Meu Mundo, Nada Colorido.
1 Um arco-íris na minha vida.
Notas iniciais
Oi, meu nome é Sofi, bom não é que eu não goste do meu nome, mais minha mãe poderia ter colocado um A no final não acha? Meu pai anda com uns problemas de saude, minha mãe diz que não é bom tocar nesse assunto, mas ele já foi para o hospital 2 veses e minha mãe não deixa eu e meus irmãos, sim eu tenho 2 irmãos, visitarmos ele. O que minha mãe não entende é que eu já tenho 15 anos e tenho a MINHA VIDA, mais eu tenho que cuidar das pestes, se eles pelomenos fossem mais velhos, Matheus e Bernardo tem 4 anos, e sim, pelo pior que pareça eles são gêmeos. Bom agora que você sabe o principal da minha vida, mesmo que ela não seje enteressante, vou te mostrar como aconteceu...
Havia acabado de voltar da escola, e como em todos os dias a primeira coisa que eu fiz foi almoçar, logo depois eu avisto Laura,com a cara na janela, minha "melhor" amiga. Sai correndo para falar com ela.
–Laura, o que que você faz aqui? Tá ficando maluca? Minha mãe te proibiu de vir aqui, não lembra?
–Sim, mais é que eu precisava tanto falar com você, tem um babado muito grande que eu preciso te contar!
–O que?
–Sofi, sabe o....
Neste mesmo momento ouso o meu celular tocar, pedi para Laura aguardar um momento pois precisava muito atender.
*Ligação on*
–Oi?
–Sofi seu pai ta no hospital, vem pra cá agora!- Era a minha mãe, nessa hora eu comecei a chorar.
–Em que hospital? O do Centro?- Falei entre soluços
–Sim! Vem logo!
*Ligação off*
Espliquei para Laura o que minha mãe havia me dito, peguei meu skate, e fui o mais rápido que pude para o hospital. Ao chegar lá vi uma moça alta, morena e bem bonita, percebi que ela era a recepcionista, então logo a perguntei:
–Oi, a Senhorita pode me informar onde está Jorge Dias?
–Sim, ele está logo ali- Apontou para uma sala em que eu logo fui correndo
Quando entrei vi minha mãe sentada em uma cadeira do lado da cama em que meu pai estava "dormindo", como disse minha mãe, ao ver essa cena eu comecei a chorar e logo depois minha mãe entrou em prantos.
Passaram-se duas horas, até que um homem baixo, com cabelos grisalhos, chegou perto de nós e disse:
–Lamento enforma-lhe mais ele está morto- Comecei a chorar mais
Ao diser isso ele saiu daquela sala, sem diser mais nada.
Não quis esperar a minha mãe então sai de lá e fui para a pista de skate, pois lá era o único lugar que me acalmaria.
Chegando lá, desastrada do jeito que eu sou, esbarro em alguem:
–Desculpa!-Afirmei ainda cabisbaixa, pois ainda havia lagrimas no meu rosto.
–Não eu que pesso desculpas, a culpa foi minha.
–Tudo bem.
–Não ta nada bem, você ta chorando, o que houve?
–Não aconteceu nada.
–Então já sei o que você precisa. É de um sorvete!E talvez você me conte no caminho...
–Tudo bem, mais como disse que se chamava mesmo?
–Eu não disse...Hér...Mais o meu nome é André.
–Praser o meu nome é Sofi.
Nós fomos tomar sorvete, e eu contei uma parte da história no caminho, pois ainda não confiava nele. O André era legal, e tinha um caráter muito forte, é eu gostei dele, é isso podia ser o comesso de uma grande amizade...
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