Meu Melhor... Amigo... ?

26 Bem vindo ao seu mundo


Notas iniciais
Heeeeey!!!!! o/
Desta vez eu não demorei :D
Por favor, não toquem pedras em mim T_T
Obrigado *-*
*voam cadeiras e derivados*

Ajoo, porém, ficou paralisado. Nunca ninguém havia lhe desafiado em frente a todos como aquele jovem lindo e desconhecido. O que mais lhe estranhava era que não estava com raiva ou indignado, e sim com uma vontade descomunal de conhecer aquele rapaz.

As aulas ocorreram tranquilas e rápidas, sendo muito produtivas. Quando foram liberados, os amigos caminhavam em direção à saída descontraidamente, enquanto conversavam.

- Nossa, eu nunca vi o Ajoo tão sem graça em toda a minha vida! – Comentou Junsu empolgado.

- Nem quando eu arrebentei o carro dele ele pareceu tão perplexo. – Riu Jaejoong, sendo acompanhado pelo namorado.

- Falando no diabo... – Comentou YooChun, ao ver Ajoo parado em frente aos portões da universidade, rodeado por seus “fãs”, enquanto encarava os jovens que se aproximavam.

- Esse cara está fazendo de tudo para eu arrebentar aquela cara nojenta dele. – Rosnou Yunho, soltando a mão do namorado e caminhando mais rapidamente.

- Yunho! – Censurou Jaejoong, segurando o braço do maior. – Vamos ver o que ele quer primeiro. Não seja tão selvagem. – Ralhou, vendo o mau humor do namorado se formar.

Ao se aproximarem de Ajoo, o rapaz de desencostou de seu carro e caminhou alguns passos a encontro do grupo.

- Ei Jae... Posso falar com você um instante?

- C-claro. – Respondeu o ruivo, apertando a mão do namorado para que o acompanhasse.

- Desembucha... Príncipe. – Yunho debochou da última palavra, recebendo um olhar raivoso do moreno.

- Qual o nome do abusadinho de hoje cedo? – Indagou desdenhoso, não demonstrando seu real interesse e euforia.

- Por que você quer saber? – Indagou Jaejoong, desconfiado.

- Isso não é da sua conta. – Respondeu rispidamente.

- Ou você fala direito com o meu namorado, ou eu te ensino os bons modos. – Ameaçou Yunho, sentindo seu sangue ferver de raiva.

- Por que não tenta? – Provocou Ajoo, mas logo sendo “esfriados” por Jaejoong.

- Ei! Vamos parar! – Gritou o ruivo. – E já que não é da minha conta saber Ajoo, também não é da sua. – Virando as costas e puxando o namorado a contra gosto.

Ajoo suspirou pesadamente, vendo que teria que dizer o motivo, senão não saberia o nome do jovem que, de alguma forma, o havia desconcertado.

- Quero conversar com ele. – Disse em voz alta, fazendo todos do grupo ouvirem.

- É Key. – Respondeu Jaejoong, sem virar-se ou parar de caminhar.

Após algum tempo, Junsu não aguentou a curiosidade.

- Por que você disse o nome do Key?

- Porque tenho uma leve impressão de que nos divertiremos muito com isso. – Respondeu o ruivo, com um sorriso misterioso.

Poucos passos a diante, o grupo avistou Minho caminhar em suas direções. Muito bem vestido e arrumado, o moreno sorriu ao ver Junsu, que se sentiu envergonhado.

- Parece que o nosso caçula vai passar a tarde fora... – Brincou YooChun, ouvindo deboches positivos em relação ao irmão, que estava cada vez mais envergonhado.

A medida que Minho foi ficando mais próximo, os amigos foram cessando as piadas.

- Boa tarde rapazes. – Sorriu o moreno, educado.

- Ola! – Responderam todos alegres.

- E então, pronto? – Indagou para Junsu, que acenou positivamente com a cabeça.

Os dois se despediram do grupo e seguiram em outra direção, iniciando uma conversa descontraída.

- Com fome? – Indagou o maior.

- Um pouco. – Respondeu Junsu em um sorriso.

Dirigindo-se para um restaurante ali perto, os dois almoçaram aparentemente calmos, mas na verdade vibrando de emoção e euforia.

Após o almoço, iniciou-se o turismo. Junsu levou o moreno aos mais variados e lindos lugares. Os dois riam e conversavam muito, aproveitando para se conhecerem melhor e diminuir um pouco do nervosismo de estarem juntos.

Ao cair da noite, Junsu avisou que iriam ao seu lugar preferido, deixado por último propositalmente.

- E que lugar é esse? – Indagou Minho, curioso.

- A Torre de Seul¹. – Respondeu o menor, entusiasmado.

Ao chegarem, Minho impressionou-se. A torre era linda de longe, e ainda mais linda era a vista que ela proporcionava da noite de Seul.

- Nossa! Aqui é lindo! – Exclamou o maior, deslumbrado.

- Eu sempre venho aqui quando estou preocupado ou triste. É o melhor lugar para se pensar. – Disse Junsu, escorando-se na grade de proteção.

- Muito obrigado por ter me proporcionado este dia tão maravilhoso Su. – Minho sorriu docemente.

- Eu que agradeço pela sua companhia tão agradável Min... Nunca me diverti tanto em um só dia! – Exclamou, rindo das piadas que se lembrava.

- Su... – Iniciou o moreno, um pouco encabulado.

- Sim? – Virando-se para o maior.

- Promete me perdoar? – Indagou, sério, mas gentil.

- Perdoar? Pelo que? – Junsu sentiu-se confuso, até a atitude do moreno.

Minho entrelaçou o braço esquerdo na cintura do menor e o puxou para si com firmeza, segurando seu rosto com a mão direita e o puxando delicadamente para um beijo carinhoso. Junsu assustou-se no início, mas logo acompanhou o maior, que aprofundou o beijo.

Lentamente, o menor ergueu seus braços e os entrelaçou no pescoço de Minho, dando mais liberdade ao beijo.

Após alguns instantes, os dois se separaram e fitaram-se em silêncio, tentando decifrar o que fora aquilo.

- M-Me perdoe Su... E-Eu tentei me segurar, eu j-juro... – Minho tentava explicar-se e desculpar-se de algo que não tinha vergonha ou arrependimento.

- Eu te perdoo, — Interrompeu o menor, sorrindo. – Se você me prometer que essa não será a última vez. – Tranquilo ao contemplar o entusiasmo e euforia do moreno.

YooChun esperava ansioso pelo barulho da Ferrari de Taemin. Olhava no relógio a cada minuto, que parecia não passar.

Ao ouvir o barulho tão esperado, o moreno pula do sofá e corre até a porta sorridente, vendo o ruivinho estacionar e buzinar brevemente.

- Olá. – Sorriu, entrando no automóvel.

- Me desculpe o atraso... O Key ficou me arrumando tempo demais. – Riu encabulado.

- Você É lindo... Não importa se demore dez minutos ou dez horas... Você sempre estará esplêndido. – Disse o moreno em tom carinhoso, fazendo o menor enrubescer.

Após uma breve discussão sobre que restaurante jantariam, os jovens seguiram sem pressa. O restaurante era fino e elegante, com pratos exóticos e muito saborosos. A conversa entre os dois era calma e descontraída, com o maior fazendo questão de tocar na mão de Taemin com delicadeza e carinho.

- E então... Estou oferecendo uma boa companhia, já que quem você quer convidar não está? – Brincou o ruivo.

- Bom, se eu dissesse que a pessoa que eu quero convidar está rindo da minha cara neste momento, você acreditaria? – Respondeu em mesmo tom, vendo Taemin rir.

Em brincadeiras carinhosas e carícias delicadas, o jantar correu esplendorosamente bem. Como estava um pouco tarde, os jovens decidiram seguir para a casa de YooChun, afim de conversarem um pouco mais.

- Deseja alguma coisa? – Indagou o moreno, convidando o menor a sentar por gesto.

- Sim. – Respondeu em tom calmo.

- À vontade. – Disse o moreno, parando em frente ao menor.

Para a surpresa e felicidade de YooChun, Taemin roubou-lhe um beijo rápido e travesso, deixando o maior com um sorriso abobalhado no rosto.

- Isso me deixa muito mais à vontade. – Disse YooChun, entrelaçando os braços na cintura fina do menor, que se abraçou em seu pescoço.

- Mais à vontade para que? – Indagou Taemin, um pouco curioso.

- Eu se que está muito cedo, — Iniciou o moreno, um tanto nervoso. – Mas eu não consigo mais explicar o que eu sinto por você Tae. Acho que tenho que prender meus pés ao chão quando estou ao seu lado, senão juro que vou flutuar. – Sorriu carinhoso. – Tae... Por favor, namore comigo.. ?

Taemin sorriu e emocionou-se. Escutar isso do moreno era o que mais almejava no momento, e as palavras sinceras e belas enalteceram o momento.

- Mas é claro que eu namoro com você! – Sorriu de volta, beijando carinhosamente o maior. – Agora eu preciso ir para casa, senão você não acorda para a faculdade amanhã. – Despedindo-se brevemente do novo namorado.

- Aahhh, nãããooo. – Disse o moreno manhoso, tentando conquistar o jovem a ficar mais um pouco.

- Não vem com essa carinha pro meu lado Yoo! Eu me sentiria muito mal se você não fosse à aula por minha culpa.

- Seria a falta mais bem aproveitada da minha vida. – Brincou malicioso, abraçando o menor por trás.

- Engraçadinho. – Riu, batendo de leve nos braços em sua cintura. – Me leva até a porta?

YooChun acenou positivamente com a cabeça e segurou a mão do namorado. Um beijo doce foi depositado na delicada região, antes de irem até a rua.

- Promete ir me ver amanhã? – Indagou o moreno, se abraçando novamente na cintura do ruivo, que imediatamente entrelaçou seus braços no pescoço do maior.

- HHmmm... – Brincou pensativo, vendo o bico do namorado. – Claro que eu vou ver você! – Riu, dando um carinhoso selinho em YooChun.

- Tae... Aqueles não são o Su e o Minho? – Indagou o moreno, venho as silhuetas que caminhavam lentamente pela rua em suas direções.

- Eu acho que são eles sim! – Exclamou Taemin, empolgado.

Os dois, que não haviam percebido a presença dos jovens mais a frente, conversavam em tom baixo.

- Então... Eu estou perdoado? – Indagou Minho, parando e segurando a mão do menor.

Junsu sorriu e deu um selinho carinhoso no maior, que sorriu.

- Agora está. – Brincou.

Os dois tomaram um susto tremendo quando ouviram gritos de felicidade vindos dos jovens, até então, quietos.

- UHUUULL!!!! – Vibrou Taemin.

- AÊ SUU!!! – Gritou YooChun, batendo palmas.

Os jovens sentiram-se muito envergonhados, mas felizes pelo apoio. Aproximaram-se do casal, que voltada a se abraçar.

- Pelo visto não fui só eu. – Brincou Junsu, vendo o casal trocando carinhos.

- Nós estamos namorando. – Comunicou Taemin em tom calmo, mas visivelmente feliz.

- Tae, estou tão feliz por você! – Sorriu Minho, acariciando brevemente o ombro do amigo. – Meus parabéns.

- Bom, está tudo maravilhoso, mas nós temos que ir Minho. – Disse Taemin, dando um selinho no namorado, se desvencilhando do abraço.

- Boa noite então. – Sorriu Minho.

- Boa noite. – Respondeu Junsu, envergonhado.

O moreno sorriu e deu um beijo carinhoso na bochecha do menor, entrando no carro em seguida.

- Estou muito feliz por você mano. – Sorriu Junsu, abraçando o irmão com carinho.

- Eu também estou muito feliz por você Su. Espero que dê certo entre vocês dois. – Retribuindo o abraço com muito carinho.

Key estava sozinho em casa, cheio de tédio. Seus amigos tinham saído com aqueles bofes lindos, o deixando chupando o dedo. Isso não o deixava triste, muito pelo contrário, mas é que sempre é chato ficar em casa.

Arrumou-se rapidamente e saiu para caminhar um pouco, afim de conhecer um pouco a região.

Estava uma noite quente e estrelada, proporcionando um clima ótimo para arejar a cabeça. Haviam muitas pessoas na rua, e Key aproveitou para paquerar. Todos na rua o olhavam, devido ao seu senso muito elegante de moda e sua beleza excessiva.

Vários rapazes deram “oi” ao rapaz, que adorava se fazer de difícil (pelo menos nos primeiros três minutos). Estava sendo uma noite muito divertida, com o jovem caminhando distraidamente pelo centro.

Mas o rapaz tomou um susto quando ouviu seu nome sendo chamado por uma voz desconhecida, logo procurando seu dono. Ao olhar para a rua, percebe a Mercedes de Ajoo o acompanhando lentamente.

Apesar de ter quase morrido pela beleza do rapaz, decidiu fazê-lo rastejar aos seus pés, para pisar naquele nariz empinado que o irritava.

- Como sabe o meu nome? – Indagou o jovem, sem parar de caminhar ou olhar para o moreno.

- Um passarinho me contou. – Respondeu em um sorriso desdenhoso. – Quer dar uma volta?

- Já estou fazendo isso. – Respondeu em tom seco.

- Quer dar uma volta comigo? – Voltou a perguntar, sentindo-se, pela primeira vez, inseguro.

- Já estou fazendo isso, mesmo que contra a minha vontade. – Key tinha vontade de rir, mas mantinha a expressão gelada.

Ajoo irritou-se e estacionou o carro, alcançando Key com uma corrida.

- Por que ser tão grosso? Sua mãe não lhe ensinou os bons modos? – Ironizou o jovem, desesperado em busca de algo que agradasse o menor.

- Me ensinou sim. – Olhando friamente para o moreno. – O que ela não me ensinou foi como dispensar idiotas como você com educação.

- Nossa, ele morde! – Brincou Ajoo, perdido.

- Você não, tenho medo de pegar uma doença. – Apressando o passo.

- Olha, por favor. – Ajoo desistiu. A única opção que lhe restava era ser sincero, segurando o braço do jovem, fazendo-o parar. – Acho que nós começamos com o pé errado. Sou Ajoo. – Estendendo a mão para o jovem, que fitou sua mão estendida e a ignorou.

- E eu com isso?

- Dá pra ser educado pelo menos um minuto? – Indagou o moreno, a beira do desespero.

- Claro que dá! – Respondeu em bom tom. – Não que essa regra se aplique a você, mas...

- O que eu preciso fazer para você sair comigo? – Ajoo quase suplicava, não se reconhecendo, tão dependente de um desconhecido.

- Fora nascer de novo? Nada. – Key estava se divertindo muito.

- Key, por favor... – Ajoo estava quase chorando de tanta súplica.

- Olha Júnior... – Iniciou o menor, errando propositalmente o nome do maior.

- É Ajoo. – Corrigiu embrabecido.

- Que seja. Falando sério? Eu não suporto caras como você. – Key estava sendo muito sincero, mantendo uma expressão esnobe. – Você acha que todos a sua volta babam por você, esnoba as pessoas como se fossem ciosas que você compra e daqui a pouco não quer mais. Ou seja: Um completo imbecil.

- Key, as pessoas não resistem a mim. – Vangloriou-se o moreno. – Todos aqueles jovens que estavam comigo hoje cedo, eles estão ali porque me idolatram! Eu não posso fazer nada se eles gostam de ser usados. – Desdenhou a última frase, retomando a pose “nojenta”.

Key enfureceu-se. Segurou o jovem pela gola da camisa e o puxou de encontro a si. Tomou-o em um beijo avassalador, cheio de desejo e tesão. Quando sem ar, separou-se com brutalidade, quase fazendo o maior desequilibrar-se. Segurou a mão do maior e o puxou com arrogância para que o seguisse.

- Onde estamos indo? – Indagou Ajoo, ainda desconcertado pelo beijo.

- Cale a boca! – Ordenou, sendo imediatamente obedecido.

Em pouco tempo, já estavam na casa de Taemin.

Key puxou o moreno até seu quarto e trancou a porta, arrancando, logo em seguida, as vestes do moreno com brutalidade.

Ajoo tomou Key em carícias quentes e sedentas, ajudando o jovem a tirar suas roupas. Após completamente despidos, Key empurra o maior, fazendo-o cair no tapete. Deitou-se por cima do jovem e iniciou beijos desejosos por todo o corpo do moreno, que gemia alto. Sem demora, Key desceu ao membro rijo de Ajoo, o abocanhando por inteiro. O moreno contorceu-se de prazer, nunca sentindo algo tão inexplicável.

O menor iniciou os movimentos de vai e vem com muita rapidez, enquanto massageava a glande com sua língua. Ajoo sentia-se completamente entregue e controlado pelo rapaz, como nunca havia se sentido antes.

Ao ver o êxtase do maior, Key para os movimentos e senta em cima do jovem, o olhando com desejo e tesão. O moreno inicia a penetração com brutalidade, ouvindo o gemido sexy do menor. Key se movia contrariamente à Ajoo, intensificando a força das estocadas. O menor cravava as unhas nos ombros fortes e firmes do moreno, que gemia cada vez mais alto. Perto do ápice, Key lambe o pescoço de Ajoo, o levando à loucura. Em pouco tempo, o maior sente o líquido quente de Key em sua barriga, seguido de um longo e prazeroso gemido do mesmo.

A cena foi tão provocante que Ajoo não conseguiu mais se conter, chegando ao máximo do prazer logo em seguida.

Exaustos, os jovens tombam no chão, ofegantes e suados. Após descansarem, Key levantou-se, destrancou a porta e abriu-a, olhando para o moreno.

- Boa noite.

- Hã? C-como assim? – Ajoo ficou totalmente confuso, não entendendo a atitude do menor.

- O sexo foi ótimo, mas eu tenho mais o que fazer. Portanto, boa noite. – Key tinha a voz fria, mas por dentro dava gargalhadas.

- M-Mas... E-eu achei que nós... – O moreno estava totalmente dependente de Key, entrando em desespero ao ver o desdém do mesmo.

- Cai fora Júnior. – Key quase não se aguentava, tendo que respirar fundo para não rir.

- É Ajoo. – Sussurrou triste, vestindo-se e caminhando em direção à porta.

- Bem vindo ao seu mundo morenão. – Sorriu Key, abrindo a porta principal.

- Meu mundo? – Indagou o maior, já na rua.

- Ser usado e depois jogado fora. – Explicou brevemente. – Agora eu seu porque você faz isso. É ótimo. – Sorriu Key, batendo a porta na cara do maior.

Ajoo não soube o que responder, ficando estático por alguns instantes. O sentimento de ser usado era horrível e inexplicável.

Confuso e magoado, Ajoo segue a passos lentos para sua casa, não entendendo como podia ter deixado aquele rapaz o ter usado com tanto desdém. E o que o deixou ainda mais confuso e desesperado, foi a vontade de ser usado quantas vezes Key quisesse, pois não importava mais, Ajoo estava dependente dele.

Notas finais
1. Torre de Seul:http://wallpaper.free-photograph.net/img/pt/800x600/jpeg/yun_4763.jpg