Meu Parceiro De Apartamento

13 Capítulo 13 - Precisando De Ajuda


Notas iniciais
OBRIGADA ARIISUKII PELA RECOMENDAÇÃO, AMO VOCÊ ♥
Voltei, haha *-*
Nem demorei, mas enfim, antes que vocês comecem a ler, quero dizer que nesse capítulo contêm abuso sexual, NÃO é estupro, apenas abuso, então quem não gosta, não leia. (:

Antes que eu fosse sair de lá, olhei os arredores para ver se eu encontrava David por algum lugar, Peter se despedia de Mary, que visualmente não parecia querer deixá-lo ir, era minha chance de procurá-lo, nem eu sabia o porquê de estar fazendo aquela baboseira.

Depois de algumas olhadelas o vi sentado a uma mesa com alguns caras e uma garota, muito bonita por sinal, seus cabelos eram castanhos claros e usava um vestido solto na altura dos joelhos, preto, para minha sorte David se levantou e me viu, eu fiquei feliz que ele tinha me achado, sorri de canto sem perceber, brotou em seu rosto um sorriso esnobe, uma das brincadeiras idiotas dele, e se virou na maior cara de pau, franzi de leve o cenho com um “o” na boca, mas não tão obseno, me virei como se não me importasse e fui até Peter e Mary.

– Então, Peter, vamos? –sorri de canto.

– Mas já? –perguntou Mary – Vocês vão namorar, é?

– Não. –disse Peter com os olhos meio abertos e um pouco vermelho.

– C-Claro que não, somos amigos! –fiquei rubra ao escutar aquilo, será que parecia mesmo que nós estávamos namorando? Ah, claro que não...

– Entendo... então tá certo, na faculdade a gente se vê! –ela sorriu acenando.

– Até lá. –eu e Peter respondemos a ela.

Saímos pela porta de saída já que não podia sair pela frente, o carro de Peter estava no estacionamento, então teríamos que ir andando, David parecia estar se divertindo, e de repente eu senti uma vontade de ter ido à praia com ele, mas Peter não era uma má companhia, eu apenas senti algo estranho, apaguei isso da minha cabeça, quando íamos andar o celular dele tocou.

– É minha mãe –ele riu fraco –, ela sempre se preocupa comigo, ainda mais a essa hora da madrugada, só um momento.

– Então eu vou te esperar perto do seu carro, fica bem perto da entrada, eu sei como chega até lá.

– O quê? De jeito nenhum, há essa hora tem alguns bêbados na rua, e você está... ér... é perigoso.

– Como? –ri – Não sou uma criança, posso ir sozinha.

– Então vá rápido, e cuidado. –ele parecia preocupado, atendeu o celular enquanto eu já havia ido.

Fui com um pouco de receio, sinceramente, a entrada da casa de festas não era tão perto assim, apressei o passo, mas meus pés já doíam por conta do salto, de repente senti alguém atrás de mim, pensei que fosse Peter, mas eu estava errada, me virei, era aquele cara, o que tentou de agarrar mais cedo na festa, ao tentar correr ele me puxou pelo braço colocando a mão na minha boca, tentei gritar antes, mas sua mão já estava me impedindo, outro cara surgiu de um beco e amarrou minha boca com um pano branco, fiquei com medo, muito medo, me pegaram no braço e levaram para outro beco não muito longe, era escuro, e àquela hora não passava ninguém na rua. O cara da festa desamarrou minha boca sorrindo.

– Olá minha gatinha, nos encontramos novamente... –e soltou minha boca, quando pensei em gritar ele me mostrou uma arma, congelei de medo – Opa, cuidado pra não gritar, minha amiguinha não quer ser usada.

Sua voz estava com um tom mais sóbrio que antes, talvez com essas horas que se passou ele não houvesse bebido, mas o mesmo halito ainda estava presente, meu medo cresceu, e acabei por soltar uma lágrima.

– O-O que quer de mim? –solucei.

– Meu amor, não chore, só quero te dar prazer, você não me aceitou na festa, então vamos nos acertar nesse beco com meu amigo aqui. –e apontou para o outro capanga.

– Vo... Você vai estudar na faculdade? F-Fazendo essas coisas?

– Faculdade? –ele soltou uma gargalhada – Meu trabalho é isso, dar prazer as mulheres, eu comprei um ingresso com um dos caras que vão estudar lá, como eles são idiotas me venderam sem saber se eu ia estudar naquela droga ou não.

– Por... favor –minha voz estava fraca por conta do medo –, me deixe ir...

– Por quê? Você vai gostar, imagina dois lhe fodendo, um na frente e outro atrás. –ele e o outro homem começaram a rir, soltei mais uma lágrima e amarraram minha boca novamente.

Enquanto o outro amarrava meus braços atrás de uma cadeira eu pensei em David, só ele, eu queria que ele me salvasse, e eu deveria ter escutado Peter, nesse momento ele poderia estar me procurando, achando que fui embora, chorei mais. Logo ele rasgou minha blusa deixando-a aberta mostrando meu sutiã, me debati, mas foi inútil.

– Que peitos mais lindos, não são grandes, mas mesmo assim devem ser deliciosos. –e tocou meu seio ainda por baixo do sutiã, continuei chorando e tentando gritar.

Vi o cara do seu lado abrindo o zíper de sua calça e começando a se masturbar, virei o rosto para não ver, o outro continuava me tocando, subiu minha saia até uma altura que ele visse minha calcinha, ele sorriu me olhando.

– Ei, você não é virgem, né?

Fiquei calada enquanto ele segurava cada perna minha em uma mão, tentei chutá-lo, mas falhei inutilmente, o outro ainda se masturbava fazendo barulhos terríveis em meu ouvido, eu senti o outro movendo minha calcinha para o lado, senti um frio correr minha espinha, lembrei novamente meu passado, chorei muito mais, por que passar essa humilhação novamente?

– Olha só Nattan, ela é virgem, será bem melhor pra nós dois. –ele riu.

Nesse momento, para minha salvação, meu celular dentro da bolsa tocou, ele se assustou e soltou minhas pernas pegando-o, o outro parou de se masturbar finalmente.

– Alô? –ele fez um tom de voz diferente – Peter, é? Olha, é que eu encontrei a Liza na rua e levei-a pra casa... Ela é minha prima.

Senti nojo dele, agora tudo estaria acabado, não ousei gritar, pois o outro apontava a arma para mim, e minha boca ainda estava tampada.

– Ela estava cansada –ele ainda falava ao telefone –, pode ir sim, ela está dormindo... Já vou pra minha casa também... Certo então... Um abraço.

Olhei para ele com ódio, ele riu para mim e jogou o celular no chão, passou suas mãos pelas minhas costas e abriu meu sutiã rapidamente, me remexi e ele me deu uma tapa forte no rosto que ardeu muito, ele ria com o outro homem, o mesmo também abaixou as calças e tocou meus seios já sem o sutiã. Lembrei que minhas pernas estavam livres e chutei seu membro junto de suas bolas, eu sabia que poderia morrer, mas ser estuprada ainda viva? Nunca.

– S-Sua cadela... –ele pegou a arma da mão do outro e apontou para mim – Agora você vai ver...

Senti minha vida acabar, mas antes disso tudo ficou branco e eu desmaiei.

Notas finais
Vish, tadinha, né? :c
Comentem opiniões! :3
Kissus ♥