Meu Namorado É Um Criminoso.
6 Capítulo 5: Presa fora do paraíso
Notas iniciais
He is a villain by the devil's law
He is a killer just for fun-fun-fun-fun
That man's a snitch, unpredictable
He's got no conscience, he got none-none-none-none
Ele é um vilão das leis do diabo
Ele é um assassino por diversão
Esse homem é um dedo duro, imprevisível
Ele não tem consciência, não tem nenhuma, nenhuma, nenhuma
Sasuke era sexy feito o inferno, seus olhos estavam sempre colados em meu rosto sondando como um gato a espreita, ele analisava tudo e isso me rendia estímulos quando eu me toquei que eu tinha o poder de fazê-lo me querer de fazê-lo me desejar. Eu o levei ao céu eu tinha certeza disso, pois ele também me levou lá.
Nunca havia dormido tão bem como eu dormira esse tempo, por um motivo que eu não sabia explicar a presença de Sasuke me trazia segurança, mas o roçar de seu corpo no meu me trazia paz, então eu jurei que não iria esperar pelo amanhã quando ele viesse eu iria lembrar esses dias como algo louco e lindo.
Mais que isso totalmente louco, acessei a conta dita por minha mãe, saquei todo o dinheiro e transferi o restante para conta de Sasuke bem ele poderia me roubar quando quisesse, mas ele não fez. Mas eu descobri que meu suposto noivo estava me procurando, meu pai descobrira a conta secreta de minha mãe, e deu o caminho do ouro para Mandara, eu e Sasuke estávamos no mercado, eu tinha dinheiro o suficiente para sobrevivermos por um tempo, logo nós iriamos pagar o que estávamos comprando.
Mas Sasuke percebeu uma movimentação do lado de fora.
_Hinata... _quando eu olhei em seus olhos eu percebi na hora que havia algo errado.
_olhando pelo vidro eu vi carros da polícia por toda a parte, eu sabia que se saíssemos juntos Sasuke seria preso, Mandara e meu pai inventariam qualquer coisa para que o prendessem. Então eu fiz a única escolha que eu pude, quando eu olhei nos olhos de Sasuke novamente ele estava com aquela expressão de determinação cega que eu já conhecia, encostei-me a ele e o beijei profundamente, o dinheiro que estava em minha bolsa foi parar em seus bolsos, e a arma eu enganchei em sua cintura.
Mais um olhar e ele já havia entendido.
_não
_nós não temos chance.
_não vou te deixa sozinha. _ “e eu não vou permitir que eles te machuquem” eu pensei, algumas semanas antes de eu ter dito que o amava e antes de eu ter ouvido ou sonhado que ouvi ele dizendo que eu era seu anjo, ele havia tido um pesadelo, acordara no meio da noite e com um toque brusco ele me empurrara para longe.
Levou todo um dia para que ele me deixasse tocá-lo novamente, ele me dissera apenas uma palavra naquele momento ela resumiu tudo. “Prisão”. Eu não podia deixar prendê-lo novamente.
_ei menina _me virei para a caixa que após olhar pela janela, nos observava com uma expressão de assustada _tem alguma saída pelos fundos?
_Hinata nós vamos juntos.
_certo.
Ela nos guiou até lá, eu não o deixei pensar eu o empurrei para fora e tranquei a porta no momento em que invadiram a loja.
E me virei para meu carcereiro.
_oi papai… _enquanto eu o encarava um dos homens se aproximou com algo na mão e tudo ficou preto.
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