Meu Mundo

5 Vida ou Sonho?


Notas iniciais
Túlio ampara Luciana e Bruno. Luciana esquece a bolsa em casam e se desespera. Inácio vai para casa. Bruno chora ao ser morto em seu sonho e vomita e Inácio o destrata.

– Túlio!

– Estou indo, Lu.

Luciana estava chorando, ao ver Bruno. Túlio percebia a aflição da mulher, mas realmente não sabia o que fazer. Bruno nem parecia estar prestando atenção naquilo tudo, parecendo estar a sonhar.

O príncipe Bruno tinha chegado na recepção da baronesa, muito bem feita por sinal. Uma estupenda orquestra com instrumentros de sopro, biffet refinadíssimo com pratos e sobremesas deliciosas, além dos mais nobres convidados.

– Boa noite, baronesa. Tú estás vendo que aceitei seu convite, mesmo contra a vontade de meus pais.

– Sim, mas não creio o motivo de eu não ser do agrado de seus pais?!

– Esqueça, baronesa. Vou alimentar-me e depois conversamos.

O príncipe sorriu para todos, mas sentiu um presságio de que algo trágico estava para acontecer.

***

Luciana tomou um banho e se arrumou, com o intuito de ir no banco pagar a conta de água, que estava para vencer. Túlio ligou para Inácio para ele vir para casa cuidar do irmão.

Quando Inácio chegou, Luciana estava botando o perfume, e Túlio começou a apressá-la, a ponto de quando ela sair, esquecer a bolsa.

Eles só se deram conta ao descerem o elevador:

– E agora, Lu?

– A culpa é sua, safado! Você me fez esquecer a droga da bolsa!

– "A Culpa é Das Estrelas"! — ironizou Túlio

– Você ter que pagar com o seu cartão, o meu estava na bolsa!

– Ok, fazer o que, né?

***

O príncipe tomou uma taça de vinho e depois comeu uma fatia de pato assado. Conversou com o duque, mas foi notificado por um dos empregados que a baronesa o estava esperando no quarto.

Quando ele subiu, a baronesa estava de costas, com uma faca na mão. Ela não disse nada apenas jogou a faca em direção a ele, matando-o.

– Ahhhhhhhhhh! — gritou Bruno, vomitando no chão

Inácio correu até seu quarto, mas destratou o irmão:

– Lembra quando eu tinha sete anos e você nove, eu estava doente, acho que era caxumba! Pedi água, você trouxe e a jogou no meu rosto? Por que eu devo te ajudar?