Meu Parceiro De Apartamento
11 Capítulo 11 - A Festa / Parte 1
Notas iniciais
101 dálmat... reviews? *w* ~vomitando arco-íris
Obrigada suas lindas, a-m-o vocês, quero recomendações, certo? Rum! u_u
Aproveitem a primeira parte da festa :3
Sábado – 18h
Assustei-me ao ver o relógio e me lembrar de que às 19h Peter estaria na porta do apartamento me esperando, pensei em dar um trato em minhas pernas já que eu iria de saia. Corri para o banheiro geral e fiquei de calcinha e sutiã para passar uma gilete rápida nas pernas, fiquei nesse banheiro pelo fato que nele havia uma cadeirinha para esse tipo de coisa, aproveitei, após isso coloquei as pernas no chuveiro e esperei tudo sair na água, fechei-o e apoiei minhas pernas na cadeirinha para enxugá-las.
Certo, como eu sou uma azarada de merda, logo após eu fazer isso, escutei a porta sendo aberta e lá se vem DAVID sem blusa e com uma toalha no ombro, ele arregalou os olhos, acho que se perguntou o que diabos eu estaria fazendo naquele banheiro, eu corei, e para minha surpresa ele também ficou um pouco rubro. Encaramos-nos alguns segundos e logo ele sorriu sinicamente e fechou a porta por trás dele mudando o sorriso para um pervertido, eu já havia me acostumado com essas besteiras dele, mas isso não me impedia de sentir muita vergonha pelos meus “trages”, peguei uma toalha e tentei esconder meu corpo, vai saber se ele ia tentar algo mais... hot.
– Minha nossa! –ele exclamou com uma atuação terrível – O que está querendo aqui? Achei que tivesse entendido que tem um banheiro próprio –e se aproximou.
– SAI! SAI GALINHA MANCA! –o empurrei sorrindo quando ele tentou me dar um abraço, se segurando para não dar gargalhadas.
De repente ele me puxou e começou a me fazer cócegas freneticamente na barriga, eu tentei reagir, mas acabei caindo na risada enquanto ele também ria e me torturava.
– PARA IDIOTA! –ri.
– Não, não, quem mandou entrar aqui? Agora aguente! –ele sorriu me fazendo cócegas mais fortes – Galinha manca? Que merda é essa agora?
Eu comecei a dar gritos, não só de dor de tanto rir, mas também diversão, eu ainda tampava meu corpo com a toalha. Mas como tudo não são flores, eu escorreguei na água que eu havia limpado minhas pernas e ele caiu em cima de mim, foi como uma vingança daquele dia que eu caí nele? Sei lá.
– ARRRGH! Você tá me matando! –gritei enquanto arfava de tanto rir.
– Isso é pelo aquele dia qu...
– Certo, certo, eu já sei, mas eu saí bem rápido de cima de você... –disse me contorcendo para sair de baixo.
– Mas e se eu não quiser te soltar? –ele ficou sério e me encarou.
Congelei e o olhei com uma cara confusa, ele continuava me encarando enquanto subia suas mãos para meu rosto, antes que ele fizesse tal ato, me levantei às pressas o empurrando.
– Caramba, já devem ser umas 18h20m, temos que correr! –peguei novamente a toalha me enrolando nela e embolando minhas roupas nas mãos, correndo para meu quarto sem olhar para trás.
Fechei a porta bem rápida, mas sem fazer muito barulho. Vesti minha roupa da festa e tentei esquecer tudo aquilo que acabara de acontecer, talvez David, mais uma vez, estivesse brincando feio com a minha cara. Olhei o relógio e ainda dava tempo se maquiar e descer para esperar Peter.
Quando terminei a maquiagem escutei o celular tocando, peguei apressada e atendi, era Peter que havia mandado uma mensagem:
“– Oi Liza, já saí de casa, te espero na portaria, beijos.”
Parei de maquiar meus olhos que estavam pretos esfumados, muito bonitos, pois eu era ótima em maquiar e preparar um cabelo em momentos de pressão, enfim, usei um batom rosa claro e uma base alaranjada bem fraca, usei uma máscara de cílios, delineador e um lápis de olho, todos pretos já que a festa era de noite, meu cabelo estava com uma trança escama de peixe na lateral. Saí do quarto e fui até a sala, vi David já arrumado com uma roupa normal de um homem de 21 anos que estaria indo a uma festa, a blusa era preta com um casaco em volta e uma calça comprida jeans com um sapato bico redondo, estava muito bonito, corei um pouco me lembrando do acontecido.
– Está muito bonita. –ele disse com um rosto tranquilo.
– O-Obrigada, você também. –corei.
– O Peter já está te esperando?
– Ele deve estar chegando, vou descer você vai agora?
– Vou à casa do meu amigo, ele está com a turma toda lá, depois eu irei à festa. –sorriu fraco.
– Entendo, então... até mais. –sorri timidamente saindo até a porta.
– Até.
Fui apressada até a portaria com minha bolsinha de mão dourada e como sempre, vi Jhonny, fui até ele para conversarmos durante que Peter não chegava.
– Como a senhorita Liza está linda! –ele sorriu, eu rodopiei para mostrar o meu look, também sorrindo.
– Obrigada, estou indo para a festa da minha faculdade.
– Espero que seja bem legal.
– Somos dois. –eu ri.
Nesse momento vi o carro de Peter, não dava para ser irreconhecível, ele sempre lembrava meu pai, novamente esqueci o passado, eu não queria que aquelas memórias aparecessem justamente no dia da festa, respirei fundo e me despedi de Jhonny.
– Olá Liza. –disse Peter saindo e abrindo a porta do carro a mim.
– Oi. –sorri entrando.
– Está muito bonita, se arrumou sozinha? –perguntou ele já dentro do carro e dando a partida.
– Foi sim, sempre tive experiência nessas coisas –mostrei a língua, rimos juntos –, e aquilo que queria me contar? Estou curiosa!
– Na praia, já disse. –ele sorriu desafiador.
– Aff, mas tudo bem, eu espero até lá.
– OK, vamos para a festa.
– Sim!
Depois de muita conversação, nós finalmente havíamos chegado, o lugar era lindo, pareciam aquelas casa de festas de filmes, tudo era iluminado, tinha área, piscina, e tudo mais. Eu e Peter saímos do carro e fomos para a porta pegando nossos ingressos.
– Podem entrar e divirtam-se. –disse o homem que estava a recebê-los.
Entramos, ficamos extasiados com o lugar, lembrei que Peter também era um novato, ele usava uma calça preta e uma blusa branca com um casaco acinzentado, seus longos cabelos loiros estavam soltos, eram um pouco assanhados, dava certo charme nele.
– Vamos... dançar? –dei uma ideia.
– Claro! –ele me puxou para a pista.
Ficamos dançando ao som da música, eu era péssima em dança, ainda mais um techno como aquele, mas pelo menos Peter sabia se remexer bem, assim eu o guiava nos passos. Depois de dançarmos por um bom tempo e a música ainda tocava, fomos sentar em uma das mesas.
– Quer que eu pegue algo pra você beber? –ele perguntou.
– Eu adoraria, mas você vai pegar o quê?
– Refrigerante você gosta?
– Sim, mas e você? –eu parecia nervosa, Peter que olhou estranho.
– Bem... um refrigerante também. –ele riu.
– A-Ah, está certo, pode ir, mas volta logo, certo? –sorri nervosa.
– OK! –e saiu para buscar.
Fiquei esperando Peter voltar enquanto olhava para o pessoal, tentei decorar o rosto de alguns já que todos eles iriam estudar na UCLA, eles tinham rostos de pessoas inteligentes, claro que também tinham algumas que gostavam apenas de bagunça pelas brincadeiras bestas, suspirei, de repente eu senti alguém tocar meu ombro com um halito horrível de álcool, congelei.
– Oi gata, quer dizer que você vai pra mesma faculdade que... eu? –sua voz era arrastada – Quer ir lá a casa pra gente se cooonhecer melhor?
Notas finais
Até o próximo.
#recomendações#rçrçr#por favor
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