Notas iniciais
Eu fiz essa fanfic pro meu exnamorado a mto tempo achei pelo computador e resolvi postar. somente. obrigada ^^

Meu nome é Hyuuga Hinata e minha vida social é inteiramente online, não que eu não tenha amigos reais, eu tenho sim, mas adoro ler fanfics, escrever fanfics, amo assistir animes online, ler mangas online, ler livros online, conversar com meus amigos pelo MSN, e amo fazer vaaaaarias coisas online. Às vezes acha isso muita covardia minha, mas não tenho culpa se minhas conversas ficam melhores escritas! Ficam tão boas que eu arrumei um pretendente, eu moro em Tokyo, e ele mora em Kyoto. Vocês já repararam que se misturarem as letras, as palavras ficam iguais?! Sim eu reparo nessas coisas inúteis. ^^”

Enfim eu tenho que estar escrevendo isso com algum intuito. Eu vim contar o meu primeiro encontro com ele, meu pretendente de Kyoto, Naruto Uzumaki!

Nós nos falávamos a cada 5 minutos, iríamos nos encontrar num shopping e minha mãe com medo de ser um maníaco pedófilo que pega moçinhas de 16 anos, resolveu ir junto comigo no meu primeiro encontro. Muitas garotas morreriam de vergonha por isso, mas eu achava somente uma situação divertida.

Ahhh meu celular está tocando deve ser ele!

Sim, sim é ele!

_Alô?! – atendi com a minha voz tremula.

_Oi Hinata! Muito ansiosa? Hehe – ele me perguntou divertido.

_ To sim, e também to arrumando meu cabelo! E você ta ansioso? — respondi

_Estava, minha avó Tsunade disse que não poderei mais ir! – ah? Não acredito meu deus que bosta! Ai que raiva!

_Por quê? – quis saber

_É brincadeira vou sim! E sim, também to ansioso. – disse ele rindo de mim, ele percebeu que fiquei chateada quando ele me disse que não ia mais!

_Seu Baka! – Fiz biquinho.

_Só liguei pra saber se estava ansiosa e avisar que vou estar de camiseta branca!

_E eu de preto! – respondi e lá no fundo ouvi minha mãe dizer “Novidade! Fala serio Hina-chan você sempre está de preto, roxo ou azul” ahuahau minha mãe tem razão!

_Então ta bom Hina! Até daqui a pouco. – ele disse, acho que ele não escutou o que minha mãe disse.

_Xau Naruto-kun.

_xau!

Eu e minha mãe fomos para o shopping onde havíamos combinado de nos encontrarmos.

Espero na frente do cinema e nada dele aparecer. Meu celular toca, é ele:

_Espera mais um pouco já estou chegando.

Nesse momento achei que iria levar o fora do século, e se ele nem vier e se ele veio me viu não gostou e foi embora, daqui a pouco liga dizendo que houve um acidente e nem vai poder vir, ele não existe!

Quando comecei a ficar realmente acostumada e minha mãe queria ir embora, e ele me liga novamente:

_Não vou poder ir, me desculpa...

_ããhhh??? – não acredito, ele realmente me abandonou!!!

_To brincando já estou aqui na frente do cinema.

Fiquei estática

_Ta. – e desliguei.

Agora eu senti o impacto, medo, eu tremia da cabeça aos pés. Estava muito nervosa e se ele não gostasse de mim?

_Mãe vamos lá ele chegou.

Voltamos em direção ao cinema, eu não estava nem respirando direito, eu mordiscava minha correntinha do ‘L’ do anime death note e andava, eu não sei como cheguei lá só sei que estava lá, eu olhava pros lados a procura de cabelos dourados. Olhando e olhando.

_cadê ele hina?

_não sei mãe, eu... – paralisei quando o vi, ele estava com mais dois rapazes, nem prestei atenção neles e sim naquele rapaz o Uzumaki. Minha mente girava pensei que ia cair ouvi minha mãe perguntar se já tinha encontrado e eu nem respondi, meu peito parecia que iria explodir meus batimentos cardíacos iam a mil, meu corpo formigava por inteiro, tremia como se estivesse num terremoto, senti meu rosto enrubescer e minhas palavras sumirem junto com a minha saliva. Parecia que ocorria o apocalipse em meu corpo. Uma sensação ultra intensa, algo me dizia que nunca mais eu me afastaria dele mesmo que eu quisesse.

Quando voltei a realidade minha mãe me perguntava se já havia o encontrado, e eu respondi um tremulo ‘ali’, sem mostrar a direção.

_ali aonde? – perguntou impaciente

Apontei pra ele e no mesmo momento ele me viu desencostou da parede, e encostou novamente, indeciso. Ele estava tão nervoso quanto eu!

Ele olhou para mim como se não tivesse certeza, meu deus será que ele não gostou da minha aparência??? Só pra constar eu acenei com a mão e ele logo desencostou os rapazes ao lado dele olharam pra mim e pra minha mãe.

Chegamos perto, eu tinha que falar algo mas nada saia da minha boca a não ser ar, e até este saia com dificuldade, quando ele me abraçou e eu retribui, senti os olhares em nos dois e logo ele tratou de me soltar mas nesse momento quem não queria se soltar era eu, vi pelo rosto dele o nervosismo ele também não falava muito.

Ele me apresentou os dois rapazes que estavam com ele, e sabe ate hoje não sei o nome deles. Eu só conseguia olhar pra ele, e quando vi que só minha mãe falava e os amigos dele, nos dois em silencio absoluto eu resolvi dizer algo.

_É já deu pra perceber quem que fala mais aqui, né? – disse com um sorrisinho amarelo, e quando todos os olhares voltaram-se pra mim... Neste momento senti meu rosto queimando acho que devo estar parecendo um tomate de tão vermelha!

Minha mãe percebendo meu constrangimento disse:

_Então o que vamos fazer?

Então Naruto-kun disse:

_O cinema não da mais, que tal andarmos um pouco Hinata?

_eerrr... pode ser... – ahhhh que pode ser que nada! Eu nem sei o que dizer ou fazer, to achando que vou morrer aqui agora mesmo, meu coração ta rápido de mais! Yaaataaaa! >.

_Então vamos. – ele disse. – Tchau pessoal. – ele disse pros amigos dele.

Minha mãe foi indo na frente que nem cão de guarda, e eu quase quebrando o pingente do ‘L’ que estava no meu pulso de tanto morder, quando reparei que ele tinha uma corrente com um pingente do ‘L’ idêntica a minha no pescoço dele.

_Olha, eu tenho uma, igual a sua! – Eu disse com o pingente ainda na boca. Devo ter parecido muito baka por que ele sorriu e disse:

_Eu esqueci o seu presente de natal na casa da minha avó, eu espero que você não fique chateada.

Chateada? E eu quero saber de presente? Eu to quase tendo um ataque cardíaco e ele quer me falar de presente? Será que ele gostou de mim? O.O Só de pensar nisso eu já senti meu corpo estremecer todinho.

Andávamos e ele continuava falando, pra ser sincera não entendi nenhuma palavra, minhas perguntas me distraiam, ele estava ali, meu coração não parava com a sinfonia, SINFONIA? Que gentil, eu quis dizer com o show de Metal, daqueles bem Punks! Era impossível entender uma palavra sequer! Eu comecei a bater meus dedos indicadores de tão nervosa que estava e disse:

_Momento Hinata. – e ri sem graça da merda que eu acabei de falar, não tinha lógica, o que eu acabei de falar. Ficamos em silencio por um momento andando lado a lado sem nem esbarrar um no outro sequer, quando ele disse:

_Você não quer segurar minha mão?

ÃH? Segurar a mão dele? YAAAAAAAHOOOOOOOOOO!!! Eu acho que ele gostou de mim! *-* Nossa! ELE GOSTOU DE MIM? O.O

Eu toda desengonçada peguei a mão dele que nem uma criança pega a mão de uma mãe -.-‘, serio tenho vergonha disso até hoje!

_Não Hina, é assim! – disse ele entrelaçando os dedos dele nos meus. Eu achava que a minha cota de micos já estava máster alta, mas isso foi só o começo!

Minha mãe indo lá na frente, acho que ela percebeu que só comigo eu já estava quase tendo um treco. ‘-‘

A mão dele tinha um toque encantador, um pequeno toque, me fez sentir vontade de ter aquela sensação em toda parte do meu corpo, aquele arrepio que eu senti atravessando a minha espinha, eu sentia cada pelo do meu corpo arrepiando-se e eu estava zonza já com a proximidade, minha vontade mesmo era sair gritando que nem uma louca rindo de tão feliz e radiante que eu estava somente com o toque dele, minha vontade era começar a chorar, não me pergunte o porquê eu não to mais pensando direito ta legal? Eu não iria segurar mais a minhas emoções por muito tempo, então eu abracei seu braço com uma força formidável que ate mesmo eu me admirei!

_Hey! Hinata calma sua mãe esta logo ali na frente. – ele disse.

Não dava eu queria mais, um abraço demorado, um beijo no rosto, ou talvez um na boca. Meu primeiro beijo? CARAMBA! Nem me lembrava mais disso! Ai meu deus eu vou decepcioná-lo! Com esse pensamento larguei seu braço, e apertei bem forte a mão dele, nossa como aquele simples gesto me dava confiança, segurança, felicidade, era como se eu não precisasse de mais nada na minha vida, estava tudo ali, segurando a minha mão. Aquele calorzinho gostoso aquecendo a minha mão, eu estava quieta mais uma vez não assimilando o que ele estava falando, por mais que eu tentasse. Quando vi minha mãe parando, fomos até ela.

_Hinata, irei pro carro, vocês podem ficar mais um pouquinho andando, OK? – ela disse pra mim, agora se referindo ao Naruto disse: — Depois leve ela pra comer algum lanche, ela se recusou a comer em casa.

_Tudo bem senhora Hyuuga. – disse ele

_Tchau mãe. – eu disse baixinho.

_E então onde você quer almoçar? – ele disse com um sorriso no rosto.

_Eu não quero. – eu disse com um sorrisinho sem graça.

_Tem certeza? – ele disse

_Tenho. – respondi.

_Então vamos andar um pouco. – ele disse sorrindo.

_Vamos! – eu disse abraçando o braço dele novamente.

Andamos ate encontrar uma fontezinha com banquinhos em volta, sentamos ali, ele estava falando algo que eu não tinha entendido nada, e não pelo assunto ser complicado, eu não tava conseguindo raciocinar nada que ouvia nada mesmo, se ele me perguntasse meu nome inteiro eu não saberia responder!

Eu somente olhava pro rosto dele com encanto e admiração, ele era lindo, todos aqueles traços, sorrisos, comentários, ele olhou em meus olhos, senti seu rosto aproximando, nossos lábios encostaram-se. Até aí tudo bem, depois daí eu estraguei tudo, não sabia mais o que fazer, entrei em pânico e ele não tentou continuar algo que eu não tinha noção de como fazer. Ele me abraçou carinhosamente, meu rosto ficou em seu pescoço, era a melhor sensação do mundo estar sentindo aquele cheiro dele misturando com o do perfume. Que por sinal na hora eu ate identifiquei a marca do perfume. Como eu consigo saber a marca do perfume e não entender as palavras proferidas pelo homem da minha vida? Sim homem da minha vida! Eu nunca senti nada parecido com ninguém. Eu dei um beijo gentil, naquele pescoço lindo, e por instinto minha língua encostou-se a seu pescoço, senti suas mãos apertarem minhas costas nessa hora quem ficou nervosa fui eu, o abracei com força, sabe, eu não tenho certeza do que realmente aconteceu, ouvi a voz dele dizendo “calma Hina, estamos em um shopping” eu abraçada nele, e se não fosse ele teríamos caído na fonte! Yahááá MICO NUMERO 2! Já não ta bom de mais pra um dia não? Nããããoooo é claro que não! Eu sussurrei um “não ligo”, mas sem saber o contexto do acontecido!

Meu celular tocou:

_Oi filha.

_Oi mãe, algum problema?

_Não, eu cheguei aqui no carro, você lembra onde que ele esta?

_Lembro sim.

_Você já foi comer algo?

_Não, to sem fome.

_Então ta, qualquer problema me liga. Tchau.

_Sayonara mãe.

_Melhor andarmos. – disse ele tentando disfarçar. – vamos pegar um ar fresco um pouco?

_Vamos. — eu fui agarrada no braço dele.

Fomos indo não tenho noção pra onde. Meus olhos estavam concentrados nele. Tudo era ele, se ele disse algo não sei, eu já tinha desistido de tentar ouvir, eu ria, escondia meu rosto em seu braço dele, eu estava muito feliz, e parecia que ele também, ele olhava pra camiseta dele que estava escrito “E o *imagem do kiko*?” e eu percebi que ele fazia piadinhas sobre isso. Nos fomos para o lado de fora no estacionamento oposto do que a minha mãe estava. Vimos um banquinho, nos sentamos nele e sem nada melhor pra pensar falar ou fazer, dei um selinho naqueles lábios. Eu normalmente não faria isso, mas eu já disse não to pensando mais, desisti de fazer isso! u.u

_Eu era o que você esperava? – ele me perguntou.

_Exatamente igual. Mais perfeito impossível. –as palavras saíram da minha boca finalmente. Pelo menos uma vez né!?

_Por que você não me escuta? – ele disse, entao ele percebeu? Errr dãããã! Óbvio que ele iria perceber você não falava né ô criaturinha >.

Depois de muito tempo tentando entender o que ele disse respondi:
_É que... é que eu não to conseguindo pensar d-direito, se você me perguntar meu nome demorarei pra entender o que você disse isso se eu lembrar a resposta. –disse sorrindo sem graça. – E eu? Era o que você esperava?

_Muito melhor do que eu esperava! – ele respondeu rindo. – quando te vi pensei, me dei bem! Hehe.

Eu ri do comentário com certeza vermelha! Ele gostou de mim *-* to mais feliz que pinto no lixo! Nossa que comparação horrível. Mas mesmo assim, to muito feliz!

_Como o prometido te darei um beijão.

Ele me agarrou e me beijou e com a língua na minha boca fazia movimentos muito rápidos, eu não sabia dar um selinho e ele queria que eu acompanhasse aquele beijo? Maluco, depois eu que sou a lenta de raciocínio u.u.

Ele entendeu que eu não ia conseguir acompanhar, então começou a me dar selinhos carinhosos, e eu retribui, muito menos sem graça agora, nos beijávamos incrivelmente envolvidos, mesmo sendo tão leves os nossos toques, os sorrisos não largavam nossos rostos. Quando os beijos pararam, com o corpo todo mole entre aqueles braços fortes, me soltei um pouco, encostei-me ao banco, respirei fundo e suspirei. Eu vi o corpo dele encostando-se ao banco também e com um sorriso no rosto e o braço agora envolvendo meus ombros eu o olhava boba, e ele disse feliz:

_Você suspirou! Acabei de ganhar meu dia.

Abraçamos-nos e eu fiz algo que eu já tivera coragem de fazer antes, beijar o pescoço dele, o que de inicio eram somente beijinhos castos, foram se tornando pequenas lambidas tímidas, foram se tornando pequenos chupadas de leve. Eu estava tão apaixonada, eu era tão dele, que nem se quer percebia o que fazia. Só fazia. E senti a respiração dele acelerada. Ele me retirou com cuidado. E disse:

_Vamos andar mais um pouco?

_Vamos. – ele beijou meus lábios e segurou minha mão para levantar-me.

Meu celular tocou novamente:

_Já comeu filha?

_Ainda não mãe. – eu disse sem graça.

_Você vai desmaiar filha.

_Não vou, to sem fome.

_Tudo bem então, tchau.

_tchau. ¬¬

Andávamos normalmente, e tentávamos nos beijar andando, um desastre total riamos toda vez que errávamos os nossos lábios, até quando ele parou segurando minha mão e foi se aproximando, ansiedade! E eu entrei em pânico de novo, olhava pra ele ofegante ansiosamente esperando, eu tremia novamente. Minha mão esmagava novamente a dele. Ele ia se aproximando e eu senti minhas pernas ficarem bambas, quando estava pronta pra sentir os lábios dele ele começou a rir e virou o rosto.

Ah? Porque ele fez isso???? Qual era a graça de fazer isso? Eu não entendi nada agora!

_Que foi? – perguntei lembrando um pouco a minha essência um tanto nervosa.

_Você perdeu o ar sem nem ao menos eu fazer nada! – ele disse ainda rindo.

Neste momento eu devo ter ficado vermelha, por que eu fiquei com vergonha da minha reação, mas ele tinha gostado, vai entender! Minhas amigas sempre diziam que homens gostavam de mulheres decididas, e eu não estava sendo decidida porcaria nenhuma, e sim somente eu, a pequena Hyuuga, tímida, ansiosa, e pelo jeito, ser eu, era ser extremamente vulnerável a ele, era a mesma coisa. Mas eu queria aquele beijo.

Quando decidi falar algo eu pago o mico numero... ahh eu nem lembro mais qual é o numero desse mico de tantos que paguei hoje!

_Como você achou que eu... Hyaaaa... – Eu pisei em falso e quase cai ele rindo me segurou.

Olha eu já ate sei uma das coisas que ele deve ter achado que eu era! Com certeza menos desastrada u.u ô saco, quando senti nossa proximidade novamente eu fiquei ofegante, QUAL É PULMOES! QUAL É O PROBLEMA DE VOCÊS HOJE? DEIXA EU RESPIRAR DIREITOO??? ¬¬

_Cuidado, pra onde vamos agora? – ele disse com um sorriso no rosto, eu me abracei nele e disse.

_Me leva pra onde você quiser não to pensando direito. – ele deu um sorriso pervertido e fez uma cara de ‘melhor não’ puxou minha mão e ficamos andando pelo estacionamento, paramos em uma muretinha baixa sentamos ali. Ficamos ali parados íamos começar outro beijo, meu celular toca:

_Não atende, não atende por favor. – ele disse.

Eu vi o nome na tela da minha mãe:

_Oi mãe.

_Já comeu alguma coisa? – ela perguntou.

_Mãe ainda não to com fome. – eu disse. Se eu fosse comer com certeza eu não ia comer ou ia colocar pra fora, eu to muito nervosa.

_Ta tudo bem ai? – ela disse.

_Ta sim mãe.

_Então ta bom. Tchau.

_Tchau.

Desliguei, que saco minha mãe vai ficar ligando mesmo?

_Você não devia ter atendido. — Ele me disse com um bico muito lindo no rosto.

_Se eu não a atendesse iria vir atrás. – me justifiquei.

_Tudo bem. – ele disse pegando minhas mãos olhando em meus olhos.

Aqueles olhos hipnotizadores azuis, com um brilho intenso, no qual parecia que diziam ‘eu te amo’, nos aproximamos e encostamos nossos lábios carinhosamente sem desviar o olhar, senti vontade de fazer algo que eu não fazia faz muito tempo, algo que eu fazia com meus pais quando tinha quatro anos, beijo de gnomo, nossos narizes carinhosamente roçavam, e ele correspondeu me segurando pela cintura, eu sentia nossos rostos encostarem-se e mexíamos os nossos rostos em movimentos sincronizados, o que eu sentia? O que eu pensava? Carinho, AMOR.

Mexi os lábios e proferi um “eu te amo” mudo, nos beijávamos carinhosamente, e agora eu já estava me adaptando a um beijo de língua, bem calmamente ele foi me envolvendo, doce, o gosto da boca dele, doce. Um doce inesquecível. E era dele. Separamos-nos olhamos um no olho do outro.

Quando ouvimos uma musiquinha ridiculamente romântica e patética.

_Olha tem ate trilha sonora. – ele disse

Ai começamos a rir muito.

_Você nem parece àquela chorona que me liga dizendo que brigou com o pai.

_Eu to feliz. –disse – daqui a pouco minha mãe quer que eu vá embora.

_Pede pra sua mãe deixar você ficar mais um pouco quando ela ligar de novo? – ele disse.

Dito e feito o telefone tocou.

_Deixa que eu falo. – ele disse estendendo a mão pra pegar o celular e eu não deixei, eu conheço a minha mãe, ela é a pessoa mais sistemática q eu conheço.

_Olô mãe.

_Oi filha, vamos?

_Não mãe, quero ficar mais um pouco.

_Não, venha embora tah?

_Tudo bem mãe, tchau.

_tchau. Vem logo.

_Ok.

Desliguei.

_Vou ter que ir embora. =/

_Ahh amor, fica mais um pouco.

Ele me chamou de amor *-* ohhn

_Eu não posso vamos lá. =/

_Tudo bem.

Fomos indo e ele falou alguma coisa sobre ser vaidoso com o cabelo dele, e eu ri dizendo que ele era lindo.

_Vou pegar você no colo. – ele disse se preparando pra me pegar.

_Não! Não faça isso por favor. Sempre que faço algo do tipo o chão me chama. – sim eu caio com muita freqüência. -.-”

Ele riu e não meu pegou no colo, somente me abraçou. Quando o sol bateu em meu rosto eu escondi meu rosto na camiseta dele e disse:

_Eu odeio essa claridade e esse calor.

_Você não sobreviveria um dia em Kyoto.

_Acredito.

Ele riu.

Vimos o carro da minha mãe. Paramos na janela do lado do motorista, e ele me abraçou por traz possessivo e beijou meu rosto. Ele estava mostrando pra minha mãe, eu acho que era isso só podia. Eu fiquei sem jeito, mas mesmo assim disse:

_Posso levar ele pra casa? – nossa que estranho, geralmente essa frase é proferida quando queremos um bichinho de estimação não um namorado.

_Outro dia esta bem? – ela respondeu – ainda temos que buscar sua irmã e vai ficar tarde pra ele voltar depois.

_Tah bom mãe.

_Vamos temos que ir.

_Espera mãe, eu quero dar algo pra ele. — entrei no carro e peguei uma folha com um desenho que eu tinha feito pra ele com a frase “Ninguém... nem mesmo a distancia, nem o tempo pode nos separar. Agora... somos um só!”

Ele olhou sorriu e disse:

_Obrigado gostei. — me abraçou e me beijou. Eu fiquei meio sem jeito por causa da presença da minha mãe. Mas retribui, bem timidamente.

Entrei no carro ele fechou a porta pra mim e disse:

_Tchau depois te ligo. – disse ele sorrindo pra mim. – Tchau Sra. Hyuuga.

_Tchau Naruto. – ela disse

_Tchau Naru-kun. – disse sorrindo querendo estar ainda ao lado dele.

O carro deu partida e ele foi para dentro do shopping procurar a família dele.

Eu estava indo para casa olhando minha cara de apaixonada no retrovisor, muito tensa a situação, o sorriso bobo não saia do meu rosto quando ouvi meu celular tocando.

Atendi.

_Oi meu amor. – era a voz dele.

_Nossa foi rápido. — disse rindo.

_Eu te amo. – ele disse. – só liguei pra dizer isso. To com saudades de você.

_Eu também. – disse sem graça.

_Também o que? – ele disse rindo.

_Também te amo. – falei timidamente.

_Tenho que desligar minha avó esta me chamando. Tchau até outro dia.

_Tchau até. – desliguei, e sabe aquele sorriso bobo que eu estava? Piorou agora que eu estou mesmo com cara de apaixonada.

Essa historia foi baseada no meu primeiro encontro. Estou a quase dois anos namorando com o meu Naruto-kun, o nome dele é Fellype e essa historia é dedicada a ele que sempre quer compreender meu ponto de vista e nem sempre consegue.

Nós dois já tivemos muitas alegrias nesse tempo de namoro, e algumas brigas.

Acreditamos no verdadeiro amor.

O amor existe.

Fellype---

O amor é um sentimento único. De todos os sentimento é o mais importante, pois é ele que mantém as pessoas vivas.

Existem vários tipos de amor: O amor de amigo, amor fraternal e o amor platônico. Esse último citado, alguns acham que não existe.

Eu sinceramente também achava isso, até eu conhecer a pessoa que mudou minha vida, e foi só a partir desse momento que eu comecei a entender o que é o amor verdadeiro.

O coração acelera, as pernas tremem, a fala fica delicada, falta o ar e dá um sensação de suficiência. Isso é amar alguem de verdade. Ver sua felicidade na felicidade da pessoa.

“Eu te amo muito do fundo do meu coração.”

Nádia---

O amor é algo incontrolável, e que uma pessoa sente por poucos. O verdadeiro amor é recíproco, ate mesmo o platônico. Quando você ama a pessoa, geralmente você percebe quando vê a pessoa pela primeira vez, seja nascendo e vendo sua mãe, ou em seu primeiro encontro com o seu amor. Você sabe que esta pessoa faz parte de você, sua alma é dela. Esta se torna a pessoa por qual você se torna devoto e luta por ela e entregaria sua vida por ela. Você não conhece um simples namorado, você acaba conhecendo a sua razão para viver. Se você acha que realmente ama esta pessoa, faça tudo para serem felizes juntos.

“Eu também te amo meu primeiro e único amor.”

Fim.

Notas finais
Desculpa nao ter carinho com esse capitulo hauahauhauahauhau nem quis reler ele... postei somente pq gostaram qdo mostrei a mto tempo. :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!