Meu Melhor Amigo é o Meu Amor
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Acordei por volta das dez da manhã, na verdade acordei mais cedo, mas tenho o costume de ficar embolando na cama até criar coragem de me sentar, e assim que o fiz me deparei com um belo par de olhos me encarando e uma bandeja de café da manhã.
- Bom dia. Falei baixinho, odeio falar assim que acordo.
- Bom dia. Trate de se arrumar que daqui a pouco partimos. Sorri e deitei novamente, 5 minutos depois levantei e fui em direção ao banheiro, fiz minha higiene tomei um banho e saí só de roupão mesmo, enquanto comia eu me arrumava em poucos minutos já estava na porta me despedindo dos meninos.
- Georg, as malas já estão tudo no carro né?
- Já.
- Se cuidem meus amores. Dei um beijo em cada um entrei no carro rumo à cidade vizinha. Uma hora depois chegamos, à fome atacou e fomos a um restaurante que ficava perto de uma feira de artesanato aproveitamos e demos uma olhada, era tudo lindo, com um pouco de vergonha tiramos algumas fotos e passeamos mais um pouco pela cidade até chegarmos ao chalé. Retiramos as malas e entramos, fora estava um pouco frio, mas lá dentro era bem quentinho e aconchegante fui correndo a procura do quarto, joguei as malas no chão e pulei na cama super macia e logo ele pulou ao meu lado.
- Gostou do lugar?
- Amei, mas tem algo aqui pra gente comer?
- Acho que não. O restaurante é aqui perto e como não ficaremos mais que dois dias a gente come lá mesmo.
- É melhor. Eu vou tomar um banho.
- Tá, será que tem algo bom na TV? Enquanto ele fuçava pelos canais e entrava no banho, demorei um pouco mais que o normal, quando saí o Georg havia pegado no sono, eu como estava um pouco cansada dormi também. Quando acordei eram seis da noite, ele ainda dormia, tive pena de acordá-lo, mas a fome batia a minha porta.
- Bebê, acorda, já são seis horas.
Depois de muito tentar consegui acordá-lo, um banho e fomos jantar, passamos algumas horas lá comendo e conversando, por sorte não encontramos nenhum fã, já eram oito horas quando voltamos pra casa.
- Preciso lembrar de não usar mais esse sapato. Mal agüento pisar.
- Tadinha do meu amor. Eu te levo pro quarto. Me colocou no colo e me guiou até lá, com todo cuidado me colocou na cama ficando por cima de mim e iniciando um beijo calmo, suas mãos percorriam por minhas pernas, levantando o vestido que eu usava, não demorou muito para que o mesmo fosse de encontro ao chão, ele distribuía beijos e mordias que iam da barriga ao pescoço, tratei de retirar sua roupa e o deixei apenas de boxer, me coloquei por cima e fiz o mesmo, distribuí beijos e mordidas da barriga ao pescoço, mais alguns beijos e senti sua mão abrindo o sutiã e me colocando novamente por baixo, sua boca foi de encontro ao meu seio dando beijos e leves mordidas enquanto eu soltava alguns gemidos. Aos poucos ele foi de encontro à única peça intima que me restava e tratou de livrar-se dela, retirei sua única peça jogando-a junto das outras roupas. Senti sua língua percorrendo minha intimidade, logo depois um dedo, dois, três, eu não agüentaria por muito tempo.
- Eu quero você.
- Tem certeza?
- Tenho.
Senti seu membro pedindo passagem e adentrando aos poucos, mordi os lábios tentando suportar a dor, ouvi um “Relaxa. Se quiser eu paro.” Eu não permitiria isso, não demorou muito e ele estava em mim por completo, ficou quieto para que meu corpo se acostumasse com a invasão, mexi meu quadril como um sinal de que ele poderia continuar. Começou com movimentos lentos e senti um pouco de dor que logo foi substituída pelo prazer, gemíamos alto, sua mão tocava cada canto do meu corpo, eu arranhava suas costas com força, iriam ficar belas marcas. Beijos, carícias, palavras que não entendíamos, tudo perfeito. Algum tempo depois e chegamos ao ápice, ele se deitou ao meu lado e me aconcheguei em seu peito.
- Eu te amo.
- Eu também te amo.
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