Meu Melhor Presente
13 Capítulo 13 - Conversas, Visita e... Beijo?
Notas iniciais
Queria me desculpar por ontem, mas nao deu para postar mesmo, estou doente :((
Mas enfim, booa leitura a todos!!
Sam se atrasara um pouco mais que o costume para chegar na escola, ainda estava com um pouco de sono e não sabia por quanto tempo iria aguentar, manter os olhos abertos. Foi direto para a sua sala, e sentou-se na sua carteira e então logo o sinal bateu. Essa aula seria com Carly e logo viu a morena saltitante entrar na sala e sentar ao lado dela.
_Hey garota!! — Carly sentou-se ao lado de Sam.
_Oi – deu um sorrisinho.
_Ainda mais por causa do Freddie?
_Um pouco.
_Qual é, deixa ele pra lá – sorriu.
_Eu o encontrei ontem no caminho para a minha casa.
_E ai?
_Ele estava desmaiado e com alguns machucados.
_Nossa, mas o que aconteceu?
_Não sei, acho que ele se meteu em uma briga, ele está no hospital, só que eu só vou poder ir lá depois que eu sair daqui.
_Ah, então quer dizer que não vai ficar para me ajudar?
_Carly, em qualquer outro dia eu te juro que ficaria, mas hoje eu não posso.
_Tudo bem, está liberada, mas amanhã tem que me ajudar, escutou? Temos muitas coisas para acertar ainda.
_E como estão indo as coisas para o baile?
_Muito boas, a gente arrumou algumas decorações, as mesas e cadeiras, só falta a iluminação, as musicas, o som e o bufe.
_Tem muito trabalho ainda.
_Eu sei, por isso você e a Vic estão me ajudando.
Logo o professor entrou dentro da sala e as duas pararam de conversar, para prestarem atenção na aula. Por incrível que pareça, dessa vez Sam conseguiu prestar atenção na aula.
No intervalo das aulas ficara conversando com Carly e Victoria, sobre as coisas sobre o baile. Sam apenas anotava as coisas que Carly estava pensando em fazer e é claro não poderia faltar as eleições de rei e rainha do baile, que Carly dissera que já estava planejando os cartazes. Pelo menos Sam conseguira passar esse curto período sem se preocupar com Freddie.
Depois que voltara para a sala, ainda conseguiu manter sua concentração em uma coisa só, que era o professor, mas quando chegara na ultima aula, já estava ansiosa para ir ao hospital, para saber como ele estava.
Assim que o sinal tocou, indicando que já poderiam ir embora, todos saíram correndo de suas salas de aulas, alguns ainda ficavam para trás perguntando algo ao professor, ou saiam normalmente para irem arrumar o salão de onde seria o baile.
No caso de Sam, ela arrumou seu materiais com um pouco de pressa, jogou a mochila nas costas e saiu da escola, já havia avisado sua mãe que chegaria tarde em casa, já que queria passar no hospital para visitar Freddie.
Como de costume, caminhava em passos lentos e calmos, o hospital não ficava nem tão longe e não perto da escola, mas ela não se preocupara com isso, até gostava de andar um pouco. Levou cerca de vinte minutos até chagar no hospital, foi para a recepção perguntando se Freddie poderia receber visitas e logo que estou um "sim" como resposta, andou mais apressadamente para o quarto do garoto, já que não poderia correr.
Ao principio apenas bateu na porta, esperou um pouco e abriu um pouco, contanto que só sua cabeça passasse, viu Marissa sentada na beira da cama sussurrando algo para Freddie, mas ainda não sabia se ele estava acordado ou não. Marissa virou-se em direção a porta e abriu um enorme sorriso quando viu a loira.
_Oh Sam, me desculpe, pode entrar — Sam abriu mais um pouco da porta e entrou no quarto — Olá querida.
_Oi Sra. Benson.
_Já disse para me chamar de Marissa.
_Desculpe, e como o Freddie está?
_Ele acabou de acordar — apontou para ele. Ela olhou para os dois e imaginou que precisa deixa-los sozinho — Vou tomar um café, qualquer coisa me chame Sam.
_Tudo bem — Marissa saiu do quarto.
Sam largou a mochila em algum canto qualquer do quarto e se aproximou mais da cama de Freddie, sentou-se na beira da cama também, ele apenas a estava a encarando desde que ela chegara, mas não falara nada.
_Então... Como se sente? — a loira tentou começar um assunto.
_Por que não me escuta? — ignorou a pergunta dela.
_O que quer dizer?
_Por que pediu ajuda?
_Porque eu não iria deixar você daquele jeito, me apavorou te ver na situação que estava.
_Achei que tinha me escutado.
_E eu escutei, eu só não podia te deixar daquele jeito no meio da rua, não teria ninguém mais que poderia pedir socorro a tempo.
_Obrigado – abaixou a cabeça.
_Não tem de quê.
Os dois ficaram alguns minutos em silêncio, ambos não sabiam o que dizer.
_Não me disse como se sente.
_Acho que bem,só esta desconfortável.
_O médico te disse alguma coisa? Sobre quando vai sair daqui.
_O que ele me disse acho que você já deve saber e ninguém me disse sobre isso ainda, mas se dependesse da minha mãe, aposto que ela me deixaria internado aqui por muito tempo.
_Não diga isso dela.
_É a verdade.
_Ela só quer o seu bem.
_Então ela não deveria ficar se intrometendo no que eu faço.
_Tudo bem, pense o que quiser, nem sei porquê eu vim, acho que não sou bem-vinda — se preparou para descer da cama.
_Espera um pouco — segurou o braço dela, para que ela não se levantasse.
_O que?
_Eu quero ser seu amigo, mas eu não posso.
_Por que?
_Eu não posso te falar.
_Por que? — repetiu.
Freddie ficou em silêncio, olhando para um outro canto do quarto. Talvez esse fosse o momento para experimentar uma teoria que estava pensando desde que acordara.
_Posso fazer uma coisa?
_O que?
Ele não respondeu, apenas a olhou no fundo dos olhos, ajeitou-se um pouco mais na cama, de modo que ficasse um pouco mais sentado. Colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha e deixou que sua mão ficasse no ombro dela, a garota não se importou. Esperou mais alguns segundos e então com a outra mão segurou de leve o braço dela, e começou a puxa-la para mais perto de si, mas não com tanta força.
Sam já estava imaginando o que aconteceria depois, mas mesmo assim ficou quieta, queria ver o que ele iria fazer.
Freddie por sua vez, a puxou um pouco mais por perto, e eles só ficaram a alguns centímetros de distância. A mão que ele havia puxado ela, colocou no rosto dela, e dessa vez ele que se inclinou um pouco mais para ficar mais perto dela. Conforme, ele ia se aproximando Sam acabara se dando por vencida e fechara os olhos, e não demorou muito para sentir o hálito quente dele batendo em sua pele e logo sentiu seus lábios tocando os dele.
Freddie não fizera nada de exagerado, apenas movia seu lábios no dela e estava sendo correspondido. Nenhum dos dois sabia explicar o que estavam sentindo, ambos estavam com o coração acelerado e estavam gostando, era um sensação nova para eles, sentiam que não faltava mais nada.
Ouviram o ranger da porta, e se separam assustados, Sam levantou-se da cama com tremenda rapidez, ambos corados de vergonha. Quando a porta terminou de abrir Marissa entrou.
_Vim perguntar se vocês não querem comer alguma coisa.
_Não, mãe — respondeu mau-humorado.
_Ér... Eu preciso ir — foi até o canto que estava sua mochila e a colocou nas costas — Tchau Freddie, tchau Marissa — ela nem olhou na cara dela devido a vergonha e saiu direto do quarto.
_O que aconteceu aqui?
_Pensando bem mãe, eu quero umas bolachinhas.
_Tudo bem — ela saiu do quarto.
Freddie pegou um dos travesseiros que estava apoiado e jogou na porta assim que se fechou.
_Droga! — resmungou com raiva.
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