Meu Primeiro Amor
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Corri e abracei minha mãe, não acredito que estarei voltando para Argentina. Pode revê a Vilu, pode revê conhece o cavalheiro que vive encantado o coração da minha menina. Pois bem, espero muito feliz.
–Ai mãe não acredito , sério mesmo? -indaguei tentando compreender que estarei voltando para Buenos Aires.
–Sim filha, iremos para Córdoba -Proferiu, desmanchei meu sorriso na hora. Como assim córdoba? Se aonde a Violetta mora é em Buenos Aires.
–Como assim mamãe em Córdoba? -indaguei incrédula.
–Não filha, é Buenos Aires me enganei -Aliviei-me menos procupada.
°°
Pov Violetta
Estava na praça pronta para lentar-me quando sinto uma mão em meu ombro me parando, sentei-me assutada novamente, e levantei meu olhar, não acreditei no que vi, meu coração se acelerou, minhas respiração ficou ofegante, e meus olhos piscada repetidamente, senti meus olhos marejarem. Eu quero sair logo dali, não quero fica perto daquele ser.
–Ora, Ora, quem estou vendo aqui -Proferiu aquela voz na qual tenho medo desde quando cheguei na França.
–Oque quer? Me deixa em paz -Retruquei olhando aqueles olhos regado de ódio. Eu não ia desmorona na frente daquele ser, não mesmo, não vou demonstrar minha fraqueza.
–Violetta para você é mais mole que um pudim -Riu debochado -Sabe que eu senti sua falta do toca em seu corpo. -Proferiu, estremeci com medo.
–Oque é em? Já não foi o suficiente você ter me batido, oque quer mais Ferreira? -Proferi pondo-me de pé, atraindo alguns olhares, por esta nervosa.
–Você continua gostosa Castillo -Estremeci e logo por um impulso bati em sua face, me assustei com o meu ato mais não deu pra esconder meu nervosismo e nojo ao mesmo tempo.
Me retirei dali, mais o braços forte do mesmo me impediu, o mesmo me arrastou, e ninguém fazia nada, claro que iria enfrentar aquele rinoceronte? Logo fui jogando para dentro de um carro, tentei escapar já que a porta estava aberto, mais tentativa falhada. O mesmo entrou e deu partida, saindo da cidade. Me escorei no canto do banco de trás, logo o mesmo estacionando o carro de frente pra uma casa mal abandonada, não era feia, não por fora.
Logo fui arrancada do carro, andava meio torta por causa do salta e daquele chão cheios de pedras.Logo o mesmo abriu a porta brutamente me jogando naquele chão coberto do um tapete peludo.
–Bem-vinda ao novo lar -Proferiu com fervor, estremeci, tinha que sair dali. Não pode voltar, aqui não poderá voltar de novo, quero uma nova vida e não será esse imprestável que irá arruína-lo.
–Eu quero embora Carlos, por favor me deixa ir. -Supliquei e o mesmo adentrou em uma porta ali, aparentemente era um quarto.
Pov Leon
Violetta não atende, não responde minhas mensagens, por isso que odeio deixa-la ir sair sozinha, tenho medo dela se perda, tenho medo de que algo aconteça com e agora nada dela me responde . Tentei ligar pra ela e enfim ela me atendeu.
Ligação On
–Amor, até que enfim me atendeu estava procupado -Proferiu sentando-me aliviando na cama.
–L-Leon -ela estava chorando? -Por favor me salva fui sequestrada -Proferiu e meu coração gelou.
–Como? liga o GPS e me manda o print -O silêncio reinou e logo recebi uma mensagem, era ela, estava andando de um lado para o outro.
–Te amo -Ela proferiu e aquilo acabou comigo, era com se fosse uma despedida, enxuguei a lagrimas me recompondo.
–Eu também te amo, muito muito, vou te salvar meu amor -Proferi.
–VIOLETTA -Ouvi uma voz masculina e logo encerrou a ligação.
Ligação OFF
Quem será o filha da mãe que esta fazendo isso com minha menina? Peguei minha jaqueta e dei partida até a Delegacia.
Pov Violetta
O mesmo estava me encarando, por sorte consegui guarda meu celular debaixo do sofá, meu corpo estremeceu assim que o mesmo se aproximou e tocou minha coxa, as lagrimas caiam fortemente.
–Você sempre foi um sonho para mim -Proferiu -De todas as garotas, as únicas que eu olhava era para você. -O mesmo apertou minha coxa.
Por um ato rápido ele já estava tomando meus lábios, os sugando com os seus, ele além de tudo é um homem bonito e bem atraente, e logo subiu em cima de mim, rasgando minhas roupas, tateando meu corpo, senti repulsa com aquilo, mais não sei porque senti prazer com aquilo.
Rasguei sua blusa distribuído beijos por todo o seu corpo, não era mais eu, era outra pessoa. Logo o mesmo arrancou minha saia, passando a mão por minha intimidade que estava molhada com o contato com a calsinha. O empurrei logo me dando conta de que aquilo era errado, minha respiração estava ofegante após vendo a saliência em sua calça. Peguei minha saia a mais logo fui atacada pelo mesmo, que não estava nada em si, parecia um cão no cio. O mesmo começou a dar leves chupões em meu corpo, mais logo meu coração acelerou assim que ouvi a porta sendo aberta, e abri os olhos empurrando o Carlos, deparando com o Leon com os olhos cheios de lágrimas.
Meus olhos se enxeram de lagrimas, tinha vários policias ali, mais eu conseguia enxerga apenas o Leon, com aqueles olhos e suas carinha nada legal, meu coração apertou quando vi o mesmo sai por aquela porta o batendo com força. Me vesti rápida e só com o sutiã , corri pra fora o mesmo caminhava em passos largos.
–Leon -gritei vendo o mesmo apressar o passo, corri aproveitando esta sem salto, mais me cansei e me derramei em lágrimas. -Leon -Gritei, e o mesmo parou, meu coração acelerou, e me aproximei em passos largos. -Me perdoa eu estava fora de mim, não era min.. -o mesmo me interrompeu.
–Cala a tua boca, enquanto eu me procupava contigo você estava transando com aquele infeliz, ai vem me dizer que me ama. -Cuspiu aquelas palavras. Meu coração apertou!
–Foi o prazer, Leon. Eu estava fora de mim, nunca faria aquilo -Proferi e o mesmo arregalou os olhos, falei merda? Falei.
–Você acabou de assumir que sente prazer por aquele canibal. -Proferiu -Terminamos aqui — E as lagrimas cairão. Me escorei no carro que estava ali, que ódio.
°°
Lá estava eu de banho tomado e me derramando em lágrimas em minha cama, ouvi a porta se aberta, mais nem me levantei estava bom aquela posição.
–Vilu -ouvi Cami, me sentei rapidamente e a abracei, transmitindo toda dor naquele abraço e nas lagrimas. Comecei a soluçar, e logo me afastei de seu abraço.
Fale com o autor