximando.


– Olá, professor Winchester. — porque ela insiste me chamar pelo meu sobrenome? Ok, vamos manter o profissionalismo, até porque, meu nome fica muito mais bonito ao ser dito na voz rouca de Megan

– Olá, senhorita Slender. — sorri envergonhado.

– Como tem passado?

– Bem.

– E o professor Wilson? Ele esta se recuperando?

– Sim. — eu posso estar sendo grosso com ela respondendo suas perguntas da maneira mais rápida e objetiva, mas é que eu não queria ter muito contato com ela. Se eu quisesse acabar com o nosso "relacionamento", como já tinha me decidido em fazer, deveria voltar a trata-la como uma aluna. Claro que ainda tinha que conversar com ela sobre minha decisão, e isso não iria ser fácil. — A gente pode conversar depois, Megan?

– Claro! — disse ela sorrindo. Mal sabe ela que a nossa conversa irá tirar esse sorriso encantador de seus lábios.

– Ótimo. A gente se vê depois.

– OK.


Segui em frente sem olhar para trás e correr o perigo de encontrar com seus olhos novamente. Desculpe Megan, mas eu não posso continuar com isso.

–0-


Minhas aulas naquele dia já tinham terminado e eu estava em minha sala arrumando alguns papeis para entregar ao diretor sobre o aproveitamento dos alunos em minhas aulas.


– Professor Winchester?


Uma voz feminina me tirou a concentração dos vários papeis espalhados pela mesa me fazendo olhar para a dona daquela voz. E para minha alegria, ou tristeza, não era quem imaginei.


– Senhorita Wolfgan! O que faz aqui? — Minha sala ficava nos fundos do vestiário masculino e por isso, não era permitido a entrada de mulheres. Nenhuma mulher entrava lá, somente a zeladora.


A Senhorita Wolfgan era a secretária do Senhor Morgan, o diretor e dono da escola. Raisa Wolfgan, era esse nome que estava escrito em seu crachá que ficava pendurado no bouço da sua camisa branca de botões pretos que era colocada por dentro de uma saia social preta de pregas. Ela era ruiva e com um pouco de sardas nas bochechas. Seus olhos eram na cor mel e usava um par de óculos vermelho sangue. A senhorita Wolfgan tinha um ar de nerd mas era bem sedutora e muito competente.


– O Senhor Morgan me pediu para vir buscar os papeis dos alunos.

– Ah sim! Claro. Só um momento. — disse me levantando da mesa e juntando os vários papeis os colocando em uma pasta azul. Logo depois coloquei a pasta já fechada junto com várias outras e a entreguei á Senhorita Wolfgan. — Aqui estão.

– Ótimo. — disse ela encarando as pastas coloridas já em seus braços — O senhor não é muito organizado não é? — comentou ela olhando ao seu redor.


Minha sala estava uma verdadeira bagunça. Pastas e papeis para qualquer lado, assim como as bolas e luvas de base-ball. Minha semana tinha sido muito agitada e eu ainda estava me adaptando a nova rotina com isso, não tive tempo de organizar a sala.


– Eu tive procurando algumas coisas e ainda não deu tempo de arrumar. — disse sem jeito levando minha mão até meus cabelos.

– Se você quiser, eu posso ajuda-lo a organizar sua sala professor Winchester. — sua voz saiu sedutora e um sorriso brotou em seus lábios.

– Não precisa... eu vou tirar um dia para fazer isso. Não se preocupe.

– Tudo bem. Mas se você quiser minha ajuda, sabe onde me encontrar. Eu vou adorar ajuda-lo. — terminou ela mordendo o lábio inferior.


Desde que cheguei nessa escola, a senhorita Wolfgan não deixa de ser, digamos, prestativa comigo. Isso me incomoda um pouco, pois seu jeito é um tanto quanto estranho.


– Obrigado. — disse no intuito de finalizar a conversa.

– Com licença.


Finalmente ela saiu e me deixou sozinho novamente em minha sala. Ainda podia ouvir o barulho de seu salto fino no chão do vestiário, e a cada momento ele ficava mais baixo, até que não foi mais possível ouvi-lo.

Me virei de costas para a pequena janela atrás da minha mesa e fiquei observando a saída dos alunos. Como podem andar tão rápido mesmo olhando para um celular?


– Dean.


Gelei por dentro. Aquela voz que eu esperava finalmente foi ouvida e eu me virei rapidamente para encontrar os lindos olhos que tanto queria ver.


– Megan. Você não pode entrar aqui. — Megan e sua mania de entrar em lugares proibidos para garotas.

– Ah, qual é Dean. Você sabe que eu não tô nem ai pra essas restrições. — ela soltou um sorriso fácil e foi se aproximando de mim. Não faça isso, Megan. — Estava com saudades...


Sua mão tocou meu rosto me fazendo fechar meus olhos com seu toque. Foco Dean! Temos que terminar com isso, lembra? TERMINAR.


– A gente precisa conversar.

– O que foi?


Um nó se formou em minha garganta. Como eu iria falar que era melhor a gente parar por onde nós estávamos, sem magoa-la?


– Megan. — respirei fundo e comecei a despejar o que pensava — Olha, você é uma garota bonita, esperta, sexy... Enfim. Você é incrível, mas eu acho que nós devemos voltar a nossa relação de professor e aluna.

– O que quer dizer com isso? Ta terminando comigo?

– Eu acho que a gente se precipitou demais naquela noite... — peguei suas mãos, que ainda estavam em meu rosto, e me afastei de seu corpo. Eu não podia ficar perto dela desse jeito. Era muito martírio. — A gente tem que parar por aqui.

– Você já se cansou de mim? Só me tratou bem pra passar uma noite comigo e depois de descartar assim?

– Foi um erro desde o começo, Megan. Eu sou casado, você é muito jovem, tem a vida inteira pela frente. Você vai encontrar outra pessoa.

– Eu não quero outra, Dean.


Megan perdeu seu sorriso encantador e o brilho dos seus olhos de apagou. Ela ficou pensativa olhando para o nada. O que ela queria que eu fizesse? Que continuasse com tudo isso e continuasse me sentindo um lixo? Uma parte de mim explanava que não conseguiria viver mais assim, mas outra estava gritando para ter Megan de novo. Sentir suas mão pelo meu corpo e o sonho que eu tive mais cedo ajudou muito esse meu lado.

Ela se aproximou de mim me encurralando em uma das mesas laterais do comodo e levou uma de suas mãos até meu peitoral.


– Não faz isso, Megan. Alguém pode chegar e... eu... não posso fazer isso.

– Então tudo o que aconteceu entre eu, você e aquela cama não significou nada pra você? — "Você não sabe o quanto significou, Megan." Pensei, mas eu não podia falar o que estava pensando se não, não terminaria o que tinha começado. Ou melhor, terminaria o que meu sonho começou. As mãos de Megan não paravam de se mexer, elas tocavam cada parte de meu peito e tórax me fazendo querer agarra-la e beija-la e tornar meu sonho real — Tudo o que fizemos, tudo o que você me fez sentir... não valeu de nada?

– Megan, eu não posso. Não é certo.

– Eu sei, Dean. Mas o que eu posso fazer se eu não aquento ficar mais longe de você? — suas mãos tocaram meu rosto novamente e seu rosto de aproximou do meu — Sem poder tocar em você, ou te beijar — Megan fechou seus olhos e abriu um pouco seus lábios rosados e se aproximou da minha boca.


Pude sentir seu perfume adocicado invadir minhas narinas e mexer com minha cabeça. Estava difícil me segurar e não beija-la ali mesmo. Toquei seu delicado rosto com meus dedos e encarei seus lábios ainda entre abertos esperando ser selados. Meus olhos encontraram o azul dos olhos dela que agora brilhavam e suplicavam por um beijo.


– Eu não posso fazer isso, Meg. — sussurrei

– Então vai ser assim? — continuou ela no mesmo tom que o meu

– É melhor assim.

– Então me deixe te sentir pela última vez... Só para não esquecer de como foi.

– Melhor não, Megan. Podem nos ver.


Suas mãos deslizaram pela minha nuca e ao tocar meus ombros, ela se distanciou me olhando nos olhos. O mesmo olhar brilhante de pidona.


– Tudo bem. — ela disse e se virou de costas indo em direção a saída.


Foi ai que meu instinto falou mais alto. Eu não consegui me controlar e fui atras de Megan a impedindo de sair da sala a pegando pelo braço e fazendo ela se virar para mim selando nossos lábios.


*Música http://www.youtube.com/watch?v=zdPyh3KS4Lk*


Nosso beijo era urgente e cheio de segundas intenções e nossas mãos viajavam pelo corpo um do outro. Ah como aquilo era bom. Seus lábios eram macios e com gosto de morango como se ela tivesse chupado uma bala. Nossas línguas guerrearam entre si e nenhuma estava disposta em perder a batalha.

A levei até minha mesa a encostando na madeira fria. Suas mãos apertavam minha nuca e desciam até meus braços os apertando mais ainda. Minhas mãos também passearam por todo o pequeno e bem esculpido corpo de Megan. Mas ali era muito arriscado pois alguém poderia aparecer e nos pegar a qualquer momento, foi aí que resolvi nos separar.


– Vamos sair daqui. Alguém pode nos ver. — disse ainda tocando seus lábios e sentindo o hálito quente de Megan

– Te espero lá fora?

– Não. Me espere em frente aquele restaurante que você me levou.

– OK.


Megan me deu um selinho rápido deu as costas para mim e saiu da sala. Eu já não pensava em mais nada, eu queria Megan agora e nada me faria mudar de ideia. Eu poderia voltar a me sentir um lixo como me senti o fim de semana inteiro, mas eu não me sentia assim. Eu estava perdidamente, enlouquecidamente e cheio de vontade de terminar o que comecei com Megan.


Após sair da escola segui cegamente pelas ruas perto da escola até chegar ao restaurante onde, na semana passada, fiquei conversando com Megan.

Ao dobrar a esquina a avistei encostada na parede do restaurante. Me aproximei e ela soutou um sorriso tão encantador que não pude deixar de retribuir e sorri em resposta.


– Vamos sair daqui — disse a pegando pela mão

– Pra onde vamos?

– Pra minha casa.

–0-


Ao chegar no corredor do apartamento, eu e Megan começamos a nos acariciar e assim atravessamos a porta da frente.

Abri a porta e envolvi a cintura de Megan em meus braços e a beijando, nos guiamos até o quarto. Nosso beijo continuava com a mesma intensidade de quando estávamos na minha sala só que com um pouco mais de ousadia e sem preocupação com alguém nos pegar.

Atravessamos a porta do quarto, sem desgrudar nossos lábios, e a pressionei em uma das paredes do comodo. Suas mãos desceram até a barra de minha camiseta a tirando em seguida com uma pequena ajuda minha, depois suas mãos passearam pelo meu peitoral nu e meus braços.

Eu também não fiquei atras e alcancei a alça da blusa branca que Megan usava e a tirei, deixando seus ombros nus, e desci a blusa até sua cintura deixando seu colo e seus seios envolvido em um sutiã branco de rendas pretas. Fiz um caminho de beijos e mordidas leves desde seu pescoço até o vale entre seus pequenos seios passando pelo seu pescoço, ombros e colo arrancando um leve gemido de prazer de sua boca. Alcancei o feche do sutiã e destaquei aquela pequena peça que me impedia de continuar meu trajeto.

Senti suas mãos subirem até minha nuca levando meu rosto até sua altura no intuito de tomar o controle da situação. Isso não é bom. Não gosto de ser controlado em nenhuma formas, muito menos na cama.

Segurei suas mãos e a prensei novamente na parede e me pus sobre seu corpo esmagando seus seios em meu peito, depois procurei pelo botão de sua calça Jeans apertada, o que deixava suas pernas grosas mais ressaltadas. Finalmente consegui desabotoar sua calça, mas antes que eu conseguisse usufruir da conquista, senti meu corpo sendo empurrado e jogado até a enorme cama do comodo.


– Não é tão fácil assim, Dean. — ela disse com um sorriso no rosto e subindo na cama.


Assim que consegui me ajeitar, o corpo de Megan colou ao meu, assim como nossos lábios. Uma das mãos de Megan estavam em meu cabelo quase o arrancando de seu coro cabeludo, enquanto a outra mão fazia uma expedição em meu corpo. Senti dois dedos fazerem um caminho em meu corpo, desde meu ombro até o cós da minha calça, me fazendo arrepiar e querer ainda mais que a tortura acabe.

Megan se sentou em cima de mim, deixando suas pernas entre minha cintura, e começou a alisar meu peito.


– Seu corpo é tão bonito... — sussurrou ela como se mais alguém estivesse na casa e não pudesse nos ouvir e passou suas unhas sobre minha pele me fazendo arrepiar novamente

– Assim você vai despertar o meu "eu" mais sombrio — disse brincando e Megan soltou uma gargalhada

– Então deixe ele acordar. Eu vou adorar conhece-lo — disse ela ainda sussurrando e eu sorri malicioso.


"OK, Megan. Se é assim que você quer... Lá vai."

Me levantei da cama e peguei os cabelos de Megan e trocamos de posição, agora era eu que esta por cima e seria eu que tomaria o controle da situação.

Levei minhas mãos até o cós de sua calça e a destaquei, deixando visível sua calcinha branca com rendas pretas, igual ao sutiã, que estava no chã a muito tempo. Após me livrar de calça de Megan, tratei de livrar da minha também e me encaixei no meio das lindas pernas de Megan, fazendo com que nossos sexos se tocassem.

Comecei beija-la com a mesma intensidade de antes e minhas mãos apertavam suas coxas sem muito cuidado. Megan começou a se mover em baixo de mim fazendo com que sua entrada encontrasse com meu membro, se não fosse pela minha cueca e sua calcinha, já tínhamos nos encaixado a muito tempo.


– Dean — Megan me chamou sussurrando em meu ouvido — Eu quero agora...

– Shh... Tudo bem. Relaxa.


Eu já tinha entendido o que Megan queria "agora" e logo tratei de me levantar e sacar minha cueca e a pequena calcinha e me encaixei novamente entre as pernas de Megan.

Meu membro estava em sua entrada mas ainda não havia penetrado. Eu queria ver até onde Megan aquentaria.


– Dean... já é tortura isso — resmungou ela em meio a baixos gemidos e logo a completei profunda e fortemente — Ahh!!


Meus movimentos começaram lentos, porém profundos. Era tão bom a sensação de completar Megan que nada mais passava pela minha cabeça, somente eu, Megan e as quatro paredes daquele comodo. Megan não parava de se mexer em baixo de mim e conforme nossos gemidos aumentavam, minhas investidas ficavam mais rápidas.


– De... an!! — Megan gemeu meu nome me dando a certeza que ela já havia atingido seu clímax.


Logo depois, um calor tomou conta de meu corpo e logo atingi o ápice e logo me desmoronei no colchão ao lado de Megan a puxando para mim e a ninhando em meu peito.

–0-


O cheiro gostoso dos cabelos de Megan entravam em minha narina enquanto sua cabeça ainda estava colada em meu peito e meus dedos tocavam suas costas e seus braços alternadamente.


– Dean. — chamou ela depois de um tempo com sua respiração já normalizada.

– Hum.

– E agora? — perguntou ela dirigindo seus olhos até os meus

– Agora? Agora a gente vive o que tem pra ser vivido. — disse rindo e ela sorriu e nossos lábios de tocaram novamente.


Rapidamente me sentei na cama e a puxei pro meu colo. Suas unhas tocaram minha pele novamente me fazendo arrepiar.


– Eu gosto disso... — disse baixinho

– Eu também gosto disso. — disse ela fechando os olhos como se sentisse melhor minhas mãos em sua cintura.


Novamente nossos lábios se encontraram e um beijo urgente foi se formando. As mãos de Megan subiu até meus cabelos perto de minha nuca e começou a puxa-los com força.

Sem conseguir me segurar mais, peguei suas coxas e tratei de nos encaixar novamente, dessa vez, quem controlou as investidas foi Megan de uma forma calma e sexy.

Eu não pensava em mais nada, e não queria pensar. Eu estava errado? Sim, claro, com toda a certeza, mas aquele era o ultimo momento que eu queria estar certo.

Notas finais
A formatação com certeza ficou um pouco ruim e não tivesse tempo de revisar, mas em breve farei isso.
Bom, é isso aí. O que acharam de um HOT na narrativa de Dean? E a atitude dele? Será que essa história de "deixa rolar" vai dar certo?
Veremos nos próximos capítulos.
AAHHH! Estou com mais uma fic em criação e eu já vou logo adiantando; O nome vai ser...... "UMA NOITE COM DEAN WINCHESTER"
NHÁC! Quem aí acha do que se trata?
HORA DO REVIEW!