Notas iniciais
LEIA ISSO ISSO!!!!!!! Olá!!!!! Gente eu sei que sou chata e tudo mais, só que tem QUATRO pessoas acompanhando essa fic e apenas UMA comentou. Isso me chateia muito! Porque eu escrevo por que amo, mas PRECISO saber o que os leitores acham. Então não querendo apelar, mas só vou outro capitulo tiver mais comentários. Não precisa ser o super comentário, apenas um básico pra mim é de grande valia. Ah! E estava pensando em mandar fotos dos personagens para ajudar na visualização da história, o que acham? Respondam nos comentários. Boa leitura!!

– Eu tenho medo de nunca mais vê-lo. – finalizou Jared o garoto cego de um olho por causa do seu cubo mágico.

– Nós estamos com você Jared! – dissemos todos juntos.

Posso dizer que ninguém merece esse grupo, nem mesmo eu. Somos seis ao total.

Jared: o garoto do cubo mágico.

Frany: o OPC dela é uma boneca, pois segundo ela ‘’sua mãe a jogou fora por estava sem cabeça’’. Logo ela vê uma boneca sem cabeça.

Zac: ele anda pra cima e pra baixo com uma gaiola de porquinho da Índia, que como ele se refere ‘’Mino O Porquinho nunca se foi, ele apenas foi comido por um gavião quando estava fora da gaiola’’.

Nina: ela vive mascando um chiclete que sua prima havia dado a ela, logo antes de ser atropelada por um caminhão. ‘’Eu nunca vou parar de mascar esse chiclete’’ diz ela. Obs.: Nina cuspiu o chiclete assim que sua prima foi atropelada, que caiu em um bueiro e ela conta que foi muito traumático, por isso masca sem parar esse chiclete que não existe.

E tem o Nick: o idiota que vê uma bola de futebol que estourou ‘’estourando seus bagos’’. E ele é idiota porque uma vez me disse: ‘’ Diana se você quiser eu posso tirar sua virgindade’’ e eu respondi: ‘’ Quando você tiver bolas, quem sabe’’ e ele nunca mais falou comigo, porque ele não vai ter seus ‘’amiguinhos’’ de volta. E também que pessoa tem como OPC algo que estragou sua vida? Não sei.

E claro tem a nossa mentora, a digníssima Evelyn, que é psicoterapeuta especializada em psicose, que na verdade não ajuda em nada, porque esse grupo foi feito apenas para assegurar aos nossos pais que vamos superar um dia e não exatamente que queremos superar. Sem contar que ela tem 25 anos e praticamente acabou de se formar

– Agora é sua vez Diana. Nos diga o que tem ocorrido em sua mente e em seu coração minha querida. – Evelyn disse sorridente

‘’Tem ocorrido que entre todos você eu sou a mais normal!’’ isso foi o que eu disse em meu pensamento e isso foi o que respondi na vida real:

– Tem sido normal. Meu irmão está passando as férias lá em casa junto com um amigo britânico.

– E como o amigo reagiu? – perguntou ela com aquela cara de ‘’estou tentando parece sábia e ajudadora’’ que me fazia revirar os olhos.

‘’Ele apontou uma arama para mim e atirou.’’ Que pergunta idiota.

– Ele não me acha louca. – eu sempre tentava ser mais curta possível.

– Ele é gatinho? – Frany se manifestou entusiasmada

– Isso por acaso é um grupo de meninas? – Nick resmungou

– Só porque você não tem bolas não quer dizer que outros não tenham – Jared disse

Quando Nick ia revidar, todos olharam para trás de mim boquiabertos.

Oh merda! Será as pessoas podiam parar de aparecer atrás mim?!

Eu me virei e vi que meu irmão estava parado na porta juntamente de seu fiel escudeiro, Lorde Malec.

Pude ouvir Frany e Nina suspirarem e até mesmo Evelyn.

Joseph sabia que odiava o grupo e ainda mais quando ele aparecia por lá. Vergonha? Não. Simplesmente Joseph é um garanhão. Sim, ele é pegador e destruidor de corações. Claro que se você olhar para seu rostinho angelical nunca vai suspeitar isso, mas ‘’o que os olhos não veem o coração não sente’’ é frase cabível a vida de meu irmão. E sim, mesmo Frany e Nina sendo basicamente doidas e menos de idade ele as levou para cama e não foi para dormir. E ainda acrescento que até Evelyn não escapou e por isso toda vez que Joseph vem para cá e falo sobre sua vinda o coração das meninas disparam e lembranças de apenas uma noite, às vezes até de dia, são acionadas. Acrescentando que ele é homem de uma noite só.

Não me orgulho das atitudes de meu irmão com as garotas, mas ele sempre foi muito sincero com elas e na verdade elas se iludem por si próprias. Ah! Claro que quando ele entra no quarto com uma garota (às vezes duas ao mesmo tempo) eu corto as imagens de seu quarto, não sou psicopata ao ponto de ver intimidades do meu irmão e isso me dá até ânsia de vomito.

Então estava ele apoiado no parapeito da porta como se estivesse pousando para uma foto com o sorriso mais sem vergonha do mundo e ao seu lado estava Malec usando um óculos de sol que como se fosse possível o deixava mais lindo. Me perguntei se ele seria como meu irmão e me beijou apenas para me ter como um de seus troféus. Afastei esse pensamento e me levantei indo em direção à porta.

– O que você está fazendo aqui? – perguntei o mais baixo possível

– Porque você está sussurrando?- Joseph disse sorrindo – Eu vim te salvar desse hospício.

– Hospício que inclusive você traçou todas as moças participantes. – disso entre dentes

– Me agradeça depois irmãzinha. – disse ele se desviando de mim e foi em direção ao circulo.

– Ele vai pedir você ir embora? – me assustei ao ouvir Malec, tinha me esquecido de sua presença.

– E com certeza Evelyn vai permitir. – respondi olhando Joseph entrar em cena

– Evelyn minha querida – ele pegou a mão dela e beijou – Meninas! – disse em tom um sexy.

Sinceramente, Joseph sabia como conquistar garotas.

– Como Diana deve ter relatado, cheguei de viagem ontem e faz tempo que não vejo minha irmãzinha. Sei que a reunião começou a apenas – ele olhou no relógio em seu pulso – vinte minutos e tenho certeza que assuntos interessantes seriam abordados, mas peço que a libere só por hoje e lhe prometo que na próxima segunda ela estará presente e a reunião não será interrompida.

Evelyn sorriu encantada.

– Você pedindo dessa forma não há como recusar. – ela cruzou as pernas para mostrar sua coxa pela fenda da saia. – Diana está dispensada.

Aposto que Joseph soltou o melhor sorriso possível e seguiu de volta até nós. De repente Evelyn levantou e sussurrou algo em seu ouvido, fazendo Josp sorrir maliciosamente.

– Você sabe que eu apenas poderia sair da reunião sem todo esse teatro não é mesmo? – eu disse enquanto saíamos do prédio.

– Claro que sim, mas eu precisava rever minhas conquistas. – disse sorridente

– Aposto que Malec deve ser ótima companhia para suas noitadas! – pensei alto

– Pelo contrário irmãzinha, Malec é um britânico legitimo, quase uma moça talvez e tem mãos pequenas e macias.

Malec o empurrou de leve e dois riram.

– Não precisa exagerar, você vai fazer sua irmã pensar mal de mim. – disse em um tom sugestivo

– Se você acha que penso bem, está enganado.

– Então mesmo eu não sendo cafajeste como seu irmão...

– Cafajeste não, apenas curtindo minha juventude. – Joseph disse o interrompendo

– Como estava dizendo antes de ser brutalmente interrompido, mesmo eu não sendo como ele, você não tem boas impressões sobre mim? – Malec fingiu estar ofendido.

Apenas afirmei com a cabeça.

– O que me sugere para mudar sua impressão?

– Se você me vencer no vídeo game, qualquer jogo no nível experiente eu prometo que vou pensar em pensar melhor de você. Apenas pensar.

– Combinado! – ele disse estendo a mão para selar o trato. Assim o fiz.

– Ah! Quase ia me esquecendo! – Joseph disse de repente

– O que? – eu e Malec perguntamos juntos

– Papai ligou assim que você saiu, ele vem jantar em casa. – Joseph disse cauteloso como se tivesse me dando a notícia de que alguém próximo havia morrido.

‘’Um funeral seria mais legal do um janta em família.’’ Apenas pensei, sabendo que se falasse alto poderia magoar Joseph, pois ele meio que presa essa coisa de família.

– E ele vai trazer a namorada dele. – ele disse rápido, mas eu consegui ouvir.

O pouco de alegria havia dentro de mim por sair mais cedo da GAPCCP evaporou no mesmo instante.

– Ótimo, a coisa que mais queria era ver aquela sangue suga peituda! – disse de mau humor sabendo que meu irmão me lançava um olhar de desaprovação.

Eu sinto que a sobremesa desse jantar vai ser briga na certa.

Notas finais
Fico na esperança de haver um próximo encontro, depende de vocês. Até